<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Matt Reeves - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/matt-reeves/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/matt-reeves/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Mar 2022 14:08:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Matt Reeves - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/matt-reeves/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Especial Batman: Pontos Altos e Baixos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-batman-pontos-altos-e-baixos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-batman-pontos-altos-e-baixos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 14:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Wayne]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Farrell]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinson]]></category>
		<category><![CDATA[The Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Warner]]></category>
		<category><![CDATA[Zöe Kravitz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15303</guid>

					<description><![CDATA[<p>Das HQs para seriados de TV live action, franquias cinematográficas e animações, o universo do homem morcego já foi explorado de diversas formas pelo audiovisual. Entre focar na própria trajetória de Bruce Wayne/Batman e entregar enredos de seus antagonistas ou coadjuvantes, é difícil imaginar o que ainda pode causar impacto ou quais novas perspectivas podem ser trazidas ao se trabalhar dentro destas adaptações. No entanto, Matt Reeves (Deixe-me Entrar) pegou o bastão de Tim Burton, Joel Schumacher, Christopher Nolan e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-batman-pontos-altos-e-baixos/">Especial Batman: Pontos Altos e Baixos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Das HQs para seriados de TV <em>live action</em>, franquias cinematográficas e animações, o universo do homem morcego já foi explorado de diversas formas pelo audiovisual. Entre focar na própria trajetória de Bruce Wayne/Batman e entregar enredos de seus antagonistas ou coadjuvantes, é difícil imaginar o que ainda pode causar impacto ou quais novas perspectivas podem ser trazidas ao se trabalhar dentro destas adaptações.</p>
<p>No entanto, Matt Reeves (D<em>eixe-me Entrar</em>) pegou o bastão de Tim Burton, Joel Schumacher, Christopher Nolan e tantos outros e trouxe o seu olhar para este novo <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/"><strong><em>Batman</em></strong></a>. Dentro desta perspectiva, é possível dizer que Reeves foi feliz em sua direção e roteiro – que escreveu ao lado de Peter Craig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><em>Bad Boys para Sempre</em></a>) – e conseguiu entregar um resultado digno e equilibrado. Ainda assim, alguns elementos poderiam ter sido realizados de forma mais precisa, aumentando a qualidade da obra.</p>
<p>Pensando na produção como um todo, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu os pontos altos e baixos do <strong><em>Batman</em> </strong>de Reeves neste especial. Confira!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15319" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman.jpg" alt="Batman" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>PONTOS POSITIVOS</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Criação e Construção de personagens</strong></p>
<p>Um dos maiores ganhos do novo <em>Batman</em> é forma como as personagens são trabalhadas dentro do longa-metragem. A começar pelo próprio Batman. Há aqui uma dualidade marcante entre o super-herói e Bruce Wayne, na qual esta dicotomia é marcada de forma expressiva. Trajando as suas vestes de vigilante, Wayne é forte, imponente e calculista. Já sem a sua armadura, ele é possui uma postura quase de adolescente, com um olhar melancólico e frágil. Este mérito para a complexidade de Bruce vem tanto do roteiro quanto do trabalho de Robert Pattinson (<em>Crepúsculo</em>), que compreendem a necessidade de imprimir camadas para o herói, revelando, principalmente, de maneira imagética, menos do que nos diálogos, as vivências e traumas de Wayne. Além deste cuidado na elaboração do papel principal, os vilões e coadjuvantes também ganham um olhar especial aqui. Todos possuem, em alguma medida, um background que ganha certo tempo de tela, sem que o rumo da trama principal seja perdido. As interpretações são orgânicas e mesmo que sejam figuras embebidas de sua porção de caricatura, elas possuem fluidez na cena, com movimentações e falas que não soam artificiais. Talvez, os únicos incômodos neste sentido sejam Selina (Zoë Kravitz), que não tem tantos contornos assim, e o Charada, de Paul Dano, que carrega nas tintas em seus monólogos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Música Original</strong></p>
<p>Conhecido por possuir uma obra marcante em filmes como <em>Os Incríveis</em>, <em>Rogue One: Uma História Star Wars</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zootopia-essa-cidade-e-o-bicho/"><em>Zootopia</em> </a>e séries como <em>Lost</em>, Michael Giacchino tem um traço bastante característico em sua obra: o equilíbrio de criar composições emblemáticas, sem retirar o foco da narrativa. Em <em>Batman</em>, ele segue neste mesmo fluxo. Há aqui um estabelecimento de atmosfera, através de suas músicas e um fomento das emoções necessárias que cada sequência precisa passar. Toda a passionalidade, melancolia e ausência de sanidade são apresentadas pelas sonoridades convocadas por Giacchino. As repetições de temas, que muitas vezes cansam o espectador em obras de super-herói, neste filme são positivas, pois elevam a potencialidade tanto em termos de ação e suspense, como dos momentos trágicos. Há uma espécie de nostalgia que ronda o que Michael compôs e isto acaba por construir um universo extra fílmico, que é esta bagagem do mundo pregresso criado por Batman, existente em múltiplas décadas, em suas tantas adaptações. Assim, existem as particularidades desta nova adaptação, mas uma personalidade musical que extrapola a obra especificamente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Condução do ritmo</strong></p>
<p>Apesar de possuir uma queda qualitativa a partir de seu terceiro ato, a maneira como Matt Reeves conduz o ritmo de seu longa é um dos pontos mais altos de <em>Batman</em>. As ações tomam tempo para acontecerem e esta é a principal razão para que as personagens sejam tão bem construídas. Além disso, há uma imersão intensa do público com a narrativa, porque este cuidado no olhar de Reeves cria um reconhecimento que torna especiais os elementos que são trazidos na trama. São diversas camadas exploradas ali, como a relação de Bruce com o jovem garoto que perde o pai, a sua relação com Alfred (Andy Serkis) ou a profundidade dos crimes que estão acontecendo em Gotham. Em cada revelação, cada mistério desvendado, cada charada solucionada, é como se o espectador virasse a sua página da HQ, porque há uma consciência de Reeves em trabalhar as descobertas de Bruce, juntamente com as de quem assiste, o que aumenta a emoção ao acompanhar aquela aventura.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15318" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica.jpg" alt="Batman" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>PONTOS BAIXOS</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Queda qualitativa</strong></p>
<p>Apesar de apresentar um filme com um resultado total positivo, há um momento de virada na trama de <em>Batman</em> e, a partir disto, acontece uma demora para os encaminhamentos do desenlace. No início do terceiro ato, enquanto Bruce tenta descobrir quem é o “rato” e o Charada, ao mesmo tempo, pequenas gorduras atrasam o desenvolvimento do desfecho do filme, deixando o seu final um tanto cansativo. A sensação é a de que são realizadas muitas voltas até que se chegue no cerne da questão: o amadurecimento deste Batman, de Reeves, que possui um ar de rebeldia juvenil e precisa direcionar melhor as suas emoções para ser um herói mais justo e de propósitos menos egoístas. No entanto, para realizar tal intento, pequenos empecilhos são postos, mas eles são tão óbvios – como a captura do Charada ou o comício de Bella Reál (Jayme Lawson) –, que a qualidade do encerramento da obra é menor do que seu restante. Este “tomar seu tempo” que percorre a narrativa é um ganho sim, porém quando o sentido disto se esvazia, com direcionamentos ingênuos, esta característica deixa de ser boa para ficar enrolada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Algumas escolhas da direção</strong></p>
<p>Novamente, é preciso salientar que, em termos gerais, a direção de Matt Reeves é consciente e efetiva. Os movimentos de câmera e enquadramentos são pensados de maneira pontual e seu interesse aqui parece ser o de convocar uma direção mais discreta e focar em dar destaque para a personagem central. Inclusive, para criar este homem morcego mais sensível e melancólico, que se guia mais por suas emoções do que pelo coletivo, Reeves se vale de diversos momentos de close, por exemplo. Todavia, é nesta vontade de investigar Wayne tão de perto que Matt falha em certas sequências. Este é um longa de super-herói, no final das contas, e que possui seu teor de ação, aventura e suspense. Desta maneira, quando os enquadramentos ficam tão fechados em dados instantes, o espectador acaba por ter suas sensações de emoção esvaziadas. Além disso, esta estratégia torna mais complicado de acompanhar as lutas mais amplamente, principalmente na cena da fuga de Wayne da polícia, quando o quadro fica bastante fechado, após ele pular do prédio, dificultando a fruição e causando certo estranhamento – que poderia até ser positivo, se não quebrasse o ritmo e a observação deste voo do Batman.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mulher-gato</strong></p>
<p>A Mulher-gato é uma personagem icônica, tanto nos quadrinhos como no audiovisual, por conter uma personalidade expansiva e sempre estar no limiar entre vilã e par romântico de Bruce Wayne. A Catwoman vivida por Zoë Kravitz não é de todo mal, por assim dizer. Contudo, ainda que a construção da atriz seja bem feita – com tônus e gestos precisos e toda a consciência corporal que a personagem necessita –, a questão aqui é a repetição de padrões de figuras femininas em filmes de super-heróis. Selina tem elementos empoderados, mas a postura da personagem sempre seguiu algo semelhante ao que é mostrado neste <em>Batman</em> de Matt Reeves. Talvez, o que incomode aqui é o quanto ela é fragilizada na presença de Wayne e como o olhar dele para Selina é viciado e até moralista. Há uma sequência na qual a jovem precisa explicar para o milionário que a sua relação com um dos vilões não é sexual e ele passa a respeitá-la novamente, após a revelação. É como se esta Mulher-Gato impressa aqui fosse uma Selina cheia de idealizações. Neste sentido, o que acaba por ocorrer é quase uma confusão de quem é esta figura de verdade. A sua personalidade fica sufocada por Bruce e não há espaço para que ela possa ser desenvolvida. A Selina de Reeves vive assim a chamada “Síndrome de Trinity”, termo criado pela jornalista Tasha Robinson, que fala justamente sobre esta mulher forte que, na verdade, é uma mera <em>sidekick</em>, que não tem suas habilidades evidenciadas e acaba sendo aqui o papel mais planificado dentro da narrativa.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-batman-pontos-altos-e-baixos/">Especial Batman: Pontos Altos e Baixos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-batman-pontos-altos-e-baixos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Batman</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 03:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Farrell]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jayme Lawson]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Wright]]></category>
		<category><![CDATA[John Turturro]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Dano]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Sarsgaard]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinson]]></category>
		<category><![CDATA[Zöe Kravitz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15293</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado Batman, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (Tenet), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo hater gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto. Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/">Crítica: Batman</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado <em><strong>Batman</strong></em>, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo <em>hater</em> gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto.</p>
<p>Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos holofotes, amargura os acontecimentos do passado e se dedica ao objetivo de tentar aliviar os horrores que sua cidade passa. Ele é um justiceiro nato que trabalha junto com as forças policiais almejando dar um pouco de tranquilidade às ruas violentas de Gothan.</p>
<p>Sombrio e apático, a atenção do Batman é chamada pelo novo vilão, o Charada (Paul Dano, <em>Os Suspeitos</em>), que mata políticos importantes e faz questão de deixar sua marca registrada em todos os crimes. Ele é misterioso e, ao mesmo tempo, extravagante, deixando a cidade em polvorosa com a situação. Wayne rapidamente decide investigar as suas motivações e qual seria a sua identidade verdadeira.</p>
<p>Com um cenário obscuro do submundo do crime, o filme tem uma paleta de poucas cores, contrastada apenas pela existência de belíssimas fotografias de pôr-do-sol, em momentos chaves que conversam diretamente com mudanças de trajetórias do protagonista. É quase que uma vibe emo bem divertida de acompanhar. Mas não espere que o filme seja engraçadinho. Embora ele tenha seus momentos de alívio, normalmente traçados pelo sarcasmo, quase não vemos sorrisos ao longo da trama.</p>
<p>Assombrado pelo seu passado, Bruce mostra que tem pouquíssima paciência para lidar com a sociedade. Ele tem consciência da sua presença e não se furta de chegar nos lugares como se fosse dono deles. Nada se torna um empecilho para que ele investigue aqueles crimes e descubra quem é o charada. É como se sua dor fosse completamente convertida em proatividade na hora de tomar decisões e agir. Ainda assim, o diretor Matt Reeves (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/"><em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em></a>) faz questão de deixar claro que aquela é uma versão juvenil do personagem. Portanto, ele toma decisões erradas e foge de lidar com as burocracias do dia a dia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15294" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O surgimento da Mulher-Gato é um bom ápice da trama, que passeia com muita naturalidade em todas as introduções de personagens. Zoë Kravitz (<em>Big Little Lies</em>) veste perfeitamente o papel, se dedicando à intensidade das emoções e confusões da personagem. Ela e Pattinson têm uma excelente química de cena, tornando todos os momentos juntos como um grande alívio ao espectador. A projeção do romance entre eles é igualmente gostosa de acompanhar.</p>
<p>Ao longo de quase 3h de duração, <strong><em>Batman</em> </strong>consegue manter o espectador atento o tempo inteiro, sem perder ritmo ou cansar. É um tempo justificado pela profundidade da história e como o surgimento do personagem em si foi configurado. É o tipo do filme que nem lembramos de olhar no relógio.</p>
<p>A junção de fotografia com trilha sonora impecável conferem uma tensão constante no espectador, que está sempre querendo antecipar qualquer ação. Até mesmo no começo do filme, antes do próprio Batman aparecer, já estamos na ansiedade de entender qual dinâmica ele será inserido.</p>
<p>Mas finalmente, Pattinson cumpriu o papel? Brilhantemente. Ele deixa de lado todo o estigma que ainda poderia restar e adentra numa nova era comercial. Isso porque ele já vem mostrando uma excelente qualidade de cena há algum tempo, mas escolhendo sabiamente produções mais independentes. Agora ele retorna ao circuito mais vendável com um apelo muito bom em relação ao preconceito que algumas pessoas ainda tinham por conta de sua participação em <em>Crepúsculo</em>. Como ele mesmo disse em entrevista recente, &#8220;odiar Crepúsculo é tão anos 2010&#8221;.</p>
<p><em><strong>Batman</strong> </em>é um filme sobre o início do trabalho do herói. Ele começou a atuar assim recentemente e ainda está entendendo seu objetivo naquilo tudo. Ao final, vemos ele descobrir que a vingança crua não vai te trazer o conforto que espera e somente dando esperanças às pessoas é que ele terá esse sentimento genuíno. Foi um filme que valeu a espera, em todos os sentidos!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Reeves</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, John Turturro, Colin Farrell, Jayme Lawson, Andy Serkis, Peter Sarsgaard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rsQEor4y2hg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/">Crítica: Batman</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; A Guerra</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 01:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: A Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Harrelson]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7973</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois de um filme como Transformers 5, que não deveria nem ter existido ou sido pensado, é um deleite aos olhos de um crítico assistir Planeta dos Macacos: A Guerra. É a nossa certeza de que muitos filmes valem a pena ter continuações. Essa nova era de Planeta dos Macacos mostrou para o que veio desde o primeiro filme. É uma história contundente, bem escrita e orientada, trazendo aspectos da relação de humano com os macacos de forma muito sutil [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/">Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; A Guerra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um filme como <em>Transformers 5</em>, que não deveria nem ter existido ou sido pensado, é um deleite aos olhos de um crítico assistir <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em>. É a nossa certeza de que muitos filmes valem a pena ter continuações.</p>
<p>Essa nova era de Planeta dos Macacos mostrou para o que veio desde o primeiro filme. É uma história contundente, bem escrita e orientada, trazendo aspectos da relação de humano com os macacos de forma muito sutil e, ao mesmo tempo, forte. Em <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em>, a qualidade do roteiro continua e consegue finalizar essa história com grande maestria.</p>
<p>Neste enredo, César e seus companheiros são forçados a entrar numa guerra que não iniciaram e têm que lidar com a fúria do Coronel. Numa dualidade incrível entre humanidade e animalidade, a narrativa caminha de forma intensa e progressiva, deixando o espectador em estado de constante alerta.</p>
<p>O diretor Matt Reeves já acompanha a série desde o último filme, <em>Planeta dos Macacos: O Confronto</em>. E isso auxiliou muito na continuidade do estilo dos longas. A qualidade de cenas, roteiro, diálogos, mostra que qualquer tipo de filme pode ser muito bem feito, independente de gênero, bastando a capacidade e força de vontade de quem o conduz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7999" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/010751.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>É incrível ver o trabalho minucioso da equipe gráfica em trazer realidade aos símios. Cada jeito, cada piscada, tudo milimetricamente feito com perfeição, dando ao filme um ar ainda mais sério e forte. Associando a isso, uma trilha sonora de qualidade e com coerência, dando intensidade às batalhas. Aliás, as batalhas são muito bem feitas e ensaiadas. Intercaladas com bons momentos de diálogos e construção da narrativa, os embates não se tornam cansativos, nem repetitivos.</p>
<p>É preciso falar, inclusive, no acréscimo para o elenco do ator Woody Harrelson, no papel principal do Coronel. Ele traz uma insanidade realista ao personagem, que é o centro da luta entre símios e humanos. A fúria é notória em sua expressão, contrastando bem com os olhos raivosos que vemos em César, em muitos momentos.</p>
<p>O roteiro deixa claro, porém de maneira sutil, o quanto que os macacos adquirem comportamentos humanos e o quanto que os humanos se tornam primitivos quando o assunto é exterminar uma outra espécie. Essa troca de papéis é o que torna a briga muito mais interessante e empolgante. É o centro do roteiro e é guiada de forma incrível.</p>
<p>Como não poderia deixar de notar, a finalização de <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em> acompanha a qualidade de toda a história. Não é um anti-clímax, como acontece em muitos casos. É um desfecho justo e coerente, colocando cada personagem em seu lugar, todos os pingos nos &#8220;is&#8221;.</p>
<p>Este Planeta dos Macacos é uma produção certeira, que mescla ação com drama de forma equilibrada e coerente. É um desfecho com chave de ouro, de fato, dando força e energia à franquia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DqkzzMYQI5g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/">Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; A Guerra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2014 23:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Keri Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: O Confronto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=1583</guid>

					<description><![CDATA[<p>É admirável a forma como esse prequel da franquia Planeta dos Macacos vem sendo conduzido. Em seu segundo capítulo, a série cinematográfica reúne elementos , além dos efeitos especiais de última linha, que deveriam ser essenciais aos blockbusters e que os transformam em verdadeiro entretenimento (sim, porque entretenimento, na raiz de sua definição, não deveria ser equivalente a um produto desleixado em seu tratamento como narrativa, como fazem uns e outros diretores por ai): ritmo, um roteiro inteligente e bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/">Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/maxresdefault.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1584 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/maxresdefault-620x348.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="348" /></a></p>
<p>É admirável a forma como esse <em>prequel </em>da franquia <em>Planeta dos Macacos </em>vem sendo conduzido. Em seu segundo capítulo, a série cinematográfica reúne elementos , além dos efeitos especiais de última linha, que deveriam ser essenciais aos <em>blockbusters </em>e que os transformam em verdadeiro entretenimento (sim, porque entretenimento, na raiz de sua definição, não deveria ser equivalente a um produto desleixado em seu tratamento como narrativa, como fazem uns e outros diretores por ai): ritmo, um roteiro inteligente e bem costurado e personagens defendidos com segurança e sensibilidade pelo seu elenco. <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em>, como o seu capítulo anterior <em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>, preenche todos esses requisitos com larga folga.</p>
<p><em>O Confronto </em>se passa quinze anos após os eventos do último longa e traz César e os outros símios bem longe dos humanos, vivendo em harmonia e comunidade no meio da floresta de São Francisco. Estranhando a ausência de contato com humanos durante anos, César e seu grupo nem suspeitam que parte da raça foi dizimada pela &#8220;gripe símia&#8221;, fruto dos experimentos realizados pelos cientistas com os macacos no filme anterior. No entanto, um grupo de sobreviventes da região tenta entrar em contato com outros humanos mas não consegue pois não tem energia elétrica que faça funcionar os aparelhos de comunicação. A única forma de saírem do isolamento é reativarem uma antiga usina localizada na proximidade da aldeia que César e seus companheiros construíram. Novamente, macacos e homens se reencontram e as divergências e proximidades entre as espécies surgem para moderar uma potencial guerra entre os dois grupos.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1585 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11-620x333.jpg" alt="Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11" width="620" height="333" /></a></p>
<p>O diretor Rupert Wyatt, que comandou <em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>, cede espaço para Matt Reeves (de <em>Cloverfield &#8211; Monstro </em>e do remake <em>Deixe-me Entrar</em>). Em termos de identidade, a franquia não perde absolutamente nada. As características centrais da trama são mantidas. A atmosfera, no entanto, é completamente diferente, o que é bem coerente com o estágio da história. Em <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>há um tom de realismo na forma como os personagens encaram uns aos outros e um ligeiro pessimismo no futuro das relações entre seres de espécies diferentes e até mesmo entre seres da mesma espécie, o que faz o filme dialogar com muita veemência com o quadro geopolítico atual.</p>
<p>Novamente, <em>Planeta dos Macacos </em>é exemplar para os filmes da temporada pela forma como maneja tecnologia de última ponta e domínio narrativo. O desenvolvimento dos macacos pela equipe de efeitos visuais, aliado a captura de performances <em>in loco </em>valoriza o trabalho não só da equipe técnica mas também de atores como Andy Serkis (o César, que após anos sendo reconhecido por isso finalmente consegue ser o primeiro nome na lista do elenco nos créditos do filme), Judy Greer (Cornélia), Toby Kebbell (Koba) e Nick Thurtson (Olhos Azuis), todos, inclusive, têm mais destaque que o elenco humano formado por ótimos atores como Jason Clarke, Keri Russell, Gary Oldman e Kodi Smit-McPhee. Além disso, Matt Reeves mantém a trama em ascendência e instiga o interesse do espectador pelos personagens e por seus destinos do início ao fim, dando conta de sequências muito bem executadas (a cena da caçada dos símios na abertura é exemplar). Tudo isso sem querer parecer &#8220;intelectualoide&#8221; com reflexões impertinentes e extensas demais ou oco ao se tornar refém das suas cenas de ação, como muitos de seus colegas que se aventuram nessa temporada de férias do cinema norte-americano fazem. Pelo contrário, tudo é muito bem dosado, equilibrado em <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/dawn-of-the-planet-of-the-apes-pics-6.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1586 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/dawn-of-the-planet-of-the-apes-pics-6-620x325.jpg" alt="XXX DAWN-PLANET-APES-MOV-JY-3806-.JPG A ENT" width="620" height="325" /></a></p>
<p>Ao ter completo domínio e <em>timing </em>do quanto deve fornecer de espetáculo visual e do quanto deve fazer o espectador refletir sobre a sua própria condição enquanto ser social e espécie humana &#8211; sim, porque, em sua essência <em>Planeta dos Macacos </em>é uma alegoria disso &#8211; <em>, Planeta dos Macacos &#8211; O Conf</em>ronto é mais uma contribuição referencial para a indústria do entretenimento cinematográfico dos EUA atual, que em alguns momentos é tão carente de lampejos como esse. O filme nos lembra que, para divertir, uma obra não precisa ser vazia de histórias, sentimentos e discussões e de que para ser &#8220;arte&#8221; não precisa ser excessivamente técnico ou se despir de qualquer simplicidade. Basta encontrar a dose certa para cada elemento.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/">Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
