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	<title>Arquivos Leonardo DiCaprio - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Leonardo DiCaprio - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Assassinos da Lua das Flores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 15:48:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assassinos da Lua das Flores é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (Era uma Vez em&#8230; Hollywood) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, X-Men: Fênix Negra) e o tio, William Hale (Robert De Niro, O Irlandês) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio</em>) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-fenix-negra/"><em>X-Men: Fênix Negra</em></a>) e o tio, William Hale (Robert De Niro, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><em>O Irlandês</em></a>) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, são os indígenas que possuem o dinheiro e o poder, se tornando alvo de brancos interesseiros.</p>
<p>Inspirado no best-seller homônimo do escritor David Grann (que usou uma história real como base), o filme segue traçando todos os detalhes do caminho que levam Ernest a casar com uma indígena muito rica e de sangue puro, algo muito almejado naquela região. Em meio a isso, uma série de assassinatos misteriosos acontecem na região, sem que ninguém dê bola aos fatos, já que a maioria são pessoas de pouca importância. A coisa começa a tomar outro rumo quando as mortes chegam na família de Mollie (Lily Gladstone, <em>Certas Mulheres</em>), a nova esposa do nosso protagonista.</p>
<p>O que vemos à seguir em tela é uma trama sendo criada em cima da ambição daqueles homens brancos em querer enriquecer às custas das indígenas e suas caras heranças do petróleo. Embora Ernest tenha um perfil trambiqueiro duvidoso, ele realmente se envolve emocionalmente com Mollie, o que podemos ver na maior parte do tempo com o cuidado dele com a saúde da esposa. Por isso é tão difícil para ela perceber quando ele começa a aplicar o golpe mais absurdo por sua fortuna, já que no dia a dia ele é um bom marido (na medida das possibilidades da época).</p>
<p>Seu tio, por outro lado, não tem qualquer tipo de escrúpulo ao determinar mortes que lhes sejam proveitosas. Ele vive por nutrir uma boa relação com os indígenas, o que faz com que eles não suspeitem nem um pouco de suas reais intenções por traz daqueles falsos sorrisos. Pelas costas, é racista. Ele faz todos de marionetes no seu tabuleiro sangrento (inclusive Ernest), cujo único objetivo é o enriquecimento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17380" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg" alt="Assassinos da Lua das Flores" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que Scorsese nos apresente é uma dualidade constante no casal protagonizado brilhantemente por DiCaprio e Gladstone, onde vemos uma teia de amor e traição que está sempre em cima de uma linha tênue da moralidade. A ambição leva o marido de colocar a família da esposa como alvo, ainda que ele não esteja completamente de acordo com aquilo. A sua incapacidade de conduzir a própria vida e tomar decisões sem influências só mostra o quanto ele é fraco de espírito. Pelo menos, até o final.</p>
<p>O ritmo de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> </em>é algo que requer uma boa atenção. Para um filme de 3h26 de duração, acredito que ele consegue manter o espectador entretido. Tenho uma ressalva durante cerca de 40 minutos que são dedicados aos criminosos e suas tramoias, que faz com que a energia caia drasticamente. Algo que é recuperado na sequência, mas que incomoda. O fato é que o auge do longa é o casal e a sua história. Quando eles não estão no foco, a trama fica meio sem gosto.</p>
<p>Nada que prejudique o resultado final, por certo. É muito interessante ver como a relação de interesses é estabelecida desde o começo. Mollie percebe o olho grande de Ernest em sua herança, mas ele surge como a possibilidade dela ser cuidada e criar uma família. Ela entende que o seu estado de saúde convoca companhia e ele está disposto a oferecer aquilo (por dinheiro). Então, não há nenhum traço de ingenuidade quando a indígena concorda em seguir em frente.</p>
<p>O enredo é ainda muito contundente em mostrar a toxicidade como foi estabelecida a relação entre brancos e indígenas nos EUA e toda a apropriação cultural e de terras que se desdobrou a partir daí. Scorsese faz uma minuciosa análise do período, com fotografia incrível e figurino cuidadoso. A caracterização de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong></em> faz toda a diferença no seu resultado final. Aliás, no fim, é como se as 3h26 passassem rápido (o que não te impede de levar um lanchinho &#8211; fica a sugestão). Vale muito a pena conferir diretamente nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Martin Scorsese</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Lily Gladstone, Robert De Niro, Jesse Plemons, John Lithgow, Brendan Fraser, William Belleau, Tatanka Means</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/T22WRjooZn4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 17:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas apostas sobre essa aclamada cerimônia que acontecerá neste domingo (9).</p>
<p>Apesar de sua pompa, o Academy Awards guarda resquícios de imperdoáveis e contestáveis resultados. Anualmente existe uma categoria na qual o resultado gera um certo descontentamento entre público e crítica. Aqui vamos pensar sobre as atuações masculinas em papéis principais. E, com toda a incerteza do Oscar, questionaremos se, de fato, um ator como Joaquin Phoenix sairá invicto da temporada de premiações.</p>
<p>Apesar de Phoenix ser o favorito absoluto, é inevitável que algumas atuações sejam sentidas por não estarem na lista de indicados. Taron Egerton tem um desempenho primoroso interpretando Elton John em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><strong><em>Rocketman</em></strong></a>. Seu nome apareceu em outros prêmios, mas a Academia o deixou de fora dessa disputa. Outro ator esnobado pelo Oscar foi o veterano Christian Bale. O ator britânico esteve na disputa na maior parte da temporada de premiações por seu papel no esquecível <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em><strong>Ford vs. Ferrari</strong></em></a>. Mesmo com um filme questionável, Bale entrega um trabalho brilhante, digno de uma indicação no Academy Awards.</p>
<p>Por fim, Adam Sandler é um dos nomes de maior polêmico deste ano. O ator, conhecido por suas comédias besteirol, mostrou, mais uma vez, o seu poder cênico ao dar vida à personagem principal do longa-metragem <em>Joias Brutas</em>, dos irmãos Safdie. Sandler entrega uma performance completa e digna de atenção, a qual fez dele um dos indicados no Critics Choice Awards. Contudo, o estereótipo de ator de “filmes medíocres” segue Sandler e o priva de oportunidades de trabalho como essas. Este é um dos nomes que merecem futuras oportunidades e, quem sabe, as tendo, ele possa estar competindo e sendo homenageado por seu trabalho espetacular.</p>
<p>Agora, ao pensar o quadro de indicados, a lista do quinteto do Oscar 2020, na categoria “Melhor Ator”, é composta por Adam Driver, Jonathan Pryce, Antonio Banderas, Leonardo DiCaprio e Joaquin Phoenix. Ironicamente, dos cinco atores, apenas um deles já ganhou uma estatueta e, só três já haviam sido indicados no Oscar. Portanto, apesar das faltas, esse é um grupo interessante, onde todos os artistas tiveram desempenhos brilhantes em seus respectivos trabalhos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12417" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Adam Driver, por exemplo, é um dos atores que já havia sido indicado no Academy Awards. Ele é um dos casos de Hollywood que tem um crescimento exponencial invejável. As interpretações e papéis de Driver só melhoram com o tempo. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em><strong>História de um Casamento</strong></em></a>, Driver brilha. Sua consistência cênica é impecável, assim como a construção de sua personagem. Apesar disso, ele é um dos que está mais longe da corrida pelo ouro cinematográfico.</p>
<p>Na frente do Kylo Ren de Star Wars está Jonathan Pryce. O ator, mesmo com sua longa carreira, foi indicado pela primeira vez neste ano. Sua interpretação do Papa Francisco lhe rendeu aclamações mundiais e merecidas. O domínio da cena mostrado por Pryce é simples, porém preciso. O seu olhar fala a cada segundo do filme. Suas nuances muito bem exploradas só ajudaram a elevar a qualidade de <strong><em>Dois Papas</em></strong> &#8211; em especial nas cenas onde as crenças de Francisco e Bento XVI entrem em atrito. Ao lado de seu parceiro de cena, Jonathan Pryce deu uma aula de simplicidade em frente às câmeras. Ele faz o público lembrar que você não precisa de muito para expressar um turbilhão de emoções. Ainda assim, Pryce também longe de ser um dos favoritos.</p>
<p>Na caminhada rumo a uma possível disputa &#8211; e reviravolta na dinâmica das premiações -, Antonio Banderas, se mostra mais forte e capaz de parear com DiCaprio e Phoenix. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dor-e-gloria/"><em><strong>Dor e Glória</strong></em></a>, o ator espanhol supera qualquer trabalho anterior. O filme não seria nada sem a sensibilidade de Banderas. Ele consegue prender você desde o primeiro instante. Até por ser um filme esteticamente diferente do que se espera de Pedro Almodóvar, os olhares se volta de forma mais minuciosa para o desempenho cirúrgico de Antonio. A palavra que define sua performance nessa produção é maturidade. Existe uma aura que paira sobre essa personagem que só o tempo, talento e dedicação podem proporcionar. O espanhol mostrou,mais uma vez, a razão que faz Almodóvar fazer dele o seu ator-parceiro. Banderas é impecável e capaz de criar o que for.</p>
<p>Na disputa final temos um embate de gigantes e velhos conhecidos do público, de Hollywood e do Oscar. Dicaprio e Phoenix estão no topo dessa disputa por seus desempenhos singularmente belos. O astro hollywoodiano Leonardo DiCaprio tem uma longa trajetória tanto no cinema como no Academy Awards. Com uma vitória, ele chegou a sua sexta indicação pelo seu papel de Rick Dalton em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a>. DiCaprio construiu um dos personagens mais completos de sua carreira. Sua performance no nono filme de Quentin Tarantino é uma dádiva para os amantes do cinema e uma inspiração para seus colegas de profissão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O texto ajudou absurdamente o ator a criar e estampar toda a emoção e o envolvimento necessário que a trama requisitava. Mas Leonardo foi além. Ele usa a metalinguagem, contida no subtexto de Rick Dalton, para inspirar. É bonito de ver DiCaprio dando vida as crises de profissionais e de meia idade de um ator consagrado de Hollywood. Essa brincadeira proporcionada pelo roteiro deu vida a uma das cenas mais sensíveis de Tarantino que marcam qualquer pessoa que assiste ao filme. E mesmo com DiCaprio não sendo o favorito para levar a estatueta para casa, seu desempenho merece ser louvado.</p>
<p>Agora chegamos a estrela dessa lista. Joaquin Phoenix é um ator de muita sensibilidade e poderio cênico. Desde seus primeiros trabalhos, ele sempre mostrou a sua capacidade de ir além. E o que Phoenix faz em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em><strong>Coringa</strong></em> </a>é exatamente isso, ir ainda mais além. Ele transcende qualquer barreira do público, do filme e até mesmo do personagem e apresentou uma das performances mais lindas do cinema nos últimos anos. Um detalhe importante é o estigma que seu papel carrega desde o início. Ter a missão de interpretar uma das personagens mais famosas e aclamadas de um universo é uma tarefa difícil. Quando isso é alinhado à comparação imediata com o desempenho de um colega, as coisas se intensificam.</p>
<p>Heath Ledger deu vida ao Coringa em 2008. Sua brilhante atuação lhe rendeu um Oscar póstumo e uma marca na história da DC e do cinema. O trabalho de Phoenix não consistia em apenas criar a sua versão da personagem, mas mostrar que ele conseguia colocar a sua marca nessa persona tão cheia de estigmas e fazer um filme solo da personagem valer a pena. E o resultado disso é uma das experiências cinematográficas mais marcantes. Ter o privilégio de assistir Joaquin brincar com uma complexidade de estados mentais, tipos de características e emoções é único. Ele faz qualquer defeito no filme sumir porque sua atuação é o que resta na memória do público. A ininterrupta imagem de uma performance colossal.</p>
<p>Apesar da esmagadora possibilidade de vitória, a corrida pela estatueta Melhor Ator nunca está 100% garantida. A imprevisibilidade do Oscar é algo instigante e provocador. O que resta é esperar para ver quais surpresas a noite de 9 de fevereiro guarda<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a> Vejamos se Phoenix sairá invicto desta temporada de premiações ou se outro colega levará o prêmio para casa. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>Especial: O 9º filme de Tarantino e seu legado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 23:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A filmografia de Quentin Tarantino é conhecida mundialmente como sinônimo de violência recheada com altas doses de ação, sarcasmo e (muito) sangue. A cada anúncio de uma nova obra do diretor, sua legião de fãs espera ansiosa por mais um pouco desse conjunto descrito como padrão – e com a divulgação de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood não foi diferente. Muito se especulou sobre o que esse longa-metragem abordaria, afinal ele começou sendo promovido como uma produção que coexiste com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A filmografia de Quentin Tarantino é conhecida mundialmente como sinônimo de violência recheada com altas doses de ação, sarcasmo e (muito) sangue. A cada anúncio de uma nova obra do diretor, sua legião de fãs espera ansiosa por mais um pouco desse conjunto descrito como padrão – e com a divulgação de <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> não foi diferente. Muito se especulou sobre o que esse longa-metragem abordaria, afinal ele começou sendo promovido como uma produção que coexiste com o assassinato da atriz Sharon Tate, em 1969. O público esperou de um tudo, mas nenhuma teoria os preparou para a surpresa do que estava por vir.</p>
<p><em>Once Upon a Time&#8230; in Hollywood</em> (título original) descreve uma trajetória diferente do que já se viu na arte de Tarantino. Mesmo com uma carreira extensa e extremamente original, onde cada nova produção representa um universo repleto de inovações, seus filmes sempre trouxeram propostas semelhantes ao retratar a sua temática fundamental: a violência. Os traços de exagero – seja no sangue, sejam nas cenas de luta ou morte – e o humor ácido e satírico moldaram múltiplas dinâmicas que variam desde o controlado <em>Jackie Brown</em> (1997) até o espalhafatoso <em>À Prova de Morte</em> (2007). A estrutura de sua nona criação se organiza, contudo, de forma distinta. Tarantino quebra qualquer expectativa com seu novo filme que chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (15).</p>
<p>É preciso entender que <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> comporta todas essas características “tarantinescas”. A violência não deixa de ser tema central, o sangue não deixa de aparecer e o humor continua existindo na mesma medida, porém esses fatores são vistos sob uma nova perspectiva. Tarantino transforma seu nono filme num conto intimista sobre a Hollywood que ele conheceu desde novo. Essa é a sua ode ao universo que o abraçou e nunca mais o deixou ir embora. E é essa pessoalidade tão palpável que faz do longa inusitado. Esse olhar sensível e próprio sobre um momento onde, literalmente, tudo mudou na célebre Los Angeles é a sacada que eleva a obra do diretor e roteirista para um novo patamar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11123" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A estrutura narrativa do nono filme de Tarantino se estabelece através do dia a dia das personagens principais. O cotidiano, a monotonia e a decadência dessas figuras são os pilares dessa história sobre personas. Contudo, a relevância deles e de seus diálogos já são uma marca do diretor. Em produções como <em>Cães de Aluguel</em> (1992), <em>Pulp Fiction – Tempos de Violência</em> (1994) e <em>Os 8 Odiados</em> (2015) é clara a relevância dessas características atreladas ao ritmo um pouco mais lento – não tanto quanto no novo filme – para desenvolver com maestria todos os nuances da trama.</p>
<p>Outra marca de Tarantino que se repete de forma mais expressiva em sua nova obra é a vitalidade presente nas cenas. As imagens falam por si só graças as cores vivas e pulsantes da Hollywood de 1969. Pela cidade funcionar como uma das figuras principais da história, existe uma preocupação em dar corpo e voz a capital mundial do cinema. Seja através das inúmeras cenas de passeios com carro ou pelas andanças pelos estúdios, a Cidade dos Anjos é representada minuciosamente como uma grandiosa, porém triste personagem que guarda consigo todas as frustrações e anseios de milhares. As tonalidades vibrantes de Los Angeles remetem a outros trabalhos do diretor, onde as cores em cena, ao lado do jogo de luz e sombra, falam e são fundamentais na compreensão da história – como <em>Pulp Fiction</em>, <em>Kill Bill &#8211; Volumes I e II</em> (2003 e 2004), <em>Bastardos Inglórios</em> (2008) e <em>Os 8 Odiados</em>.</p>
<p>Embora essas características tenham uma expressiva relevância para o resultado do longa-metragem, nada se compara ao poder de suas personagens em tela. Mais do que nunca Tarantino aposta em figuras (reais ou não) cheias de camadas para dar liga a sua história. Em cena, essas personalidades são o elemento número nessa jornada pela antiga Hollywood. A profundidade delas atrelada ao tempo investido em seus dilemas criam uma narrativa sólida e emocionante. Dessa forma, <strong><em>Once Upon a Time&#8230; in Hollywood</em></strong> funciona como uma história palpável feita por alguém que presenciou o fim da era de ouro do cinema hollywoodiano ao mesmo tempo que a Cidade dos Anjos viveu o fim de sua inocência.</p>
<p>O brutal assassinato da atriz Sharon Tate e de seus amigos na fatídica noite de 8 de agosto de 1969 mudaram os rumos e as dinâmica de sua sociedade. Assim, o longa se configura como uma homenagem tanto ao mercado cinematográfico que Tarantino viu crescer, mudar e pelo qual se apaixonou, como aos envolvidos nessa nova realidade. A presença de Margot Robbie no filme, por exemplo, funciona como uma espécie de luz angelical que traz paz e leveza ao mesmo tempo que se contrapõe às dinâmicas e aos dilemas das personagens vividas por DiCaprio e Pitt.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11122" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas qual seria a relevância desses enredos individuais para a composição de um produto tão extenso e parado? A crise profissional de Rick Dalton com sua decadência; a aceitação de Cliff Booth à sua vida pacata e sem glamour; a presença quase divina de Sharon Tate e sua carreira simples; e todo o histórico de horror cometido pela Família Manson costuram essa complexa e profunda narrativa sobre o vazio e o tempo. E para dar ainda mais força a cada uma dessas personagens eis que existe a maior de todas, a cidade dos sonhos: Hollywood. O polo cinematográfico do cinema americano se transfigura numa persona cuja história compõe e explica as relações entre as personagens e suas vivências.</p>
<p>É diante desse cenário devastado pelo tempo que uma nova era se instaura – tanto para a indústria cinematográfica dos EUA como na vida das figuras principais. O dilema de Tarantino ao escolher esse momento histórico do cinema está justamente ligado ao jogo entre realidade e ficção. E, da mesma forma que fez em <em>Bastardos Inglórios</em>, o diretor se permite reescrever a história outra vez. Ao fazê-lo, Tarantino cria a sua “carta de amor” à Hollywood por dar ao público uma perspectiva de renovação ao contornar a dor e tensão que a história comporta. Dessa forma, o cineasta usa sua criatividade e proeminência no mercado para dar vida a uma grande homenagem as suas memórias afetivas e íntimas desse universo.</p>
<p>O público, quando se encontra imerso nas histórias de cada uma das personagens, não consegue mais fugir da narrativa. Tarantino se provou, pela nona vez, um brilhante cineasta. A inesperada sensibilidade que abraça a produção do início ao fim é de arrepiar. As referências à cultura pop e a metalinguagem entre realidade e ficção formam uma transparente obra-prima que transborda talento, amor e cuidado com a responsabilidade do fazer cinema.</p>
<p>Com uma carreira cheia de louros, o diretor cria uma obra que expande ainda mais as suas possibilidades como artista e mostra para o mundo que ele ainda tem muito o que mostrar. <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> é um desafio do diretor ao público. Tarantino elabora uma obra que desafia o olhar do espectador ao utilizar suas marcas como artista de uma maneira diferente. Todas as suas habilidades e características, já vistas em seus filmes anteriores, estão presentes aqui de forma viva. As escolhas são meticulosas e precisas para criar um filme único e ímpar até mesmo para sua carreira. Sendo este o seu nono produto cinematográfico, Quentin Tarantino se aproxima do emblemático décimo filme – mencionado pelo diretor como sua última criação – e continua a impressionar o mundo com sua singular capacidade criativa. O diretor acaba de entregar para o mundo a sua mais nova, surpreendente e emocionante criação.</p>
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		<title>Crítica: Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 19:48:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que chegamos ao lançamento do nono filme do diretor Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios) e a expectativa era grande. Conhecido por seu estilo mais assertivo, sangrento e irreverente, o cineasta nos oferece um longa que é parte diferente e parte original de seu perfil. Era Uma Vez em&#8230; Hollywood mistura as aguardadas cenas de ação, referências culturais, personagens confusos e cheios de personalidade, humor cítrico, etc. No final dos anos 1960, o astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que chegamos ao lançamento do nono filme do diretor Quentin Tarantino (<em>Bastardos Inglórios</em>) e a expectativa era grande. Conhecido por seu estilo mais assertivo, sangrento e irreverente, o cineasta nos oferece um longa que é parte diferente e parte original de seu perfil. <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> mistura as aguardadas cenas de ação, referências culturais, personagens confusos e cheios de personalidade, humor cítrico, etc.</p>
<p>No final dos anos 1960, o astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) está lidando com os rumos que sua carreira tomou e sua necessidade de se firmar nas telonas, em Hollywood. Juntamente com seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt), Dalton conhece pessoas influentes da indústria cinematográfica, que podem abrir as portas profissionais para ele. Enquanto isso, ele é vizinho do casal Sharon Tate (Margot Robbie) e Roman Polanski (Rafal Zawierucha), o que acaba levando o roteiro a tratar da Família Manson e da iminência do assassinato de Sharon.</p>
<p>A temática em si já envolve muitas nuances e atrativos. A junção de uma estrela do cinema em conflito com a triste história de Sharon Tate abre portas para diversos desdobramentos, tanto no parâmetro ficcional quanto real. Quentin vai brincando com ficção e realidade o tempo inteiro, oferecendo diversas referências culturais e histórias ao espectador.</p>
<p>Uma das características interessantes de Tarantino é que ele pressupõe a inteligência de seu espectador, o que é relativamente raro na indústria. O diretor entende que os diálogos não precisam ser tão expositivos e que o subentendido é que pode acrescentar ainda mais veracidade às cenas. Isso fica muito claro no momento em que Charles Manson bate na porta de Tate e Polanski, procurando os moradores anteriores. Nada é dito sobre o nome dele, então cabe ao espectador perceber a referência ou simplesmente não compreender a cena.</p>
<p>Além disso, ele não tem pressa em desenvolver seus personagens, o que torna a experiência muito melhor. As cenas são mais longas, com plano principal e de fundo, elementos no cenário que contribuem para a construção da narrativa e do próprio personagem. As conexões dos personagens também vão acontecendo aos poucos, como uma colcha de retalhos que vai sendo tecida. Em <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> talvez essa característica tenha sido levada ao extremo, já que fica pouco tempo para o roteiro efetivamente se desenvolver, depois que passa a longa fase de construção dos personagens.</p>
<p>Se o roteiro é bom, as atuações são definitivamente o maior ganho do longa. Leonardo DiCaprio  (O Lobo de Wall Street) foi a escolha mais inteligente para interpretar Rick Dalton. Confuso, egocêntrico, com baixa autoestima e carente, ele consegue passear por todas essas nuances com muita facilidade e naturalidade. Cada cena é instigante para o espectador. Para além dele, temos Brad Pitt (<em>Bastardos Inglórios</em>), que considero ainda mais destaque em atuação. Cliff Booth é objetivo e focado em ser um bom profissional. Ele não tem as ambições que seu chefe e prefere levar uma vida com mais tranquilidade. A medida que o roteiro evolui, ele vai mostrando um passado conturbado de Booth, mas que pouco define o seu presente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11085" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto Dalton tenta desesperadamente ser amado por todos e ter o trabalho reconhecido, Booth se contenta em ser amado pela cadela de estimação e trabalhar corretamente. Paralelo a isso, Margot Robbie (Duas Rainhas) interpreta a estrela em ascensão Sharon Tate. Nem sempre reconhecida, ela confere uma leveza singular à personagem, que é sempre sorridente e positiva. A cena no cinema é cuidadosa e nos oferece um ótimo momento de Robbie. Talvez fique uma sensação de falta de aprofundamento da personagem, mas é preciso entender que o foco não é na história dela. Muito embora os olhos acabem focando nisso, invariavelmente.</p>
<p>O trio principal é acompanhado de diversos outros excelentes atores, mesmo em breves papéis. Acredito que é isso que torna a experiência ainda mais rica. Cada <em>flash</em> de momento é um presente em atuação. Louros que o diretor já colhe por ter consagrado seu nome no cinema.</p>
<p>Outro ponto alto do filme é o uso de plano-sequência, uma característica forte de Tarantino, que se torna ainda mais possível por conta do elenco de peso que ele tem. Cenas longas com tantos personagens e sem corte favorecem a inserção do espectador na trama. Ele também faz uso de enquadramentos mesclados que contam a história de uma maneira diferente e se adequam a cada momento em cena, como na exposição dos <em>westerns</em> de Dalton.</p>
<p>Ao final do longa, não adentrando em <em>spoilers</em>, Tarantino se permite misturar ainda mais a ficção com a realidade dos fatos. A conjunção do trio principal e o restante do elenco, até então um tanto paralela, finalmente converge em situações que se completam na história. A felicidade de Sharon de ter um filme reconhecido, o autorreconhecimento de Dalton a cerca de seu trabalho e qualidade profissional e a aceitação passiva de Booth com o seu destino.</p>
<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> é um filme com os traços originais de Quentin Tarantino, mas com grandes diferenças de roteiro com relação aos demais. Talvez por isso as opiniões possam ficar tão divididas e alguns fãs mais fervorosos possam ficar um pouco frustrados. Mas abrindo um pouco mais o olhar para as infinitas possibilidades e levando em conta que é preciso sopros de mudança na carreira do diretor, o longa se torna muito bom e superior a tantos outros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Margot Robbie, Emile Hirsch, Margaret Qualley, Dakota Fanning, Timothy Olyphant, Julia Butters, Al Pacino, Austin Butler, Luke Perry, Lena Dunham</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jPDBoBYdf6g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Confira novo trailer de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 02:07:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sony Pictures lançou mais um trailer de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood. O longa é dirigido pelo ganhador do Oscar Quentin Tarantino (Django Livre) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreou nesta terça-feira, 21 de maio, no Festival de Cannes e está concorrendo à Palma de Ouro. O novo filme do diretor conhecido por Pulp Fiction e Kill Bill é ambientado em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sony Pictures lançou mais um trailer de <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em>. O longa é dirigido pelo ganhador do Oscar Quentin Tarantino (<em>Django Livre</em>) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreou nesta terça-feira, 21 de maio, no Festival de Cannes e está concorrendo à Palma de Ouro.</p>
<p>O novo filme do diretor conhecido por <em>Pulp Fiction</em> e <em>Kill Bill</em> é ambientado em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) são, respectivamente, um ex-astro de TV e seu dublê. A história mostra a dupla lutando para chegar a Hollywood.</p>
<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> estreia nos cinemas do Brasil no dia 15 de agosto.</p>
<p><strong>Confira o trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jPDBoBYdf6g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood divulga trailer oficial</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 17:55:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em>, da Sony Pictures, acaba de divulgar trailer oficial. O longa é dirigido pelo diretor Quentin Tarantino (<em>Django Livre</em>) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreia nos cinemas no dia 15 de agosto.</p>
<p>A película é ambientada em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) são, respectivamente, um ex-astro de TV e seu dublê. A história mostra a dupla lutando para chegar a Hollywood.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wWtu7U7i4yg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Oscar 2016: Spotlight &#8211; Segredos Revelados vence o prêmio de melhor filme do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 14:05:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Reflexo de um ano equilibrado com uma seleção morna e com nenhum concorrente excedendo as expectativas, a vitória de Spotlight &#8211; Segredos Revelados em cima dos seus concorrentes encerrou uma temporada de premiações marcada pela dispersão de opiniões a respeito do filme do ano. Com menos elementos que depunham contra sua escolha como melhor filme que seus rivais aos olhos da Academia &#8211; Mad Max &#8211; Estrada da Fúria (um blockbuster), O Regresso (um longa extremamente violento) e A Grande Aposta (moderninho demais) -, o longa de Tom [&#8230;]</p>
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<p>Reflexo de um ano equilibrado com uma seleção morna e com nenhum concorrente excedendo as expectativas, a vitória de<em> </em><em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </em>em cima dos seus concorrentes encerrou uma temporada de premiações marcada pela dispersão de opiniões a respeito do filme do ano. Com menos elementos que depunham contra sua escolha como melhor filme que seus rivais aos olhos da Academia &#8211; <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>(um <em>blockbuster</em>), <em>O Regresso </em>(um longa extremamente violento) e <em>A Grande Aposta </em>(moderninho demais) -, o longa de Tom McCarthy venceu pois provavelmente não apresentou opiniões muito díspares entre os votantes (a coisa deve mudar após ter vencido o Oscar já que a honraria pesa no juízo do filme). Não havia &#8220;ame-o ou deixe-o&#8221; quando o assunto era <em>Spotlight</em>. Mesmo aqueles que não se mostravam tão efusivos com o filme, reconheceram os seus méritos e a sua importância. Assim, a sua escolha como melhor filme da noite parecia estar diante dos nossos olhos, ainda que os prêmios que antecedessem o Oscar colocassem um monte de caraminholas nas nossas cabeças.</p>
<figure id="attachment_4702" aria-describedby="caption-attachment-4702" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4702 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/f-spotlight-z-20160301-618x400.jpg" alt="Tom McCarthy, Josh Singer" width="618" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4702" class="wp-caption-text">Roteiro: Tom McCarthy e Josh Singer vencem o prêmio de melhor roteiro original por Spotlight &#8211; Segredos Revelados. Longa também venceu como melhor filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fato é que, na história do Oscar, <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </em>foi o longa vencedor da categoria principal que saiu com o menor número de estatuetas da cerimônia. Fora melhor filme, o longa de Tom McCarthy levou apenas o prêmio de melhor roteiro original. Esse cenário, para muitos, era apontado como um empecilho da sua vitória na categoria principal já que geralmente um vencedor de melhor filme leva alguma estatueta em no mínimo duas categorias-chave da cerimônia, como melhor montagem, direção, fotografia ou atuação. Não foi o que aconteceu&#8230; <em>Spotlight </em>ainda quebrou uma antiga resistência da Academia com filmes sobre jornalismo, que já foram outras vezes indicados ao Oscar principal, mas nunca levaram o prêmio, entre eles clássicos como <em>Todos os Homens do Presidente</em>, <em>Rede de Intrigas </em>e <em>Nos Bastidores da Notícia</em>.</p>
<figure id="attachment_4704" aria-describedby="caption-attachment-4704" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4704 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/1223362_1280x720-620x349.jpg" alt="1223362_1280x720" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4704" class="wp-caption-text">Repeteco: Leonardo DiCaprio com seu diretor Alejandro G. Iñárritu, vencedor por duas vezes consecutivas do prêmio de melhor direção.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mais, também brilharam na noite <em>O Regresso </em>e <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria. </em></p>
<p><em>O</em> <em>Regresso</em>, que faturou 3 prêmios na noite,<em> </em>rendeu a Leonardo DiCaprio o tão aguardado Oscar de melhor ator, o que fez com que o astro fosse aplaudido de pé pelos presentes na cerimônia. Além desse prêmio, o longa venceu em melhor direção, segunda vitória consecutiva de Alejandro G. Iñárritu (ano passado ele levou o prêmio de direção por <em>Birdman</em>), e melhor fotografia, terceira vitória consecutiva de Emmanuel Lubezky (ganhador na categoria em 2015 por <em>Birdman </em>e 2014 por <em>Gravidade</em>).</p>
<p>Já o grande &#8220;rolo compressor&#8221; da noite foi mesmo o <em>blockbuster </em>de George Miller <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>, que apesar de não ter conseguido muito em categorias principais, fora o prêmio de melhor montagem, faturou 6 Oscars. O longa ganhou em montagem, figurino, direção de arte, maquiagem, mixagem de som e edição de som. De tirar o fôlego!</p>
<figure id="attachment_4705" aria-describedby="caption-attachment-4705" style="width: 601px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4705 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/66649_mark-rylance-brie-larson-leonardo-dicaprio-alicia-vikander-oscars-2016-601x400.jpg" alt="66649_mark-rylance-brie-larson-leonardo-dicaprio-alicia-vikander-oscars-2016" width="601" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4705" class="wp-caption-text">Classe 2016: Atores vencedores nessa edição do Oscar. Da esquerda para a direita, Mark Rylance (coadjuvante em Ponte dos Espiões), Brie Larson (atriz em O Quarto de Jack), Leonardo DiCaprio (ator em O Regresso) e Alicia Vikander (coadjuvante em A Garota Dinamarquesa).</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem maiores surpresas, <em>A Grande Aposta </em>venceu o prêmio de melhor roteiro adaptado e as atrizes Brie Larson, de <em>O Quarto de Jack</em>, e Alicia Vikander, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, confirmaram uma antiga predileção da Academia por jovens apostas nas categorias de atuação feminina. Larson faturou o Oscar de melhor atriz em um papel principal e Vikander como coadjuvante. Também não houve surpresas com a vitória da  Hungria na categoria melhor filme estrangeiro por <em>Filho de Saul</em>, tampouco na de <em>Divertida Mente </em>como melhor longa de animação ou de <em>Amy </em>como melhor longa documentário. O ícone do cinema Ennio Morricone também cumpriu as expectativas ao vencer na categoria melhor trilha sonora original por seu trabalho em <em>Os Oito</em> <em>Odiados</em>, <em> </em>de Quentin Tarantino.</p>
<p>Além da entrega do prêmio de melhor filme, duas outras categorias foram responsáveis pela puxada de tapete de muitos bolões do Oscar&#8230;</p>
<p>A primeira delas foi efeitos visuais. <em>Ex Machina &#8211; Instinto Artificial </em>levou a melhor enfrentando títulos badalados, como os <em>blockbusters </em><em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em> e <em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em>.</p>
<p>Já como melhor ator coadjuvante, um certo clima de &#8220;já ganhou&#8221; em torno de Sylvester Stallone por <em>Creed &#8211; Nascido para Lutar </em>rendeu ao eterno Rocky Balboa uma grande decepção que o ator não fez questão de esconder logo depois que o vencedor da categoria foi anunciado: Mark Rylance, de <em>Ponte dos Espiões</em>. Sem dúvida, o melhor trabalho entre os atores coadjuvantes desse ano foi o de Rylance, mas não deixamos de ficar tristes por um momento que poderia ser histórico na cerimônia de ontem, Stallone subindo ao palco para receber um prêmio por interpretar novamente Balboa depois de anos. Fica para <em>Creed 2</em>&#8230;</p>
<figure id="attachment_4706" aria-describedby="caption-attachment-4706" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4706 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sam-smith-oscar-2016-james-bond-620x353.jpg" alt="sam-smith-oscar-2016-james-bond" width="620" height="353" /><figcaption id="caption-attachment-4706" class="wp-caption-text">Rasteira na Gaga: Após apresentação emocionada, Lady Gaga perdeu o Oscar de melhor canção original para Sam Smith e sua composição para o filme 007 contra Spectre</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A decepção da noite ficou por conta da vitória de Sam Smith pela canção &#8220;Writing&#8217;s on the Wall&#8221;, de <em>007 contra Spectre</em>, sobretudo após a apresentação emocionante de Lady Gaga para &#8220;Til It happens to You&#8221;, composta por ela para o documentário <em>The Hunting Ground </em>e apontada por muitos como a favorita do grupo de indicados, que não era dos melhores, diga-se de passagem. Se a Academia votasse depois da apresentação de Gaga, suspeito, o resultado podia ser bem diferente&#8230; Uma pena&#8230;</p>
<figure id="attachment_4707" aria-describedby="caption-attachment-4707" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4707 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/oscar-1-620x349.jpg" alt="oscar (1)" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4707" class="wp-caption-text">Montagem: Rocknoize</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O saldo ficou assim:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</strong></p>
<p style="text-align: center;">6 Oscars (melhor montagem, direção de arte, figurino, maquiagem, edição de som e mixagem de som)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Regresso</strong></p>
<p style="text-align: center;">3 Oscars (melhor direção, ator e fotografia)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</strong></p>
<p style="text-align: center;">2 Oscars (melhor filme e roteiro original)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma estatueta cada&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Grande Aposta</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor roteiro adaptado</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Quarto de Jack</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor atriz</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Garota Dinamarquesa</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor atriz coadjuvante</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ponte dos Espiões</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor ator coadjuvante</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Divertida Mente</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor longa de animação</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ex Machina &#8211; Instinto Artificial</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhores efeitos visuais</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amy</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor longa documentário</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filho de Saul</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor filme estrangeiro</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Oito Odiados</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor trilha sonora original</p>
<p style="text-align: center;"><strong>007 contra Spectre</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor canção original</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Bear Story</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor curta de animação</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Girl in the River &#8211; The Price of Forgiveness</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor curta documentário</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Stutterer</strong></p>
<p style="text-align: center;">melhor curta em <em>live action</em></p>
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		<title>O Regresso e Mad Max &#8211; Estrada da Fúria lideram as vitórias do Bafta 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2016 23:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro González Iñárritu]]></category>
		<category><![CDATA[Bafta 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Max - Estrada da Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[O Regresso]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Popularmente conhecido como o Oscar britânico, o Bafta teve a sua cerimônia de premiação na noite desse domingo (14) na Inglaterra e concedeu a O Regresso nada menos do que 5 prêmios (filme, diretor, ator, som e fotografia). Em número de vitórias, Mad Max &#8211; Estrada da Fúria também teve um grande destaque na premiação, com 4 prêmios (montagem, figurino, maquiagem e direção de arte). Como previsor do Oscar, o Bafta pode não significar muito, já que não só os votantes são diferentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4569" aria-describedby="caption-attachment-4569" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4569 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/dicaprio-2-533x400.jpg" alt="dicaprio-2" width="533" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4569" class="wp-caption-text">O Regresso: Filme vence 5 Baftas, melhor filme, diretor (Alejandro G. Iñárritu, foto), ator (Leonardo DiCaprio, foto), fotografia e som.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Popularmente conhecido como o Oscar britânico, o <strong>Bafta</strong> teve a sua cerimônia de premiação na noite desse domingo (14) na Inglaterra e concedeu a <strong><em>O Regresso </em></strong>nada menos do que 5 prêmios (filme, diretor, ator, som e fotografia). Em número de vitórias, <em><strong>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</strong> </em>também teve um grande destaque na premiação, com 4 prêmios (montagem, figurino, maquiagem e direção de arte).</p>
<p>Como previsor do Oscar, o Bafta pode não significar muito, já que não só os votantes são diferentes (de países diferentes), como muitas vezes os filmes indicados também são distintos. Muitos títulos indicados ao Oscar não foram lançados até o final de 2015 a tempo de concorrer ao Bafta, por exemplo. O que é inegável é que a vitória de Iñárritu na premiação inglesa, assim como ocorrera com sua consagração no Globo de Ouro pode dar ainda mais visibilidade ao longa às vésperas do envio das cédulas de votação da Academia.</p>
<p>Confira abaixo a lista completa de vencedores do Bafta 2016:</p>
<p><strong>Melhor Filme:</strong> <em>O Regresso</em></p>
<p><strong>Melhor Diretor:</strong> Alejandro G. Iñárritu, <em>O Regresso</em></p>
<p><strong>Melhor Roteiro Original:</strong> <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em></p>
<p><strong>Melhor Roteiro Adaptado:</strong> <em>A Grande Aposta</em></p>
<p><strong>Melhor Ator</strong>: Leonardo DiCaprio, <em>O Regresso</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz:</strong> Brie Larson, <em>O Quarto de Jack</em></p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante:</strong> Mark Rylance, <em>Ponte dos Espiões</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante:</strong> Kate Winslet, <em>Steve Jobs</em></p>
<p><strong>Melhor Filme em Língua não Inglesa:</strong> <em>Relatos Selvagens</em> (Argentina)</p>
<p><strong>Melhor Filme Britânico:</strong><em> Brooklin</em></p>
<p><strong>Melhor Estreia de um Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico:</strong> Naji Abu Nowar (diretor e roteirista) e Rupert Lloyd (produtor), <em>O Lobo do Deserto</em></p>
<p><strong>Melhor Fotografia:</strong> <em>O Regresso</em></p>
<p><strong>Melhor Figurino:</strong> <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em></p>
<p><strong>Melhor Som:</strong> <em>O Regresso</em></p>
<p><strong>Melhor Montagem:</strong> <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em></p>
<p><strong>Melhores Efeitos Visuais:</strong> <em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Britânico:</strong> <em>Operator</em></p>
<p><strong>Melhor Curta de Animação:</strong> <em>Edmond</em></p>
<p><strong>Melhor Longa Documentário:</strong> <em>Amy</em></p>
<p><strong>Melhor Longa de Animação:</strong><em> Divertida Mente</em></p>
<p><strong>Melhor Direção de Arte:</strong> <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em></p>
<p><strong>Melhor Maquiagem:</strong> <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em></p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora Original:</strong> <em>Os Oito Odiados</em></p>
<p><strong>Atriz ou Ator Britânico em Ascensão:</strong> John Boyega, <em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></p>
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		<title>Crítica: O Regresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 14:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro González Iñárritu]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[O Regresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Regresso é um filme denso e intenso. Muitas frentes acontecem ao longo da narrativa dirigida por Alejandro González Iñárritu, mas o maior destaque é realmente a interpretação de Leonardo DiCaprio. Ao que parece, acredito que seja desta vez que o tão sonhado e aguardado Oscar do ator americano vá para sua prateleira. O enredo gira em torno da história verídica de Hugh Glass, um forasteiro que participa de uma caçada com os americanos em busca de peles para vender. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4482" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/o-regresso-empire.jpg" alt="o-regresso-empire" width="610" height="348" /></p>
<p><strong><em>O Regresso</em></strong> é um filme denso e intenso. Muitas frentes acontecem ao longo da narrativa dirigida por Alejandro González Iñárritu, mas o maior destaque é realmente a interpretação de Leonardo DiCaprio. Ao que parece, acredito que seja desta vez que o tão sonhado e aguardado Oscar do ator americano vá para sua prateleira.</p>
<p>O enredo gira em torno da história verídica de Hugh Glass, um forasteiro que participa de uma caçada com os americanos em busca de peles para vender. Em uma dessas empreitadas, ele é gravemente atacado por um urso e beira à morte. O grupo que o segue resolve deixar dois integrantes cuidando de Glass até que ele morra e tenha um enterro digno. No entanto, ele é traído por John Fitzgerald, vivido por Tom Hardy, que o abandona quase morto em uma montanha nevada. Hugh decide então se vingar de seu companheiro e toda sua luta é em busca disso.</p>
<p>Tudo parece simples se não fosse o fato de que absolutamente tudo que pode dar errado com o protagonista, simplesmente dá. Embora a história não seja fiel à real, é muito parecida, o que torna tudo muito mais angustiante. Iñárritu, que recentemente esteve nas telonas com o filme <em>Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</em>, mostra mais uma vez sua capacidade de trazer um enfoque diferente em suas histórias, com flashes do passado e do presente contrastando com a realidade do protagonista. O trabalho é realmente incrível.</p>
<p>Não posso deixar de citar a fotografia do longa que é belíssima. Para mim é quase certo de que ganhará o Oscar nesta categoria, para o diretor de fotografia Emmanuel Lubezki. Apesar do enredo pesado e das várias cenas de violência explícita, o visual é de tirar o fôlego e contrasta bem com a capacidade de esperança que vai surgindo ao longo das cenas (ou não). Além disso, a mistura de neve abundante com o amanhecer do sol é inevitavelmente deslumbrante. É uma verdadeira obra de arte.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4483" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/O-regresso_Leonardo-diCaprio.jpg" alt="O-regresso_Leonardo-diCaprio" width="610" height="348" /></p>
<p>E claro, não podemos deixar de falar de Leonardo DiCaprio, que mais uma vez traz uma performance incrível e digna de Oscar. Mas será que é desta vez que ele leva? Acredito que sim, de verdade. Além de ele estar muito bem no papel do sofredor e vingativo Glass, a categoria não está particularmente forte este ano, o que sobe a chance dele levar a tão sonhada estatueta dourada para casa. É importante pontuar que além da interpretação impecável de DiCaprio, todo o resto do elenco está fantástico e dá um excelente apoio à trama. Tom Hardy faz um ótimo antagonista, assim como Domhnall Gleeson no papel do orientador da equipe.</p>
<p>O filme é longo, mas o ritmo que mescla momentos mais monótonos com ação e sangria, fazem com que o espectador fique literalmente vidrado em cada cena. <em>O Regresso</em> teve muitas indicações em categorias técnicas e deve levar a boa na maioria delas. Cada momento do filme é um deslumbre. E é importante ressaltar que isso acontece independente da história, mais uma vez repito, pesada que o enredo traz.</p>
<p>Com impressionantes 12 indicações ao Oscar, o filme é um deleite ao olhos dos espectadores, daqueles que entrará certamente para os clássicos do cinema mundial e que será lembrado por muito tempo. Com ou sem Oscar, ele já é um presente para todos, uma obra de arte completa.</p>
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		<title>Spotlight &#8211; Segredos Revelados ganha o prêmio de melhor elenco no SAG Awards 2016</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/spotlight-segredos-revelados-ganha-o-premio-de-melhor-elenco-no-sag-awards-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 14:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[A Garota Dinamarquesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vikander]]></category>
		<category><![CDATA[Beasts of no Nation]]></category>
		<category><![CDATA[Brie Larson]]></category>
		<category><![CDATA[Idris Elba]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto de Jack]]></category>
		<category><![CDATA[O Regresso]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[SAG Awards 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Spotlight - Segredos Revelados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A noite do sábado (30) foi marcada pela entrega do SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores de Hollywood, a profissionais da indústria do cinema e da televisão. Como é regra no SAG Awards, há apenas prêmios concedidos a atuações e há uma &#8220;substituição&#8221; da categoria de melhor filme pela de melhor elenco. Assim, o grande premiado da noite foi Spotlight &#8211; Segredos Revelados, que venceu seus concorrentes A Grande Aposta, Trumbo &#8211; Lista Negra, Beasts of no Nation e Straight Outta Compton &#8211; A [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/spotlight-segredos-revelados-ganha-o-premio-de-melhor-elenco-no-sag-awards-2016/">Spotlight &#8211; Segredos Revelados ganha o prêmio de melhor elenco no SAG Awards 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4470" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/spolight_cast_press_room-620x350.jpg" alt="spolight_cast_press_room" width="620" height="350" /></p>
<p>A noite do sábado (30) foi marcada pela entrega do SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores de Hollywood, a profissionais da indústria do cinema e da televisão. Como é regra no SAG Awards, há apenas prêmios concedidos a atuações e há uma &#8220;substituição&#8221; da categoria de melhor filme pela de melhor elenco.</p>
<p>Assim, o grande premiado da noite foi <strong><em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em></strong>, que venceu seus concorrentes <em>A Grande Aposta</em>, <em>Trumbo &#8211; Lista Negra</em>, <em>Beasts of no Nation</em> e <em>Straight Outta Compton &#8211; A História do</em> N.W.A. como melhor elenco de cinema. Trata-se de uma vitória importante se pensarmos no Oscar, já que a maioria dos votantes da Academia são atores, o mesmo grupo de votantes do SAG Awards.</p>
<p>A grande<em>  </em>questão que surge esse ano, no entanto, é que diferente de anos anteriores, temos uma disputa pelo prêmio de melhor filme no Oscar com inúmeras possibilidades. Premiações como o Globo de Ouro (que deu o prêmio de melhor drama para <em>O Regresso</em>), o Critic&#8217;s Choice Awards (cujo prêmio de melhor filme foi para <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em>) e os prêmios dos sindicatos não têm apontado uma disputa polarizada entre dois longas ou mesmo uma preferência por um único filme, mas por no mínimo quatro obras indicadas ao Oscar, todas elas com grandes chances de disputar a estatueta principal: <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados</em>, <em>A Grande Aposta</em>, <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>e <em>O Regresso</em>.</p>
<p>Prova disso são as escolhas recentes dos sindicatos, enquanto os produtores escolheram <em>A Grande Aposta </em>como o melhor trabalho de 2015, o sindicato dos editores elegeu nessa mesma semana <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>e o mesmo <em>A Grande Aposta </em>como os melhores trabalhos de montagem do ano, já o SAG Awards, prêmio do sindicato dos atores, foi de <em>Spotlight &#8211; Segredos Revelados </em>como melhor elenco. Ainda há dois sindicatos importantes para fechar as contas até o Oscar, o dos roteiristas e dos diretores, mas é inegável que estamos diante de uma das disputas mais imprevisíveis em muitos anos.</p>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4474" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/507666942-602x400.jpg" alt="507666942" width="602" height="400" /></p>
<p>Retornando ao resultado do SAG Awards&#8230;</p>
<p>Nas categorias principais de atuação, melhor ator e atriz, o sindicato dos atores concedeu seus prêmios para dois nomes cujas vitórias têm sido constantes desde o início da temporada: <strong>Leonardo DiCaprio</strong> por<strong> </strong><em><strong>O Regresso</strong> </em>e <strong>Brie Larson</strong> por <strong><em>O Quarto de Jack</em></strong>. Parece difícil qualquer um de seus concorrentes tomar a estatueta do Oscar desses dois.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4472" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/alicia-vikander-487x400.jpg" alt="alicia-vikander" width="487" height="400" /></p>
<p>Na categoria melhor atriz coadjuvante, a vitória de <strong>Alicia Vikander</strong> por seu trabalho em <em><strong>A Garota Dinamarquesa</strong> </em>consolida seu nome como favorito ao Oscar após uma disputa dispersa no grupo iniciada pelas divergências quanto a categorização do seu trabalho e do de Rooney Mara em <em>Carol </em>como coadjuvantes (muita gente as considera protagonistas dos seus respectivos filmes, tanto que o Globo de Ouro as indicou na categoria principal). Não que não ocorra o &#8220;risco&#8221; de Rooney Mara, Kate Winslet, Jennifer Jason Leigh e até mesmo Rachel McAdams surpreenderem no Oscar, mas Vikander tem se tornado uma aposta sólida.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4473" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/1180917_1280x720-620x349.jpg" alt="1180917_1280x720" width="620" height="349" /></p>
<p>Como melhor ator coadjuvante, o SAG Awards escolheu<strong> Idris Elba</strong> e seu trabalho em <strong><em>Beasts of No Nation</em></strong>, longa da Netflix dirigido por Cary Fukunaga. Idris foi o grande destaque da noite, por sinal, já que também levou o prêmio de melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV por sua performance em <em>Luther</em>. Em um ano marcado pela polêmica ausência de atores negros no Oscar, o recado foi muito bem dado pelo SAG Awards, que também premiou Viola Davis e Queen Latifah nas categorias de TV</p>
<p>A vitória de Elba como melhor ator coadjuvante em cinema significa muito pouco para o Oscar já que o ator não foi indicado ao prêmio da Academia e a grande sensação do ano no grupo, Sylvester Stallone de <em>Creed &#8211; Nascido para Lutar</em>, sequer foi nomeada ao SAG Awards. Contudo, podemos entender que a derrota no SAG dos concorrentes de Stallone no Oscar como Christian Bale de <em>A Grande Aposta </em>e Mark Rylance de <em>Ponte dos Espiões</em> aumentam as chances do intérprete de Rocky Balboa levar a melhor entre os votantes da Academia.</p>
<p>Agora, vamos aos prêmios da TV no SAG Awards. Na televisão, a distribuição das estatuetas ficou assim:</p>
<p><strong>Melhor Elenco de série dramática</strong>: <em>Downton Abbey</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em série dramática:</strong> Kevin Spacey em <em>House of Cards</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em série dramática:</strong> Viola Davis em <em>How to get away with Murder</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em minissérie ou filme feito para a TV</strong>: Idris Elba em <em>Luther</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em minissérie ou filme feito para a TV:</strong> Queen Latifah em <em>Bessie</em></p>
<p><strong>Melhor Elenco em série de comédia:</strong> <em>Orange is the New Black</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em série de comédia:</strong> Uzo Aduba em <em>Orange is the New Black</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em série de comédia:</strong> Jeffrey Tambor em <em>Transparent</em></p>
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