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	<title>Arquivos Kristin Chenoweth - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kristin Chenoweth - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Convenção das Bruxas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 22:30:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trinta anos depois do longa original de 1990, Convenção das Bruxas chega aos cinemas com um elenco de peso e a promessa de reavivar a história que conquistou e assustou a todos naquela época. Elementos como a tecnologia no emprego da maquiagem foram colocados como principais artifícios para tornar essa obra diferenciada e talvez ainda melhor que a primeira. Mas será que o resultado foi isso tudo? O enredo traz um garotinho que perdeu os pais num acidente de carro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trinta anos depois do longa original de 1990, <em><strong>Convenção das Bruxas</strong></em> chega aos cinemas com um elenco de peso e a promessa de reavivar a história que conquistou e assustou a todos naquela época. Elementos como a tecnologia no emprego da maquiagem foram colocados como principais artifícios para tornar essa obra diferenciada e talvez ainda melhor que a primeira. Mas será que o resultado foi isso tudo?</p>
<p>O enredo traz um garotinho que perdeu os pais num acidente de carro e precisou ir morar com a avó. Rapidamente ele descobre a existência de bruxas que odeiam crianças e querem transformá-las em animais. Quando foge junto com sua avó para se esconder em um hotel, eles acabam dando de cara com uma convenção de bruxas, cujo objetivo é transformar todas as crianças em ratos, para depois exterminá-los.</p>
<p>Este longa segue a mesma história de 1990, com o mesmo modelo estrutural. O que traz um diferencial muito importante é a questão da tecnologia inserida. Se na obra original o apreço pela maquiagem foi uma exigência alcançada com sucesso, neste <strong><em>Convenção das Bruxas</em></strong> os efeitos especiais tomaram conta da tela e fizeram o excelente papel de transformar a experiência com as bruxas. Isso porque, sim, elas são aterrorizantes, assim como se propunha Anjelica Huston (<em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-3-parabellum/">John Wick 3 &#8211; Parabellum</a></em>).</p>
<p>Anne Hathaway (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/"><em>As Trapaceiras</em></a>) assume o papel da bruxa rainha e o faz com maestria. Ela domina todos os trejeitos da personagens, agonias, inseguranças e maldade. A todo momento em que surge, rouba a cena para si. A não ser quando divide a tela com Octavia Spencer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/"><em>Ma</em></a>), que por sua vez faz o papel da avó do garotinho e também garante uma atuação incrível. Aliás, a dinâmica de elenco é muito boa e é o que melhor sustenta a trama.</p>
<p>Hathaway teve o ingrato papel de assumir a cadeira de Huston e isso não era algo exatamente fácil, já que esta última fez um trabalho marcante. Ainda assim, Anne consegue superar e apresentar um bruxa completamente maligna e sem escrúpulos. Sádica, ela é majestosa em qualquer lugar que adentra, fazendo com que todos realizam suas vontades.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13498" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/4484297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Convenção das Bruxas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/4484297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/4484297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/4484297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/4484297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Senti falta, no entanto, em parceiros da maldade, por assim dizer. A personagem de Hathaway funciona praticamente sozinha, sem um auxiliar em termos de narrativa. Isso tira um pouco da força da vilania como um todo, deixando uma dualidade muito unificada entre vários personagens do bem contra apenas um do mal.</p>
<p>Além disso, falta explorar um pouco mais os sustos. Trata-se de um filme infantil e temos que ter isso em mente, mas ainda assim, a questão do mistérios das bruxas fica um pouco superficial em alguns momentos, tornando este longa menos assustador que o de 1990.</p>
<p>Um detalhe bastante interessante é umas alfinetadas que temos ao longo do filme na questão racial dos protagonistas e como eles se inserem em contextos sociais que não são originalmente deles. É um elemento explorado na medida certa para que os adultos percebam.</p>
<p>Este <em><strong>Convenção das Bruxas</strong></em> faz excelente uso dos artifícios que possui atualmente, se sustentando como uma obra independente e ótima adaptação do livro de homônimo de Roald Dahl. Embora o comparativo com o filme de 1990 seja inevitável (e diria que ele ainda supera em qualidade do produto final), isso não significa que o resultado não seja satisfatório, especialmente para as crianças de hoje em dia que ainda não foram inseridas neste universo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Robert Zemeckis<br />
<strong>Elenco:</strong> Anne Hathaway, Octavia Spencer, Stanley Tucci, Kristin Chenoweth, Chris Rock, Jahzir Bruno, Codie-Lei Eastick, Brian Bovell, Charles Edwards, Eugenia Caruso</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8TQLGcnJ3mc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Amor Com Data Marcada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 23:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme de Natal não precisa ser necessariamente bom, formalmente falando. Muitas vezes, o espectador senta para ver algo justamente por querer ver todos os clichês de produções de final de ano. O que uma obra do gênero precisa ser é divertida! Se ela não cumpre esta função, seja por não ser o seu objetivo ou por incompetência, ela precisa entregar uma realização eficiente. Este não é o caso aqui em Amor Com Data Marcada, pois nenhum dos dois é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme de Natal não precisa ser necessariamente bom, formalmente falando. Muitas vezes, o espectador senta para ver algo justamente por querer ver todos os clichês de produções de final de ano. O que uma obra do gênero precisa ser é divertida! Se ela não cumpre esta função, seja por não ser o seu objetivo ou por incompetência, ela precisa entregar uma realização eficiente. Este não é o caso aqui em <em><strong>Amor Com Data Marcada</strong></em>, pois nenhum dos dois é feito e este é mais um equívoco da Netflix.</p>
<p>A começar pela movimentação de câmera desesperada para parecer <em>cool</em>. Numa tentativa de tornar o longa mais dinâmico, diversas sequências contam com panorâmicas exageradas que acabam por tirar o espectador da história. Em uma cena, por exemplo, na qual a protagonista, Sloane (Emma Roberts, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras</em></a>), conversa com as amigas sobre sua vida amorosa, são tantos giros que quem assiste pode até ficar tonto. Estes recursos aqui utilizados interferem no ritmo, pois isto acaba desequilibrando a sua velocidade, provocando cansaço. Além disso, foco do que seria importante, a própria história é retirado.</p>
<p>Contudo, o enredo também não ajuda muito. Procurando trazer uma comédia temática, onde o par romântico da trama se encontra sempre em feriados, o público é ofertado com pinceladas destes dias deles. No entanto, o acaba acontecendo é que a conexão com o <em>ship</em> não se estabelece. Falta algum tipo de aprofundamento na relação da dupla ou, talvez, um maior tempo de tela deles ou, ainda, uma costura mais bem realizada a cada mudança de época do ano. Com a sensação de que se está vendo várias esquetes soltas, quando o desfecho chega, os sentimentos de Sloane e Jackson (Luke Bracey, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>) parecem desmedidos. Não há uma progressão ou marcas na construção das vivências deles que possam beneficiar a narrativa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13475" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Amor Com Data Marcada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Este suporte necessário aqui poderia vir das personagens coadjuvantes. Como o filme é uma comédia romântica, geralmente, é esperado que o casal principal tenha amigos engraçados, que levantem a dinâmica de comicidade e sejam a maior parte dos respiros. No entanto, os acompanhantes de Sloane e Jackson são sem graça e facilmente esquecidos. Isto não acontece por falta de talento, nomes como Jessica Capshaw (<em>O Dia do Terror</em>), Frances Fisher (<em>Titanic</em>) e Kristin Chenoweth (<em>Um Natal Brilhante</em>) estão presentes no elenco.</p>
<p>O que acontece aqui é o mesmo problema da trajetória dos mocinhos principais. Não são criados bons ganchos, as premissas de conflito não se sustentam e se esgotam com facilidade. Sem conseguir cumprir a sua função, <strong><em>Amor com Data Marcada</em></strong> não é uma boa pedida para quem gosta de maratonas natalinas. Bom, ou para quem não gosta de perder tempo. Sem criar nada de novo ou se utilizar dos padrões para contar uma boa história, ele é esquecível e entediante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> John Whitesell</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Emma Roberts, Luke Bracey, Kristin Chenoweth, Frances Fisher, Jessica Capshaw, Andrew Bachelor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iKv4NLomON4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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