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	<title>Arquivos Kelvin Harrison Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kelvin Harrison Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Cyrano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 20:18:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de passar pela péssima recepção de A Mulher na Janela em 2021 (justa, convenhamos), o diretor inglês Joe Wright definitivamente não merecia ver seu Cyrano ser praticamente esquecido naquele mesmo ano, sobretudo porque, ao contrário do primeiro, foi um longa bastante elogiado. Não merecia, pois esta adaptação de um clássico do teatro de Edmond Rostand a partir da biografia de um personagem que de fato existiu, o poeta e duelista Cyrano de Bergerac, é um filme que faz justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de passar pela péssima recepção de <em>A Mulher na Janela</em> em 2021 (justa, convenhamos), o diretor inglês Joe Wright definitivamente não merecia ver seu <strong><em>Cyrano</em> </strong>ser praticamente esquecido naquele mesmo ano, sobretudo porque, ao contrário do primeiro, foi um longa bastante elogiado. Não merecia, pois esta adaptação de um clássico do teatro de Edmond Rostand a partir da biografia de um personagem que de fato existiu, o poeta e duelista Cyrano de Bergerac, é um filme que faz justiça à ótima filmografia do diretor.</p>
<p>Na história, Cyrano tem uma respeitada função no exército apesar de fora dele ser subestimado por sua aparência. Ele é apaixonado por Roxanne, jovem que conhece desde a juventude e por quem nutre esse sentimento sem nunca tê-lo revelado a ela. Suspeitando que Roxanne rejeitaria a ideia de ter uma relação romântica com ele, Cyrano decide ajudar um rapaz por quem ela tem uma paixão platônica. Cyrano passa então a escrever cartas para Roxanne se passando pelo jovem, ajudando os dois a estreitarem a relação. O que Cyrano acaba não percebendo por vergonha é que Roxanne se apaixona pelo autor das cartas e não pela aparência do pretendente que se apresenta a ela.</p>
<p>Assumindo o gênero musical, Joe Wright faz algumas mudanças na história de Cyrano que trazem ainda mais credibilidade aos dilemas do personagem principal. Se no original, o complexo de Cyrano vem do seu nariz avantajado, aqui o motivo da insegurança do protagonista com sua aparência é sua baixa estatura. Interpretado por Peter Dinklage, Cyrano parece lidar muito bem com seu tamanho quando duela com seus inimigos, mas na seara amorosa as questões do personagem com sua aparência impulsionam inseguranças que prejudicam o brilhantismo e a sensibilidade do protagonista com as palavras até o fim da sua narrativa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16008" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/onde-foi-filmado-cyrano.jpg" alt="Cyrano" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/onde-foi-filmado-cyrano.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/onde-foi-filmado-cyrano-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/onde-foi-filmado-cyrano-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/onde-foi-filmado-cyrano-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na condução do gênero, Joe Wright deixa sentimentos conflitantes no espectador quando o assunto é a sua direção para um filme do gênero. Em longas de época, Wright sempre apresentou uma encenação bastante inventiva, como acontece em Desejo e Reparação e Anna Karenina. Aqui, alguns números musicais até depõem contra o belíssimo trabalho dos seus atores quando o diretor insere balés que soam inorgânicos. Ainda assim, há momentos emocionantes em que a música trabalha a favor de <strong><em>Cyrano</em></strong>, como toda a cena em que o protagonista se declara para Roxanne atrás de um muro.</p>
<p>Peter Dinklage e Haley Bennett são os grandes destaques do longa &#8211; escolhas que deveriam ser certeiras, afinal estamos falando do casal principal do romance. Como Cyrano, Peter Dinklage imprime a nobreza característica do personagem e ainda trabalha muito bem a repercussão psicológica de toda a insegurança que o protagonista tem com sua aparência. Já Haley Bennett vive uma heroína cativante, com emoções à flor da pele, cheia de expectativas sobre o amor. A dupla constrói de maneira exemplar uma relação de amor entre personagens que não compartilham seus sentimentos face a face. Mesmo jamais se encontrando para falar diretamente sobre o assunto, é sensível para o espectador como o amor entre os personagens se desenvolve em uma escala ascendente.</p>
<p>É uma pena que Joe Wright não tenha conseguido sua redenção pública com <strong><em>Cyrano</em> </strong>depois do fiasco de A Mulher na Janela. A adaptação musical do clássico é conduzida com uma emoção honesta pelo diretor, que extrai de Peter Dinklage e Haley Bennett desempenhos cativantes. Se não chega a ser comparável com os trabalhos mais visualmente ostensivos do diretor, ao menos comprova a vocação do realizador na condução de um clássico, com todas as suas emoções escancaradamente vibrantes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Wright</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Peter Dinklage, Haley Bennett, Kelvin Harrison Jr.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Q7QXZrsULv0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Elvis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 00:46:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Será que Elvis não morreu? Essa é a sensação de legado que o filme de Baz Luhrmann deixa para seus espectadores, com as mais de 2h30 de duração. Responsável por longas primorosos como Romeu + Julieta, Austrália e Moulin Rouge &#8211; Amor em Vermelho, o diretor traz aqui a história de um dos maiores cantores de todos os tempos, só que sob a ótica de seu ganancioso empresário Tom Parker (Tom Hanks, Um Lindo Dia na Vizinhança), que estava mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que <strong><em>Elvis</em> </strong>não morreu? Essa é a sensação de legado que o filme de Baz Luhrmann deixa para seus espectadores, com as mais de 2h30 de duração. Responsável por longas primorosos como <em>Romeu + Julieta, Austrália e Moulin Rouge &#8211; Amor em Vermelho</em>, o diretor traz aqui a história de um dos maiores cantores de todos os tempos, só que sob a ótica de seu ganancioso empresário Tom Parker (Tom Hanks, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/"><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></a>), que estava mais preocupado com seu próprio enriquecimento do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Elvis descobriu a paixão pela música ainda criança, frequentando as igrejas para negros, que eram comuns nos EUA na época. Tão logo ele soube que aquele era o caminho que desejava trilhar e contou com o apoio da família para ir em busca de seu sonho de ser um cantor de sucesso. No meio da estrada, se deparou com Parker, que ajudou a impulsionar sua carreira de maneira astronômica, mudando completamente a realidade dele e da família.</p>
<p>É muito curioso o começo do filme quando Baz deixa o espectador tão curioso em descobrir quem é Elvis, como o próprio Parker. Até o momento em que eles de fato se conhecem, nós apenas temos vislumbres do artista, sua silhueta, sua voz. Foi um artifício acertado do diretor, que só começava a mostrar todo o cuidado que teve ao longo da trama, em termos de imersão do espectador. Enquanto isso, vamos descobrindo a fome por dinheiro e poder que o empresário tem, mostrando um lado bem diferente de Tom Hanks.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15706" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/i562850.jpeg" alt="Elvis" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/i562850.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/i562850-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/i562850-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/i562850-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para um ator que costuma fazer papéis de pessoas bacanas, encarar um vilão tão sem escrúpulos como esse é tarefa difícil, mas que ele leva com muita facilidade. Conseguimos odiar cada momento em que Parker surge, graças à maestria magnífica de seu protagonista. Uma performance digna de premiação, tal qual a do próprio Elvis. É curioso como Austin Butler (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) não parece nem um pouco com o cantor original, mas coube perfeitamente na sua representação. Ele estudou maneirismos, jeito de andar, de falar. Tudo para assumir este importante papel. Um investimento valioso pois acredito realmente que ele receberá diversas indicações, sendo um forte candidato a levar as estatuetas.</p>
<p>Para além do elenco incrível e afiado, o roteiro de <em><strong>Elvis</strong> </em>é emocionante e envolvente. O espectador acaba descobrindo ainda mais detalhes da origem e início da carreira do músico, assim como entende o frenesi pelo seu nome na época, que perdura até hoje. O sonho dele era espalhar as suas canções pelo mundo, envolver as pessoas com seus poemas cantados. No entanto, tudo isso foi frustrado pela manipulação de Parker em sua vida e sua família. O objetivo dele era sugar ao máximo todo o dinheiro que podia com a carreira de Elvis (não à toa que eles tinham contratos que rendiam 50% de lucros para o empresário), apostando em casinos, fumando charutos e bebendo uísque.</p>
<p>É surreal pensar que Elvis não foi nem metade do que ele poderia ser por conta deste agente. Ele não realizou turnês internacionais, que era algo que almejava muito, pois foi proibido e acuado pelo empresário. Fico imaginando como seria o seu legado mundial, pois mesmo com essas privações, ele ainda foi o que foi e é o que é.</p>
<p>Não existe excessos em <em><strong>Elvis</strong></em>. Este é um filme que galga seus caminhos com assertividade, sem pressa, mas também sem enrolação. A medida que somos envoltos pela história, ela não se priva de avançar e mostrar mais nuances e cenários. É um filme intenso, impactante e tão grandioso quanto o próprio foco da cinebiografia. Elvis se mostra, de fato, eterno, pois seu legado persiste mesmo com o passar dos anos e de gerações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Baz Luhrmann</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Austin Butler, Tom Hanks, Olivia DeJonge, Richard Roxburgh, Kelvin Harrison Jr., David Wenham, Kodi Smit-McPhee, Luke Bracey, Xavier Samuel</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/0vXTcMkSzdI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: A Fotografia (Looke)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 16:06:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fotografia é um romance com dupla faceta. Ao mesmo tempo que o longa dirigido e roteirizado por Stella Meghie (de Tudo e Todas as Coisas e de alguns episódios da série Insecure) procura se desvincular de todo o imaginário hollywoodiano acerca de relacionamentos amorosos, A Fotografia apresenta uma evidente raiz no melodrama e em todos os seus estratagemas narrativos. No entanto, é preciso que fique bem claro, essa mistura de chaves de comunicação aparentemente opostas no lugar de gerar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-a-fotografia-looke/">Dica do Dia: A Fotografia (Looke)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A Fotografia</em></strong> é um romance com dupla faceta. Ao mesmo tempo que o longa dirigido e roteirizado por Stella Meghie (de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-e-todas-as-coisas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Tudo e Todas as Coisas</em></a> e de alguns episódios da série <em>Insecure</em>) procura se desvincular de todo o imaginário hollywoodiano acerca de relacionamentos amorosos, <em>A Fotografia</em> apresenta uma evidente raiz no melodrama e em todos os seus estratagemas narrativos. No entanto, é preciso que fique bem claro, essa mistura de chaves de comunicação aparentemente opostas no lugar de gerar conflitos para a trama traz viço para toda a história.</p>
<p><em><strong>A Fotografia</strong></em> acompanha o desenrolar do relacionamento entre um jornalista e a curadora de um museu. Eles se conhecem quando ele descobre com uma de suas fontes uma fotografia antiga da mãe dela. Na medida em que o sentimento deles evolui de uma paixão casual para algo mais sério, ela têm contato com alguns segredos do passado da sua mãe e começa a avaliar suas decisões e o peso que coisas como amor, trabalho e segurança têm na sua vida.</p>
<p><em><strong>A Fotografia</strong></em> é um filme que opera com clichês na medida em que se apoia nessa dinâmica entre passado e futuro com segredos de familiares da sua protagonista que são revelados ao longo da história, utilizando como suporte toda sorte de estratagemas já conhecidos de melodramas, o principal deles, as cartas deixadas como inventário de uma vida por personagens que já se foram. Isso ocorre na relação entre a personagem de Issa Rae e sua mãe. Conforme essa personagem lê as cartas escritas de próprio punho pela sua mãe, ela vai se deparando com questões pessoais e a partir disso o filme constrói um arco de evolução para essa mulher. Questões familiares mal resolvidas, segredos que apesar de suspeitos desde o princípio da história são descobertos por seus protagonistas, encontros e desencontros amorosos. Tudo isso é de praxe nesse tipo de história e <em>A Fotografia</em> não tem muita timidez na articulação desses elementos que aqui se convertem em um elegante &#8220;novelão&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13098" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Fotografia, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ao mesmo tempo que flerta com o clichê, o longa de Meghie é extremamente original na maneira como conduz as relações amorosas na sua história, tanto aquela vivida pelos personagens de Issa Rae e Lakeith Stanfield, quanto aquela protagonizada pela mãe da protagonista, interpretada pela ótima Chanté Adams. Mesmo trazendo para a tela toda aquela aura romântica e até excessivamente cafona desse tipo de narrativa, a diretora e roteirista consegue trazer um pouco de &#8220;pés no chão&#8221; para todas essas tramas amorosas. Ao mesmo tempo em que transborda elas de sentimentos intensos, tudo é muito crível mantendo a aura calorosa típica do encantamento da paixão. Esse equilíbrio é mérito sobretudo do excelente elenco que Meghie conseguiu e da condução da diretora que consegue extrair de talentos como Issa Rae, Lakeith Stanfield, Chanté Adams e Y&#8217;lan Noel desempenhos que trabalham a favor dessa orientação.</p>
<p><strong><em>A Fotografia</em></strong> ainda tem o mérito de trazer para as telas um tipo de representação infelizmente ainda escassa para negros em Hollywood. Ainda é muito difícil ver atores negros protagonizarem romances, sobretudo nas esferas sociais retratadas pelo filme. Essa combinação de elementos bem sucedidos e acertos do ponto de vista da reparação histórica tornam o longa se não memorável, pelo menos um acerto em diversas vias.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Stella Meghie<br />
<strong>Elenco:</strong> Issa Rae, Lakeith Stanfield, Chanté Adams, Y&#8217;lan Noel, Kelvin Harrison Jr., Lil Rel Howery, Teyonah Parris, Jasmine Cephas Jones, Marsha Stephanie Blake</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BFQ6PskLc1I" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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