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	<title>Arquivos Kathryn Hahn - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Kathryn Hahn - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 13:44:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há todo um cenário específico e encaminhamentos já muito conhecidos quando o assunto são filmes de detetive. Um crime acontece, geralmente um assassinato, e somente um investigador é capaz de desvendá-lo. A criação de atmosfera e os clichês do subgênero foram, inclusive, pautados em outro longa-metragem recentemente. Em Veja Como Eles Correm toda esta lógica comportamental do protagonista, que desvenda o mistério utilizado de métodos não convencionais e que está cercado de pessoas de índole duvidosa são apontados, mostrando como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há todo um cenário específico e encaminhamentos já muito conhecidos quando o assunto são filmes de detetive. Um crime acontece, geralmente um assassinato, e somente um investigador é capaz de desvendá-lo. A criação de atmosfera e os clichês do subgênero foram, inclusive, pautados em outro longa-metragem recentemente. Em <em>Veja Como Eles Correm</em> toda esta lógica comportamental do protagonista, que desvenda o mistério utilizado de métodos não convencionais e que está cercado de pessoas de índole duvidosa são apontados, mostrando como todas estas repetições podem ser subvertidas ou repetidas, para criar um jogo de suspensão com o espectador. </span><span style="font-weight: 400;">No entanto, <em><strong>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</strong></em> vai um pouco além e se utiliza da forma para potencializar o seu plot twist. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro ato inteiro do longa segue a fórmula da produção que traz um caso de crime. Além dos elementos citados no parágrafo anterior, aqui, ainda há o fator “personagens reunidas em um espaço fechado para alguma ocasião especial”. Por criar todo um encaminhamento semelhante ao que já foi bastante realizado, até a virada da trama, a sessão pode ser um tanto entediante. </span><span style="font-weight: 400;">Mas, vale a pena esperar a reviravolta, porque, depois que ela acontece, a história começa a ficar instigante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do fato de que o criminoso já ser óbvio, desde a primeira cena que ele aparece, descobrir os segredos de cada personagem e acompanhar a investigação feita por Benoit (Daniel Craig, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><em>007 &#8211; Sem Tempo Para Morrer</em></a>) e Helen (Janelle Monáe, <em>Harriet</em>) é empolgante. Isto porque a dinâmica entre os atores funciona. A dupla joga em cena, deixando espaços para que os diálogos de <em><strong>Glass Onion: Um Mistério Knives Out </strong></em>crescem a cada frase trocada entre ele. </span><span style="font-weight: 400;">Inclusive, este talvez seja o papel mais expressivo de Craig, que conseguiu imprimir sentimentos no seu rosto e colorir o texto com intenções que ajuda a construir Benoit como este investigador atento, mas também como um homem que cria um laço empático com as pessoas que o cercam.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16220" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/img1.jpg" alt="Glass Onion: Um Mistério Knives Out" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/img1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/img1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/img1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/img1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o texto contribui para uma combinação positiva entre elaborar complexidades e background das personagens, com a conexão dos fatos que ligam o assassino ao crime cometido. </span><span style="font-weight: 400;">Por fim, é possível também falar sobre a direção de Rian Johnson. O realizador que comandou o fatídico episódio da mosca, na série <em>Breaking Bad</em>, carrega consigo o talento de olhar para os detalhes e saber o momento de se segurar ou quando ser mais explícito no encaminhamento de criatividade dentro da sua decupagem. Um exemplo é toda a sequência entre Benoit e Helen, quando os dois estão sentados na mesa, falando sobre o passado dos amigos de sua irmã. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, o esperado poderia ser ver um plano/contraplano, com a câmera parada, mas Johnson cria uma dinâmica &#8211; que causa até certo estranhamento-, na qual é possível sentir a aflição de Helen, através do uso da pan horizontal. Este é apenas um exemplo, mas durante toda projeção é possível perceber o esforço de Johnson em se manter discreto para que crie alguma sensação mais intensa quando o efeito seja inserido. Isto mostra o quão ele estava consciente do que a narrativa precisava. </span><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, no geral, <strong><em>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</em></strong> tem um resultado positivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, o seu começo arrastado e morno faz com que a exibição não alcance um resultado tão bom quanto poderia. Além disso, o restante do elenco &#8211; como Kate Hudson (<em>O Maior Amor do Mundo</em>), Kathryn Hahn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em></a>) e Edward Norton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-beleza-oculta/"><em>Beleza Oculta</em></a>) &#8211; se seguram muito nos arquétipos que suas personagens carregam. Neste primeiro ato insosso, esta estratégia funciona, mas, quando o enredo avança e se aprofunda, os intérpretes não acompanham, com exceção de Daniel e Janelle. O que vale, na verdade, é que, no final das contas, há toda uma diversão que o filme proporciona, mesmo com alguns tropeços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Rian Johnson</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Daniel Craig, Janelle Monáe, Kate Hudson, Kathryn Hahn, Edward Norton, Leslie Odom Jr., Jessica Henwick, Jessica Henwick, Dave Bautista, Ethan Hawke</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CKia57bMc88" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Sete Dias Sem Fim (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá! Vamos começar com Sete Dias Sem Fim. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série Ozark), Tina Fey (série [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá!</p>
<p>Vamos começar com <em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong></em>. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série <em>Ozark</em>), Tina Fey (série <em>30 Rock</em>), Jane Fonda (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Do Jeito Que Elas Querem</em></a>), Adam Driver (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>), Rose Byrne (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-repente-uma-familia/"><em>De Repente Uma Família</em></a>), Corey Stoll (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><em>O Primeiro Homem</em></a>), Kathryn Hahn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-perfeita-e-a-mae/"><em>Perfeita é a Mãe</em></a>), Timothy Olyphant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>), etc. Ufa! É muito ator de qualidade e isso se reflete 100% no andamento do roteiro.</p>
<p>A história traz Judd, um homem que é bombardeado com eventos ruins, como a descoberta ao vivo da traição da esposa com seu chefe. Na sequência, seu pai morre e ele precisa viajar para o funeral. Ao chegar na sua cidade natal e encontrar com a mãe e três irmãos, ele descobre que era da vontade de seu pai que eles fizessem uma cerimônia judia que exige que o núcleo familiar fique em vigília, na mesma casa, por 7 dias. Claro que isso vai render diversos problemas de relacionamento e convivência.</p>
<p>O gênero de comédia dramática é algo que me atrai pela simples premissa de rir das desgraças da vida. Não me soa como desistência, mas como uma resiliência de que tem certas coisas que realmente não têm resolução. Judd vive muitas emoções negativas ao mesmo tempo e é obrigado a lidar com monstros antigos que ele empurrava para debaixo do tapete. Os quatro filhos do falecido são completamente diferentes em personalidade e trazem abordagens diferentes para uma mesma questão: o luto.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12554" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Sete Dias Sem Fim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas <strong><em>Sete Dias Sem Fim</em></strong> não é apenas um filme sobre luto. Ele vai além e fala sobre questões emocionais. Sobre se sentir um perdedor quando as coisas dão errado. Sobre ter medo da mudança. Sobre o inesperado. Não é um filme tão profundo, mas ele consegue passear por esses assuntos de uma maneira muito correta e pertinente.</p>
<p>E claro, o ponto mais alto é que este roteiro interessante é ser liderado por um elenco fantástico. A dinâmica dos artistas é o que torna o filme ainda melhor. Embora tenham muitos atores, a unicidade da equipe dá um tom a mais. Estão todos organicamente conectados e com a química alinhada. Não há excessos e nem tentativas de parecer mais que o outro. E este equilíbrio é que garante um bom filme.</p>
<p><em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong> </em>é um filme que passa rápido, que flui com muita facilidade e atrai a nossa atenção a todo momento. Uma excelente pedida para quem quer curtir um longa mais leve nesse tempo de notícias tão pesadas. Ah, e está facilmente disponível na Netflix, facilitando ainda mais a nossa vida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy<br />
<strong>Elenco:</strong> Jason Bateman, Tina Fey, Jane Fonda, Adam Driver, Rose Byrne, Corey Stoll, Kathryn Hahn, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Glav2KqknV8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Perfeita É A Mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2016 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Christina Applegate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de libertação feminina requer muito cuidado. A linha entre ser feminista ou machista é muito tênue e exige muito cuidado por parte do roteirista de um filme. Em Perfeita É A Mãe!, existe uma espécie de malabarismo, onde a trama ora tende para um lado e ora tende para o outro. Em meio a confusão do espectador, o mesmo consegue, no mínimo, dar umas risadas. A história gira em torno da personagem de Mila Kunis, que tem dois filhos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de libertação feminina requer muito cuidado. A linha entre ser feminista ou machista é muito tênue e exige muito cuidado por parte do roteirista de um filme. Em <em>Perfeita É A Mãe!</em>, existe uma espécie de malabarismo, onde a trama ora tende para um lado e ora tende para o outro. Em meio a confusão do espectador, o mesmo consegue, no mínimo, dar umas risadas.</p>
<p>A história gira em torno da personagem de Mila Kunis, que tem dois filhos e um marido inútil que não a ajuda em nada e ela tem que se virar sozinha com todos os afazeres da casa. Na tentativa de ser perfeita em tudo, ela simplesmente vive chegando atrasada em todos os lugares, além de viver constantemente estressada. É quando ela conhece duas outras mães que têm sede de libertação desta rotina burocrática e decidem, juntas, mudar as regras desta sociedade vil.</p>
<p>O plot principal é interessante, não fosse o exagero que algumas situações nos mostram. Mesmo no esforço natural de ir até o completo oposto da situação para depois encontrar o equilíbrio, algumas cenas soam forçadas. E em muitos casos é nesta &#8220;forçação de barra&#8221; que reside o machismo oculto. Principalmente ao mostrar que ou a mãe é perfeita e cumpre todos os protocolos ou ela é completamente equilibrada. O mesmo acontece quando o ex-marido dela surge em dado momento para &#8220;resgatar os filhos&#8221; das loucuras que a mãe está fazendo, por não seguir as regras.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6501" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/032439.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Ainda assim, momentos de feminismo surgem também e conseguem atenuar alguns absurdos que assistimos. Talvez por isso eu consiga afirmar que o problema do filme é ficar em cima do muro. Não é lá nem cá. E sim, você consegue rir. Realmente é hilário ver como as mães conseguem se desdobrar em mil para atender todas as suas necessidades, as dos filhos e as da casa (além das de alguns maridos inúteis). Mas mesmo assim, o filme fica apenas nisso, sem nos trazer nenhuma reflexão mais aprofundada, nenhuma risada mais forte ou qualquer cena memorável. Não fossem algumas cenas que mencionam drogas, aposto que viraria um clássico da Sessão da Tarde.</p>
<p>Partindo para o elenco, o choque. Sim, ele é ótimo. Temos Mila Kunis com toda sua naturalidade, Jada Pinkett Smith, Christina Applegate, Kristen Bell, Kathryn Hahn. Adoro elas e as acho ótimas atrizes. E tudo isso torna o filme muito melhor do que ele seria se tivesse um elenco medíocre. Faz com que a gente saia do cinema com a mínima sensação de que pelo menos valeu a pena o ingresso. Ainda assim, alguns potenciais desperdiçados.</p>
<p>Acredito que tudo poderia ter sido diferente se um filme com uma proposta tão feminina fosse dirigido por mulheres, porque, pasmem, ele é dirigido por dois homens. Talvez isso justifique a pequena confusão entre se libertar das amarras da sociedade machista com ser completamente insana.</p>
<p>Confira o trailer!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EK4ce3IRHCU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Amor A Cada Esquina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2015 14:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme independente com atores do circuito blockbuster de cinema. Como seria isso? Um Amor A Cada Esquina coloca essa possibilidade à prova e mostra que, além de ser possível, o resultado sai bem interessante para o espectador. O enredo fala sobre uma jovem aspirante a atriz que ganha a vida como garota de programa, sempre idealizando seu sonho maior. Em uma de suas noites de trabalho, ela encontra com um diretor teatral, que, além de tratá-la muito bem, faz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3869" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg" alt="Um-amor-a-cada-esquina-1_0" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Um filme independente com atores do circuito <em>blockbuster</em> de cinema. Como seria isso? <em>Um Amor A Cada Esquina</em> coloca essa possibilidade à prova e mostra que, além de ser possível, o resultado sai bem interessante para o espectador.</p>
<p>O enredo fala sobre uma jovem aspirante a atriz que ganha a vida como garota de programa, sempre idealizando seu sonho maior. Em uma de suas noites de trabalho, ela encontra com um diretor teatral, que, além de tratá-la muito bem, faz uma proposta irrecusável: 30 mil dólares para ela deixar a prostituição. Isabella aceita a oferta e começa a se dedicar à carreira de atriz. O que ela não poderia imaginar é que em uma audição para uma peça, ela ia se deparar justamente com este diretor, que está acompanhado da esposa, que também é artista.</p>
<p>Com um estilo de narrativa diferente, onde a personagem principal é entrevistada por uma jornalista e vai falando abertamente sobre os primórdios da sua carreira como atriz, os fatos vão acontecendo sempre sob sua perspectiva, situação que ela deixa clara principalmente ao falar de sua terapeuta e o ex-cliente perseguidor.</p>
<p>O diretor Peter Bogdanovich é contemporâneo de Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Steven Spielberg, da geração “Nova Hollywood”, mas não obteve todo o sucesso dos demais. Seu filme de maior sucesso é de 1971, <em>A Última Sessão de Cinema</em>. Ele retorna, com <em>Um Amor A Cada Esquina</em>, 12 anos depois de sua última produção. Um estilo bem diferente, é verdade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3870" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg" alt="sftw" width="610" height="348" /></a></p>
<p>No elenco principal, temos Imogen Poots e Owen Wilson, como o casal protagonista. Kathryn Hahn e Jennifer Aniston também são boas adições ao longa, com seus papéis mais histéricos e dramáticos. Elas interpretam a esposa traída e a terapeuta psicótica, respectivamente. Tem ainda o excelente Rhys Ifans (que nunca esquecerei com seu papel de Spike em <em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>) e Will Forte. A dinâmica do grupo é muito clara e simples, dando um tom bem pessoal ao filme.</p>
<p>A comédia flui com muita leveza e entretém o espectador a todo momento. É atrativo e intrigante, fazendo a pessoa querer saber sempre o que vai acontecer na próxima cena. A risada é garantida e tem uma boa finalização. No entanto, não é nenhuma narrativa memorável e exclusiva, que marca quem assiste. As atuações são ótimas e a sintonia do elenco sustenta a maior parte do roteiro.</p>
<p>No final das contas, cumpre bem um objetivo não pretensioso. Fiquei com a sensação de dever cumprido e satisfeita com o resultado. É divertido!</p>
<p>Bônus: curiosidade para os amantes de Jennifer Aniston e do seu personagem na série <em>Friends</em>. Neste filme, seu namorado se chama Joshua e seu cachorro, Chip, uma referência a dois namorados da personagem Rachel, em <em>Friends</em>.</p>
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