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	<title>Arquivos Josh Lucas - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Josh Lucas - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Ford vs Ferrari</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 19:21:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O universo do automobilismo é atrativo para milhares de pessoas ao redor do mundo, em sua maioria, homens. Para este esporte masculino que mistura carro com adrenalina, o cinema vira e mexe retorna ao tema para explorar um pouco mais histórias de bastidores. Em Ford vs Ferrari, o foco é na disputa entre as grandes marcas para mostrar quem tem o carro mais potente para ganhar o circuito de Le Mans. Para além disso, as negociações de poder e articulações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O universo do automobilismo é atrativo para milhares de pessoas ao redor do mundo, em sua maioria, homens. Para este esporte masculino que mistura carro com adrenalina, o cinema vira e mexe retorna ao tema para explorar um pouco mais histórias de bastidores. Em <em><strong>Ford vs Ferrari</strong></em>, o foco é na disputa entre as grandes marcas para mostrar quem tem o carro mais potente para ganhar o circuito de Le Mans. Para além disso, as negociações de poder e articulações por trás é o que motiva a narrativa como um todo.</p>
<p>Baseado em uma história real, o roteiro nos apresenta dois personagens principais. Ken Miles (Christian Bale, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Vice</em></a>), um mecânico e piloto que não consegue ascender profissionalmente por conta de seu temperamento exaltado e difícil de lidar. Do outro lado, temos Carroll Shelby (Matt Damon,<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-perdido-em-marte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> Perdido em Marte</em></a>), ex-piloto que precisou largar o volante por conta de problemas de saúde e agora vive do empreendedorismo do ramo.</p>
<p>À medida que os dois personagens vão se cruzando, a trama acontece. Henry Ford II (Tracy Letts, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-post-a-guerra-secreta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>The Post &#8211; A Guerra Secreta</em></a>) tem o dinheiro e o status que qualquer pessoa poderia se dar por satisfeita. Mesmo com a ascensão da Ford na linha de montagem de carros, ele se incomoda com o poderio de presença da Ferrari. A marca italiana está passando por problemas financeiros, depois que insistiu em conseguir criar o carro mais veloz do mundo. Ainda assim, ela é disputada pelo status que carrega.</p>
<p>O enredo basicamente nos mostra o quanto que os homens se deixam envolver rapidamente quando o assunto é carro e status. Pouco importa o dinheiro que está sendo gasto, se o final for conquistado. Um exemplo disso é que Henry dá carta branca para criar o carro que ele acredita que pode ganhar as 24h de Le Mans. Por outro lado, Miles é arredio e não aceita opiniões contrárias. Prefere perder o emprego do que dar o braço a torcer.</p>
<p>Para além deles, temos o personagem de Josh Lucas (O Poder e a Lei), Leo Beebe, que funciona como um vilão na história. Um pouco canastrão demais, ele toma decisões arbitrárias com base em empatia. E estamos falando de transações milionárias, o que prova ainda mais a questão da masculinidade frágil atrelada a carros.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11827" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5500020.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Ford vs. Ferrari" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5500020.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5500020.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5500020.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Dito isso, temos o cenário montado para evolução da corrida. O diretor James Mangold (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Logan</em></a>) nos oferece uma construção de história progressiva e contundente. Ele nos dá tempo para nos envolver com os personagens, sem se estender em informações desnecessárias. A construção da relação dos protagonistas, das personalidades. Tudo isso se dá de maneria cuidadosa.</p>
<p>Mesclado com ótimos momentos de ação e corridas, o filme é uma dose equilibrada do drama da história com a ação da situação em si. Estamos falando de carros que correm a 350 km/h. Então, naturalmente, é de se esperar cenas empolgantes e tensas. Ainda assim, é a história de Ken Miles que está sendo contada, que vai muito além de velocidade.</p>
<p>A escolha de elenco é um dos pontos altos do filme. O destaque vai para os protagonistas. Bale está fantástico na pele do arredio Miles, com suas nuances amorosas com a esposa e o cuidado com o filho. Mas é Damon que realmente nos chama a atenção. Sua performance é sem excessos, na dose certa para o personagem. Ele vive conflitos constantes, que nos são apresentados muito mais por emoções do que por ações.</p>
<p>Mesmo que seja um pouco aquém de<em> Rush &#8211; No Limite da Emoção</em> (2013) &#8211; um longa completamente redondo e envolvente, mesmo para quem não é fã de Fórmula 1 &#8211; <em><strong>Ford vs</strong></em> Ferrari não faz feio no resultado final. O domínio artístico das cenas, a clareza na construção das relações dos personagens e decisões importantes sobre o que focar em cada momento, fazem do filme um ótimo entretenimento biográfico.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Mangold<br />
<strong>Elenco:</strong> Matt Damon, Christian Bale, Caitriona Balfe, Tracy Letts, Josh Lucas, Jon Bernthal, Noah Jupe, Ray McKinnon, J J Feild, Wyatt Nash</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hExY2AmAHOg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Tudo o Que Tivemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 21:14:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo o que Tivemos parece ter uma premissa clichê no que diz respeito a dramas familiares, mas com o tempo se revela mais complexo do que sua aparência sugere. O longa escrito e dirigido por Elizabeth Chomko conta a história de uma família às voltas com os problemas de sua matriarca que sofre de Alzheimer. Interpretada por Blythe Danner, Ruth desaparece no meio da noite deixando todos preocupados, tanto que a filha do casal, Bridget, papel de Hilary Swank, retorna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Tudo o que Tivemos</em></strong> parece ter uma premissa clichê no que diz respeito a dramas familiares, mas com o tempo se revela mais complexo do que sua aparência sugere. O longa escrito e dirigido por Elizabeth Chomko conta a história de uma família às voltas com os problemas de sua matriarca que sofre de Alzheimer. Interpretada por Blythe Danner, Ruth desaparece no meio da noite deixando todos preocupados, tanto que a filha do casal, Bridget, papel de Hilary Swank, retorna para a cidade dos seus pais. Nesse momento, ela e o irmão Nick, vivido por Michael Shannon, passam a conversar sobre a internação de Ruth num asilo, a contragosto do pai, e diversas rusgas familiares vêm à luz com esse reencontro.</p>
<p>O filme de Chomko é bem intencionado em sua proposta. Ao longo da história questões mal resolvidas entre mãe e filha, irmãos etc. surgem e nisso todos os personagens ganham camadas, especialmente a protagonista vivida por Hilary Swank, cuja trajetória ganha outro sentido ao final da projeção, já que revela um amadurecimento pessoal na medida em que observa com mais atenção o relacionamento afetuosamente estabelecido entre os pais ao longo dos anos. Isso é acompanhado por um desempenho certeiro da atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Tudo o que Tivemos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O problema de <em><strong>Tudo o que Tivemos</strong></em> é que Chomko parece não conseguir criar um ritmo adequado para o seu filme. A realizadora não sustenta o espectador tempo o suficiente até que o drama mostre de fato a que veio. Até conseguir ganhar &#8220;corpo&#8221;, o longa se garante demais em longas discussões entrecruzadas entre os integrantes da família que parecem não ter um objetivo preciso. A própria personagem de Swank demora a desabrochar na história e até lá soa como um fantasma perambulando por esse núcleo familiar sem dizer a que veio. É um filme que, na maior parte do tempo, &#8220;não se ajuda&#8221;.</p>
<p>Chomko parece não ter <em>timing</em> cinematográfico e deixa o espectador refém de diálogos aborrecidos e sem propósito muito claro. É um filme delicado e discreto, mas falta nele uma consciência do tempo em que sua história precisa de fato fluir. Parece bobagem, mas como experiência espectatorial isso é fundamental. Falta consciência de comunicação e a história e as personagens perdem muito com isso.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Elizabeth Chomko<br />
<strong>Elenco:</strong> Hilary Swank, Michael Shannon, Blythe Danner, Taissa Farmiga, Robert Foster, Josh Lucas, Sarah Sutherland, William Smillie, Aimee Garcia</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U0-UmorvB4w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Superação &#8211; O Milagre da Fé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 20:39:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma lista de filmes religiosos tem surgindo nos últimos tempos, seja no cenário nacional ou internacional. Longas que tratam de fé, crença, religião, de diferentes formas e com objetivos bem distintos. É nessa esfera que se encaixa Superação &#8211; O Milagre da Fé, longa que estreia esta semana nos cinemas brasileiros. John Smith é um jovem de 14 anos adotado por uma família muito religiosa no estado de Missouri, nos EUA. Ele brincava com os amigos em um lago congelado, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma lista de filmes religiosos tem surgindo nos últimos tempos, seja no cenário nacional ou internacional. Longas que tratam de fé, crença, religião, de diferentes formas e com objetivos bem distintos. É nessa esfera que se encaixa <em><strong>Superação &#8211; O Milagre da Fé</strong></em>, longa que estreia esta semana nos cinemas brasileiros.</p>
<p>John Smith é um jovem de 14 anos adotado por uma família muito religiosa no estado de Missouri, nos EUA. Ele brincava com os amigos em um lago congelado, quando o mesmo quebra na superfície e o garoto se afoga na água congelante. Ele fica imerso em água por mais de 20 minutos até ser resgatado. Chegando no hospital, os médicos não conseguem trazê-lo de volta e chegam a dar ele como morto. Quando sua mãe, Joyce Smith, chega, ela junta todas a forças e suplica na fé para que o filho sobreviva. Sua prece poderosa foi responsável por um milagre inédito.</p>
<p>A história parece um pouco fantasiosa para os menos crentes, mas foi baseada em um fato verídico que aconteceu há cerca de 4 anos. Dito isso, todo o enredo toma uma proporção bem diferente, já que sabemos que, por mais surreal que possa parecer, aquilo efetivamente aconteceu.</p>
<p>A trama é toda trabalhada em cima da fé da família principal, especialmente a mãe. A escola que o garoto estuda é cristã, eles frequentam a igreja todo fim de semana (a mãe vai todo dia), existem muitos momentos de oração ao longo do filme, etc. Tudo isso cria uma atmosfera de compaixão pela situação do garoto, enquanto alimentamos a mesma esperança que a mãe.</p>
<p>Chrissy Metz (<em>This Is Us</em>) comanda todas as cenas e leva o filme praticamente sozinha. Ela é a chefe da família, a líder da comunidade, a que tem a fé mais forte (talvez até do que o próprio pastor da igreja). Isso faz com que a personagem seja marcante, mas ao mesmo tempo, solitária. Seu marido, vivido por Josh Lucas (<em>J. Edgar</em>) é um zero a esquerda que passa boa parte do filme sem falar nada e nem tomar atitudes. E isso incomoda muito, pois fica parecendo um peso inerte na trama.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10400" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4875261.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Superação - O Milagre da Fé" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4875261.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4875261.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4875261.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Não podemos dizer o mesmo do pastor, interpretado por Topher Grace (<em>Infiltrado na Klan</em>), que tem participação ativa na luta pela melhora do pequeno John. Ele, juntamente com o médico e o bombeiro que salvou o garoto, dão mais apoio à protagonista, que seguia sozinha inicialmente.</p>
<p>A história evolui da maneira esperada e nos apresenta clichês clássicos de filmes religiosos. A fé colocada em dúvida, a descoberta da mesma pelos mais descrentes, a mensagem de Deus, os sinais cristãos que surgem para avisar a todos que eles não estão só no Universo. Tudo isso, no entanto, é feito de maneira relativamente amenizada. Já assisti longas que tratam a temática de maneira muito mais utópica, o que me incomoda profundamente.</p>
<p>A fé é tratada como um suporte emocional para aquelas pessoas. Ela funciona como a união das tribos, sejam elas quais forem. Ao final do filme, todos as pessoas da cidade se unem em uma grande vigília pela melhora de John e este é um dos momentos mais emocionantes. Ver como a fé, na tradução do amor, pode mover as pessoas e alimentar a esperança.</p>
<p><strong><em>Superação &#8211; O Milagre da Fé</em></strong> tem lá seus percalços e clichês que poderiam ser dispensados sem prejuízo. No entanto, para um filme completamente religioso e dedicado à fé, ele é bem menos místico do que poderia ser. E vejo isso como um grande ganho. No entanto, funciona muito mais para quem tem alguma fé do que para os descrentes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Roxann Dawson<br />
<strong>Elenco:</strong> Chrissy Metz, Mike Colter, Topher Grace, Josh Lucas, Dennis Haysbert, Marcel Ruiz</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aJoFFCcXRbY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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