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	<title>Arquivos Jonathan Majors - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jonathan Majors - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Creed III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 23:38:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Creed III chega aos cinemas nesta quinta-feira, 2, como uma ótima opção para quem gosta de um longa de ação de qualidade. E bote qualidade nisso! É curioso, pra mim, entender os motivos que me levam à gostar de filme de luta, já que não é exatamente o meu perfil. No entanto, este episódio aqui deixa bem claro que um bom filme de boxe vai muito além de apenas pancadaria gratuita. Ele segura o espectador do começo até o fim! [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Creed III</strong> </em>chega aos cinemas nesta quinta-feira, 2, como uma ótima opção para quem gosta de um longa de ação de qualidade. E bote qualidade nisso! É curioso, pra mim, entender os motivos que me levam à gostar de filme de luta, já que não é exatamente o meu perfil. No entanto, este episódio aqui deixa bem claro que um bom filme de boxe vai muito além de apenas pancadaria gratuita. Ele segura o espectador do começo até o fim!</p>
<p>Adonis Creed (Michael B. Jordan, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em>Pantera Negra</em></a>) está fora do ringue há alguns anos, depois que optou por se aposentar e dedicar tempo e energia à sua família. O que ele não poderia imaginar, no entanto, é que o passado retornaria para te assombrar sobre episódios que aconteceram ainda na sua infância. Damian (Jonathan Majors, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-formiga-e-a-vespa-quantumania/"><em>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</em></a>) passou 18 anos na prisão por conta de algo que ele e Adonis passaram juntos. Agora ele quer retomar o tempo perdido, seja na amizade ou na oportunidade do ringue, algo que lhe foi tirado com a detenção.</p>
<p>Na estreia de B. Jordan como diretor, já podemos afirmar que essa é uma posição que lhe cabe muito bem. Ele é cuidadoso em trazer fatos do personagem a todo momento, nos fazendo envolver em todas as cenas. Claro que o ideal é que o espectador tenha visto os dois primeiros filmes, mas caso isso não tenha acontecido, ele não se sentirá perdido, tamanha é a intenção do diretor em nos inserir na trama.</p>
<p>Ele não faz uso de exageros e dosa na medida certa a tomada de câmeras e trilha sonora. Acompanhamos Creed envolto com a família, mas sentindo falta do lugar onde ele se sente mais em paz: no ringue. Ainda assim, não é algo que ele lamenta, já que foram escolhas pensadas e acertadas. Sua rotina de milionário campeão é interrompida com o surgimento de um amigo do passado. Damian é a personificação de uma situação que o protagonista fez questão de esquecer. O amigo traz todo o amargor de quase duas décadas na prisão, algo que não tem como ser recuperado do dia para a noite.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16484" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4045767.jpg" alt="Creed III" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4045767.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4045767-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4045767-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4045767-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto vemos claramente Adonis cair nas garras nada bem intencionadas do ex-amigo, sua esposa Bianca (Tessa Thompson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-amor-e-trovao/"><em>Thor: Amor e Trovão</em></a>) e filha Amara (Mila Davis-Kent) são a base de seu suporte, mas sem parecer algo condescendente. Elas não estão ali apenas como acessórios de um protagonista forte. A dupla tem um papel importantíssimo em toda a trama e força de Creed. Assim como sua mãe Mary Anne (Phylicia Rashad, <em>O Limite da Traição</em>).</p>
<p>Envolto em cenários bem escolhidos, <strong><em>Creed III</em> </strong>vai nos imergindo novamente na vida do lutador de sucesso, suas dores e dificuldades. A medida que o antagonista se revela, o caminho óbvio da retomada ao ringue não é particularmente a escolha mais inesperada. É um clichê que sabemos que estava por vir, mas que foi feito da melhor maneira possível. Nada contra repetição de estilos de roteiros, quando isso é bem feito. E esse é o caso!</p>
<p>Mesclando sabiamente ação, luta, romance, família, <strong><em>Creed III</em> </strong>oferece ao espectador muito além do que poderia se esperar em um terceiro filme de franquia. É surpreendente e empolgante ao mesmo tempo. O tipo de longa que vai agradar a maioria das pessoas e que nos instiga a ver novamente, pela conjunção de ótima trilha sonora, cenas incríveis, tomadas de câmera muito bem escolhidas e um elenco tão afinado que não precisa de esforço para nos convencer de nada.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael B. Jordan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Michael B. Jordan, Tessa Thompson, Jonathan Majors, Wood Harris, Phylicia Rashad, Mila Davis-Kent, José Benavidez, Selenis Leyva</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vENtKgrHUUU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 21:03:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar. Neste terceiro filme solo do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em> é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar.</p>
<p>Neste terceiro filme solo do super-herói, Scott Lang (Paul Rudd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lida com as mudanças de sua filha, Cassie (Kathryn Newton, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-ben/"><em>O Retorno de Ben</em></a>), que acaba de criar uma ferramenta de comunicação com o reino quântico. O que eles não poderiam imaginar é que os sinais emitidos pelo instrumentos estavam sendo captados, o que os levaria ao reino de fato. A dupla acaba sendo sugada, juntamente com Hope van Dyne (Evangeline Lilly, <em>O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos</em>), Dr. Hank (Michael Douglas, <em>O Método Kominsky</em>) e Janet (Michelle Pfeiffer, <em>Malévola &#8211; Dona do Mal</em>).</p>
<p>Quando chegam ao reino quântico, eles se deparam com muito mais desafios do que poderiam imaginar. Janet escondeu várias informações ao longo de anos, inclusive a sua relação com Kang, O Conquistador (Jonathan Majors, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>), o grande vilão do momento desta nova fase da Marvel. O filme vai fluindo de maneira muito natural, nos apresentando uma equipe, uma crise e um caminho de solução. É algo genérico, claro, mas que funciona muito bem por conta da execução do que é feito. Não há nada de errado em um bom e velho feijão com arroz, contanto que você saiba executar isso de maneira eficiente.</p>
<p>E é isso que acontece aqui em <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>. O longa funciona bem como conexão de outros filmes que já estão lançados e outros tantos que ainda vão estrear. O caminho de construção da figura do vilão Kang está sendo bem razoável e o personagem tem toda a imponência necessária para infringir medo e terror nos personagens. Além disso, ele mantém o perfil que foi traçado desde o início e não apela para um lado cômico, que jamais existiria de fato.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16465" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg" alt="Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com boas cenas de ação e dosando bem a intensidade dos atos, o filme funciona razoavelmente bem. Acredito que o fato de eu não esperar nada dele me ajudou a compreender a sua simplicidade como algo assertivo. É possível que o espectador mais ansioso tenha se decepcionado em alguns pontos. Mas o filme entretém e entrega o necessário para seguirmos para o próximo capítulo. E isso é mais do que suficiente por aqui.</p>
<p>As cenas pós-crédito (são duas) revelam que o caminho de construção do vilão vai levar a um embate épico no final, o que sustenta as teorias de que possivelmente o Homem de Ferro retorne, ainda que como personagem e não na pele de Robert Downey Jr. Algo que definitivamente elevaria essa fase para outro ponto que é, no momento, inalcançável.</p>
<p>A Marvel vem de um período bem complicado em que seus filmes não são mais tão bem recebidos como antes, mas a culpa recai apenas sobre ela mesma. Na ânsia de criar produções em escala, uma atrás da outra, eles têm deixado de lado a qualidade e o cuidado com as criações. É tudo meio feito de última hora, uma sensação de que não dedicaram a energia suficiente para aquilo ser realizado. Algo como um texto entregue sem revisão. E o espectador, por mais fanático que seja, não é burro e percebe tudo isso acontecendo. Essa certeza de que terá público, independente do que seja feito, é que tem sido o lado traiçoeiro da companhia.</p>
<p>Voltando ao ponto de <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>, ele funciona direitinho e nos entrega uma boa produção. A frustração se dá quando vemos um chef de cozinha entregando um feijão com arroz simplório e ficamos tentados a pensar como seria uma produção mais audaciosa e dedicada. Ainda assim, vale conferir nos cinemas e seguir nessa saga que está entregando bem menos do que a fase anterior, mas ainda com algum potencial. Tudo depende da própria Marvel!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peyton Reed</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Jonathan Majors, Kathryn Newton, Bill Murray, Katy O&#8217;Brian</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6jIz_8tokvg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-formiga-e-a-vespa-quantumania/">Crítica: Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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