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	<title>Arquivos Infiltrado na Klan - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Infiltrado na Klan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Ator Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 01:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os atores coadjuvantes dessa edição do Oscar, uma variedade de papéis e de históricos de carreira. Temos dois vencedores nessa mesma categoria em edições recentes do prêmio, dois veteranos nunca antes indicados e uma jovem estrela em ascensão. Em diferentes filmes e com personagens que de fato existiram fora das telas e outros criados para seus respectivos projetos, os cinco nomes que concorrem ao prêmio são: Mahershala Ali, por Green Book: O Guia Mahershala Ali segue ganhando todos os prêmios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os atores coadjuvantes dessa edição do Oscar, uma variedade de papéis e de históricos de carreira. Temos dois vencedores nessa mesma categoria em edições recentes do prêmio, dois veteranos nunca antes indicados e uma jovem estrela em ascensão. Em diferentes filmes e com personagens que de fato existiram fora das telas e outros criados para seus respectivos projetos, os cinco nomes que concorrem ao prêmio são:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10006" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/MahershalaAli.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mahershala Ali, por <em>Green Book: O Guia</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Mahershala Ali segue ganhando todos os prêmios da temporada como o pianista Don Shirley de <em>Green Book: O Guia </em>(Globo de Ouro, SAG Awards e Critic&#8217;s Choice Awards). Caso vença o Oscar, esse será o segundo prêmio do ator na categoria, anteriormente ele havia vencido por <em>Moonlight: Sob a Luz do Luar</em>. No longa, o ator incorpora o estudioso e exímio pianista durante uma temporada em que viaja pelos EUA na companhia de um motorista recém contratado de quem se torna amigo, o italiano Tony Lip de Viggo Mortensen. Ali é tão protagonista do filme quanto seu principal colega de cena, mas por razões estratégicas o estúdio responsável pela distribuição do filme o inscreveu nas premiações como coadjuvante assim o ator tem sido imbatível numa temporada de prêmios levemente morna em sua categoria. A vitória virá num momento bom para a carreira de Ali, que estrela a atual temporada da série <em>True Detective </em>da HBO.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9995" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Richard-E.-Grant-Poderia-me-Perdoar.png" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Richard E. Grant, por <em>Poderia me Perdoar?</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Após anos de uma carreira prolífica que inclui filmes como <em>Assassinato em Gosford Park </em>e <em>Os Desajustados</em>, o suíço Richard E. Grant finalmente consegue o reconhecimento da Academia por interpretar Jack Hock, o melhor amigo da escritora Lee Israel de Melissa McCarthy no drama <em>Poderia me Perdoar?</em>. O ator tem ótimos momentos na companhia da atriz, mas também tem cenas marcantes no filme, compondo um sujeito extremamente safo nas ruas novaiorquinas. Grant é um coadjuvante magnético em cena, compondo com precisão cirúrgica os trejeitos do seu personagem e dando sabor a cada um das suas ótimas falas no filme. Após anos passando despercebido em filmes que chamaram a atenção do público recentemente como <em>Jackie </em>e <em>Logan</em>, a expectativa é que a merecida indicação renda ainda mais oportunidades ao ator.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9994" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/1223805.jpg" alt="Adam Driver" width="610" height="348" /><br />
<strong>Adam Driver, por <em>Infiltrado na Klan</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">O terreno para uma indicação de Adam Driver ao Oscar vinha sendo construído gradualmente nos últimos anos. Trabalhando com diretores consagrados como Steven Soderbergh (<em>Logan Lucky</em>), os irmãos Coen (<em>Inside Llewyn Davis</em>), Jim Jarmusch (<em>Paterson</em>)  e Martin Scorsese (<em>Silêncio</em>), Driver passou de galã <em>cult </em>da TV por sua presença na série <em>Girls </em>a estrela do universo <em>geek </em>na pele do vilão Kylo Ren na nova trilogia <em>Star Wars. </em>Em <em>Infiltrado na Klan</em>, Driver é dirigido por mais uma lenda do cinema, Spike Lee, num de seus melhores filmes em anos, interpretando um policial judeu que serve como instrumento no plano de infiltragem da Ku Klux Klan engendrado pelo parceiro vivido por John David Washington. A primeira indicação ao prêmio pode ser um indicativo de vitórias futuras, mas esse não parece ser o momento ainda que o filme seja um dos mais badalados e queridos da temporada.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9993" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/bradley-cooper-sam-elliott-nasce-uma-estrela-2018.jpg" alt="Sam Elliott" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sam Elliott, por <em>Nasce Uma Estrela</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Sam Elliott é uma das figuras mais conhecidas de Hollywood e está na ativa desde os anos de 1960. Esteve em longas como <em>Matador de Aluguel</em>, protagonizado por Patrick Swayze em 1989, no clássico dos irmãos Coen <em>O Grande Lebowski </em>e no <em>blockbuster </em><em>A Bússola de Ouro</em>. Em 1995, o ator chegou na temporada de prêmios com indicações ao Globo de Ouro pelo telefilme <em>O Aventureiro do Oeste</em> e ao mesmo prêmio e ao Emmy por sua atuação em <em>Buffalo Girls</em>, minissérie protagonizada por Anjelica Huston e Mellanie Griffith. Na temporada passada, Elliott chegou a gerar algumas especulações na temporada de premiações por sua performance no ainda inédito no Brasil <em>The Hero</em>. Na estreia de Bradley Cooper como diretor, Elliott interpreta o tio do personagem do músico Jack, uma figura paterna importante na sua vida e carreira. Elliott tem poucos momentos no drama, contudo, são três cenas cortantes que definem o personagem de Cooper. Como ocorrido com E. Grant, a expectativa é que a indicação renda mais convites ao ator.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9991" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0367398.jpg" alt="Sam Rockwell" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sam Rockwell, por <em>Vice</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Vencedor nessa mesma categoria ano passado por <em>Três Anúncios para o Crime</em>, Sam Rockwell aproveita o bom momento da sua carreira e está mais uma vez no Oscar. Em <em>Vice</em>, o ator interpreta o ex-presidente americano George W. Bush na biografia do político Dick Cheney, seu vice vivido por Christian Bale. Da maneira mais debochada possível, Rockwell pega todos os trejeitos de Bush, mas também sabe estabelecer limites para não cair na caricatura, entendendo precisamente o que o diretor Adam McKay quer com seu longa. Podemos interpretar a indicação como um &#8220;respingo&#8221; dos louros passados do ator, que levou todos os prêmios na categoria temporada passada, mas há méritos.</p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhores Roteiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 19:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada de premiações do audiovisual hollywoodiano está fervendo desde o começo do ano. Dentro deste pacote, está um dos eventos mais esperados pelos fãs do cinema dos Estados Unidos: o Oscar. Com a cerimônia se aproximando, o Coisa de Cinéfilo resolveu trazer para seus leitores um especial com os melhores indicados, em algumas categorias. Com esta lógica, este texto vai elencar as produções que mais valem a pena de serem vistas dentro da categoria Melhor Roteiro. Na lista de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada de premiações do audiovisual hollywoodiano está fervendo desde o começo do ano. Dentro deste pacote, está um dos eventos mais esperados pelos fãs do cinema dos Estados Unidos: o Oscar. Com a cerimônia se aproximando, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> resolveu trazer para seus leitores um especial com os melhores indicados, em algumas categorias.</p>
<p>Com esta lógica, este texto vai elencar as produções que mais valem a pena de serem vistas dentro da categoria <em><strong>Melhor Roteiro</strong></em>. Na lista de escolhidos pela Academia é possível encontrar dois prêmios para este elemento, um referente a textos originais e outra para adaptados. Os dois estilos de script serão considerados neste top 5 que você pode conferir descendo a página.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9892" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CYEFM_01748_R_rgb-1600x900-c-default.jpg" alt="Poderia Me Perdoar?" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>5 – Poderia me Perdoar?</strong><br />
Roteirizado por Nicole Holofcener (<em>À Procura do Amor</em>) e pelo estreante Jeff Whitty, o filme, baseado em fatos reais, conta a história da escritora Lee Israel. A artista começou a falir e a não conseguir trabalhar em seu ofício. Por isso, passou a falsificar cartas de atores famosos de Hollywood, forjando mais de 400 missivas. A forma como a narrativa vai revelando traços da personalidade da protagonista, o quê e quem a cerca e como a mesma entra nesta vida de crime é o principal motivo para o longa estar nesta lista. Além disso, com suavidade, Israel é mostrada sem planificações, mas sem buscar, no entanto, algum tipo de redenção para personagem. Pelo contrário, sua acidez e rispidez são exploradas, o que também cria um bom equilíbrio entre o que há de engraçado e deprimente em seu jeito de ser.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9964" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/First-Reformed.jpg" alt="No Coração da Escuridão" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>4 – No Coração da Escuridão</strong><br />
Escrito e dirigido por Paul Schrader, é curiosa a presença do longa nesta lista. Ele não é um filme repleto de diálogos imensos, mas feito de silêncio. E este é o ganho da produção. Todas as tensões, perguntas e respostas são encontradas dentro da ausência da fala. Os olhares, gestos e respirações se fazem bastante presentes e podem direcionar o olhar do espectador para o lugar certo. O principal da trama é: até que ponto o ser humano é sua própria vítima e algoz, tomando decisões prejudiciais, que irão afetar os entes queridos e até o mundo. Além de questões ideológicas, há um clima de mistério e suspense que enriquecem a forma como o enredo é desenvolvido. O que está por vir parece ser sempre uma dúvida ali.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9827" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Crítica-A-Favorita.jpg" alt="a favorita" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>3 – A Favorita</strong><br />
Deborah Davis (O Incrível Hulk) e Tony McNamara (A Grande Virada) roteirizam este duelo entre titãs. Duas primas lutam pela atenção da Rainha da Inglaterra. A dupla não mede esforços para realizar tal intento, sacrificando a honra e a dignidade para isto. A progressão da tensão estabelecida na relação entre as moças e com a rainha, individualmente, pode chamar a atenção por não ser tão linear quanto o de costume. Detalhes vão sendo revelados instantes antes e depois de um algum acontecimento mais forte, intrigando quem assiste. A intimidade e os segredos são postos em ações mais que diálogos. O texto mostra mais da dissimulação de Sarah (Rachel Weisz) e Abigail (Emma Stone) do que suas próprias intenções, que são mais claras em seus atos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9812" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4303242.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="roma" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>2 – Roma</strong><br />
Dirigido e roteirizado por Alfonso Cuarón, <strong>tempo</strong> seria uma palavra que poderia descrever o longa. As ações levam tempo, os sentimentos do espectador e as sensações da protagonista também. Os eventos são por si só impactantes, mas é necessário digeri-los e isto está presente fortemente no enredo de <em>Roma</em>. Seja pela rotina de Cleo (Yalitza Aparicio), a descoberta que ela faz, a vida do lugar que ela trabalha e das pessoas que vivem ali. São muitas dores para serem engolidas velozmente e Cuarón sabe fazer com que elas se dilatem e reverberem depois. A construção da suavidade da personagem principal em contraponto com as coisas terríveis que lhe acontecem dão ganho a isto.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9577" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Infiltrado-na-Klan.jpg" alt="estreias do cinema" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1 – Infiltrado na Klan</strong><br />
Roteirizado pelo quarteto Spike Lee (Febre da Selva), Charlie Wachtel (Obsessão), David Rabinowitz (Harmless) e Kevin Willmott (Chi-Raq), o filme é baseado em fatos reais e narra a trajetória de Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro que consegue se infiltrar na seita Klu Klux Klan, como aponta o título. Ambientado nos anos 1970, o longa é repleto de referências da época. Contudo, o que mais chama a atenção é como os diálogos e as ações conseguem deixar estampado o racismo que está impregnado no cotidiano, desde o velado até o violento. Além disso, a ponte que é feita para a contemporaneidade revela os retrocessos do presente e as marcas da luta do movimento negro. Por fim, um outro elemento que pode ser apontado é a caracterização das personagens. O paralelo entre a idiotização e tolice branca e a luta pela sobrevivência de quem sofre preconceito étnico todos os dias e pode perder a vida por isso.</p>
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		<title>Infiltrado na Klan é o destaque nas estreias desta semana (22/11). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 20:28:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Voz do Silêncio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1978, Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas. Confira a nossa crítica clicando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1978, Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-infiltrado-na-klan/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbOJwWSEUmo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9581" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Parque-do-Inferno-_.jpg" alt="Parque do Inferno" width="610" height="348" /><br />
<strong>Parque do Inferno</strong><br />
<strong>Criador(es):</strong> Gregory Plotkin<br />
<strong>Elenco:</strong> Amy Forsyth, Reign Edwards, Bex Taylor-Klaus</p>
<p>Neste emocionante passeio, a estudante universitária Natalie está visitando sua melhor amiga de infância, Brooke, e sua colega de quarto, Taylor. Se fosse em qualquer outra época do ano, as amigas e seus namorados poderiam ir a um show ou a um bar, mas é Halloween, o que significa que, como todo mundo, eles irão para o Hell Fest &#8211; um parque labiríntico com jogos e brincadeiras que excursiona o país e chegou a cidade do grupo. Todos os anos milhares de pessoas seguem o Hell Fest para experimentar o medo neste macabro parque temático. Para um visitante, Hell Fest não é uma atração – mas sim um campo de caça. Uma oportunidade para matar à vista de uma platéia boquiaberta, envolvida numa atmosfera terrivelmente divertida com uma horrível realidade que se desenrolava diante de seus olhos. Enquanto a contagem de corpos e a excitação frenética das multidões continuam a subir, ele volta seu olhar mascarado para Natalie, Brooke, Taylor e seus namorados, que lutarão para sobreviver. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-parque-do-inferno/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fBEAxFy6WRo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9587" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/0385162.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Refém do Jogo" width="610" height="348" /><br />
<strong>Refém do Jogo</strong><br />
<strong>Criador(es):</strong> Scott Mann<br />
<strong>Elenco:</strong> Dave Bautista, Pierce Brosnan, Julian Cheung</p>
<p>Durante a final de um grande evento esportivo, um grupo de bandidos sequestra um estádio lotado e mantém as pessoas oprimidas por meio da violência. É quando um homem, que durante anos serviu ao serviço militar, usará seus recursos com a ajuda de alguns militantes para salvar a todos. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tyuWhWl_asg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9588" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/4505247.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Voz do Silêncio" width="610" height="348" /><br />
<strong>A Voz do Silêncio</strong><br />
<strong>Criador(es):</strong> André Ristum<br />
<strong>Elenco:</strong> Marieta Severo, Stephanie de Jongh, Arlindo Lopes</p>
<p>Um olhar atento varre a cidade grande e suas pessoas anônimas, que vivem suas vidas em tensão para a sobrevivência, resignados com o destino de cada um. Uma realidade onde os sentimentos e emoções perdem seu significado original consumidos pela urgência de novos valores. Um eclipse lunar pontua as mudanças nas vidas dessas pessoas que compõem um mosaico da cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AkITl0uUDW0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9589" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/020297.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Segredo de Davi" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Segredo de Davi</strong><br />
<strong>Criador(es):</strong> Diego Freitas<br />
<strong>Elenco:</strong> Nicolas Prattes, Neusa Maria Faro, Eucir de Souza</p>
<p>Davi é um tímido estudante de cinema que esconde um passado sombrio. Ao visitar sua vizinha Maria, um instinto esquecido vem à tona e Davi comete o seu primeiro assassinato. Na manhã seguinte, para surpresa de Davi, Maria reaparece em seu apartamento e passa a influenciar o garoto a seguir numa jornada de crimes que revelarão sua verdadeira natureza: a de um serial killer.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pj399S13dXE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Infiltrado na Klan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 21:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Catapultado em Hollywood com <i>Faça a Coisa Certa</i>, Spike Lee foi um dos mais fortes nomes do cinema americano entre o final dos anos de 1980 e início dos anos de 1990, propondo um cinema politicamente implicado com causas que tocavam nas principais questões da comunidade negra estadunidense. Seguiram ao filme de 1989 outros títulos igualmente potentes como <i>Febre da Selva </i>e <i>Malcolm X, </i>mas, de certa maneira, do final dos anos de 1990 para cá, o cinema de Spike Lee parecia menos inspirado e reverberante. Foi preciso um momento político efervescente como esse que atualmente os EUA vive, a era Trump, para Lee voltar a fazer um longa com &#8220;sangue nas veias&#8221;, provocador e cheio de coisa a dizer sobre a sociedade americana. O filme em questão é <i><b>Infiltrado na Klan</b></i>.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, uma dupla de policiais interpretada por John David Washington e Adam Driver se infiltra na Ku Klux Klan e no panteras negras a fim de neutralizar ações potencialmente violentas do primeiro grupo. Cada vez que os dois se envolvem nas atividades de suas lideranças, sobretudo da Ku Klux Klan, o perigo aumenta, mas também revelações sobre o &#8220;cabeça&#8221; David Duke tornam-se ainda mais valiosas para as investigações policiais.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9578" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/InfiltradoNaKlan.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Extremamente irônico na maneira como trata o grupo supremacista branco, <i>Infiltrado na Klan </i>é um filme que se apropria do humor como ferramenta para tratar de temas sérios, feridas sociais que perduram até hoje na sociedade americana: o preconceito legitimado por teorias e discursos sem o menor fundamento científico, histórico. Nesse sentido, mais do que proporcionar o riso como efeito, o humor de <i>Infiltrado na Klan </i>representa o olhar crítico mordaz de Lee para o racismo e a maneira como ele é fomentado na ignorância, pela comodidade ideológica de se manter os olhos fechados para certas questões. O filme de Spike Lee é ainda mais interessante quando o diretor estabelece uma ponte com a América contemporânea no seu impactante desfecho, evidenciando o retrato de um país sempre invertido e cuja história é marcada pelo sangue de uma parte da sociedade ainda marginalizada.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com um elenco afiado encabeçado pelo jovem John David Washington, cria de Denzel Washington, <i>Infiltrado na Klan </i>é o retorno de Spike Lee à sua melhor forma, evidenciando que a falta de consciência sobre os efeitos do preconceito a longo prazo acaba sendo inspirador para a arte. Infelizmente, as expressões artísticas passam por esse ciclo, talvez para reforçar sua urgência como instância crítica, registro social e experiência libertadora da cada vez mais complicada vivência humana.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbOJwWSEUmo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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