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	<title>Arquivos Indya Moore - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Aquaman 2 &#8211; O Reino Perdido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 12:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A estreia de Aquaman 2: O Reino Perdido anuncia o fim do Universo Estendido da DC (DCEU) como conhecemos. O longa-metragem passou por inúmeros reajustes por conta disso e de outras questões de produção &#8211; como a pandemia, os resultados negativos de outros longas recentes do DCEU ou o julgamento entre Amber Heard, que interpreta Mera, e seu ex-marido Johnny Depp. As polêmicas que envolveram o novo filme de James Wan (Maligno, de 2021) preocuparam os fãs quanto a qualidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estreia de <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> anuncia o fim do Universo Estendido da DC (DCEU) como conhecemos. O longa-metragem passou por inúmeros reajustes por conta disso e de outras questões de produção &#8211; como a pandemia, os resultados negativos de outros longas recentes do DCEU ou o julgamento entre Amber Heard, que interpreta Mera, e seu ex-marido Johnny Depp. As polêmicas que envolveram o novo filme de James Wan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-maligno/"><em>Maligno</em></a>, de 2021) preocuparam os fãs quanto a qualidade do que seria apresentado, especialmente quando se pensa que o longa inaugural do rei de Atlântida foi um sucesso. O resultado, no entanto, é surpreendentemente positivo.</p>
<p>Indo em contramão da expectativa de todos, o novo projeto sobre o tritão mais conhecido dos quadrinhos é coeso, divertido e encerra bem o seu arco narrativo iniciado em 2018. Wan consegue imprimir mais uma vez a sua marca como diretor num projeto onde tudo parecia caminhar para o precipício. A eficiente direção do cineasta, no entanto, além do seu conhecimento e apropriação do universo narrativo, parecem ter ajudado a manter <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> sob suas rédeas, resultando numa despedida de qualidade &#8211; tanto para o DCEU quanto para o Aquaman de Jason Momoa (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-10/"><em>Velozes e Furiosos 10</em></a>, de 2023).</p>
<p>Mais uma vez o reino de Atlântida se vê atacado pela superfície. Os problemas climáticos estão afetando o povo do reino submerso, que culpam os humanos pela destruição de seu povo. Arthur Curry, também conhecido como Aquaman (Jason Momoa), descobre, contudo, que seu antigo inimigo, Manta Negra (Yahya Abdul-Mateen II), é o verdadeiro responsável por essa destruição. Para impedir que o vilão destrua Atlântida e todo o restante da Terra, Arthur precisará pedir ajuda do seu meio-irmão e antigo rival, Orm (Patrick Wilson), para salvar o reino dos mares e a civilização terrestre.</p>
<p>A própria história desenvolvida por David Leslie Johnson-McGoldrick (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-invocacao-do-mal-3-a-ordem-do-demonio/"><em>Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio</em></a>, de 2021) se atém a concluir os arcos iniciados e desenvolvidos no primeiro longa do super herói. A busca pelo equilíbrio entre ser meio humano e meio atlantiano, as dificuldades em reinar, a vingança do inimigo do primeiro filme e, principalmente, a ligação com a família. Os temas centrais de <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> são esses e eles são mais do que suficientes para motivarem uma nova produção de quase 2h.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17596" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-750x500.jpg" alt="Aquaman 2 - O Reino Perdido" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Essa coerência tanto no estilo, na estética e narrativa são os pontos mais fortes do longa. na verdade, essas escolhas acertadas são a justificativa para um filme que tinha tudo para dar errado, ter chegado num resultado tão positivo. O equilíbrio entre entender que essa narrativa precisava acontecer por conta dos fãs e para fechar o arco narrativo com Momoa e Wan e as reestruturações da produção agora que não vai ter continuidade a esta linha temporal/narrativa do DCEU foram fundamentais para amarrar a obra. É dessa forma que <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> chega ao público. Certo de si e sem dúvidas sobre o que queria ter sido.</p>
<p>Além da coesão na equipe técnica e de produção do longa, o elenco mais uma vez retorna para casa. É possível sentir a proximidade e a ligação entre os atores e atrizes em cena. <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> soa como uma despedida o tempo todo. Mas isso não é negativo ou exagerado, é apenas a sensação da certeza de que eles estão vivendo o melhor que podem nos momentos finais dessa caminhada.</p>
<p>O projeto não perde a diversão em suas falas, especialmente no que diz respeito a interação entre Momoa e Patrick Wilson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moonfall-ameaca-lunar/"><em>Moonfall – Ameaça Lunar</em></a>, de 2022), e nem a originalidade de Wan, ainda mais quando ele consegue inserir elementos mais sombrios e próximos do universo de terror que ele tanto gosta. Graças a essa clara sintonia entre equipe, produtores executivos e elenco, <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> é um feliz surpresa aos fãs. Seja para aproveitar os cinemas no fim de ano ou para fechar de forma positiva o DCEU, o novo filme do tritão é a melhor forma de dizer adeus ao antigo Universo Estentido da DC.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Wan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jason Momoa, Indya Moore, Ben Affleck, Patrick Wilson, Amber Heard, Willem Dafoe, Yahya Abdul-Mateen II, Ricardo Molina, Nicole Kidman, Dolph Lundgren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rPBjB65NV_c?si=2ctnHwRYBuK-Sz14" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Queen &#038; Slim (Google Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 16:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após se envolverem na morte de um policial branco, Angela Johnson e Ernest Hines se veem obrigados a sair pelas estradas dos EUA como dois foras-da-lei. Ao mesmo tempo em que são tratados como criminosos pela mídia branca do país, a comunidade negra passa a abraçar o casal, que estava no seu primeiro encontro após se conhecerem pelo Tinder, como símbolo da resistência contra a opressão pelas autoridades. A premissa de Queen &#38; Slim, dirigido por Melina Matsoukas e roteirizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após se envolverem na morte de um policial branco, Angela Johnson e Ernest Hines se veem obrigados a sair pelas estradas dos EUA como dois foras-da-lei. Ao mesmo tempo em que são tratados como criminosos pela mídia branca do país, a comunidade negra passa a abraçar o casal, que estava no seu primeiro encontro após se conhecerem pelo Tinder, como símbolo da resistência contra a opressão pelas autoridades.</p>
<p>A premissa de <em><strong>Queen &amp; Slim</strong></em>, dirigido por Melina Matsoukas e roteirizado por Lena Waithe reativa na nossa memória cinéfila a história de <em>Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas</em>, longa de 1967 protagonizado por Faye Dunaway e Warren Beatty e dirigido por Arthur Penn. As semelhanças são sensíveis e <em>Queen &amp; Slim</em> faz isso de maneira intencional para dimensionar o racismo nos EUA e o sentimento de coação da comunidade, sobretudo em suas relações com instituições punitivas e julgadoras, como a mídia, a polícia e o sistema judiciário.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13101" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim.jpg" alt="Queen &amp; Slim, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Matsoukas faz um belíssimo road movie que mistura elementos de crítica social com romance de maneira vibrante, sobretudo porque conta com uma dupla de atores como Daniel Kaluuya (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Corra!</em></a>)e Jodie Turner-Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-demonio-de-neon/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Demônio de Neon</em></a>), em completa sinergia na tela, algo fundamental para o êxito de uma história calcada em um casal formado por indivíduos de personalidades complementares e opostas. Kaluuya confere inexperiência, sensibilidade e doçura a um rapaz que de repente se transforma aos olhos de todo o país nas figuras extremas de herói e bandido. Já Jodie Turner-Smith tem uma presença dominante em cena ao interpretar a advogada segura, durona e de pensamento ágil que toma as rédeas da situação na maioria das vezes. Conforme essa relação vai evoluindo e é atravessada pela adrenalina da circunstância de fuga da polícia, um parece se beneficiar dos traços do outro empreendendo uma linda jornada de humanização e de senso de causa.</p>
<p><em><strong>Queen &amp; Slim</strong></em> é um longa delicioso de assistir. Comprometido com a sua causa e seu discurso incisivo sobre questões sociais, é uma história com identidade e que consegue enlaçar o público sobretudo pela sua dupla talentosa de protagonistas. Com uma premissa simples e um quadro de referências aparentemente batido. Melina Matsoukas faz um filme cheio de personalidade, que consegue ser duro e clínico sobre a realidade, mas que consegue encontrar afeto no meio da sua superfície áspera.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Melina Matsoukas<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Kaluuya, Jodie Turner-Smith, Bokeem Woodbine, Flea, Chloe Sevigny, Sturgill Simpson, Indya Moore, Benito Martinez, Jahi Di&#8217;Allo Winston</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/flX1iAEy6XU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-queen-slim-google-play/">Dica do Dia: Queen &#038; Slim (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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