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	<title>Arquivos Histórias Assustadoras para Contar no Escuro - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Histórias Assustadoras para Contar no Escuro - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Simonal é o destaque nas estreias do cinema esta semana (08/08). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 15:39:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Simonal Direção: Leonardo Domingues Elenco: Fabrício Boliveira, Ísis Valverde, Leandro Hassum O filme conta a história de Wilson Simonal, o cantor que saiu da pobreza e comandou as maiores plateias do Brasil. Dotado de um recurso vocal assombroso e domínio de palco excepcional, Simonal consegue transformar suas inseguranças da infância em grandes conquistas na idade adulta. Uma vez no topo, passa a se sentir invencível: exibe a sua riqueza e gosto por carrões e mulheres; faz propaganda de multinacionais; e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/simonal-e-o-destaque-nas-estreias-do-cinema-esta-semana-08-08-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Simonal é o destaque nas estreias do cinema esta semana (08/08). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Simonal</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Leonardo Domingues<br />
<strong>Elenco:</strong> Fabrício Boliveira, Ísis Valverde, Leandro Hassum</p>
<p>O filme conta a história de Wilson Simonal, o cantor que saiu da pobreza e comandou as maiores plateias do Brasil. Dotado de um recurso vocal assombroso e domínio de palco excepcional, Simonal consegue transformar suas inseguranças da infância em grandes conquistas na idade adulta. Uma vez no topo, passa a se sentir invencível: exibe a sua riqueza e gosto por carrões e mulheres; faz propaganda de multinacionais; e se recusa a defender um discurso engajado contra a ditadura. Até que resolve ameaçar seu contador quando se vê com problemas financeiros, graças a seus gastos descontrolados, e acaba vendo seu nome envolvido com o Dops. Começa então a derrocada de uma das maiores vozes que o Brasil já ouviu. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-simonal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9zZw9-9UTx0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11065" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Histórias Assustadoras para Contar no Escuro</strong><br />
<strong>Direção:</strong> André Øvredal<br />
<strong>Elenco:</strong> Zoe Margaret Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush</p>
<p>Baseado nos contos clássicos de terror de Alvin Schwartz e nas ilustrações de Stephen Gammell, o filme se passa em 1968 na cidade de Mill Valley, que há gerações vive nas sombras dos mistérios que cercam a mansão da família Bellows. Foi no porão desta casa que Sarah Bellows, jovem cheia de segredos e rejeitada pelos pais, escreveu um livro com histórias assustadoras. Anos depois, essas histórias começam a se tornar reais quando Stella (Zoe Colletti) e seus amigos se envolvem com seu passado sombrio. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historias-assustadoras-para-contar-no-escuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gRNsXaKNiF4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11058" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3354686.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3354686.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3354686.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3354686.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Rainhas do Crime</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Andrea Berloff<br />
<strong>Elenco:</strong> Melissa McCarthy, Tiffany Haddish, Elisabeth Moss</p>
<p>Nova York, 1978. Com suas casas de penhores, lojas de artigos eróticos e bares de péssima reputação, os 20 quarteirões entre a 8ª avenida e o rio Hudson dominados pela máfia e conhecidos como Hell’s Kitchen nunca foram um bom lugar para se viver. Porém, para Kathy, Ruby e Claire, esposas de mafiosos vividas, respectivamente, por Melissa McCarthy, Tiffany Haddish e Elisabeth Moss, as coisas estão prestes a ficar ainda mais complicadas. Quando seus maridos são presos pelo FBI, elas têm que assumir as rédeas do negócio, cuidando das falcatruas e eliminando a concorrência&#8230; literalmente. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rainhas-do-crime/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2SSlqzdQDhY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11054" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5826039.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5826039.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5826039.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5826039.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Voando Alto</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Andrea Block, Christian Haas<br />
<strong>Elenco:</strong> Cassandra Steen, Josh Keaton, Willem Dafoe</p>
<p>Manou cresce acreditando que ele é uma gaivota como seus pais. Ele se esforça para nadar, pescar e voar como eles, mas não parece muito talentoso. Para o seu grande choque, ele descobre que foi adotado como um filho de uma prole considerada amaldiçoada – as andorinhas. Sua família ainda está ao lado dele, alegando que ele é um pássaro como eles. Especialmente seu irmão gaivota, Luc, o admira. Uma noite Manou não guarda os ovos da comunidade e os entrega aos ratos. As gaivotas estão indignadas e Manou é expulso de casa. Totalmente desapontado, ele sai de casa e tropeça em Parzival, uma ave engraçada que não pode voar, mas acaba se tornando um essencial amigo. Manou descobre o jeito “andorinha de ser” com seus novos amigos Yusuf e Poncho, quando ele esbarra em Kalifa, uma deslumbrante andorinha. De repente, ele é surpreendido por uma paquera, que está acima de todos seus outros problemas. São muitos os obstáculos, como ratos que sequestram ovos e uma grande tempestade que ameaça as gaivotas. Manou está empenhado em salvar os dois &#8211; corajoso como uma gaivota e inventivo como uma andorinha. Confira a nossa crítica <em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-voando-alto-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clicando aqui</strong></a></em>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-esaxKEdW1I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11072" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4138200.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4138200.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4138200.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4138200.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Meu Amigo Enzo</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Simon Curtis<br />
<strong>Elenco:</strong> Milo Ventimiglia, Amanda Seyfried, Martin Donovan</p>
<p>Baseado no premiado romance de Garth Stein, “Meu Amigo Enzo” (&#8220;The Art of Racing in the Rain&#8221;) é uma história emocionante narrada por um cão espirituoso e filosófico chamado Enzo (dublado por Kevin Costner). Através de seu vínculo com seu dono Denny Swift (Milo Ventimiglia), um aspirante a piloto de corridas de Formula 1, Enzo ganha uma visão profunda e divertida da condição humana e entende que as técnicas necessárias na pista de corrida também podem ser usadas para passar com sucesso pela jornada da vida. O filme segue Denny e os amores de sua vida &#8211; sua esposa Eve (Amanda Seyfried), sua jovem filha Zoe (Ryan Kiera Armstrong) e, finalmente, seu verdadeiro melhor amigo, Enzo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oLoGfP5PCPk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11071" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2816322.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2816322.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2816322.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2816322.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Mulheres Armadas, Homens na Lata</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Allan Mauduit<br />
<strong>Elenco:</strong> Cécile de France, Yolande Moreau, Audrey Lamy</p>
<p>Unidas pelo assassinato acidental do patrão abusivo, as funcionárias da fábrica de atum enlatado Sandra, Marilyn e Nadine encontram uma mala cheia de dinheiro no corpo do defunto. As três estão desesperadamente precisando de grana, e decidem roubar o dinheiro e se livrar do cadáver, enlatando-o. O que poderia ter sido um plano perfeito, transforma-se em uma terrível confusão, quando os gangsters donos do dinheiro aparecem, e as latas contendo os restos mortais são entregues a uma instituição de caridade para distribuição.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CN0NhuzGKfA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11070" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0560777.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0560777.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0560777.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0560777.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Vermelho Sol</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Benjamín Naishtat<br />
<strong>Elenco:</strong> Dario Grandinetti, Andrea Frigerio, Alfredo Castro</p>
<p>Em meados da década de 1970, uma onda de violência política sem precedentes começa a se desenrolar na Argentina. Isso, no entanto, parece ter pouco efeito em uma pequena cidade rural onde Claudio, um advogado bem conhecido, leva uma vida tranquila com sua família. O curso normal das coisas é interrompido quando Dario entra em uma discussão acalorada que fica fora de controle.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WqKyedjVUjc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11073" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0403723.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0403723.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0403723.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/0403723.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Retrato do Amor</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Ritesh Batra<br />
<strong>Elenco:</strong> Nawazuddin Siddiqui, Sanya Malhotra, Abdul Quadir Amin</p>
<p>Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um determinado fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua mulher durante algum tempo. Apesar da relutância, ela aceita a proposta e os dois desenvolvem um laço totalmente inesperado que os muda de maneiras antes inimagináveis.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TpAd0foGGwo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Histórias Assustadoras para Contar no Escuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 14:50:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sétima arte frequentemente bebe da literatura para criar imagens inspiradas ou baseadas em grandes obras. Dessa vez, o autor prestigiado foi Alvin Schwartz e seu conhecido livro de contos de terror que marcou os leitores dos anos 1980. A primeira série de histórias assustadoras foi publicada em 1981 e agora, 38 anos após a inauguração desse universo criado por Schwartz, a Lionsgate entrega ao público um longa-metragem baseado nos contos do livro Histórias Assustadoras para Contar no Escuro. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sétima arte frequentemente bebe da literatura para criar imagens inspiradas ou baseadas em grandes obras. Dessa vez, o autor prestigiado foi Alvin Schwartz e seu conhecido livro de contos de terror que marcou os leitores dos anos 1980. A primeira série de histórias assustadoras foi publicada em 1981 e agora, 38 anos após a inauguração desse universo criado por Schwartz, a <em>Lionsgate</em> entrega ao público um longa-metragem baseado nos contos do livro Histórias Assustadoras para Contar no Escuro. O filme, produzido pelo mestre da ficção gótica Guillermo del Toro (<em>O Labirinto do Fauno</em>, de 2006, e <em>A Forma da Água</em>, de 2017), chega aos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (8).</p>
<p>Uma das características mais marcantes da produção é a sua atmosfera. Por mais que a trama seja morna em sustos e tenha um tom mais infanto-juvenil, a narrativa não perde em nenhum momento o seu clima de horror. A experiência leva o público a se sentir constantemente envolto numa névoa de apreensão e repulsa. Ao longo do filme, o espectador é apresentado ao cotidiano de jovens e seus maiores temores. As lendas urbanas, que tanto movem a literatura e cultural locais de todos os países, entram em cena como personagem principal da película. Tudo isso aliado ao seu estilo – o qual remete imediatamente a outras produções como as histórias em quadrinhos <em>Goosebumps</em> e Contos da Cripta – torna <em><strong>Histórias Assustadoras para Contar no Escuro</strong></em> uma obra de terror bem elaborada, a qual aflora e instiga as pessoas através de uma perspectiva que foge do comum.</p>
<p>Numa cidade do interior tomada por eventos macabros e lendas urbanas, um grupo de jovens acaba por despertar o mal que estava adormecido num livro de histórias de terror. Desde então, os adolescentes viram suas vidas em jogo graças aos contos que começaram a se tornar realidade, onde cada um deles seria caçado por seus maiores temores. O único jeito de resolver o dilema do livro e salvar as suas vidas é entendendo a verdade por trás da maior lenda da cidade: Sarah Bellows.</p>
<p>Apesar do roteiro ter sido escrito por muitas mãos, o resultado final é satisfatório. O clima das cenas, os toques de tensão, a costura dos contos e, principalmente, as histórias escolhidas foram fundamentais para gerar um produto final de qualidade. Os irmãos Dan e Kevin Hageman foram capazes de entregar uma experiência de terror diferente e criativa. A cada conto que se concretizava, a narrativa crescia e, consequentemente, as personagens principais chegavam mais parte do seu limite. Um outro fator de destaque para a produção é a maneira como o longa é um produto tão familiar ao produtor e, também, um dos idealizadores da história que gerou a adaptação do filme. A chancela de qualidade de del Toro aparece no estilo do projeto como um todo – em especial na visualidade dos monstros.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11065" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2647490.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Talvez o fator mais apelativo e instigante de toda a produção sejam suas criaturas. Não por faltar algo nos outros setores da produção, mas porque os monstros falam muito sobre a obra. A idealização e caracterização de cada um dos terrores do livro de Sarah Bellows é extremamente criativa e bem executada nos mínimos detalhes. E esses “medos ambulantes” falam por si só. A carga que cada um deles trás às cenas ou a forma como eles complementam a história das personagens salva qualquer tipo de crítica ao desenvolvimento clichê do problema central da narrativa. As criaturas conseguem te causar calafrios só por estarem imóveis em sua frente, elas são uma perfeita expressão dos pesadelos mais reais (e estranhamente terríveis) de qualquer pessoa.</p>
<p>O diretor André Øvredal cumpri seu papel com a proposta de <strong><em>Scary Stories to Tell in the Dark</em></strong> (título original). A produção se mostra um trabalho mais acessível a um público mais jovem – diferente de outros filmes do diretor – e, ainda assim, ele mostra a sua identidade de trabalho. Assim como em <em>A Autópsia</em> (2016), Øvredal prova a sua singularidade ao pensar e comandar uma obra de horror. A sua condução e escolhas de filmagem é muito cuidadosa. O olhar dele sob cada uma das partes e a melhor forma de executá-las é um expressivo quando se assiste ao filme. As mudanças e os nuances de cada ponto de vista das personagens ou até o encaixe entre a descrição das histórias e o ângulo de filmagem conversam bem.</p>
<p>O elenco contribui para a expressividade de todo esse conjunto. A escolha dos atores foi muito acertada. Em especial nos confrontos entre a personagem e seu monstro, cada dinâmica de cena funciona como uma provação do protagonista daquele momento – e todos os executam bem. A carga emocional e de tensão desses encontros é o que faz <strong><em>Histórias Assustadoras</em></strong> valer a pena.</p>
<p>O longa, dessa forma, cumpre seus papéis como obra de terror e adaptação sem nenhuma queixa. Talvez o público ache que falta algo, onde possivelmente essa impressão se refira a potência do medo – ou, para a maior parte das pessoas, susto. Contudo, a escolha da produção em ser um filme mais infantil torna isso apenas uma dosagem do potencial claro que a narrativa tem. Se existir uma possibilidade de a produção continuar com os outros contos e, o estúdio quiser intensificar as possibilidades e potencialidades da sua obra, eles o farão sem problema nenhum. Existe margem e talento para tal feito, afinal <strong><em>Scary Stories</em></strong> é um ótimo conjunto de contos de horror.</p>
<p><strong>Direção:</strong> André Øvredal<br />
<strong>Elenco:</strong> Zoe Margaret Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Gil Bellows, Dean Norris, Lorraine Toussaint</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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