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	<title>Arquivos Harrison Ford - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Harrison Ford - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Indiana Jones e a Relíquia do Destino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 23:53:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novas produções de estúdios como Walt Disney, Warner Brothers, Universal e Paramount têm destinado sua atenção para o sentimento de nostalgia. Essa é a palavra de ordem dos últimos anos nos principais longas-metragens que chegam aos cinemas. Quando o assunto é franquia, as grandes empresas hollywoodianas mergulham ainda mais fundo nesse mote e apostam suas fichas &#8211; de forma cega, algumas vezes &#8211; em produções nostálgicas. A decisão pode resultar em desastres financeiros, como vimos com a franquia Animais Fantásticos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Novas produções de estúdios como Walt Disney, Warner Brothers, Universal e Paramount têm destinado sua atenção para o sentimento de nostalgia. Essa é a palavra de ordem dos últimos anos nos principais longas-metragens que chegam aos cinemas. Quando o assunto é franquia, as grandes empresas hollywoodianas mergulham ainda mais fundo nesse mote e apostam suas fichas &#8211; de forma cega, algumas vezes &#8211; em produções nostálgicas. A decisão pode resultar em desastres financeiros, como vimos com a franquia <em>Animais Fantásticos (2016-2022)</em> ou no recente <em>Transformers: O Despertar das Feras (2023)</em> . No entanto, existem inúmeros casos que, mesmo sem qualidade, a bilheteria rende, o que faz com que a produção em massa continue, como a mirabolante franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-10/"><em>Velozes e Furiosos</em></a>.</p>
<p>Existem, contudo, raras ocasiões nas quais a qualidade narrativa e de produção dialogam com o retorno financeiro. São os momentos em que o público ganha uma nova história para se orgulhar. Esse é o caso de <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em>. A nova história do arqueólogo mais querido do cinema supera os deslizes de seu antecessor e retoma a nostalgia das aventuras dos anos 1980 e 1990. O longa é capaz de gerar a experiência sensorial de uma boa aventura da Sessão da Tarde vista pela primeira vez. O quinto projeto estrelado por Indy é daqueles que vai mover legiões para as salas de cinema e arrepiar a todos quando a música tema começar a tocar. O filme estreia no Brasil nesta quinta-feira (29).</p>
<p>Recém aposentado da universidade e há anos sem se aventurar numa missão arqueológica, Indiana Jones (Harrison Ford) é retirado à força do seu descanso quando sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge), busca ajuda. A nova empreitada é em volta de um artefato criado por Arquimedes cujos poderes são desconhecidos, mas possivelmente catastróficos. Ao embarcar na jornada, Indy se vê confrontado um inimigo do passado, o físico nazista Dr. Voller (Mads Mikkelsen). Na corrida para deter o plano nefasto do cientista, Helena e Jones precisam reconciliar sua relação na tentativa de desvendar as pistas milenares deixadas por Arquimedes.</p>
<p>Depois da desastrosa recepção do quarto capítulo da franquia, a postergação do deste último projeto e as recentes falhas do estúdio, descobrir que <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> é um ponto fora da curva foi uma vitória para o público. Ainda que não tenha mesma delicadeza dos antecessores dirigidos por Steven Spielberg (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogador-no-1/"><em>Jogador Nº 1</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-fabelmans/"><em>Os Fabelmans</em></a>, de 2022) ou que não tenha o dedo de George Lucas no roteiro, o resultado surpreendentemente positivo vem como um grato presente aos fãs. A sacada que faz esse roteiro dar certo é o tom sóbrio, apesar da excitação com o retorno de Indy às telonas. Existe algo palpável no caminho que a vida do personagem tomou e esse é o maior mérito dos roteiristas Jez Butterworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/"><em>007 Contra Spectre</em></a>, de 2015), John-Henry Butterworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em>Ford vs Ferrari</em></a>, de 2019), David Koepp (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mumia/"><em>A Múmia</em></a>, de 2017) e James Mangold (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/"><em>Logan</em></a>, de 2017).</p>



<figure id="attachment_16856" aria-describedby="caption-attachment-16856" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16856" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-750x500.jpg" alt="Indiana Jones e a Relíquia do Destino (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16856" class="wp-caption-text">Harrison Ford e Phoebe Waller-Bridge em cena de &#8216;Indiana Jones e a Relíquia do Destino&#8217; (2023)</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da ausência de Lucas e Spielberg, Mangold conduz a história com cuidado de quem é fã. Existe um quê spielberguiano nas escolhas das sequências. Mesmo que essas escolhas não tenham sido inocentes e sim um cálculo de produção, o resultado narrativo de <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> funciona. A construção da história é mais robusta e infinitamente mais interessante do que <em>Indiana Jones e a Caveira de Cristal (2008)</em>. Desta vez, a produção soube como amarrar o roteiro e dei conta do tempo de distância entre os filmes. Além disso, o longa ainda é capaz de usar o pano de fundo histórico ao seu favor, como fizeram nos três primeiros filmes da franquia. Tudo isso, com uma aventura que cativa o espectador e o anima durante suas 2h30 de duração.</p>
<p><em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> corre poucos riscos, apesar do excesso de cenas com um CGI de qualidade duvidosa para rejuvenescer os personagens de Harrison Ford (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><i>Blade Runner 2049</i></a>, de 2017) e Mads Mikkelsen (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022). Tirando esse feito sofrível, o restante da produção se sai bem. O retorno de John Williams na trilha, por exemplo, é um presente aos fãs. Da mesma forma que as performances &#8211; em especial do elenco já conhecido pelos fãs -, são o ponto alto da produção. A dinâmica entre Indy e Helena merece um olhar mais atento. A troca em cena entre Ford e Phoebe Waller-Bridge (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><em>007 – Sem Tempo Para Morrer</em></a>, de 2021) torna cada momento ainda mais interessante. Além da dupla, a participação do jovem Ethann Isidore também é uma grata surpresa. E, como já visto em outros projetos, a poderosa presença vilanesca de Mikkelsen é um show à parte.</p>
<p>É compreensível que o lado fã das pessoas questione a produção, mas isso deve mudar para  a maioria uma vez que elas sentem nas poltronas dos cinemas e vejam essa emocionante aventura. Não há nada de mais interessante do que a pura experiência de diversão durante uma sessão, em especial quando o assunto é filme de ação. <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> é, portanto, um prato cheio para todos e todas que se permitirem apreciar essa história cuidadosa. Não é o melhor filme da franquia e nem o mais mirabolante, mas o longa cumpre a sua missão de limpar os erros do passado e focar no futuro &#8211; que é esse aguardado adeus.</p>
<p>Com a estreia do quinto e último capítulo da franquia, a verdadeira despedida de Harrison Ford de um dos principais papéis da sua carreira chegou ao seu momento conclusivo. Com uma produção digna de um adeus a uma das maiores narrativas de aventura do cinema mundial, <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino </strong></em>encerra o legado de Indy de forma triunfal e emocionante. A aposta na nostalgia foi efetiva dessa vez e o resultado será observado na bilheteria que deve vir batendo recordes. Além disso, a experiência de escutar a música tema nos cinemas uma última vez vai arrepiar o público. Se você ama a franquia ou quer curtir uma boa história com emoção, risadas e muita ação, o lançamento da semana é a escolha perfeita para você.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Mangold</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Harrison Ford, Phoebe Waller-Bridge, Antonio Banderas, John Rhys-Davies, Toby Jones, Boyd Holbrook, Ethann Isidore e Mads Mikkelsen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>

<iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/jBPJyOP3N5U?si=dMa9zppEP7Je8KYU" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-indiana-jones-e-a-reliquia-do-destino/">Crítica: Indiana Jones e a Relíquia do Destino</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Blade Runner 2049</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 23:39:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É difícil criar uma continuação com tanta coisa a dizer, marcada por muita personalidade, mas também fidelidade ao original, como Blade Runner 2049, sobretudo quando seu antecessor é um filme como Blade Runner, de 1982, dirigido por Ridley Scott, a partir de um roteiro de Hampton Fancher e David Webb Peoples que adapta um romance de Philip K. Dick. Blade Runner era um sci-fi que fugia dessa urgência de estabelecer franquias seriadas que o cinema de estúdio hoje em dia segue. O filme de 1982 não se prestava à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">É difícil criar uma continuação com tanta coisa a dizer, marcada por muita personalidade, mas também fidelidade ao original, como <i>Blade Runner 2049</i><b>,</b> sobretudo quando seu antecessor é um filme como <i>Blade Runner</i>, de 1982, dirigido por Ridley Scott, a partir de um roteiro de Hampton Fancher e David Webb Peoples que adapta um romance de Philip K. Dick. <i>Blade Runner </i>era um <i>sci-fi </i>que fugia dessa urgência de estabelecer franquias seriadas que o cinema de estúdio hoje em dia segue. O filme de 1982 não se prestava à lógica exclusiva do entretenimento, ainda que fosse um deleite assisti-lo em seu entrecruzamento do <i>sci-fi </i>com o <i>noir</i>, além do escopo filosófico e do apuro estético que por vezes escapam aos filmes do gênero. Com <i>Blade Runner 2049</i>, Hollywood parece ter encontrado no diretor Denis Villeneuve (de <i>A Chegada</i>) o nome certo para investir numa expansão da história iniciada trinta e cinco anos atrás. Villeneuve é um diretor que segue a cartilha daquilo que fora concebido no primeiro filme, mas que também consegue fazer da continuação um autêntico exemplar da sua filmografia até porque o canadense parece pensar em imagens de maneira muito semelhante ao Ridley Scott de <i>Blade Runner</i>.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Blade Runner 2049 </i>se passa trinta anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. No longa, a humanidade está às voltas com os Replicantes quando K, um policial novato interpretado por Ryan Gosling, desenterra um segredo que pode levar tudo ao mais absoluto caos. Na medida em que o caso vai sendo investigado, as pistas levam K ao veterano e recluso Rick Deckard, icônico personagem de Harrison Ford, que anos atrás desaparecera com a Replicante Rachael sem deixar pistas.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8260" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/blade-runner-2049-k-deckard-copertina.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Sobre os temas e direcionamentos filosóficos da história, o roteiro de <i>Blade Runner 2049</i>, co-assinado pelo mesmo Hampton Fancher do original,<i> </i>explora algumas reflexões que o antecessor já havia desenvolvido a respeito do questionamento &#8220;o que é ser humano?&#8221;  e sobre a semente do preconceito social, sobretudo quando adentramos na perspectiva de um Replicante que se torna fundamental para a trama. Na forma, <i>Blade Runner 2049 </i>tem o mesmo tempo e perspectiva para esmiuçar essa questão que o <i>Blade Runner </i>de 1982. À semelhança do que Scott fizera,  Denis Villeneuve parece não ter pressa em revelar todas as camadas da sua trama ao espectador, deixando que o mesmo acompanhe todo o percurso investigativo do seu protagonista, assimilando as informações descobertas e as consequências emocionais das mesmas na jornada pessoal do personagem de Ryan Gosling, que assume em definitivo (e de maneira muito competente) o manto de protagonista da continuação.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Mesmo nas suas cenas de ação, Villeneuve foge da burocrática aceleração rítmica do <i>blockbuster </i>contemporâneo, fazendo com que tudo no filme reverencie em primeiro plano o desenvolvimento do seu protagonista e não a pirotecnia técnica do cinema adolescente ao qual Hollywood tem se curvado nos últimos anos. Com isso, o filme é recheado de personagens interessantes que, mesmo em passagens breves, deixam a sua marca na trama e fazem o personagem de Gosling ir adiante em sua jornada pessoal, como é o caso da sua namorada Joi, vivida pela ótima Ana de Armas, da chefe de polícia Joshi, de Robin Wright, e, claro, de Harrison Ford, interpretando Deckard num outro momento da sua vida.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Para conceber suas imagens, Villeneuve conta com o refinamento estético do diretor de fotografia Roger Deakins, que também, tal qual Jordan Cronenweth de <i>Blade Runner</i>, concebe uma jornada visual fascinante ao espectador. O filme concebe registros imagéticos que aderem à narrativa, sobretudo do ponto de vista psicológico, em cores, elementos cênicos e estímulos sígnicos. O casamento desses dois profissionais (Villeneuve e Deakins) faz com que mesmo possuindo duas horas e quarenta e três minutos de duração, o tempo voe tamanho o fascínio e interesse que <i>Blade Runner 2049 </i>exerce no espectador.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8261" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/10/blade-runner-2049-image.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Esse apreço pelas composições imagéticas em <i>Blade Runner 2049 </i>não é algo inédito na trajetória de  Villeneuve, faz parte do seu cinema, daí a reverência da cinefilia por seus filmes. Particularmente, em <i>Sicario </i>e <i>A Chegada</i>,<i> </i>me soou oras indício de presunção, afetação ou mesmo de inadequação às propostas dos respectivos filmes, algo que não ocorria em longas como <i>Incêndios</i>, <i>Os Suspeitos </i>ou <i>O Homem Duplicado</i>. <i>Blade Runner 2049 </i>parece se encaixar perfeitamente na assinatura do realizador em sua relação com esse cinema polido e milimetricamente calculado plano a plano, o que faz do filme um dos melhores da sua carreira.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A continuação &#8220;tardia&#8221; de <i>Blade Runner </i>prima por aquilo que fez do longa de 1982 um clássico só reconhecido pelo tempo: entender que acima do exibicionismo do poderio técnico do cinema americano, a ficção-científica existe para fazer com que a gente reflita sobre os rumos que a humanidade tomou, está tomando e o que podemos fazer para colocar as coisas nos trilhos. A resposta? Possivelmente um pouquinho mais de humanidade. Com toda a sua tecnologia retrô-futurista, um dos acertos da equipe de direção de arte do longa, mantendo aspectos da identidade do original, <i>Blade Runner 2049 </i>mostra como se dá continuidade a um clássico fazendo uma sequência tão boa quanto o antecessor e como muitas vezes é prudente esperar pela história, pelo momento e pelas pessoas certas para explorar um pouco mais determinados personagens e retornar a universos cinematográficos canonizados.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OEW3gbptBZg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
</div>
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		<title>Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO SPOILERS!!! NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO) Indubitavelmente, Star Wars &#8211; O Despertar da Força é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de Lost e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo Star Trek, um capítulo importante da sua trajetória. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4195" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-kylo-158800-620x331.jpg" alt="star-wars-kylo-158800" width="620" height="331" /></p>
<div>
<p><span style="font-size: xx-large;">ATENÇÃO SPOILERS!!! </span><span style="font-size: x-large;">NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO)</span></p>
</div>
<div>
<p>Indubitavelmente, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de <i>Lost </i>e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo <i>Star Trek,</i> um capítulo importante da sua trajetória. O lançamento era aguardado com expectativas pelo simples motivo de ser <i>Star Wars</i>, praticamente um embrião do <i>blockbuster </i>norte-americano, mas porque <i>O Despertar da Força </i>representava um recomeço para a saga, cuja última trilogia, prequelas conduzidas pessoalmente por George Lucas, resultara em filmes mornos, com histórias previsíveis (afinal, todo mundo que havia assistido <i>Uma Nova Esperança</i>, <i>O Império contra-ataca </i>e <i>O Retorno de Jedi</i> sabia exatamente o destino de Anakin Skywalker). Ambientado 30 anos após o <i>O Retorno de Jedi</i>, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>dialoga muito mais com a vivacidade da trilogia de 1977-1983  do que com a esquecível de 1999-2005 e apresenta uma história nova com elementos e personagens representando trajetórias conhecidas que moldaram as marcas da própria franquia.</p>
</div>
<div> O filme traz o surgimento de uma nova ameaça, a Primeira Ordem, uma organização que visa destruir a República e estabelecer um novo caos na galáxia. Orquestrada pelo Líder Supremo Snooke e por seus comandados diretos Kylo Ren e General Hux, a Primeira Ordem está em busca de um mapa que os levará a localização de Luke Skywalker, considerado uma ameaça por ser o último Jedi vivo que se tem notícia. O paradeiro de Skywalker é mantido em segredo pelo robô BB-8, que por sua vez conta com a ajuda de uma jovem sucateira do planeta Jaku,  a catadora de sucatas Rey. Com a ajuda de um stormtrooper desertor da Primeira Ordem chamado Finn, Rey assumirá a missão de levar BB-8 de volta para a República antes que ele caia nas mãos de Snooke e companhia.</div>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/swtfareybb8_large-620x329.jpg" alt="swtfareybb8_large" width="620" height="329" /></p>
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<p>Não existe grandes rupturas com o tom e a trajetória da primeira trilogia <i>Star Wars </i>em <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</i>. A jornada e a função dos seus novos personagens são basicamente as mesmas daquelas exercidas por Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo e Darth Vader na trilogia de 1977-1983, o que não é um demérito para o novo filme da saga, pelo contrário. Firmando <i>Star Wars </i>como uma grande saga familiar lastreada basicamente pela mitológica disputa entre o bem e o mal e pela ascensão da figura de um herói vindo do lugar mais improvável, <i>O Despertar da Força </i>revive os passos que fizeram George Lucas cimentar a saga como um fenômeno da cultura pop de maneira muito mais eficiente e vibrante do que o próprio criador da franquia no pálido <i>prequel</i> de 1999-2005, composto por <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>, que se enquadram muito mais como um mimo de Lucas e cia. aos fãs ardorosos da série cinematográfica do que uma história com urgência de ser contada. Tudo em <i>O Despertar da Força </i>é crível, tem textura, forma, dimensão e emoções reais &#8211; em oposição ao <i>prequel </i>de <i>Star Wars </i>sufocado por dezenas de efeitos especiais que deram um tom cartunesco à trilogia dos anos 2000 &#8211; , o que comprova que, talvez, curiosamente, a franquia sempre esteja em boas mãos quando está longe das decisões diretas do seu próprio criador. A exceção de <i>Uma Nova Esperança </i>de 1977, todos os melhores filmes <i>Star Wars </i>não tiveram a direção de George Lucas.</p>
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<p>Um dos grandes acertos de <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>está em conseguir equilibrar a reverência ao passado da franquia com situações e dinâmicas que nos remetem a <i>Uma Nova Esperança </i>e <i>O Império contra-ataca </i> e estabelecer novos rumos para o seu universo. Assim, J.J. Abrams consegue agradar antigos fãs de <i>Star Wars </i>e fidelizar uma nova leva de aficionados pela saga, afinal nos são apresentados personagens que, a despeito de &#8220;respirarem&#8221; as motivações e os &#8220;lugares&#8221; ocupados pelos seus antecessores naquele universo, possuem identidade própria e fôlego para empreender uma nova e intensa jornada pelos próximos anos.</p>
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<p>Diversas decisões tomadas por J.J. Abrams, Lawrence Kasdan e Michael Arndt no roteiro de <i>O Despertar da Força </i>evidenciam os esforços do trio em promover novos rumos para a saga preservando as marcas da trilogia de 1977-1983, o que é bastante interessante. É como se o trio de roteiristas repaginasse a série cinematográfica conservando elementos vitais e que assumem a identidade de <i>Star Wars</i>. Nesse sentido, entender como centro de suas preocupações a jornada de dois desses personagens, a heroína Rey e o vilão Kylo Ren rumo a construção dos seus respectivos mitos, e trazer novamente uma tragédia familiar como elemento propulsor das suas ações e decisões traz para <i>O Despertar da Força </i>um caráter cíclico, ou seja, a noção de que as histórias se repetem pelas gerações.</p>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens.jpg" alt="han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens" width="600" height="373" /></p>
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<p>ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!</p>
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<p>Um dos momentos mais emblemáticos de <i>O Despertar da Força </i>que evidenciam esta oscilação sadia entre o nostálgico e o rejuvenescimento da franquia  é a corajosa decisão que os roteiristas tiveram ao matar um dos personagens mais emblemáticos e queridos de toda a franquia, o Han Solo de Harrison Ford, assassinado pelas mãos do seu próprio filho com Leia, o vilão Kylo Ren. A morte de Han Solo em <i>O Despertar da Força </i>remete à icônica cena em que Darth Vader revela a Luke Skywalker que é o seu pai em <i>O Império contra-ataca</i>, mas também mostra-se como um momento singular para a saga dali em diante e que, por sua gravidade, justifica a formação de conflitos ainda mais severos entre os seus personagens pelos próximos capítulos. A decisão drástica dos roteiristas de <i>O Despertar da Força</i> confirma a natureza perversa de Kylo Ren,  que durante todo o filme sempre esteve em conflito entre a luz e o lado negro da força e que, após o assassinato do pai, parece ter fincado de vez a sua posição no universo. Além disso, mexe drasticamente com a trajetória de diversos personagens traumatizados pelo acontecimento, como Chewbacca, Leia e até mesmo os novatos Finn e Rey, cuja verdadeira filiação não tivemos conhecimento em <i>O Despertar da Força</i>.</p>
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<p>Somado a uma direção eficiente e um primoroso trabalho em seus departamentos técnicos e artísticos, <i>Star Wars </i>conta com um elenco espetacular de jovens atores que se junta a uma velha-guarda encabeçada por Mark Hamill (em breve participação nesse episódio já que o desaparecimento do seu personagem é o mote do filme), Carrie Fisher e Harrison Ford, mais uma vez impagável como Han Solo. A protagonista da nova trilogia é a radiante Daisy Ridley, que consegue fazer de Rey uma jovem marcada pelas dificuldades da sua realidade, mas que não perde a doçura e até mesmo a ingenuidade diante da descoberta de um novo universo. Fica evidente também na performance de Ridley a transformação sofrida pela personagem que, na medida em que a história chega ao seu fim, amadurece e assume seu lugar e sua responsabilidade nesse universo. Na pele do ex-stormtrooper Finn, John Boyega transborda carisma e humanidade sem tornar o seu personagem uma caricatura ambulante. Ao mesmo tempo em que, por diversos momentos, Finn seja utilizado como um alívio cômico do novo filme, Boyega não se esquece que seu personagem possui traumas tão profundos quanto os de Rey a partir do momento em que todas as suas decisões na história são tomadas por um medo de ser punido pela Primeira Ordem, cujo <i>modus operandi </i>ele conhece como nenhum outro. Existem outros personagens interessantes ao longo de <i>O Despertar da Força</i> que podem ser explorados em maior profundidade nos próximos filmes, mas que aqui já demonstram seu potencial através do tom certeiro dos seus atores, como o piloto de X-Wing Poe Dameron do ator Oscar Isaac, a Capitã Phasma de Gwendoline Christie, o General Hux de Domhnall Gleeson e até mesmo os personagens construídos por captura de movimentos dos atores Lupita Nyong&#8217;o e Andy Serkis, Maz Kanata e o Líder Supremo Snooke, respectivamente.</p>
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<p>E a maior prova de que J.J. Abrams conseguiu conservar os já numerosos fãs da série e angariar um novo e jovem grupo de fanáticos por <i>Star Wars </i>está ao final das sessões de <i>O Despertar da Força </i>ou mesmo nas ruas. É perceptível a empolgação de pequenos de diversas faixas etárias quando os créditos finais do novo filme da franquia começam a aparecer. As crianças não param de falar da Rey, do Finn, do Kylo Ren, de Han Solo, do Chewbacca, do BB-8&#8230; Basta entrar também em qualquer loja de brinquedos e ver como meninos e meninas com menos de dez anos de idade estão loucos para ter o próprio sabre de luz, que, por sinal, andam esgotados. Enfim, J.J. Abrams conseguiu mesmo despertar a força de uma franquia que nem mesmo o seu criador foi capaz de respeitar nos monótonos <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>. Amigos e <i>haters</i>, gostem ou não, <i>Star Wars </i>está de volta!</p>
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		<title>Hollywood em polvorosa: Conheça o elenco escalado por J.J.Abrams para o novo Star Wars</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 00:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Harrison Ford]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga Star Wars aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de Lost e diretor da recente saga Star Trek).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia Guerra nas Estrelas no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_706" aria-describedby="caption-attachment-706" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-706  " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg" alt="Star Wars 7" width="600" height="340" /></a><figcaption id="caption-attachment-706" class="wp-caption-text">J.J. Abrams tem sua primeira reunião com o elenco e a equipe de Star Wars 7: Lançamento está previsto para dezembro de 2015. Foto: Badass Digest</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: left;">Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga <em>Star Wars</em> aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de <em>Lost </em>e diretor da recente saga <em>Star Trek</em>).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia <em>Guerra nas Estrelas </em>no seu primeiro encontro.</p>
<p style="text-align: left;">A exceção dos veteranos da trilogia <em>Star Wars </em>da década de 1980, o restante dos atores não tiveram seus respectivos personagens divulgados. Como a notícia vazou ontem, achamos melhor trazer o perfil de cada um desses atores que certamente ouviremos falar pelos próximos anos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Os veteranos</strong></p>
<p><figure id="attachment_707" aria-describedby="caption-attachment-707" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-707 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill-613x400.jpg" alt="Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill" width="613" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-707" class="wp-caption-text">De cima para baixo, da esquerda para a direita: Ford, Fisher e Hamill na década de 1980; seguidos de Peter Mayhew, Anthony Daniels e Kenny Baker com seus personagens na saga.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: left;">Na cronologia da saga, a nova trilogia <em>Star Wars </em>começará após os episódios ocorridos em <em>Star Wars: O Retorno de Jedi</em>, de 1983. Assim, Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford retornarão aos seus icônicos papeis: Luke Skywalker, Princesa Leia e Han Solo. Também retornarão Anthony Daniels, Peter Mayhew e Kenny Baker, atores que deram vida ao androide C3PO, Chewbacca e o robô R2D2, respectivamente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>As novas caras</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-708" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736-620x348.jpg" alt="Oscar Isaac" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Oscar Isaac &#8211; </strong>Nome do momento em Hollywood desde que protagonizou <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum, </em>dos irmãos Coen, que recebeu ótimas resenhas no último Festival de Cannes. A atuação de Isaac como um músico <em>folk </em>&#8220;fracassado&#8221; foi consagrada em algumas premiações, transformando-o em um ator com potencial para ser absorvido rapidamente pela indústria. Antes do filme dos Coen, Isaac já deu as caras em <em>Drive</em> (interpretava o marido problemático da personagem de Carey Mulligan), <em>Robin Hood </em>e <em>W.E. &#8211; O Romance do Século</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-709" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow-620x348.jpg" alt="Max von Sydow" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Max Von Sydow &#8211; </strong>Nova cara na saga <em>Star Wars</em>, mas um velho conhecido dos cinéfilos. O eterno Padre Merrin de <em>O Exorcista </em>brilhou recentemente no ultimo longa do inglês Stephen Daldry, <em>Tão Forte e Tão Perto</em>, pelo qual recebeu uma indicação ao Oscarde melhor ator coadjuvante. O sueco é um dos nomes mais venerados no meio e promote fazer a diferença na nova trilogia com um papel a sua altura. Tem toda a pinta de ser um jedi veterano ou um grande vilão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-710" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis-599x400.jpg" alt="Andy Serkis" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Andy Serkis &#8211; </strong>O homem por trás de Gollum (<em>O Senhor dos Anéis</em>), Kong (<em>King Kong</em>) e César (<em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>) adiciona mais uma grande saga no currículo. Parte da carreira de Serkis &#8211; seus mais conhecidos trabalhos &#8211; foi formada por captura de performances, procedimento no qual o ator  é substituído fisicamente por uma criatura digital. Pode-se dizer que graças a Serkis a &#8220;captura de movimentos&#8221; deixou de ser um procedimento meramente técnico e ganhou uma alma, pois sua performance foi fundamental para entender esses personagens como figuras complexas e expressivas. O que o publico ainda não sabe é se Serkis também será submetido ao mesmo procedimento em <em>Star Wars </em>ou se ele aparecerá em carne e osso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-713" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo-599x400.jpg" alt="Daisy Ridley" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Daisy Ridley &#8211; </strong>Possivelmente a grande aposta do grupo já que deve ter ficado com o papel da jovem protagonista feminina que Abrams tanto procurou em testes e mais testes com outras candidatas. Daisy participou de séries de pouca visibilidade em papéis pequenos, como <em>Casualty</em>, <em>Youngers </em>e <em>Silent Witness</em>. <em>Star Wars </em>é seu projeto mais significativo até o momento. Fiquemos de olho na moça para ver se ela fará jus ao título de musa nerd que as antecessoras da saga, Carrie Fisher e Natalie Portman, carregaram com tanto louvor ao longo das suas respectivas décadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-711" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6-600x400.jpg" alt="Domhall Gleeson" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Domhnall Gleeson &#8211; </strong>Jovem irlandês e  filho do Brendan Gleeson, Domhnall Gleeson fez sua grande aparição nas telonas nos últimos longas da série <em>Harry Potter</em>, <em>As Relíquias da Morte &#8211; Parte 1 </em>e <em>2,</em> como Bill Weasley. Gleeson esteve ainda em <em>Não me Abandone Jamais </em>e <em>Bravura Indômita</em>. Recentemente, protagonizou <em>Questão de Tempo</em>, romance inglês de Richard Curtis, ao lado de Rachel McAdams, e esteve na mais recente adaptação de <em>Anna Karenina, </em>do diretor Joe Wright.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-717" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega-577x400.jpg" alt="John Boyega" width="577" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>John Boyega &#8211; </strong>O jovem ator britânico tem uma carreira recente cujo mais notório trabalho foi a comédia sci-fi <em>Ataque ao Prédio. </em>De lá para cá participou dos episódios de algumas séries como <em>Lei e Ordem</em> e esteve em alguns filmes de pouca expressão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-712" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11-620x376.jpg" alt="Adam Driver" width="620" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Adam Driver &#8211; </strong>Mais conhecido por sua participação na série <em>Girls </em>da HBO, na qual interpreta Adam Sackler, o ator norte-americano coleciona participações em filmes como <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum</em>, <em>Frances Ha, </em><em>Lincoln </em>e <em>J. Edgar</em>. Ou seja, o rapaz tem a aprovação de figuras importantes na indústria como Steven Spielberg e Clint Eastwood. A participação em <em>Star Wars </em>promote ser a cereja do bolo na sua carreira.</p>
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