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	<title>Arquivos Gabriel Leone - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Gabriel Leone - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica O Agente Secreto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 03:57:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de todo o fervor vivido pelo cinema brasileiro no último ano com o sucesso estrondoso, dentro e fora do país, com Ainda Estou Aqui (2024), a estreia do filme do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho eleva essa sensação à máxima potência. O novo longa-metragem do diretor substitui o filme de Walter Salles como a produção nacional mais comentada do momento. O clima de copa do mundo já está criado e a estreia de O Agente Secreto nos cinemas, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de todo o fervor vivido pelo cinema brasileiro no último ano com o sucesso estrondoso, dentro e fora do país, com <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui"><em>Ainda Estou Aqui (2024)</em></a>, a estreia do filme do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho eleva essa sensação à máxima potência. O novo longa-metragem do diretor substitui o filme de Walter Salles como a produção nacional mais comentada do momento. O clima de copa do mundo já está criado e a estreia de <strong><em>O Agente Secreto</em></strong> nos cinemas, que acontece nesta quinta-feira (6), reacende a chama popular da torcida pelo Brasil em uma nova corrida nos maiores prêmios do mundo cinematográfico.</p>
<p>Saído do Festival de Cannes como o filme mais premiado do ano, <strong><em>O Agente Secreto</em></strong> é essencialmente brasileiro até seu último milésimo de segundo e isso é hipnotizante. O ritmo frenético estabelecido por Kleber em seu roteiro e direção empolgam, conduzem e surpreendem o espectador a cada virada de chave em sua narrativa. Como de costume, o cineasta constrói um pastiche de histórias que se cruzam em suas dores, desejos e missões, desenhando a história do Brasil de um determinado período.</p>
<p>Os filmes de Kleber funcionam como uma colcha de retalhos de histórias que se entrelaçam e são costuradas a partir de uma sucessão de fatos inesperados, dolorosamente reais e essencialmente brasileiros  &#8211; e isso não é diferente em <strong><em>O Agente Secreto</em></strong>. No longa, acompanhamos a vida de Marcelo (interpretado por Wagner Moura), que, durante o auge da ditadura militar e seus desmandos no Brasil de 1977, se muda para Recife. Ele vai até a capital pernambucana tentando se esconder de um passado violento, na esperança de encontrar um novo futuro. O que ele encontra lá são, no entanto,  as sombras de seu passado, à espreita, esperando uma oportunidade para dar cabo de sua vida.</p>
<p>Em seu novo <em>thriller</em> político, Kleber remonta a dor e a nostalgia da vida no Brasil da década de 1970. Na mesma medida que <strong><em>O Agente Secreto</em></strong> é capaz de nos arrepiar com os horrores e absurdos da ditadura, o filme nos relembra, em seguida, pelo que tantas pessoas lutaram. O projeto bate bem nessa tecla: que mesmo em tempos de desesperança há sempre com quem contar. E isso vem por meio dos afetos (d)escritos por Kleber em seu roteiro. Talvez esse seja o maior mérito da filmografia do diretor, o equilíbrio entre a sutileza, a paixão e a dor do existir.</p>
<p>Os contextos das perseguições à oposição da ditadura, o cercear a liberdade e o medo do inimigo que literalmente mora ao lado são os grandes fantasmas que acompanham o público durante a sessão. Seja através da ludicidade ou das ironias tão conhecidas nos trabalhos do diretor, <strong><em>O Agente Secreto </em></strong>empolga a cada instante por não sabermos o que pode acontecer. O roteiro de Kleber não é previsível porque ele preza pelo tensionamento dos sentidos. O inesperado é a chave mestra da genialidade de seu roteiro. Ou seja, de tédio não morreremos.</p>
<figure id="attachment_20046" aria-describedby="caption-attachment-20046" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20046" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-750x500.jpg" alt="O Agente Secreto (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/O-Agente-Secreto-3.jpg 1715w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20046" class="wp-caption-text">Wagner Moura em cena de &#8216;O Agente Secreto (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Para além dos louros de Kleber, tanto no roteiro quanto em sua direção, a fotografia, a arte e a montagem do filme pulsam junto com sua narrativa. A direção de arte, comandada por Thales Junqueira (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baby"><em>Baby</em></a>, de 2024), consegue desenhar as texturas, vibrações e os perigos do Brasil na ditadura. Em complemento, a fotografia de Evgenia Alexandrova (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao"><em>Sem Coração</em></a>, de 2023) captura essas imagens e faz com que elas pulsem de forma hipnótica, tornando essa dobradinha de visualidade um primor do filme. Para fechar o resultado visual de <strong><em>O Agente Secreto</em></strong>, a montagem de Eduardo Serrano e Matheus Farias (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau"><em>Bacurau</em></a>, de 2019) tensiona e eleva cada um desses elementos, dando vida à obra de Kleber da melhor forma que o público poderia pedir.</p>
<p>O elenco, como de costume, é um show à parte. Já que o cinema de Kleber é tão fortemente composto por um pastiche de histórias e vidas, seu elenco costuma ser robusto em quantidade e avassalador em potência. Contudo, <strong><em>O Agente Secreto </em></strong>talvez tenha alcançado um novo patamar de <em>casting</em> nas produções do cineasta pernambucano. Parece que cada pessoa foi escolhida a dedo. E cada uma delas tem seu momento de brilhar.</p>
<p>Carlos Francisco, Robério Diógenes, Roney Villela, Alice Carvalho, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Hermila Guedes, Isabél Zuaa, Igor de Araújo, Ítalo Martins, Luciano Chirolli e Udo Kier são alguns dos artistas que vibram em cena e fazem a história ser viva e pulsante. Dois nomes, no entanto, precisam ser comentados à parte. Mesmo com a potência dos nomes anteriores, nada se compara com o magnetismo de dona Tânia Maria e de Wagner Moura (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-guerra-civil"><em>Guerra Civil</em></a>, de 2024) em cena. Não existiria <strong><em>O Agente Secreto </em></strong>sem a força gravitacional que os dois atores geram no espectador.</p>
<p>Dona Tânia tem uma pureza magnética do realismo de sua interpretação que rouba a cena incessantemente. Basta ter segundos de tela que os olhares do público imediatamente recaem sobre sua naturalidade quase infantil. Há uma pureza de liberdade em sua interpretação que faz dela um dos pontos mais altos durante <strong><em>O Agente Secreto</em></strong>. Realmente acredito que a escolha de escalar dona Tânia Maria para o papel de Dona Sebastiana foi tão acertado quanto a escalação de Wagner.</p>
<p>O ator baiano é outra força em cena. Sua interpretação prende o espectador por trazer outra chave, igualmente magnética: a do medo. Wagner carrega em seu olhar um peso, uma dor e um desespero que são palpáveis. Ele entretém o espectador em uma construção de personagem que grita uma profundidade, ainda que ele só demonstre a superfície. E os olhos, como é dito em <em>Scarface (1983)</em>, eles nunca mentem. E Moura, mais uma vez, escancara a suas habilidades interpretativas por demonstrar um turbilhão a partir da sutileza de um olhar.</p>
<p>Com o longa, portanto, o diretor consegue entregar uma narrativa absurdamente coesa, ritmada e surpreendente que passa voando durante seus quase 160 minutos. O filme pode ser o ápice do cinema de Kleber por beber de todos os temas e nuances tão caros à ele ao longo de sua carreira. E isso é feito a partir de uma condução primorosa que merece um pergaminho de elogios e saudações por sua excelência. Não há melhor forma de ver <strong><em>O Agente Secreto </em></strong>a não ser como a epítome do cinema de Kleber Mendonça Filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kleber Mendonça Filho</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Wagner Moura, Carlos Francisco, Tânia Maria, Robério Diógenes, Roney Villela, Alice Carvalho, Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Hermila Guedes, Isabél Zuaa, Thomás Aquino, Laura Lufési, Igor de Araújo, Ítalo Martins, Luciano Chirolli, João Vitor Silva, Licínio Januário e Udo Kier</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/AOBPXs_euPA?si=AUyJM-jQ_dl9TBq7" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Meu Álbum de Amores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 01:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Encerrando a trilogia de Rafael Gomes formada por 45 dias sem você (2018) e Música para morrer de amor (2019) (é batizada de trilogia Corações Sentimentais), Meu Álbum de Amores segue os passos dos demais longas do diretor. No centro do drama está os enlaces amorosos de jovens protagonistas influenciados sobretudo pela música, um elemento predominante no filme através das canções e dos números musicais de um cantor brega dos anos 70 criado pela obra, Odilon Ricardo, vivido pelo ator [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encerrando a trilogia de Rafael Gomes formada por 45 dias sem você (2018) e Música para morrer de amor (2019) (é batizada de trilogia Corações Sentimentais), <em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> segue os passos dos demais longas do diretor. No centro do drama está os enlaces amorosos de jovens protagonistas influenciados sobretudo pela música, um elemento predominante no filme através das canções e dos números musicais de um cantor brega dos anos 70 criado pela obra, Odilon Ricardo, vivido pelo ator Gabriel Leone.</p>
<p><em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> é um musical com composições de Arnaldo Antunes e Odair José, uma parceria que consegue se apropriar muito bem do gênero com canções que parecem saídas dos anos 1970 e que também servem aos temas da jornada do protagonista, o dentista Júlio, vivido também por Leone. O personagem está no meio de uma fossa amorosa pois acaba de romper com a namorada por quem é muito apaixonado e acaba descobrindo que é um filho &#8220;perdido&#8221; do famoso cantor Odilon Ricardo através de um irmão que também desconhecia a filiação. Enquanto vai descobrindo sua origem conversando com antigos amores do pai, revivendo suas canções em karaokês e assistindo a suas entrevistas antigas no YouTube, o rapaz tenta ajustar os problemas do seu relacionamento com a ex, esquecendo de vez esse amor ou partindo para outra história.</p>
<p><strong><em>Meu Álbum de Amores</em></strong> é um filme bastante simpático, flertando com um gênero e elementos do pop que infelizmente ainda são pouco explorados no cinema brasileiro. Gabriel Leone é um protagonista que segura as pontas do longa mesmo quando, por vezes, a história parece andar em círculos com os problemas amorosos do seu personagem. A parceria que o ator tem com Felipe Frazão, que interpreta o seu irmão, é especialmente interessante em uma relação que gradualmente ganha cumplicidade fraternal na tela.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15816" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest.jpg" alt="Meu Álbum de Amores" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa de Rafael Gomes consegue articular muito bem a comédia romântica e a vocação passional do seu protagonista com o contexto musical dos anos de 1970, o fio condutor da história. O roteiro procurar tornar a trama bem amarrada, conferindo uma abordagem linear para o arco de transformação do seu protagonista e procurando sempre justificar cada uma das eventuais questões da sua história. É interessante como o filme dialoga o amadurecimento emocional de Júlio (Leone) não apenas com os números musicais do cantor fictício Odilon Ricardo como também com um certo inventário sentimental do rapaz com a namorada interpretada por Carla Salle, que, ocasionalmente, lhe aparece em um cenário repleto de recordações do casal. O longa de Gomes tem esse mérito de se esforçar para conferir uma condução original às convenções que procura abarcar com sua jornada amorosa de identificação universal.</p>
<p>Não há um enlace fundamental (ou, pelo menos, mais elaborado) para o drama principal do filme, a fossa de amor do protagonista vivido por Gabriel Leone. Como convém ao gênero, lá pelo final do longa, ele enfim consegue conversar com a ex e, depois de tentar preencher a sua falta com relações fugazes e mergulhar na música brega do seu pai, o dentista Júlio consegue seguir em frente. Falta ao longa picos emocionais ou viradas mais drásticas que surpreendam o espectador com alguns desenlaces e mantenham seu interesse pela história. Em dado ponto, a trama fica morna e repetitiva, parece não sair do lugar. No entanto, de maneira geral, <em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> satisfaz e conquista o público. Em sua defesa, o filme tem a seu favor um ator protagonista carismático mesmo quando seu personagem tinha tudo para não ser e uma vocação pop que ainda falta no nosso cinema (precisamos de mais musicais!), resgatando pontualmente o interesse do público pelos desenlaces amorosos que movem a trama quando o roteiro parece não favorecer muito a experiência do espectador.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rafael Gomes</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gabriel Leone, Carla Salle, Felipe Frazão, Olívia Torres, Maria Luisa Mendonça, Laila Garin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/K0Rtz0Es5M8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Eduardo e Mônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 18:14:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2019, os fãs de Legião Urbana são nutridos por uma curiosidade sem tamanho sobre o que seria a tradução de uma das músicas mais conhecidas da banda para os cinemas. Com o lançamento do primeiro trailer do filme, o público pôde ter uma ideia do que estava por vir, mas a antecipação só fez crescer. Com a pandemia do coronavírus, a estreia da produção foi postergada três vezes. No entanto, a espera acabou. Eduardo e Mônica estreia nos cinemas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2019, os fãs de Legião Urbana são nutridos por uma curiosidade sem tamanho sobre o que seria a tradução de uma das músicas mais conhecidas da banda para os cinemas. Com o lançamento do primeiro trailer do filme, o público pôde ter uma ideia do que estava por vir, mas a antecipação só fez crescer. Com a pandemia do coronavírus, a estreia da produção foi postergada três vezes. No entanto, a espera acabou. <b><i>Eduardo e Mônica</i></b> estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (20).</p>
<p>A jornada do casal que dá nome ao longa-metragem é inspirada na música homônima da banda de <i>rock</i> nacional. Não é a primeira vez que uma música de Legião Urbana é adaptada para as telonas; uma versão de <i>Faroeste Caboclo</i> foi lançada em 2013. Enquanto a primeira adaptação é um longa de ação e aventura, <b><i>Eduardo e Mônica</i></b> conta uma história de amor verdadeira, com seus altos e baixos.</p>
<p>Eduardo (Gabriel Leone) é um adolescente pacato de Brasília. Seus passatempos comuns não o levariam a uma festa no meio da semana. Mas, depois de muita insistência de seu amigo Inácio (Victor Lamoglia), ele acabou se esbarrando com Mônica (Alice Braga) no meio desse evento inusitado. O garoto se viu encantado pela garota mais velha e decidiu tentar uma chance com ela. À medida que o casal se aproxima e apaixona, eles descobrem que precisarão enfrentar as diferenças de idade e realidades para conseguir viver seu amor inesperado.</p>
<p>A narrativa constrói sua história durante o período de existência da banda e dos seus maiores <i>hits</i>, os anos 1980. O pano de fundo da década permite que as diferenças de personalidade e vivências se tornem mais evidentes, o que fortalece a narrativa. A história usa as referências da letra da música para construir desde seus diálogos até os confrontos entre os personagens-título. Essas escolhas ajudam a estabelecer para o espectador o que Renato Russo e seus companheirismo de banda quiseram dizer sobre apaixonar-se à primeira vista.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-15077 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md-750x500.jpg" alt="Eduardo e Mônica" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/15322866895b54d6e1a324d_1532286689_3x2_md.jpg 768w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E é sob essa atmosfera que o diretor René Sampaio cria uma história encantadora sobre a canção de Legião Urbana. <b><i>Eduardo e Mônica</i></b> é um filme fiel, porém criativo, na tradução da música. As escolhas de criação imagética e textual são precisas e, apesar de se colocarem no passado, não se deixam defasar com preceitos retrógrados e nem antiquados. Na verdade, o longa é um respiro de realidade em meio ao caos.</p>
<p>Dentre as expectativas sobre a produção, a principal era a da escalação do casal-título. Gabriel Leone (<i>Minha Fama de Mau</i>, de 2018, e <i>Piedade</i>, de 2019) e Alice Braga (<i>Os Novos Mutantes</i>, de 2020, e <i>O Esquadrão Suicida</i>, de 2021) tiveram a desafiadora missão de dar vida a um dos mais conhecidos personagens da música brasileira. No entanto, o desempenho dos atores é excepcional. A maturidade de Alice como atriz se torna sua maior ferramenta para criar a Mônica perfeita. Enquanto isso, Gabriel brinca com as fases de Eduardo, fazendo com que seu personagem cresça exponencialmente.</p>
<p><b><i>Eduardo e Mônica</i></b> é um deleite para os fãs de Legião Urbana. E para aqueles que não são fascinados pela banda ou canção, o filme continua a funcionar como uma comédia romântica agradável. O resultado da parceria Sampaio e Souza, somado à desenvoltura de Braga e Leone, resultam num trabalho certeiro de toda a produção. No fim, o longa é um filme sem barreiras, que está preparado para divertir e encantar todo e qualquer tipo de público &#8211; tudo isso embalado por músicas nacionais e internacionais que marcaram a década de 1980.</p>
<p><strong>Direção: </strong>René Sampaio</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Alice Braga, Gabriel Leone, Juliana Carneiro da Cunha, Otávio Augusto e Victor Lamoglia</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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