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	<title>Arquivos Emma Roberts - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Emma Roberts - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Casamento em Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 15:06:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Casamento em Família chega aos cinemas como uma comédia romântica que traz elenco de peso, recheado de grandes nomes como Diane Keaton (As Rainhas da Torcida), Susan Sarandon (A Despedida), Richard Gere (Norman: Confie em Mim) e William H. Macy (O Quarto de Jack). Para o casal &#8220;principal&#8221;, temos a dupla Emma Roberts (Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras) e Luke Bracey (Até o Último Homem), que já trabalhou anteriormente no gostosinho Amor Com Data Marcada. A ideia começa bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Casamento em Família</strong></em> chega aos cinemas como uma comédia romântica que traz elenco de peso, recheado de grandes nomes como Diane Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/"><em>As Rainhas da Torcida</em></a>), Susan Sarandon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-despedida/"><em>A Despedida</em></a>), Richard Gere (<em>Norman: Confie em Mim</em>) e William H. Macy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-quarto-de-jack/"><em>O Quarto de Jack</em></a>). Para o casal &#8220;principal&#8221;, temos a dupla Emma Roberts (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras</em></a>) e Luke Bracey (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>), que já trabalhou anteriormente no gostosinho <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-com-data-marcada/"><em>Amor Com Data Marcada</em></a>.</p>
<p>A ideia começa bem interessante. Michelle (Roberts) fica frustrada ao tentar pegar o buquê do casamento de sua amiga e ser interpelada pelo namorado, Allen (Bracey), que se atira na frente, impedindo que as flores cheguem em sua mão. Isso acaba dando um clique na garota, que começa a se questionar se ele é, de fato, o homem que ela vai traçar caminhos lado a lado. Ele, por sua vez, fica uma pilha pois não quer perder a garota, mas tampouco acredita no matrimônio.</p>
<p>Paralelo a isso, temos dois casais mais velhos que vivem momentos extra conjugais. Grace (Keaton) está sozinha no cinema quando se depara com um homem, Sam (Macy), aos prantos com o filme, o que a deixa intrigada. Ela vai prestar ajuda e acabam se interessando um pelo outro. Aquela se torna uma noite bem diferente, onde eles quase têm uma relação sexual, mas escolhem viver momentos mais intensos de companheirismo. Do outro lado, temos Howard (Gere) tendo uma epifania de vida na cama, enquanto Monica, sua amante, tenta chamar a sua atenção para conseguir transar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16436" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1.jpeg" alt="Casamento em Família" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A premissa é ótima e nos faz crer que vamos caminhar por lugares divertidos, uma vez que os três casais começam a se conectar. No entanto, de alguma forma, o roteiro de <em><strong>Casamento em Família</strong></em> deixa tudo tão morno que é frustração em cima de frustração. Os personagens evoluem muito pouco e acabam sendo caricatos demais. Não há aprofundamento na história de ninguém e temos muita dificuldade em definir quem são os protagonistas da história, mas não de uma maneira boa (tem filme que consegue fazer isso formidavelmente). Navegamos num marasmo cheio de potencial, o que acaba nos causando ainda mais frustração.</p>
<p>Por outro lado, temos uma sensação de repetição de personagens. A própria Emma Roberts e o Luke Bracey fizeram um par romântico que não se entendia há menos de dois anos. Richard Gere como mais um bonitão de terceira idade em crise. Susan Sarandon debochada e com o sex appeal lá em cima. Mas para mim, a pior é Diane Keaton. E entenda: adoro ela e acho uma ótima atriz. Porém, não aguento mais ver os mesmo personagens há anos. Sempre uma mãe de família em crise, com casamentos envolvidos na história, usando gola rolê, casacos xadrez e calças skinny. A sensação que eu tenho é que ela usa o mesmo figurino para as personagens HÁ ANOS. Se colocar um frame deste filme e de <em>Tudo em Família</em>, que tem 18 anos de lançamento, não saberíamos diferenciar qual é qual.</p>
<p>Frustração após frustração, <em><strong>Casamento em Família</strong></em> simplesmente acaba quando começa a pegar um ritmo mais promissor. Temos finalmente um ápice, mas ele é interrompido logo na sequência com o fim do filme. Talvez uns 40 minutos a mais conseguissem mudar o rumo desta narrativa. No entanto, o que ficou foi um longa muito pouco memorável, pobre em romance, pobre em comédia, que só nos deixa apenas com atores incríveis e dinâmicas razoáveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Jacobs</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Emma Roberts, Luke Bracey, Diane Keaton, Susan Sarandon, Richard Gere, William H. Macy</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Hlm7Rv8wIvg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Amor Com Data Marcada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 23:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amor com data marcada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme de Natal não precisa ser necessariamente bom, formalmente falando. Muitas vezes, o espectador senta para ver algo justamente por querer ver todos os clichês de produções de final de ano. O que uma obra do gênero precisa ser é divertida! Se ela não cumpre esta função, seja por não ser o seu objetivo ou por incompetência, ela precisa entregar uma realização eficiente. Este não é o caso aqui em Amor Com Data Marcada, pois nenhum dos dois é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme de Natal não precisa ser necessariamente bom, formalmente falando. Muitas vezes, o espectador senta para ver algo justamente por querer ver todos os clichês de produções de final de ano. O que uma obra do gênero precisa ser é divertida! Se ela não cumpre esta função, seja por não ser o seu objetivo ou por incompetência, ela precisa entregar uma realização eficiente. Este não é o caso aqui em <em><strong>Amor Com Data Marcada</strong></em>, pois nenhum dos dois é feito e este é mais um equívoco da Netflix.</p>
<p>A começar pela movimentação de câmera desesperada para parecer <em>cool</em>. Numa tentativa de tornar o longa mais dinâmico, diversas sequências contam com panorâmicas exageradas que acabam por tirar o espectador da história. Em uma cena, por exemplo, na qual a protagonista, Sloane (Emma Roberts, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras</em></a>), conversa com as amigas sobre sua vida amorosa, são tantos giros que quem assiste pode até ficar tonto. Estes recursos aqui utilizados interferem no ritmo, pois isto acaba desequilibrando a sua velocidade, provocando cansaço. Além disso, foco do que seria importante, a própria história é retirado.</p>
<p>Contudo, o enredo também não ajuda muito. Procurando trazer uma comédia temática, onde o par romântico da trama se encontra sempre em feriados, o público é ofertado com pinceladas destes dias deles. No entanto, o acaba acontecendo é que a conexão com o <em>ship</em> não se estabelece. Falta algum tipo de aprofundamento na relação da dupla ou, talvez, um maior tempo de tela deles ou, ainda, uma costura mais bem realizada a cada mudança de época do ano. Com a sensação de que se está vendo várias esquetes soltas, quando o desfecho chega, os sentimentos de Sloane e Jackson (Luke Bracey, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>) parecem desmedidos. Não há uma progressão ou marcas na construção das vivências deles que possam beneficiar a narrativa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13475" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Amor Com Data Marcada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/11/3192681.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Este suporte necessário aqui poderia vir das personagens coadjuvantes. Como o filme é uma comédia romântica, geralmente, é esperado que o casal principal tenha amigos engraçados, que levantem a dinâmica de comicidade e sejam a maior parte dos respiros. No entanto, os acompanhantes de Sloane e Jackson são sem graça e facilmente esquecidos. Isto não acontece por falta de talento, nomes como Jessica Capshaw (<em>O Dia do Terror</em>), Frances Fisher (<em>Titanic</em>) e Kristin Chenoweth (<em>Um Natal Brilhante</em>) estão presentes no elenco.</p>
<p>O que acontece aqui é o mesmo problema da trajetória dos mocinhos principais. Não são criados bons ganchos, as premissas de conflito não se sustentam e se esgotam com facilidade. Sem conseguir cumprir a sua função, <strong><em>Amor com Data Marcada</em></strong> não é uma boa pedida para quem gosta de maratonas natalinas. Bom, ou para quem não gosta de perder tempo. Sem criar nada de novo ou se utilizar dos padrões para contar uma boa história, ele é esquecível e entediante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> John Whitesell</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Emma Roberts, Luke Bracey, Kristin Chenoweth, Frances Fisher, Jessica Capshaw, Andrew Bachelor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iKv4NLomON4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 15:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos filmes em cartaz nos cinemas em 2016, Nerve: Um Jogo sem Regras é o que tem a trama mais atual. No longa, através de um aplicativo chamado Nerve, os personagens entram em um jogo nos moldes &#8220;verdade ou consequência&#8221; (sem a verdade) no qual o usuário opta por ser jogador ou observador e caso escolha a primeira opção terá que cumprir uma série de desafios. A cada empreitada bem-sucedida no game, o jogador tem depositado em sua conta uma considerável quantia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dos filmes em cartaz nos cinemas em 2016, <i>Nerve: Um Jogo sem Regras </i>é o que tem a trama mais atual. No longa, através de um aplicativo chamado Nerve, os personagens entram em um jogo nos moldes &#8220;verdade ou consequência&#8221; (sem a verdade) no qual o usuário opta por ser jogador ou observador e caso escolha a primeira opção terá que cumprir uma série de desafios. A cada empreitada bem-sucedida no <i>game</i>, o jogador tem depositado em sua conta uma considerável quantia em dinheiro e tem a possibilidade de aumentar o número de observadores que acompanham em tempo real a execução  de complicados e arriscados desafios.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O jogo apresentado no filme captura uma jovem fragilizada por traumas familiares e reprimida socialmente chamada Vênus, papel de Emma Roberts (da série <i>American Horror Story</i>), que embarca nos desafios junto com um experiente jogador chamado Ian (papel de Dave Franco, de <i>Vizinhos</i>). Vênus rapidamente consegue ser uma das atrações mais populares dessa espécie de Big Brother da rede. Contudo, a partir do momento em que ela se transforma na pessoa mais observada do Nerve, a jovem também fica mais vulnerável aos riscos que o jogo impõe.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com essa trama, <i>Nerve </i>acaba tratando de temas pertinentes em tempos de <i>Pokémon Go </i>e todo o seu debate sobre a tal &#8220;realidade aumentada&#8221; em uma espécie de <i>1984 </i>com outras variantes. Há no trabalho da dupla Henry Joost e Ariel Schulman, que se preocupam com essa problemática contemporânea desde o documentário <i>Catfish, </i>interessantes <i>insights </i>sobre a ausência de privacidade na rede em contraponto ao total anonimato que propicia a externalização do que existe de pior nos seus usuários. É nesta zona de discussões que <i>Nerve </i>trafega muito bem na maior parte da sua projeção.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6597" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/nerve-mv-3.jpg" alt="nerve-mv-3" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme se apresenta para a plateia como um <i>thriller </i>com &#8220;pegada&#8221; <i>pop</i> para a geração <i>teen</i> e, apesar de situar-se na realidade das múltiplas telas dos celulares e computadores, evita os maneirismos do cinema &#8220;moderninho&#8221; que tem procurado tratar de tais temas e, por vezes, incorpora tropegamente os recursos digitais em sua linguagem cinematográfica. Ao apresentar-se ao público como um suspense corrente, mas conectado com as demandas de um público que pretende alcançar, <i>Nerve </i>consegue ser mais preciso em seus objetivos e tende a mostrar-se ainda mais provocador na medida que todo o conflito envolvendo sua protagonista apresenta complicadores que se sobrepõem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É uma pena que nem tudo em <i>Nerve </i>saia a contento. O roteiro de Jessica Sharzer não consegue criar razões plausíveis e fortes o suficientes para justificar a entrada da sua protagonista no Nerve &#8211; ao menos, o trágico episódio familiar e sua dificuldade de se expressar e socializar, somados a um fora que ela leva no longa, não soam determinantes o bastante para torna-la presa fácil, o filme não faz esse serviço. As coisas se complicam ainda mais na construção dessa personagem quando lá pelas tantas ela é arrebatada por um súbito heroísmo, algo que a fragiliza ainda mais, sobretudo porque o filme não desenvolve com muita precisão um arco de amadurecimento e superação para a mesma. Além disso, também é de se lamentar que Sharzer opte por um desfecho tão luminoso e imaturo, quando o filme ganharia muito mais se mantivesse a sobriedade e o caráter incisivo da sua crítica social, como manteve durante boa parte da projeção. É como se Sharzer sabotasse o seu próprio trabalho, ainda que isso não prejudique a experiência como um todo ou retire os seus méritos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, apesar dos pontos falhos, não há como negar que <i>Nerve </i>tem muito a dizer sobre nossos tempos. E o faz com um forte apelo popular, o que o transforma em um filme poderoso, já que o objetivo de obras com esse intuito é mesmo o alcance massivo da sua mensagem. Claro que <i>Nerve </i>poderia ser mais corajoso pois durante boa parte da sua projeção provoca e leva personagens e  público ao limite da tensão, assim como também poderia ter elementos da sua narrativa mais bem amarrados, mas existem momentos de acerto preciso.</p>
<p><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/assista-a-entrevistas-com-os-diretores-e-com-o-elenco-do-thriller-nerve/">Clique aqui </a>e assista às entrevistas com os diretores e com o elenco do filme</strong></p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbWcii5DS0A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Assista a entrevistas com os diretores e com o elenco do thriller Nerve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 21:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ariel Shulman]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Roberts]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Joost]]></category>
		<category><![CDATA[Nerve: Um Jogo sem Regras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras chega aos cinemas nesta quinta-feira (25) e estreia em meio a toda uma discussão sobre os riscos do excesso de exposição e também do completo anonimato na internet através de uma trama que envolve um perigoso jogo no modelo &#8220;verdade ou consequência&#8221;. Com Emma Roberts ( da série American Horror Story) e Dave Franco (Truque de Mestre), o longa é dirigido pela dupla Henry Joost e Ariel Schulman, do documentário Catfish, que também tinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nerve &#8211; Um Jogo sem Regras </em></strong>chega aos cinemas nesta quinta-feira (25) e estreia em meio a toda uma discussão sobre os riscos do excesso de exposição e também do completo anonimato na internet através de uma trama que envolve um perigoso jogo no modelo &#8220;verdade ou consequência&#8221;. Com <strong>Emma Roberts</strong> ( da série <em>American Horror Story</em>) e <strong>Dave Franco</strong> (<em>Truque de Mestre</em>), o longa é dirigido pela dupla <strong>Henry Joost</strong> e <strong>Ariel Schulman</strong>, do documentário <em>Catfish</em>, que também tinha um olhar bastante aguçado e crítico para os riscos dos ambientes virtuais.</p>
<p>Assista abaixo às entrevistas com os diretores e com a dupla protagonista do filme e leia em breve nossa crítica sobre o longa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/B_wVUmhcXsE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JT_Q-3oWJCo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-a-entrevistas-com-os-diretores-e-com-o-elenco-do-thriller-nerve/">Assista a entrevistas com os diretores e com o elenco do thriller Nerve</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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