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	<title>Arquivos Elizabeth Debicki - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Elizabeth Debicki - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Tenet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 00:43:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É estranho voltar ao cinema depois de tanto tempo. Especialmente para nós que estávamos habituados a frequentar as salas umas três vezes por semana. A expectativa sobe ainda mais quando falamos de um aguardado filme do diretor Christopher Nolan (Dunkirk), que foi seriamente impactado pela pandemia que ainda vivemos. Tenet já foi lançado lá fora há algumas semanas e só conseguiu chegar agora no Brasil. Sendo assim, fui à cabine de imprensa com mais informação do que gostaria. Tenet nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É estranho voltar ao cinema depois de tanto tempo. Especialmente para nós que estávamos habituados a frequentar as salas umas três vezes por semana. A expectativa sobe ainda mais quando falamos de um aguardado filme do diretor Christopher Nolan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/"><em>Dunkirk</em></a>), que foi seriamente impactado pela pandemia que ainda vivemos. <em><strong>Tenet</strong> </em>já foi lançado lá fora há algumas semanas e só conseguiu chegar agora no Brasil. Sendo assim, fui à cabine de imprensa com mais informação do que gostaria.</p>
<p><strong><em>Tenet</em> </strong>nos introduz ao personagem O Protagonista, que era agente da CIA e acaba recrutado pela organização misteriosa para uma missão confidencial e de extrema importância. É preciso se evitar a Terceira Guerra Mundial, que pode ter seu estopim com uma nova tecnologia de revés que tem o poder de afetar os objetivos e a escala temporal.</p>
<p>Nolan já é um diretor um pouco confuso na construção de narrativas e isso se torna muito mais sério neste longa, já que a história em si não facilita. O vai e vem do enredo, a inserção dos personagens e das justificativas que os levam a tomar certas decisões deixam o espectador completamente perdido em alguns momentos, sem entender exatamente qual é a ameaça ou o objetivo daquela missão. Até que isso se firme, o roteiro se sustenta muito mais do que deveria numa história secundária que envolve uma mãe batalhando pela guarda de seu filho e que acrescenta pouco ao resto.</p>
<p>E reforço aqui que a confusão não é com relação ao espaço e tempo que são alterados cada vez mais. É sobre diálogos detalhados demais de informações que ainda não foram apresentadas ao espectador, que acaba tendo dificuldade em identificar qual material é relevante.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13416" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Tenet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme vai construindo a relação com o protagonista, que continua sendo impessoal, como a maioria dos agentes especiais costumam ser. Sabemos pouco sobre ele, nada sobre seu passado a não ser o fato de que ele tem fome de vingança e treinamento surreal. Enquanto isso, a trama se tece num paradoxo de prioridades e novos personagens que vão surgindo. Temos um grande mérito de que os fios não ficam soltos e vão se encaixando à medida que a trama avança.</p>
<p>Um ponto alto da trama é a atuação dos principais personagens. John David Washington (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-infiltrado-na-klan/"><em>Infiltrado na Klan</em></a>) consegue conferir o peso que seu personagem exige, embora não coloque tantas facetas. Kenneth Branagh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinato-no-expresso-do-oriente/"><em>Assassinato no Expresso Oriente</em></a>) incorpora o clássico vilão opressivo e manipulador, que tem todas as pessoas sob seu poder, sem grandes dificuldades para isso. Ele consegue se equilibrar na linha do excesso e não cai no erro de ser canastrão. Mas o destaque fica mesmo é com Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-diabo-de-cada-dia-netflix/"><em>O Diabo de Cada Dia</em></a>), que mostra muita afinidade com o gênero do filme e cria um personagem muito natural e despretensioso. Sentimos até que ele poderia ter mais tempo de tela.</p>
<p><strong><em>Tenet</em> </strong>é um ótimo filme, mas que perde a chance de ser excelente. Enquanto passa muito tempo perdido em explicações sobre aquela missão, o espectador anseia para saber mais sobre os objetos reversos, como eles funcionam e como seria o mundo visto desta forma. Só muito no final é que temos acesso a mais informações sobre isso, como a possibilidade de duplicidade no tempo e o risco que isso confere. É definitivamente algo que o roteiro poderia explorar melhor no início. Ainda assim, existe muita lógica dentro do caos e é isso que engrandece o longa como um todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher Nolan<br />
<strong>Elenco:</strong> John David Washington, Kenneth Branagh, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael Caine, Himesh Patel, Aaron Taylor-Johnson, Clémence Poésy</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ASTU3rFyOm4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Evereste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2015 22:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Baltasar Kormákur]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3559" aria-describedby="caption-attachment-3559" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/85342243_everest.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3559 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/85342243_everest-620x331.jpg" alt="_85342243_everest" width="620" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-3559" class="wp-caption-text">Viagem arriscada: Grupo de alpinistas liderado por Jason Clarke enfrenta uma nevasca rumo ao Evereste</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><i>Evereste </i>é um filme relativamente esquisito. Tal afirmação, parte de uma impressão pessoal mas que encontra eco e razão de ser na própria estrutura do longa. <i>Evereste </i>é estranho porque ao narrar a história de um grupo que faz uma expedição para escalar o monte Evereste e centrar suas atenções na gana que essas pessoas nutrem por esta meta completamente insana, jamais oferece ao público uma resposta concreta sobre a paixão dos seus personagens principais por uma jornada tão perigosa. Isso é ainda mais complicado se o filme encontrar uma plateia completamente indiferente a tal jornada, ela continuará gélida àqueles personagens já que, em momento algum consegue compreendê-los.</p>
</div>
<div>
<p>O longa de Baltasar Kormákur (de longas esquecíveis como <i>Dose Dupla </i>e <i>Contrabando</i>) se passa em 1996 e acompanha dois grupos de alpinistas liderados por guias com estilos completamente diferentes, um interpretado por Jason Clarke e outro por Jake Gyllenhaal. Eles enfrentam uma nevasca que coloca a vida de todos em risco para chegar ao cume do monte Evereste. Assim, alcançar a meta da aventura mostra-se infinitamente mais fácil do que o retorno para casa.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3551" aria-describedby="caption-attachment-3551" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Everest-Jake-Gyllenhaal.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3551 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Everest-Jake-Gyllenhaal-620x349.jpg" alt="Everest+Jake+Gyllenhaal" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3551" class="wp-caption-text">Grande elenco, poucas possibilidades: O filme traz muitos atores conhecidos, como Jake Gyllenhaal e Keira Knightley, que são subaproveitados</figcaption></figure>
<div>
<p>O filme de Kormákur é muito eficiente naquilo que tem mais que a obrigação de ser competente: a produção de grandes sequências de tensão no Evereste utilizando efeitos visuais e sonoros de ponta. Nada menos do que o esperado para um filme do seu porte. Em outro departamento, no entanto, <i>Evereste </i>acaba revelando-se um filme arrastado, com um material humano pouco interessante e que se sustenta em dramas familiares pouco esmiuçados pelo roteiro, mas que surgem na tela como algo muito precioso ao andamento da trama. Há um emaranhado de dilemas familiares que são mal explicados pelo filme (o núcleo do ator Josh Brolin, por exemplo, que tem uma relação complicada com sua esposa vivida por Robin Wright), mas que, por alguma estranha razão, estão lá e entram em ebulição com viagem ao Evereste.</p>
</div>
<div>
<p>Escrito pelo vencedor do Oscar Simon Beaufoy (<i>Quem quer ser um milionário?</i>) e pelo indicado ao mesmo prêmio William Nicholson (<i>Gladiador</i>), o roteiro desse filme é tão problemático que, como já antecipamos, jamais deixa claro uma informação fundamental para que o espectador se envolva com a trajetória dos seus personagens: a motivação do grupo para empreender uma jornada tão arriscada. Tudo é simplificado com explicações subentendidas do tipo &#8220;tesão pela aventura&#8221;. Desculpem, mas é muito pouco para entender decisões fundamentais que alguns personagens tomam ao longo do filme. Como resultado, <i>Evereste </i>acaba contando com as relações amorosas para causar o mínimo de empatia no espectador,  o que também não funciona já que, com pouquíssimo tempo em cena, alguns personagens sequer conseguem mostrar a que veio, é o caso das esposas vividas por Robin Wright e Keira Knightley, que cumprem a cota &#8220;Penélope&#8221; de <i>A</i> <i>Odisseia</i> ao viverem mulheres que ficam em casa esperando o retorno dos seus amados. E não é só Wright e Knightley que saem perdendo tamanha a falta de tratamento do roteiro com a história, todos os atores são vítimas dessa característica de <i>Evereste</i>, a falta de densidade do seu script, incluindo aqueles que seriam os seus protagonistas, Jason Clarke, Jake Gyllenhaal e Josh Brolin.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3561" aria-describedby="caption-attachment-3561" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x7201.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3561 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x7201-620x349.jpg" alt="everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x720" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3561" class="wp-caption-text">Resultado insatisfatório: Filme é tecnicamente eficiente, mas falha como narrativa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seguindo a tradição de filmes com um elenco estelar subaproveitado, <i>Evereste </i>não consegue sustentar toda a sua qualidade técnica com personagens e trama que jamais envolvem emocionalmente o público. Assim, todo o seu drama humano, que é sugerido como o foco do filme de Kormákur, é absolutamente oco, estéril e genérico. Entre outras questões mal resolvidas do roteiro, não dá para simplificar a motivação dos personagens para enfrentar o que enfrentam rumo ao Evereste como um insano tesão pelo perigo, tampouco sustentar duas horas de filme com conflitos amorosos tão rasos.</p>
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		<title>Crítica: O Agente da U.N.C.L.E.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vinkander]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
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		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
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		<category><![CDATA[O Agente da U.N.C.L.E.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Até chegar aos cinemas, O Agente da U.N.C.L.E. teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3422" aria-describedby="caption-attachment-3422" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-3422 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pegasus_LARGE_t_1581_106482189-620x335.jpeg" alt="pegasus_LARGE_t_1581_106482189" width="620" height="335" /></a><figcaption id="caption-attachment-3422" class="wp-caption-text">Trio: Da esquerda para a direita, Armie Hammer, Alicia Vinkander e Henry Cavill são o centro da história do filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até chegar aos cinemas, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>teve uma trajetória tortuosa. O filme baseado na  série homônima de TV dos anos 60 quase foi protagonizado por atores como Tom Cruise, George Clooney e Channing Tatum. O projeto esteve por anos nas mãos de Steven Soderbergh, que logo saiu da direção para seguir com a sua &#8220;aposentadoria&#8221; do cinema e deixou a cadeira vaga para Guy Ritchie. Com a saída de Soderbergh, a escalação do elenco ganhou novos rumos e Ritchie escolheu Henry Cavill (o Superman de <i>O Homem de Aço</i>) e Armie Hammer (de <i>O Cavaleiro Solitário </i>e <i>A Rede Social</i>), para interpretarem os agentes Napoleon Solo da CIA e Illya Kuryakin da KGB, respectivamente.</p>
<p>Esta trajetória cheia de reviravoltas de <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>poderia ter um desfecho mais feliz não fosse a gélida recepção do filme nos EUA. A crítica oscilou entre a reprovação e a indiferença e o público não foi assistir ao longa no seu final de semana de estreia, fazendo-o amargar o terceiro lugar nas bilheterias. Uma pena pois o resultado não é tão catastrófico assim.</p>
<figure id="attachment_3423" aria-describedby="caption-attachment-3423" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3423 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/03-the-man-from-u-n-c-l-e-armie-hammer-henry-cavill-620x367.jpg" alt="XXX MAN UNCLE MOV JY 1187 .JPG A ENT" width="620" height="367" /></a><figcaption id="caption-attachment-3423" class="wp-caption-text">Desarmônico: Falta um pouco de química na dupla principal</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>tem como centro da sua narrativa o ódio mortal entre os agentes Napoleon Solo (da CIA, EUA) e Illya Kuryakin (KGB, União Soviética) em plena Guerra Fria. Os dois acabam sendo obrigados a unirem forças para combaterem uma organização que tem o intuito de desenvolver armamentos nucleares. A improvável união acaba fazendo com que seja criada uma nova organização, a U.N.C.L.E..</p>
<p>Sob a enérgica e vibrante direção de Guy Ritchie, <i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>adapta a estrutura e a abordagem dos filmes de espionagem dos anos 60 ao estilo &#8220;moderninho&#8221; do realizador. O longa está longe de ter o <i>aproach </i>sisudo e sombrio dos filmes do <i>007 </i>mais recentes e está mais próximo de um descompromisso que era a marca dos longas do seu gênero. Ao formato, Ritchie injeta a sua montagem clipeira e sua vocação para escolher trilhas sonoras certeiras, ambientando a trama no espírito da época através de artistas como Nina Simone,  Ennio Morricone e até o brasileiro Tom Zé (!), o que faz com que o filme seja muito charmoso.</p>
<figure id="attachment_3424" aria-describedby="caption-attachment-3424" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3424 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/cavill-debicki-man-from-uncle-620x349.jpg" alt="cavill-debicki-man-from-uncle" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3424" class="wp-caption-text">Charme: Direção e trilha que o transformam filme em uma experiência bem agradável</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ponto fraco do longa talvez seja o desnivelamento dos desempenhos dos seus dois protagonistas. Enquanto temos um Armie Hammer muito interessante na pele do explosivo e anti-social Illya, Henry Cavill não se acerta como o cafajeste <i>bon vivant </i>Napoleon. Por esse motivo fica tão evidente a falta de encaixe entre os dois atores na tela, Cavill parece não acompanhar o <i>timing </i>cômico de Hammer e aquele que poderia ser o elemento responsável por dar uma maior consistência à narrativa parece nunca estar presente. Completam o elenco, Alicia Vinkander (ótima na pele de Gaby, a dúbia protegida da dupla de agentes), Elizabeth Debicki (que surge igualzinha ao seu desempenho em <i>O Grande Gatsby</i>) e Hugh Grant (razoável como um personagem que poderia ser aproveitado em sequências que, pelo rumo da recepção do filme, podem não acontecer).</p>
<p><i>O Agente da U.N.C.L.E. </i>não merece o destino que anda tendo. É <i>old fashioned</i>, mas também é muito contemporâneo, trabalhando com uma variação interessante do seu gênero. É claro que existem determinados elementos que o enfraquecem como a desajustada interpretação de Henry Cavill, uma certa displicência do roteiro com alguns dos seus personagens e a sua excessiva duração, mas é um filme de espionagem divertido e que se sustenta graças à direção sempre eficiente de Guy Ritchie. <i> </i></p>
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