<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Diane Keaton - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/diane-keaton/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/diane-keaton/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Feb 2023 15:06:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Diane Keaton - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/diane-keaton/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Casamento em Família</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-em-familia/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-em-familia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 15:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento em Família]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Roberts]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Bracey]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jacobs]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Gere]]></category>
		<category><![CDATA[Susan Sarandon]]></category>
		<category><![CDATA[William H. Macy]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16434</guid>

					<description><![CDATA[<p>Casamento em Família chega aos cinemas como uma comédia romântica que traz elenco de peso, recheado de grandes nomes como Diane Keaton (As Rainhas da Torcida), Susan Sarandon (A Despedida), Richard Gere (Norman: Confie em Mim) e William H. Macy (O Quarto de Jack). Para o casal &#8220;principal&#8221;, temos a dupla Emma Roberts (Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras) e Luke Bracey (Até o Último Homem), que já trabalhou anteriormente no gostosinho Amor Com Data Marcada. A ideia começa bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-em-familia/">Crítica: Casamento em Família</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Casamento em Família</strong></em> chega aos cinemas como uma comédia romântica que traz elenco de peso, recheado de grandes nomes como Diane Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/"><em>As Rainhas da Torcida</em></a>), Susan Sarandon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-despedida/"><em>A Despedida</em></a>), Richard Gere (<em>Norman: Confie em Mim</em>) e William H. Macy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-quarto-de-jack/"><em>O Quarto de Jack</em></a>). Para o casal &#8220;principal&#8221;, temos a dupla Emma Roberts (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve &#8211; Um Jogo Sem Regras</em></a>) e Luke Bracey (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>), que já trabalhou anteriormente no gostosinho <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-com-data-marcada/"><em>Amor Com Data Marcada</em></a>.</p>
<p>A ideia começa bem interessante. Michelle (Roberts) fica frustrada ao tentar pegar o buquê do casamento de sua amiga e ser interpelada pelo namorado, Allen (Bracey), que se atira na frente, impedindo que as flores cheguem em sua mão. Isso acaba dando um clique na garota, que começa a se questionar se ele é, de fato, o homem que ela vai traçar caminhos lado a lado. Ele, por sua vez, fica uma pilha pois não quer perder a garota, mas tampouco acredita no matrimônio.</p>
<p>Paralelo a isso, temos dois casais mais velhos que vivem momentos extra conjugais. Grace (Keaton) está sozinha no cinema quando se depara com um homem, Sam (Macy), aos prantos com o filme, o que a deixa intrigada. Ela vai prestar ajuda e acabam se interessando um pelo outro. Aquela se torna uma noite bem diferente, onde eles quase têm uma relação sexual, mas escolhem viver momentos mais intensos de companheirismo. Do outro lado, temos Howard (Gere) tendo uma epifania de vida na cama, enquanto Monica, sua amante, tenta chamar a sua atenção para conseguir transar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16436" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1.jpeg" alt="Casamento em Família" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-1-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A premissa é ótima e nos faz crer que vamos caminhar por lugares divertidos, uma vez que os três casais começam a se conectar. No entanto, de alguma forma, o roteiro de <em><strong>Casamento em Família</strong></em> deixa tudo tão morno que é frustração em cima de frustração. Os personagens evoluem muito pouco e acabam sendo caricatos demais. Não há aprofundamento na história de ninguém e temos muita dificuldade em definir quem são os protagonistas da história, mas não de uma maneira boa (tem filme que consegue fazer isso formidavelmente). Navegamos num marasmo cheio de potencial, o que acaba nos causando ainda mais frustração.</p>
<p>Por outro lado, temos uma sensação de repetição de personagens. A própria Emma Roberts e o Luke Bracey fizeram um par romântico que não se entendia há menos de dois anos. Richard Gere como mais um bonitão de terceira idade em crise. Susan Sarandon debochada e com o sex appeal lá em cima. Mas para mim, a pior é Diane Keaton. E entenda: adoro ela e acho uma ótima atriz. Porém, não aguento mais ver os mesmo personagens há anos. Sempre uma mãe de família em crise, com casamentos envolvidos na história, usando gola rolê, casacos xadrez e calças skinny. A sensação que eu tenho é que ela usa o mesmo figurino para as personagens HÁ ANOS. Se colocar um frame deste filme e de <em>Tudo em Família</em>, que tem 18 anos de lançamento, não saberíamos diferenciar qual é qual.</p>
<p>Frustração após frustração, <em><strong>Casamento em Família</strong></em> simplesmente acaba quando começa a pegar um ritmo mais promissor. Temos finalmente um ápice, mas ele é interrompido logo na sequência com o fim do filme. Talvez uns 40 minutos a mais conseguissem mudar o rumo desta narrativa. No entanto, o que ficou foi um longa muito pouco memorável, pobre em romance, pobre em comédia, que só nos deixa apenas com atores incríveis e dinâmicas razoáveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Jacobs</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Emma Roberts, Luke Bracey, Diane Keaton, Susan Sarandon, Richard Gere, William H. Macy</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Hlm7Rv8wIvg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-em-familia/">Crítica: Casamento em Família</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-casamento-em-familia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: As Rainhas da Torcida</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 15:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alisha Boe]]></category>
		<category><![CDATA[As Rainhas da Torcida]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce McGill]]></category>
		<category><![CDATA[Celia Weston]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Tahan]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Jacki Weaver]]></category>
		<category><![CDATA[Pam Grier]]></category>
		<category><![CDATA[Phyllis Somerville]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Zara Hayes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10929</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sair da caixinha no que diz respeito aos estilos de filmes e enfoques que eles dão é muito importante, especialmente quando pensamos na representatividade que isso pode ter para as pessoas. Falar da terceira idade se encaixa neste espectro e o cinema busca explorar essa temática sob várias possibilidades. Infelizmente, As Rainhas da Torcida escolheu a pior alternativa. Martha é uma senhora rabugenta e amargurada com o câncer que descobriu recentemente. Sem querer fazer o tratamento, ela decide ir morar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/">Crítica: As Rainhas da Torcida</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sair da caixinha no que diz respeito aos estilos de filmes e enfoques que eles dão é muito importante, especialmente quando pensamos na representatividade que isso pode ter para as pessoas. Falar da terceira idade se encaixa neste espectro e o cinema busca explorar essa temática sob várias possibilidades. Infelizmente, <em><strong>As Rainhas da Torcida</strong></em> escolheu a pior alternativa.</p>
<p>Martha é uma senhora rabugenta e amargurada com o câncer que descobriu recentemente. Sem querer fazer o tratamento, ela decide ir morar em um lar de idosos. Chegando lá, ela acaba encontrando muito mais do que a paz e tranquilidade que esperava.</p>
<p>O clichê começa com o roteiro, que é mais do mesmo que estamos acostumados atualmente. Eles colocam a melhor idade como algo muito caricato, especialmente quando o grupo resolve se tornar líder de torcida. Somos constantemente lembrados de que elas são idosas e têm limitações. Ao invés do roteiro focar em outras coisas, como explorar o passado das personagens e sua motivações, prefere andar em círculos e ficar nos reiterando do óbvio.</p>
<p>Como se não bastasse isso, ainda temos o elemento de contraposição que são as líderes de torcida jovens e sem educação, que decidem (a troco de nada) afrontar um grupo de idosas. As motivações ficam pouco convincentes e a construção deste embate é bem precária.</p>
<p>Focando no elenco, temos Diane Keaton (<em>Alguém Tem Que Ceder</em>) interpretando ela mesma, já que o personagem é semelhante a tantos outros filmes. Sem paciência, utilizando o mesmo guarda-roupa e cheia de manias. Acho Diane uma ótima atriz, mas ela realmente se colocou numa zona de conforto que está bem difícil de sair. Jacki Weaver (<em>As Viúvas</em>) é que consegue movimentar um pouco mais em cena, nos apresentando bons momentos.</p>
<p>Entre poucas risadas e muita caricatura, <strong><em>As Rainhas da Torcida</em></strong> é um longa excessivamente clichê e facilmente esquecível. Lamentamos a orientação que a diretora novata Zara Hayes deu ao roteiro, que já não era grande coisa. Uma pena!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zara Hayes<br />
<strong>Elenco:</strong> Diane Keaton, Jacki Weaver, Pam Grier, Celia Weston, Phyllis Somerville, Alisha Boe, Charlie Tahan, Bruce McGill</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/S6X18noHZQc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/">Crítica: As Rainhas da Torcida</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-rainhas-da-torcida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do Jeito Que Elas Querem &#8211; Altos e Baixos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/do-jeito-que-elas-querem-altos-e-baixos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/do-jeito-que-elas-querem-altos-e-baixos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 16:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Candice Bergen]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Do Jeito Que Elas Querem]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Steenburgen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9032</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz, nos cinemas de Salvador, a nova comédia estrelada por Diane Keaton (Alguém Tem Que Ceder). Ao lado da artista está um super elenco: Jane Fonda (Barbarella), Candice Bergen (Encontros e Desencontros) e Mary Steenburgen (A Proposta). As atrizes interpretam quatros amigas que se conhecem de longa data. Elas possuem um clube de leitura, do qual participam mensalmente. Em uma das reuniões, Vivian (Fonda) escolhe o livro 50 Tons de Cinza. A partir disto, a vida dessas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/do-jeito-que-elas-querem-altos-e-baixos/">Do Jeito Que Elas Querem &#8211; Altos e Baixos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz, nos cinemas de Salvador, a nova comédia estrelada por Diane Keaton (<em>Alguém Tem Que Ceder</em>). Ao lado da artista está um super elenco: Jane Fonda (<em>Barbarella</em>), Candice Bergen (<em>Encontros e Desencontros</em>) e Mary Steenburgen (<em>A Proposta</em>). As atrizes interpretam quatros amigas que se conhecem de longa data. Elas possuem um clube de leitura, do qual participam mensalmente.</p>
<p>Em uma das reuniões, Vivian (Fonda) escolhe o livro <em>50 Tons de Cinza</em>. A partir disto, a vida dessas mulheres começa a mudar. Sim, o <em>plot</em> do longa é como as aventuras de Christian Grey afetam a jornada de um quarteto de idosas!!! Apesar de problemas na sua técnica, como soluções clichês ou direção preguiçosa, alguns elementos do longa fazem com que ele, no final das contas, até mereça ser visto. Ah! Mas, com zero grau de preocupação de ver um bom filme. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo preparou uma lista com altos e baixo de <em>Do Jeito Que Ela Querem</em>. Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9025" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/2848488.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>BAIXOS</strong></p>
<p>1 – <strong>Previsível</strong> – Desde o início da projeção, é possível adivinhar como serão os desfechos do quarteto. Os problemas que cada uma enfrenta possuem um desenvolvimento preguiçoso e um final óbvio. Isto porque existem escolhas e soluções já encontradas em outras comédias românticas. Além do abuso dos clichês, a artificialidade dos conflitos postos reforça esta sensação de certeza sobre os rumos trama. Por exemplo, quando a personagem Diane (Keaton) conhece um piloto dentro do avião, é um tanto claro o que acontecerá depois disso e como será o encerramento da história deles.</p>
<p>2 –<strong><em> Plots</em> individuais</strong> – O enredo particular de cada personagem é criativo, divertido e poderia até ser bem desenvolvido. Contudo, quando Bill Holderman – diretor e roteirista do filme – escolheu investir nas quatros histórias, ele perdeu o foco e não conseguiu fazer com que nenhuma parte da trama tivesse complexidade ou, pelo menos, tempo de tela para que as situações fossem captadas e analisadas pelo espectador. Por esta razão, os desfechos podem ter soado tão mal ajambrados. Afinal, as tramas estavam sendo expostas e quase antes do clímax já chega a hora de terminar. Para piorar, Holderman (<em>Uma Caminhada na Floresta)</em> ainda faz tudo isso sem amarrar as histórias das amigas. O público vai tomando <em>happy end</em> atrás de <em>happy end</em>, sem nenhum retorno para a relação de amizade do quarteto – que foi o que fez o filme “existir” a princípio de conversa.</p>
<p>3 – <strong>Representatividade seletiva</strong> – Apesar do filme conter um quadro bacana de personagens mulheres, acima de sessenta, ele é um longa extremamente branco e heteronormativo. A única cena que possuía uma atriz negra (não creditada) foi deletada e aparece apenas em alguns <em>teasers</em> da produção. Além disso, não tem um homossexual no filme. <em>Do Jeito Que Elas Querem</em> é quase um mais do mesmo, com algumas pinceladas de representatividade, bem específicas. Tem seu mérito? Tem, mas é importante sinalizar para quem eles parecem direcionar o produto deles: caucasianos, classe média para rico, heterossexuais.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9050" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/2918802.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>ALTOS</strong></p>
<p>1 – <strong>Premissa e <em>casting</em></strong> – Não é todo dia que se vê em Hollywood uma projeção que conte com um elenco acima dos 60 anos, ainda mais se forem mulheres. Outro fator que chama a atenção é como as personagens e seus problemas são expostos na tela &#8211; não o desenvolvimento, mas a ideia em si. A discussão sobre o amor carnal entre idosos é o ponto alto do longa. Pessoas mais velhas fazem e/ou querem fazer sexo. O filme parece rejeitar justamente essa morte em vida que os mais jovens oferecem para os mais velhos.</p>
<p>2 – <strong>Dinâmica do elenco</strong> – Quando o quarteto principal está em cena, o filme cresce. É notável que se houvessem quatro longas diferentes, as histórias poderiam estar mais bem desenvolvidas. No entanto, o público perderia o jogo cênico destas atrizes tão talentosas. Elas conseguem fazer o roteiro parecer ter mais qualidade, inclusive. O colorido do texto e as formas como elas jogam entre si, estabelece um clima de intimidade e afeição que as personagens precisam, pois já se conhecem há muito tempo. Além das piadas funcionarem melhor quando elas estão juntas. A sensação é de que uma vai preparando o terreno para a outra e as frases e situações engraçadas vão aumentando até um clímax cômico e tudo começa outra vez.</p>
<p>3 – <strong>Representatividade</strong> – É bem verdade, como foi visto no tópico de pontos baixos do filme, que ele possui uma representatividade específica! Contudo, não é todo dia que se entra na sala de cinema para ver uma projeção com mulheres maduras, tratando sobre suas vidas sexuais e amorosas. Nenhuma personagem é vista como uma vovozinha, caminho tão comum em narrativas ficcionais como um todo.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/do-jeito-que-elas-querem-altos-e-baixos/">Do Jeito Que Elas Querem &#8211; Altos e Baixos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/do-jeito-que-elas-querem-altos-e-baixos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Do Jeito Que Elas Querem</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 23:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Candice Bergen]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Do Jeito Que Elas Querem]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Steenburgen]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9023</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa Do Jeito Que Elas Querem pode ser o que chamamos de &#8220;farofa do cinema&#8221;. É aquele tipo de filme que não tem muito propósito nem motivação, mas que está lá e nós assistimos mesmo assim. Quando o elenco é tão de peso quanto esse, aí é que o interesse aumenta mesmo. E devo afirmar que essa &#8220;farofa&#8221; foi deliciosa. A ideia da história é muito simples. Quatro amigas de longas datas e já na casa dos 60 anos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/">Crítica: Do Jeito Que Elas Querem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Do Jeito Que Elas Querem</em> pode ser o que chamamos de &#8220;farofa do cinema&#8221;. É aquele tipo de filme que não tem muito propósito nem motivação, mas que está lá e nós assistimos mesmo assim. Quando o elenco é tão de peso quanto esse, aí é que o interesse aumenta mesmo. E devo afirmar que essa &#8220;farofa&#8221; foi deliciosa.</p>
<p>A ideia da história é muito simples. Quatro amigas de longas datas e já na casa dos 60 anos, se reúnem todo mês para fofocar e discutir livros que leem em conjunto. Cada uma tem uma história de vida e de relacionamento amoroso, fazendo o grupo bem diversificado. Quando uma delas sugere a leitura do <em>best-seller</em> <em>Cinquenta Tons de Cinza</em>, todas ganham uma sacudida na vida, para o bem ou para o mal.</p>
<p>Que elenco não sustenta filme ruim, isso nós já sabemos. Mas quando o filme é apenas sem graça e coloca uma lista de atores ótimos, a coisa muda de figura. Neste longa nós temos Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen, Mary Steenburgen, Andy Garcia, Alicia Silverstone e correlatos. Não preciso nem dizer que é muito bom assistir esse time de peso contracenando, mesmo que o roteiro seja fraquinho e super previsível.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9024" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/1286901.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Estão todos bem e em clima de parceria constante. A química do elenco contribui muito para o resultado final de <em>Do Jeito Que Elas Querem</em>, pois confere fluidez. O filme, mesmo que curto, passa que o espectador nem sente. A curiosa relação imprevisível de Andy Garcia com Diane Keaton se mostra muito acertada, no final das contas. Já Jane Fonda é um espetáculo a parte em qualquer cena em que aparece.</p>
<p>Claro que o roteiro poderia ter sido melhor trabalhado. É uma série de clichês e desfechos óbvios que chega a duvidar da capacidade do espectador de ir além do que é proposto. E sim, isso frustra. Frustra pois não é porque a proposta do filme é ser uma comédia sem pretensão que a trama não pode ser melhor desenvolvida.</p>
<p>Mas é muito bom ver a terceira idade sendo retratada de uma forma mais atual e certeira. O filme tira aquele estigma de que a pessoa mais velha vai perdendo os objetivos e os desejos. Ele mostra que, sim, todos podemos ter sonhos e fazer planos, independente da idade. E isso é positivo em muitos níveis. Além disso, assistindo ao lado de uma pessoa de 67 anos, eu vi o quanto que esse público específico pode se identificar com a trama e se sentir representado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LXxYHjCvNes" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/">Crítica: Do Jeito Que Elas Querem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
