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	<title>Arquivos Dean-Charles Chapman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Dean-Charles Chapman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: 1917</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 17:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano e o Oscar indica filmes de guerra para concorrer nas principais categorias. Nos últimos anos, tivemos Dunkirk e Até o Último Homem, por exemplo, que concorreram em oito e seis categorias, respectivamente. E sempre que surge um novo longa, nos questionamos qual o diferencial desse em relação aos demais, que faz o público querer acompanhar a história. 1917 entra justamente neste âmbito, com uma produção diferente do que estamos acostumados. A história simples e objetiva de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano e o Oscar indica filmes de guerra para concorrer nas principais categorias. Nos últimos anos, tivemos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Dunkirk</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>, por exemplo, que concorreram em oito e seis categorias, respectivamente. E sempre que surge um novo longa, nos questionamos qual o diferencial desse em relação aos demais, que faz o público querer acompanhar a história. <strong><em>1917</em> </strong>entra justamente neste âmbito, com uma produção diferente do que estamos acostumados.</p>
<p>A história simples e objetiva de dois soldados da 1ª Guerra Mundial que são designados a levar uma mensagem para outra tropa e evitar um ataque que será catastrófico, podendo matar mais de 1.600 militares. Esse é o enredo que desperta a trajetória de Schofield (George MacKay, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-fantastico/"><em>Capitão Fantástico</em></a>) e Blake (Dean-Charles Chapman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei/"><em>O Rei</em></a>), parceiros que se apoiam nesta caminhada que parece simples, mas é extremamente perigosa.</p>
<p>É difícil falar desse filme sem querer enaltecer o trabalho do diretor Sam Mendes (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/"><em>007 Contra Spectre</em></a>) o tempo inteiro. E isso se deve ao fato que o longa é o mais puro resultado de uma excelente direção. Desde o início, a decisão de utilizar a câmera em movimento acompanhando os protagonistas já nos proporciona uma experiência de imersão na guerra. Imersão esta que vai ficando cada vez mais real a medida que elementos em cena vão surgindo, nos permitindo a sensação de quase sentir os odores, temperaturas e etc.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12247" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mendes consegue fazer tudo isso sem parecer descuidado nos <em>takes</em>. Acompanhamos a dupla sem descanso, já que é como se fosse uma cena sem cortes, gravada de uma única vez. Existe apenas um ou dois momentos em <strong><em>1917</em> </strong>que são de interferências no tempo. Fora isso, o espectador respira e caminha junto com Scho e Blake, na tentativa de chegar no local onde está a outra tropa.</p>
<p>As mazelas da guerra são jogadas na nossa cara o tempo todo, dando a real sensação de que não há vitoriosos. É como se tudo aquilo acontecesse por um motivo que não vai beneficiar alguém. O espectador tem poucos momentos de alívio, já que até mesmo quando as coisas parecem estar calmas, as cores são desbotadas e sem vida. Como se nada fizesse sentido, mesmo na calmaria.</p>
<p>Tudo isso infringe uma tensão constante, que também faz parte da experiência de imersão pensada por Mendes. Mas ele faz isso com objetivo claro, sem cansar o espectador. O que justifica a excelente escolha de tempo do filme, que tem pouco menos de 2h. Filmes de guerra costumam ter perto de 3h ou às vezes mais. <strong><em>1917</em> </strong>é na medida certa para mostrar esta história tensa e angustiante, sem se perder no meio do caminho.</p>
<p>Utilizo esses argumentos para justificar o porquê eu realmente acredito que Sam Mendes é um dos nomes mais fortes para levar o Oscar de Melhor Direção deste ano. O filme é um trabalho puramente de direção e isso se mostra em absolutamente todas as cenas. O elenco é excelente, sim, mas não é o foco. Não é à toa que das 9 indicações ao prêmio, nenhuma é para as categorias de atuação.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12246" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tocando neste assunto, é preciso pontuar que temos ótimas atuações em cena. George MacKay, que já nos apresentou um ótimo trabalho em <em>Capitão Fantástico</em>, guia as cenas com toda a tensão e naturalidade que o personagem exige. O mesmo vale para seu parceiro, Dean-Charles Chapman. Como um filme de poucos personagens, ao longo do extenso caminho dos protagonistas, somos surpreendidos por grandes atores, como Mark Strong, Colin Firth, Benedict Cumberbatch, Andrew Scott e Richard Madden.</p>
<p>Outro ponto alto de <strong><em>1917</em> </strong>é a fotografia impecável, que funciona como mais um personagem na trama. A profundidade, quando é necessária, ou o <em>close</em> quando precisamos sentir ainda mais a emoção dos protagonistas. Além disso, o jogo de cores que mostram o quanto aquele momento é privado de emoções positivas e como a guerra pode sugar a vitalidade de qualquer pessoa.</p>
<p><strong><em>1917</em> </strong>é um longa que vai muito além de ser apenas um filme de guerra. Ele é um material primoroso de trabalho de direção intenso e dedicado, um roteiro sem excessos e um elenco que funciona como aporte necessário para execução do projeto. É realmente um grande concorrente do Oscar, que contará com meu apoio na torcida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Mendes<br />
<strong>Elenco:</strong> George MacKay, Dean-Charles Chapman, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Colin Firth, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vck9nCM71J0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Rei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 18:04:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assumir um posto que tradicionalmente já tem um <em>modus operandi</em> significa que precisamos assumir todas as consequências dele? O longa <strong><em>O Rei</em></strong>, uma produção da <em>Netflix</em>, coloca esse tema em pauta ao tratar da linha de sucessão. Henry (Timothée Chalamet, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Me Chame Pelo Seu Nome</em></a>) é um jovem príncipe que precisa assumir o reinado depois da morte do pai. Mulherengo, afastado da política e pacifista, ele vai precisar mudar seu estilo de vida para conseguir governar a Inglaterra. Em meio a isso, a França declara estado de guerra, convocando a refletir sobre seu posicionamento.</p>
<p>A trama evolui como uma articulação política de poder e estratégia. Embora seja um filme que fale muito sobre guerra,<em><strong> O Rei</strong> </em>é muito mais sobre as discussões por trás do embate físico. Mesmo antes da morte do rei, os conselheiros já começam a se articular para conseguir &#8220;mandar&#8221; no seu sucessor. Paralelo a isso, Henry está muito mais preocupado em levar a vida com tranquilidade do que assumir um grande posto.</p>
<p>O diretor David Michôd (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-rover-a-cacada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>The Rover &#8211; A Caçada</em></a>) coloca sua marca no roteiro, ao equilibrar cenas de negociação com a contemplação e negação do protagonista. Além disso, temos um belíssimo trabalho de trilha sonora e fotografia, que acabam funcionando como elemento-chave na construção da atmosfera de tensão e drama da história. Sim, esse é um filme de drama com alguma ação, e não o contrário.</p>
<p>Talvez por isso, inclusive, possa ter algum sentimento de frustração por parte do espectador desavisado. Especialmente quando o trailer &#8220;vendeu&#8221; a ideia de um filme de batalhas épicas. A construção da guerra, mesmo no quesito físico, é muito mais estética do que visceral. Planos abertos que valorizam a multidão e destacam determinado personagem, como se ele estivesse sendo afogado pelo regimento da época.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11771" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/the-king-robert-pattinson-750x500.jpg" alt="O Rei" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/the-king-robert-pattinson.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/the-king-robert-pattinson-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/the-king-robert-pattinson-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A escolha do elenco é um ponto alto e acertado do filme. Chalamet demonstra toda a insatisfação, revolta e aceitação que o príncipe Henry traduz. Ele é de poucas palavras, mas muitos emoções. O que se torna claro através de seu olhar e comportamento retido. Para além dele, Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bom-comportamento/"><em>Bom Comportamento</em></a>) está excelente no papel do soberano francês. Ele mistura um pouco de loucura psicótica com a inexperiência, levando para a sua curta participação um destaque considerável.</p>
<p>Por fim, <em><strong>O Rei</strong></em> tem um leve problema de ritmo, especialmente na primeira parte. Mesmo que a proposta seja de um drama, ele acaba caminhando muito sem propósito por algum tempo, deixando o espectador num misto de confusão com o objetivo da trama e tédio. Isso acaba se revertendo a medida de Henry assume o trono e a ameaça da França se torna mais real.</p>
<p>Nada disso impede que o filme seja bem sucedido no seu propósito e nos ofereça uma obra de muita qualidade. O que é uma grata surpresa quando falamos de <em>Netflix</em>, já que o <em>streaming</em> tem um problema de bons roteiros na categoria filmes. <strong><em>O Rei</em> </strong>é uma produção contundente, um drama histórico que fala não apenas das articulações políticas, como das transformações pessoais que, por vezes, precisam ser realizadas para um propósito maior. Vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Michôd<br />
<strong>Elenco:</strong> Timothée Chalamet, Robert Pattinson, Ben Mendelsohn, Joel Edgerton, Lily-Rose Depp, Dean-Charles Chapman, Sean Harris, Thomasin McKenzie</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sLBLa5-W3IQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Você pode conferir esse filme diretamente na <a href="https://www.netflix.com/watch/80182016?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2C2909d2145b785506e59c13a8ddc50cd5cb712a7a%3Aad55bf45d6b8b4c5ed41aa97a0cf15eae2777c24%2C%2C" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Netflix</strong></em></a>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei/">Crítica: O Rei</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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