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	<title>Arquivos Breaking Bad - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Breaking Bad - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: El Camino &#8211; A Breaking Bad Movie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 18:07:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há pouco mais de seis anos, Breaking Bad se encerrava. Atualmente, parece ser uma unanimidade colocá-lá entre as maiores obras dramáticas da televisão. O que não falta são motivos para justificar sua primazia: um complexo anti-herói como protagonista; uma meticulosidade quase cinematográfica em sua produção; diversos momentos que ficam na memória — aqui vai uma rápida lista: a explosão no escritório de Tuco; a banheira caindo do teto; o avião explodindo; a bomba na cadeira de rodas; o tiroteio no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco mais de seis anos, <em><strong>Breaking Bad</strong></em> se encerrava. Atualmente, parece ser uma unanimidade colocá-lá entre as maiores obras dramáticas da televisão. O que não falta são motivos para justificar sua primazia: um complexo anti-herói como protagonista; uma meticulosidade quase cinematográfica em sua produção; diversos momentos que ficam na memória — aqui vai uma rápida lista: a explosão no escritório de Tuco; a banheira caindo do teto; o avião explodindo; a bomba na cadeira de rodas; o tiroteio no deserto; a pizza no teto; os gêmeos mudos; <em>Los Pollos Hermanos</em> etc — e claro, a química (sem trocadilhos) entre Walter e Jesse, além dos diversos personagens secundários marcantes: Mike, Saul, Gus, Hank e Skyler.</p>
<p>Durante as 5 temporadas do seriado, a trajetória de Jesse Pinkman (Aaron Paul, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/"><em>Um Espião e Meio</em></a>) foi marcada pelo sofrimento. Não só perdeu duas namoradas, como foi feito de escravo por mais de um ano nas mãos de neonazistas, que queriam utilizar sua habilidade de produzir metanfetamina. Após o sacrifício de Walter White (Bryan Cranston, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-godzilla/"><em>Godzilla</em></a>), Pinkman finalmente volta a ser um homem livre, com o seriado se encerrando enquanto ele dirige um carro sem rumo e tem uma explosão catártica de riso e choro. A grande pergunta que <em><strong>El Camino &#8211; A Breaking Bad Movie</strong></em> volta para responder é: será que o carismático protagonista realmente é um homem livre? Ou, ainda que liberto da prisão material, não consegue escapar das armadilhas de seus próprios pensamentos?</p>
<p><em><strong>El Camino &#8211; A Breaking Bad Movie</strong></em> começa diretamente após os acontecimentos de <em>Breaking Bad</em>, com Jesse no volante. Sendo ajudado pelos cômicos Badger (Matt L. Jones, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-brightburn-filho-das-trevas/"><em>Brightburn</em></a>) e Skinny Pete (Charles Baker, <em>Demônio de Neon</em>), o ex-prisoneiro luta para se recuperar mentalmente dos traumas sofridos durante o cárcere privado, ao mesmo tempo que a polícia fecha o cerco e a necessidade de criar um plano para fugir.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-11525 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4934017.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="El Camino - A Breaking Bad Movie" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4934017.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4934017.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4934017.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na rápida retrospectiva disponibilizada pela<em> Netflix</em> antes do longa, duas falas de Walter se sobressaem: &#8220;tudo que você faz é parte de você&#8221; e &#8220;você precisa parar de se preocupar com a escuridão atrás de você. O passado é o passado&#8221;. Assim, é justamente este conflito de ideias contraditórias que acompanhará a continuação de sua jornada. Até por isso, a narrativa de <em><strong>El Camino &#8211; A Breaking Bad Movie</strong></em> pode ser vista como um grande purgatório para Jesse, que precisa expurgar o passado para seguir em frente.</p>
<p>Neste sentido, o roteiro de Gilligan é marcado por diversas digressões que interrompem a trama principal para trazer <em>flashbacks</em> e, consequentemente, a volta de antigos personagens. Essas sequências possuem três funções. Primeiramente, é claro que Vince não perderia a oportunidade de fazer <em>fan-service</em> para agradar o público. Segundo, em uma enorme facilitação narrativa, através de relações de causa-consequência, cenas inéditas do passado surgem como <em>Deus Ex Machina</em> para avançar a história. Por exemplo, é muito conveniente que Jesse precise de um abrigo no presente e surja um corte para o passado, onde Todd (Jesse Plemons, <em>Vice</em>) tenha apresentado seu apartamento para ele.</p>
<p>Em terceiro, toda a construção desses <em>flashbacks</em> com personagens clássicos remete a um saudosismo do material original praticamente platônico. Em dois deles, a mensagem de Gilligan não poderia ser mais clara, já que abrem e encerram o filme. No primeiro, Jesse conversa na beira de um rio em constante movimento; no último, bate papo enquanto dirige por uma estrada interminável. Ambas as localizações remetem a ideia de fluxo, pois essa é a principal lição para o personagem: a de seguir em frente. Inclusive, o nome da obra reforça a tese. Mais do que o tipo de carro que dirige, mas um endosso na noção de trilhar o próprio caminho. Ainda dentro deste universo onírico, há um encontro em especial que emocionará os fãs, sem jamais soar gratuito. É somente depois dele que Jesse encontra sua paz interior, funcionando como o último acerto de contas e um adeus ao passado.</p>
<p>Por toda essa abordagem, o grande mérito de Vince Gilligan é a criação desses momentos que, apesar de claramente definidos no tempo pretérito, abrem essa interpretação para uma atemporalidade ultra dimensional, algo parecido com o que <em>Lost</em> fez em sua última temporada. De mesmo modo, o diretor demonstra uma enorme inventividade na decupagem de suas cenas, sempre criativo ao captá-las por variados ângulos que esclarecem a noção especial, como naquela do comboio de carros policiais passando. Semelhantemente, Gilligan trabalha bem com a antecipação da ação, segurando ao máximo a tensão dessas sequências, sempre deixando o agir para o último momento, tanto quando Pinkman se esconde atrás da porta, como no confronto de faroeste.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11526 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4430179.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="El Camino - A Breaking Bad Movie" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4430179.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4430179.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/4430179.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E nada mais propício do que o clímax de El Camino ser resolvido por meio de um duelo. Afinal, o papel assumido por Jesse é como o de um <em>cowboy</em>. Solitário, ele vaga de estrada em estrada, tendo em sua companhia apenas sua pistola e seu &#8220;cavalo&#8221; (carro). Em consonância, seu objetivo não deixa de ser uma espécie de bucolismo clássico do forasteiro, de explorar e vagar pela terra. Só assim ele irá se encontrar.</p>
<p>Ainda que o roteiro não dê nenhum grande momento para Aaron Paul explodir como em episódios de <em>Breaking Bad</em>, há aqui uma constante em seu trabalho. O ator incorpora uma marca muito forte dos tempos de aprisionamento, resultando não só em cicatrizes, como também em melancolia, desespero e desconfiança. Com uma rápida ponta, o veterano Robert Forster (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-o-que-tivemos/"><em>Tudo o que Tivemos</em></a>) interpreta um calmo Ed, que mesmo sem elevar o tom de voz, demonstra força em uma negociação com Jesse. De resto, para não estragar surpresas, basta dizer que todos que reprisam seus papéis possuem o mesmo nível de qualidade que apresentaram na série.</p>
<p>Ao fim de <em><strong>El Camino &#8211; Breaking Bad Movie</strong></em>, pode surgir a pergunta: sua existência se justifica? Apesar do final de Pinkman ficar aberto em <em>Breaking Bad</em>, a incerteza de seu destino sempre pareceu interessante, justamente pelo simbolismo de sua última aparição. Com a morte de Walter, ele finalmente teria o livre-arbítrio para definir seu destino, não importa qual seja. De certa forma, é possível dizer que a extensão do universo de Gilligan ainda respeite essa dubiedade, mas dá uma volta antes de voltar à essa lógica, para expurgar de vez os fantasmas de Jesse. E claro, aproveitado a oportunidade para mexer com o emocional de seu fiel público.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Vince Gilligan<br />
<strong>Elenco:</strong> Aaron Paul, Charles Baker, Matt Jones, Robert Forster</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong><br />
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=1JLUn2DFW4w&amp;w=750&amp;h=500]</p>
<p>Você pode conferir <em><strong>El Camino &#8211; A Breaking Bad Movie</strong></em> diretamente na <a href="https://www.netflix.com/watch/81078819?trackId=14170035&amp;tctx=1%2C0%2C6f0a9f7e-6803-4ee7-8dca-3c1847a975af-59322514%2Cdc1a5af3-e12d-43a3-bf06-09f77d7cf414_5968322X19XX1570893082590%2Cdc1a5af3-e12d-43a3-bf06-09f77d7cf414_ROOT" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Netflix</strong></em></a>!</p>
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		<title>Especial: As Melhores Séries de Drama de Todos os Tempos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 23:10:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dando continuidade aos especiais sobre séries, o Coisa de Cinéfilo traz a segunda parte da lista dos melhores seriados de todos os tempos, agora com as produções de drama &#8211; acesse aqui o texto sobre comédias. O critério de escolha está relacionado ao equilíbrio de qualidade entre as temporadas, do piloto e, em alguns casos, se o desfecho foi bem realizado. Agora pegue sua pipoca e confira o especial com As Melhores Séries de Drama de Todos os Tempos! 5 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade aos especiais sobre séries, o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Coisa de Cinéfilo</em></strong></a> traz a segunda parte da lista dos melhores seriados de todos os tempos, agora com as produções de drama &#8211; acesse <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-melhores-series-de-comedia-de-todos-os-tempos/">aqui</a> o texto sobre comédias. O critério de escolha está relacionado ao equilíbrio de qualidade entre as temporadas, do piloto e, em alguns casos, se o desfecho foi bem realizado.</p>
<p>Agora pegue sua pipoca e confira o especial com <em><strong>As Melhores Séries de Drama de Todos os Tempos</strong></em>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11460 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/34559-750x500.jpg" alt="As Melhores Séries de Drama de Todos os Tempos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/34559.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/34559-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/34559-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>5 – <em>House of Cards</em> (2013-2018)</strong></h5>
<p>Uma das primeiras séries originais da <em>Netflix</em>,<em> House of Cards</em> foi um drama político construído através de  análise de dados dos clientes da empresa. Os atores, a trama, o estilo, tudo! Partindo daí, o seriado manteve sua qualidade durante quase todas as suas temporadas, com alguns deslizes ao final. Ainda assim, ela conseguiu elencar pontos positivos em sua totalidade, como a relação do protagonista com a esposa, Claire Underwood (Robin Wright), ou as viradas narrativas bem estruturadas, sem parecer gratuitas e apenas para causar efeitos. Além disso, a obra venceu diversos prêmios como <em>Globo de Ouro</em> e <em>Emmy</em>.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11462" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/cq5dam.web_.1200.675-750x500.jpeg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/cq5dam.web_.1200.675.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/cq5dam.web_.1200.675-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/cq5dam.web_.1200.675-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>4 – <em>Game of Thrones</em> (2011-2019)</strong></h5>
<p>Produzida pela HBO e adaptada dos livros do escritor George R. R. Martin, <em>Game of Thrones</em> foi um sucesso estrondoso. De acordo com dados de audiência divulgados pela sua emissora de exibição, a cada temporada a quantidade de público crescia, chegando, em seu encerramento, ao triplo do que no seu início, de 2,5 para 7,5 milhões de espectadores. Além de ser popular entre os espectadores, o seriado possuía, na maioria das vezes, uma narrativa equilibrada, com construção de tensão, boas sequências de batalha, progressão dramática e aproveitamento das personagens da história. Apesar de seu final ser aquém ao que já tinha sido mostrado antes, o panorama geral da produção faz com que ela ocupe o quarto lugar da lista de As Melhores Séries de Drama de Todos os Tempos.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11465" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Arquivo-X-1155x770-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Arquivo-X-1155x770.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Arquivo-X-1155x770-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Arquivo-X-1155x770-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>3 – <em>Arquivo X</em> (1993-2018)</strong></h5>
<p>Personagens icônicos, cenas memoráveis, finais e retornos. <em>Arquivo X</em> foi um sucesso na década de 1990. Com uma audiência que chegou a quase 20 milhões de pessoas por episódio e uma prateleira de prêmios, incluindo cinco <em>Globo de Ouro</em>, o seriado mostrava dois agentes do FBI: Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny), que investigavam casos sobrenaturais. O maior destaque da produção era sua capacidade de amarrar estilos de arcos narrativos. Além de ser procedural e ter os <em>Monster of the week</em>, ela trazia questões que aconteciam e se encerravam a cada ano e arcos que duraram todas as temporadas, algo que não era comum em seu tempo. Até o seu primeiro desfecho, em 2001, o encerramento aconteceu de maneira digna. O retorno, em 2016, enfraqueceu um pouco a sua força, mas o mérito dela não se perde por este motivo.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11461" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5abab4c8ae6c6422633227e1a6ff309786d2c9ae-750x500.jpeg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5abab4c8ae6c6422633227e1a6ff309786d2c9ae.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5abab4c8ae6c6422633227e1a6ff309786d2c9ae-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5abab4c8ae6c6422633227e1a6ff309786d2c9ae-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>2 – <em>Família Soprano</em> (1999-2007)</strong></h5>
<p>Estrelada por James Gandolfini (<em>A Mexicana</em>), Família <em>Soprano</em> é considerada por muitos veículos especializados, como as revistas <em>Rolling Stone</em> e <em>Empire</em>, como uma das melhores séries de todos os tempos. Contando a história de uma família mafiosa, a produção da HBO, trazia com personagens complexos, que mostravam múltiplas emoções e comportamentos na tela. Outro fator positivo era seu roteiro que buscava focar mais na própria história do que utilizar recursos narrativos que pudesse prender o espectador. O público ficava pela riqueza interna das figuras na tela e dos acontecimentos por eles engendrados.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11464" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/breaking-bad-1566573083241_v2_1024x768-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/breaking-bad-1566573083241_v2_1024x768.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/breaking-bad-1566573083241_v2_1024x768-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/breaking-bad-1566573083241_v2_1024x768-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>1 &#8211; <em>Breaking Bad</em> (2008-2013)</strong></h5>
<p>Caminhando semelhante a Família<em> Soprano</em>, o seriado <em>Breaking Bad</em> conseguia reunir personagens que sempre estava na linha tênue entre o bem e o mal. Dentro desta lógica, este traço estava mais forte no seu protagonista Walter White (Bryan Cranston). As suas decisões era inescrupulosas, porém parecia existir sempre uma justificativa plausível para seus atos. Até que não havia mais razão nenhuma para tais ações e ele buscava se redimir de alguma maneira e este ciclo se repetia diversas vezes. Mas, não era algo tedioso. Porque, ao mesmo tempo que White estava entretido com sua vida e problemas, ao seu redor, outras figuras emblemáticas e não planas estavam presentes. A produção da AMC também contava com diretores criativos que utilizavam alguns recursos técnicos para incrementar a série, como com posicionamentos de câmera, enquadramentos, temperaturas etc.</p>
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