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	<title>Arquivos Awkwafina - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Awkwafina - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Pequena Sereia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 22:19:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! A Pequena Sereia é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir. Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-pequena-sereia/">Crítica: A Pequena Sereia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir.</p>
<p>Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras imagens e cenas que a Disney liberou me deixaram bem frustrada. A animação <em>A Pequena Sereia</em> é cheia de cores vivas e contrastes marcantes, algo que não apareceu nos trailers, com suas cores desbotadas e sombrias. Outro detalhe são os melhores amigos da protagonista, Linguado e Sebastião, que eram super expressivos, enquanto que no live-action eles pareciam provenientes da mesma cesta que saíram os animais da desnecessária adaptação de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei-leao/"><em>O Rei Leão</em></a>. Por fim, a cor do cabelo de Ariel, que é de um vermelho sangue vivo no desenho e aqui era um ruivo laranja desbotado.</p>
<p>Com base em tudo isso, fui ao cinema com a expectativa lá embaixo, esperando uma bomba. Mas como é incrível ser bem surpreendida! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é uma graça de filme, da melhor maneira que eu poderia esperar. Eles conseguiram inspirar ainda mais interesse nos personagens a partir da acertada escolha de seu elenco. Ariel (Halle Bailey, <em>As Férias da Minha Vida</em>) é bem natural e traz uma leveza bem característica, sempre brincalhona e curiosa. Os seus amigos Linguado (Jacob Tremblay, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-quarto-de-jack/"><em>O Quarto de Jack</em></a>), Sebastião (Daveed Diggs, <em>Soul</em>) e Sabichão (Awkwafina, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/"><em>Podres de Ricos</em></a>) são cheios de personalidade e conseguem driblar a naturalidade gráfica dos animais com expressões que surgem através da fala. Até o Rei Tritão (Javier Bardem, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>), que é bem sisudo na animação, consegue arrancar risadas do espectador. O mesmo vale para a excelente vilã Ursula, interpretada com maestria por Melissa McCarthy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-amor-e-trovao/"><em>Thor: Amor e Trovão</em></a>).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16737" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg" alt="A Pequena Sereia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa navega então por mares conhecidos, seguido fielmente a animação e seu roteiro. A emoção de Halle em todas as cenas faz com que nós consigamos simpatizar ainda mais com a protagonista e pequenas mudanças de motivação da trama a deixaram menos machista. Aqui Ariel quer largar tudo para desbravar o mundo e conhecer novos lugares, não apenas correr atrás de um carinha que ela conheceu há um minuto. E isso dá um tom todo especial na trama.</p>
<p>A preocupação que eu tive com as cores não se sustentou, pois a Disney regulou tão bem a saturação que o filme é uma explosão de arco-íris (muito bem feita) nas nossas vistas. Músicas muito bem cantadas, cenas bem construídas e uma intensidade de emoções que nos faz comprar cada segundo do que vivemos ali. É como voltar ao tempo de infância e viver aquele sentimento de nostalgia gostoso.</p>
<p>Outro detalhe é que é maravilhoso ver a representatividade que ele traz, especialmente na sua protagonista. Não há nada que impeça Ariel de ser negra e o filme é a prova disso. Outros detalhes de personagens também trazem esta pauta, de maneira bem sutil e acertada, mostrando que a Disney tem mudado o seu perfil antigo, machista e racista, se atualizando aos novos tempos e necessidades. Já consigo visualizar as pequenas meninas negras querendo um aniversário da Pequena Sereia, com direito a cauda e peruca vermelha. E isso é incrível!</p>
<p><em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> tem lá seus problemas, claro. Existe um ar um pouco infantilizado que permeia algumas cenas e é desnecessário diante da forma como a trama foi construída. Ainda assim, não é algo que faça com que o todo seja prejudicado.  Trata-se de um live-action bem interessante, divertido e gostoso de assistir. Daqueles que a gente quer ver mais de uma vez!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rob Marshall</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy, Javier Bardem, Jude Akuwudike, Awkwafina, Jacob Tremblay, Daveed Diggs</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E-qPSU-OSb8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: A Despedida (Looke)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 19:36:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Despedida é um filme peculiar pela proximidade da história da sua diretora Lulu Wang com a trama da imigrante chinesa que sai dos EUA e retorna a seu país de origem para acompanhar aqueles que seriam os últimos dias da sua avó, portadora de um câncer em estágio terminal. Também roteirista do longa, Wang trouxe para as telas parte da sua relação com sua nai nai (como eles chamam avó em mandarim) e o choque cultural que o enfrentamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Despedida</strong></em> é um filme peculiar pela proximidade da história da sua diretora Lulu Wang com a trama da imigrante chinesa que sai dos EUA e retorna a seu país de origem para acompanhar aqueles que seriam os últimos dias da sua avó, portadora de um câncer em estágio terminal. Também roteirista do longa, Wang trouxe para as telas parte da sua relação com sua nai nai (como eles chamam avó em mandarim) e o choque cultural que o enfrentamento de temas como a morte sempre trazem no diálogo entre as perspectivas ocidentais e orientais sobre o assunto.</p>
<p>Wang faz de <strong><em>A Despedida</em></strong> uma narrativa sobre o choque cultural de uma jovem chinesa há anos nos EUA interpretada por Awkwafina (de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oito-mulheres-e-um-segredo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Oito Mulheres e um Segredo</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Podres de Ricos</em></a>) e parte da sua família que acabou ficando na China. Ao longo da história, o grupo de personagens discordam e lidam com a incompreensão sobre a manutenção do sigilo no que diz respeito ao diagnóstico da nai nai.</p>
<p>Ao longo de <em><strong>A Despedida</strong></em>, é interessante perceber como Lulu Wang conseguiu conciliar os diversos interesses do longa. Ao mesmo tempo em que <em><strong>A Despedida</strong></em> é uma imersão nessa junção cultural e consegue dimensionar seu tema tanto pela perspectiva dos chineses &#8220;americanizados&#8221; e seus sentimentos de &#8220;despatrialização&#8221;, já que acabam &#8220;não pertencendo&#8221; a nenhum dos dois territórios, consegue trazer um olhar ocidental cheio de empatia para a cultura oriental, algo que possivelmente só consegue pelo vínculo da realizadora com essa ramificação da sua árvore genealógica.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12870" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/5975687.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Despedida" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/5975687.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/5975687.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/5975687.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa também consegue ser um drama sensível, capaz de construir arcos complexos e cheios de introspecção para suas protagonistas, o que arranca dos seus atores, sobretudo Awkwafina e a adorável Shuzhen Zhao (a nai nai da família), que têm desempenhos repletos de nuances sugeridas em detalhes. Nesse sentido, A Despedida acaba se tornando terreno fértil para Wang exercitar com poesia e plasticidade os momentos de emoção mais singelas do filme, explorando com elegância cada um dos sentimentos que a história sugere, sem grandiloquência no uso de recursos à moda chinesa.</p>
<p>Assim, o que temos ao final da jornada de Billi (Awkwafina) é um processo de reconhecimento de si através da refamiliarização com suas origens. Lulu Wang traça toda essa trajetória com bastante propriedade e apreço aos traços mais humanos dos seus personagens. <em><strong>A Despedida</strong></em> também é uma bela reverência aos antepassados e à importância de valorizar cada momento, o mais banal possível, com eles.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lulu Wang<br />
<strong>Elenco:</strong> Awkwafina, Shuzhen Zhao, X Mayo, Tzi Ma, Diana Lin, Yang Xuejian, Aoi Mizuhara, Xiang Li, Hongli Liu, Shimin Zhang</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/T3Y6b36eMK4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Podres de Ricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 13:19:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Awkwafina]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Golding]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Yeoh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores fenômenos de bilheterias do ano, tendo acumulado mais de US$ 200 milhões em todo o mundo custando apenas US$ 30 milhões, Podres de Ricos é baseado num best-seller homônimo de autoria de Kevin Kwan. O filme tem uma premissa extremamente simples: conta uma viagem empreendida por uma americana, filha de imigrante e professora universitária de economia para conhecer a família do seu rico namorado durante um casamento luxuoso em Singapura. O destaque internacional da produção americana é seu elenco inteiramente asiático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Um dos maiores fenômenos de bilheterias do ano, tendo acumulado mais de US$ 200 milhões em todo o mundo custando apenas US$ 30 milhões, <i><b>Podres de Ricos</b> </i>é baseado num <i>best-seller </i>homônimo de autoria de Kevin Kwan. O filme tem uma premissa extremamente simples: conta uma viagem empreendida por uma americana, filha de imigrante e professora universitária de economia para conhecer a família do seu rico namorado durante um casamento luxuoso em Singapura.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O destaque internacional da produção americana é seu elenco inteiramente asiático usado para narrar uma história inserida em um gênero tradicionalmente lucrativo em Hollywood, a comédia romântica. O <i>marketing </i>bem feito e a história convencional, mas bem contada, garantiram o fôlego desta produção por três semanas consecutivas no topo das bilheterias americanas na temporada extremamente concorrida do verão americano e deve ganhar uma continuação dentro de alguns anos.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9488" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Crazy-Rich-Asians.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Na essência, <i>Podres de Ricos </i>não apresenta nada que outra produção do gênero já não tenha feito. Nem mesmo esmiuça com mais profundidade algumas informações do contexto da sua história (como a cultura chinesa e o papel dos asiáticos na economia americana nas últimas décadas). No entanto, seria até injusto não reconhecer o valor do filme por outros méritos quando outros títulos de gêneros distintos passam batido aos olhos da crítica ao simplesmente seguir bem uma fórmula. É isso que <i>Podres de Ricos </i>faz, segue de maneira exemplar uma fórmula.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É possível que <i>Podres de Ricos </i>seja um dos melhores trabalhos da carreira do diretor Jon M. Chu (responsável por <i>Truque de Mestre: O 2º Ato </i>e <i>G.I Joe: Retaliação</i>), ancorado no trabalho de um elenco competente, dos protagonistas Constance Wu e Henry Golding, passando pelas participações de Awkwafina (impagável como a melhor amiga de Wu) e da veterana Michelle Yeoh como a matriarca dos Young. O filme apela para algumas muletas desnecessárias em alguns momentos, sendo a principal delas um drama de infidelidade envolvendo a personagem de Gemma Chan, que também possui um vício por compras sugerido no primeiro ato e que nunca retorna à trama. No entanto, são detalhes que não estragam o grande entretenimento que <i>Podres de Ricos </i>inegavelmente é.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KIv42RveGs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
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		<title>Crítica: Oito Mulheres e Um Segredo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-oito-mulheres-e-um-segredo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 20:41:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Oito Mulheres e Um Segredo chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07, e promete atrair grande público aos cinemas. Com o suporte de Onze Homens e Um Segredo, do diretor Steven Soderbergh, este atual traz a versão feminina e atualizada. No entanto, deixou de aproveitar vários pontos positivos do antecessor e acabou caindo em uma série de clichês desnecessários. Debbie Ocean é irmã do famigerado Danny Ocean, interpretado por George Clooney na película sitada acima. Ela acaba de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Oito Mulheres e Um Segredo</em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07, e promete atrair grande público aos cinemas. Com o suporte de <em>Onze Homens e Um Segredo</em>, do diretor Steven Soderbergh, este atual traz a versão feminina e atualizada. No entanto, deixou de aproveitar vários pontos positivos do antecessor e acabou caindo em uma série de clichês desnecessários.</p>
<p>Debbie Ocean é irmã do famigerado Danny Ocean, interpretado por George Clooney na película sitada acima. Ela acaba de sair da cadeia e já planeja um novo golpe para faturar milhões. Ela conta com a ajuda da parceira Lou e, juntas, elas reúnem outras mulheres para executar o plano de roubar uma joia durante o Baile do Met.</p>
<p>Desta introdução você já percebe que o filme é bem parecido com a versão masculina. Mas isso não seria problema algum se o roteiro deste aqui inovasse e fosse menos previsível. Cada cena, cada ato, é facilmente identificável pelo espectador, que começa a se entediar com a falta de elementos novos. Até o clímax do filme é perdido no meio de tantos clichês.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8976" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/341755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O diretor Gary Ross se limita, infelizmente, a reproduzir o roteiro masculino, sem dar corpo e identidade à esse. Ao invés de aproveitar a premissa e trabalhar em cima disso, ele simplesmente copiou e colou, sem adequar direito à questão feminina. Estamos falando de um elenco forte e majoritariamente feminino. Tudo isso poderia ser muito bem explorado. As possibilidades são infinitas. Mas Ross se contentou em trazer o básico do básico.</p>
<p>O grande suporte que esse filme tem, de fato, é o elenco. Uma atriz mais impecável que a outra e que funcionam muito bem juntas. Além de grandes atuações, temos uma unidade forte na equipe. Todas têm seus momentos de glória, mas se destacam entre a multidão também. Destaque especial para Rihanna, que mostra amadurecimento na atuação e está ótima no papel da hacker Bola Nove. Mas é claro que a dinâmica entre Sandra Bullock e Cate Blanchett é única e deliciosa de assistir.</p>
<p>Não menos importante, temos Helena Bonham Carter, Sarah Paulson, Anne Hathaway, Mindy Kaling e a mais novata Awkwafina. É tanta mulher retada junto que a gente até esquece o roteiro fraco. Elas valem a pena todos os momentos e as quase 2h de duração do filme.</p>
<p>Mesmo dentro de todos esses moldes pré-arranjados, <em>Oito Mulheres e Um Segredo</em> é um filme com começo, meio e fim, e funciona razoavelmente bem. O público se diverte, dá risada, fica animado. Tudo que é de se esperar desta proposta. O que decepciona mesmo é que ele poderia ir muito além disso, mas prefere ser apenas um longa comum. Vale a pena, sim, mas perdeu a chance de ser lembrado no futuro como algo inovador.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eRVknc7kQGQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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