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	<title>Arquivos Anna Lore - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Anna Lore - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Telefone Preto 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 11:22:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O anúncio de uma sequência de sucesso para um filme de terror já é algo de praxe para os estúdios atualmente. A atitude, ainda que esperada, levanta alertas para o público sobre a qualidade do que virá na nova produção. No gênero, o histórico não tem o melhor dos precedentes, como M3GAN 2.0, que mesmo não sendo ruim, mudou totalmente sua estrutura e abandona o horror, ou Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, que é uma sequência-legado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio de uma sequência de sucesso para um filme de terror já é algo de praxe para os estúdios atualmente. A atitude, ainda que esperada, levanta alertas para o público sobre a qualidade do que virá na nova produção. No gênero, o histórico não tem o melhor dos precedentes, como <em>M3GAN 2.0</em>, que mesmo não sendo ruim, mudou totalmente sua estrutura e abandona o horror, ou <em>Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado</em>, que é uma sequência-legado terrivelmente fraca e narrativamente instável. Nessa lógica, os fãs de horror se preocuparam com o que poderia ser <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong>, continuação do sucesso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-telefone-preto">2021</a>.</p>
<p>Apesar das especulações a partir do marketing do filme e da &#8216;maldição&#8217; das sequências dentro do gênero, o novo filme do diretor Scott Derrickson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho"><em>Doutor Estranho</em></a>, de 2016, e <em>Entre Montanhas</em>, de 2025) não deixa nada a desejar em comparação ao primeiro. Em sua sequência, o cineasta e co-roteirista escancara as portas do sobrenatural e mergulha de cabeça nessa jornada, se aproximando de uma entidade tão cruel quanto o Freddy Krueger. <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong> tem a coragem de se distanciar do suspense investigativo do primeiro longa para focar numa fantasia de horror oitentista.</p>
<p>A narrativa de <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong> começa quatro anos após os eventos do primeiro filme. Finney Blake (interpretado por Mason Thames) está tentando lidar com o trauma do seu passado. Tanto as memórias do sequestro quanto o peso de ter matado o Sequestrador (interpretado por Ethan Hawke) ainda mexem com sua cabeça. Enquanto isso, sua irmã Gwen (interpretada por Madeleine McGraw) começa a ter visões de um acampamento com crianças mutiladas. O problema é que os pesadelos dela são visões do novo confronto que eles precisarão ter com o Sequestrador, afinal, morto é só uma palavra.</p>
<p>O roteiro de Derrickson e C. Robert Cargill (<em>A Entidade</em>, de 2012, <em>O Telefone Preto</em>, de 2021) opta por explorar esse outro elemento presente no filme anterior, tornando isso o mote central da trama. A jornada médium das crianças &#8211; agora já adolescentes &#8211; ganha espaço, dando ainda mais desenvolvimento para os personagens, especialmente para Gwen, que ganha mais protagonismo e tempo de tela em <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong>. O alcance dos seus poderes psíquicos e o que eles revelam sobre o passado do Sequestrador e de sua família. Ao mesmo tempo, os roteiristas investem ainda mais em trazer o público para dentro de uma época, evocando elementos que te transportam no tempo.</p>
<figure id="attachment_20007" aria-describedby="caption-attachment-20007" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20007" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-750x500.jpg" alt="Telefone Preto 2 (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2-1400x934.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Telefone-Preto-2-2.jpg 1612w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20007" class="wp-caption-text">Mason Thames e Madeleine McGraw em cena de &#8216;Telefone Preto 2 (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Ainda que a história foque mais na personagem de McGraw (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas"><em>A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</em></a>, de 2021), Hawke (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mundo-depois-de-nos-netflix"><em>O Mundo Depois de Nós</em></a>, de 2023) e Mason Thames (<em>Como Treinar Seu Dragão</em>, de 2025) continuam a ter bons momentos em tela, mostrando o alcance de suas interpretações e o patamar de desenvolvimento no qual seus personagens chegaram. Igualmente, o roteiro permite alguns momentos interessantes de Armando, o supervisor do acampamento (interpretado por Demián Bichir), mostrando que Derrickson e Cargill conhecem os meandros da história que criaram e sabiam para onde queriam seguir em <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong>.</p>
<p>Apesar de acertarem em muitos pontos, como no investimento do horror fantástico e sobrenatural, na expansão do passado do Sequestrador e da família Blake, o roteiro desliza no pouco desenvolvimento do pai de Finney e Gwen, interpretado por Jeremy Davies. Como já mostrado em seu antecessor, Davies é capaz de diferentes nuances em sua interpretação e, diante dos eventos assombrosos sobre seu passado e vivido por seus filhos, ele merecia um cuidado maior durante <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong>.</p>
<p>Outro elemento que vez ou outra acaba pesando é o uso da estética de fita VHS. Assim como no primeiro filme, <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong> continua a usar a textura de VHS para separar o que é sonho/visões do que acontece quando se está acordado. Mesmo que seja um recurso interessante e visualmente apelativo, ele é excessivamente usado ao longo do filme, o que acaba cansando um pouco o espectador. Existe, é claro, uma coerência estética nesse uso, uma vez que a sequência é um filme repleto de sonhos e visões, mas uma saída para equilibrar esse uso e não cansar o recurso teria sido interessante.</p>
<p>No fim das contas, <strong><em>Telefone Preto 2</em></strong> é uma sequência que vale a pena pelo seu esforço em se manter coerente com o que veio antes, sem perder a oportunidade de investir em algum outro elemento. A escolha de mergulhar no sobrenatural pode desagradar alguns, mas ela é uma decisão que se prova intrigante para a proposta da nova história de Derrickson e Cargill. Assim, o longa é um prato cheio para os fãs de histórias de horror fantástico oitentistas, repleto de elementos que te fazem mergulhar naquela atmosfera de cabeça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Scott Derrickson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Mason Thames, Madeleine McGraw, Ethan Hawke, Jeremy Davies, Demián Bichir, Miguel Mora, Anna Lore, Arianna Rivas, Graham Abbey e Maev Beaty</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/4FTqSFaKyjs?si=o_36J4hGex9UwoYY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica Premonição 6 &#8211; Laços de Sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 10:49:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de 14 anos sem um novo filme da traumatizante franquia Premonição, os fãs de terror recebem, nesta quinta-feira (15), um presente: um novo e bom filme da sua franquia splatter favorita. Premonição 6: Laços de Sangue chega aos cinemas como uma renovação total para seu universo narrativo. Para que finalmente o New Line Cinema entendeu o que sempre esteve presente como cerne da franquia e resolveu trabalhá-lo &#8211; como já deveria ter feito há mais de 20 anos. Talvez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 14 anos sem um novo filme da traumatizante franquia <strong><em>Premonição</em></strong>, os fãs de terror recebem, nesta quinta-feira (15), um presente: um novo e bom filme da sua franquia <em>splatter</em> favorita. <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> chega aos cinemas como uma renovação total para seu universo narrativo. Para que finalmente o New Line Cinema entendeu o que sempre esteve presente como cerne da franquia e resolveu trabalhá-lo &#8211; como já deveria ter feito há mais de 20 anos. Talvez este não se torne necessariamente o longa-metragem favorito da franquia, mas ele é, sem sombra de dúvidas, o melhor executado dentre os seis filmes.</p>
<p><strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>entrega uma narrativa cíclica e fechada em si. O roteiro de Guy Busick (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/"><em>Abigail</em></a>, de 2024) e Lori Evans Taylor (<em>O Nascimento do Mal</em>, de 2022) consegue amarrar a sua nova história com seus antecessores de forma coesa e interessante. A proposta de conectar todos os acontecimentos anteriores para uma espécie de embate final entre os últimos sobreviventes e a Morte é  bem conduzida e o resultado é surpreendente. Não é exagero pensar que o sexto filme seja o melhor executado da franquia. Existe um esmero de produção, proposta, narrativa e execução que jamais antes foi visto em consonância.</p>
<p>O produto final ser mais completo que os anteriores é um mérito do trabalho de Busick e Taylor, ao mesmo tempo que também carrega os louros dos diretores Zach Lipovsky e Adam Stein (<em>Aberrações</em>, de 2018). A dupla consegue produzir o longa com mais identidade e que é capaz que equilibrar bem o tom cômico com a tensão o horror gráfica das mortes sangrentas. Esse quarteto entre diretores e roteiristas foi capaz de fazer com que <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> alcançasse o ápice de seu potencial.</p>
<figure id="attachment_19447" aria-describedby="caption-attachment-19447" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-19447" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-750x500.jpg" alt="Premonição 6: Laços de Sangue (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-2048x1365.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-1400x933.jpg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19447" class="wp-caption-text">Kaitlyn Santa Juana em cena de &#8216;Premonição 6: Laços de Sangue (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Uma vez entendida e incorporada a verdadeira essência da franquia, a produção deu a largada para um infinito de novas possibilidades técnicas e artísticas para um projeto que, até então, era extremamente formulaico. A abertura de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong>, por exemplo, já coloca o espectador imerso numa atmosfera diferente. O ritmo da cena de abertura é interessante e cadenciado e isso permite que o resultado final seja com uma das sequências de desastre mais impactantes da franquia. A técnica atrelada a uma boa ideia &#8211; que é bem executada &#8211; resulta num longa fora da curva para os padrões da franquia.</p>
<p>Apesar do roteiro de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>saber conduzir bem a ambiência, o encadeamento dos eventos e ter mortes surpreendentemente criativas e traumatizantes, ainda existe um problema que se perpetua no projeto: o desenvolvimento dos personagens. Mesmo que neste filme o elenco tenha uma ótima química em cena &#8211; e a escolha deles serem todos da mesma família ajuda -, a franquia nunca foi conhecida por ter arcos narrativos de personagens bem desenvolvidos e isso se mantém. Ainda que exista a evidente sinergia entre os atores e atrizes e as entregas sejam satisfatórias &#8211; diferente de antecessores como <em>Premonição (2000)</em> e <em>Premonição 4 (2009)</em> -, ainda falta.</p>
<p>Independente dessa falta de aprofundamento nos personagens, o elenco de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> é capaz de captar a atenção do público para si. Isso faz com que cada morte choque o espectador porque, quer queira, quer não, os personagens se tornaram relevantes para ele. Essa percepção mostra que, ainda que falte um aprofundamento, o sexto longa consegue fazer algo que muitos dos seus antecessores não conseguiram. No mais, o texto ajuda a fazer com que o trem não descarrilhe em nenhum momento e ainda dá aos fãs um adeus à altura do eterno Candyman, o ator Tony Todd (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lenda-de-candyman/"><em>A Lenda de Candyman</em></a>, de 2021), que está na franquia desde o primeiro longa.</p>
<p>Com toda a sua expertise na execução, <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>se torna um suspiro aliviado aos fãs mais desacreditados. O longa ainda prova que pode ter algo de bom para sair dessa onda em reviver franquias do passado que estavam dadas como finalizadas. O roteiro do sexto filme mostra que, com respeito ao projeto e entendimento do seu terreno, é possível criar algo novo, bom e próprio. O que fica agora é saber quais serão os próximos capítulos de <strong><em>Premonição</em></strong> ou se este longa foi a despedida que o público merecia da lista da Morte.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Zach Lipovsky e Adam Stein</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Kaitlyn Santa Juana, Teo Briones, Richard Harmon, Owen Patrick Joyner, Rya Kihlstedt, Anna Lore, Brec Bassinger e Tony Todd</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TTwbsctteuw?si=uofPppnzsSdagdeS" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/">Crítica Premonição 6 &#8211; Laços de Sangue</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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