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	<title>Arquivos Alexandra Shipp - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Alexandra Shipp - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Todos Menos Você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 18:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trazendo como protagonistas dois dos jovens atores do momento em Hollywood, Glen Powell, recém-saído de Top Gun: Maverick, e Sydney Sweeney, que chamou a atenção por sua atuação na série da HBO Euphoria, a comédia romântica Todos Menos Você deseja ser veículo para catapultar ainda mais a carreira de ambos. O longa de Will Gluck, cuja experiência no gênero é marcada por Amizade Colorida de 2011 com Mila Kunis e Justin Timberlake, é centrado na tensão sexual entre protagonistas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trazendo como protagonistas dois dos jovens atores do momento em Hollywood, Glen Powell, recém-saído de Top Gun: Maverick, e Sydney Sweeney, que chamou a atenção por sua atuação na série da HBO Euphoria, a comédia romântica <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> deseja ser veículo para catapultar ainda mais a carreira de ambos. O longa de Will Gluck, cuja experiência no gênero é marcada por Amizade Colorida de 2011 com Mila Kunis e Justin Timberlake, é centrado na tensão sexual entre protagonistas que vivem ao longo da narrativa a já conhecida dinâmica de &#8220;gato e rato&#8221; para enfim se reconhecerem como &#8220;almas gêmeas&#8221; um do outro entre o segundo e último ato da história, inspirando-se em <em>Muito barulho por nada</em> de William Shakespeare.</p>
<p>No longa, Sweeney e Powell vivem duas pessoas que se conhecem ao acaso e imediatamente sentem que aquela relação pode se desenvolver para além do encontro fortuito ou da amizade. Um mal entendido entre eles os repele e eles passam a odiar um ao outro. Acontece que eles vão se reencontrar tempos depois em razão do casamento da irmã dela e da melhor amiga dele. Em nome do carinho que sentem pelo casal, eles resolvem aparentar uma trégua, mas é claro que não conseguem esconder por muito tempo algumas picuinhas e eles são envolvidos em uma série de problemas ao longo dos preparativos e dos festejos matrimoniais na Austrália.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17706" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2.png" alt="Todos Menos Você" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para os fãs de comédias românticas, é animador ver um filme do gênero chegar aos cinemas com um marketing tão expressivo, isso porque parte das realizações mais populares desse tipo de história nos últimos anos têm ficado restritas aos serviços de streaming, com raríssimas exceções como Podres de Ricos, por exemplo. No entanto, infelizmente, <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> não faz muita justiça às suas expectativas. O longa de Will Gluck é completamente refém das fórmulas que procura seguir e que são próprias a esse tipo de história, sem se atrever a sequer surpreender pontualmente o espectador. A sensação é que o longa nunca abre espaço para o mínimo de espontaneidade e sequer aproveita o carisma e o talento da sua dupla de protagonistas. Powell e Sweeney têm, inegavelmente, potencial e sex appeal, mas produzem uma faísca tão artificial na tela que o resultado do filme comprova como parte do que se falava sobre a química do casal foi pura construção de marketing para convencer o público a se interessar pelo filme.</p>
<p>Em <strong><em>Todos Menos Você</em></strong>, as piadas são as de praxe, os diálogos também são aqueles de sempre e a estrutura da história não surpreende muito. Não era necessário que Gluck realizasse grandes rupturas com o gênero, ou seja, <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> nem precisaria &#8220;inventar a roda&#8221; ao contar esse tipo de história. Acontece que seria fundamental imprimir algum tipo de faísca na dinâmica de &#8220;amor e ódio&#8221; entre Sydney Sweeney e Glen Powell, além de um certo incremento e &#8211; por que não &#8211; um fator originalidade na apropriação das marcas do gênero. No final das contas, o que <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> oferece é a experiência mais protocolar e sem carisma possível de uma comédia romântica, uma colagem de tantas outras mais expressivas que já assistimos ao longo da extensa lista de exemplares marcantes do gênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Will Gluck</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sydney Sweeney, Glen Powell, Alexandra Shipp</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ZwsIPNJxZ_0?si=0owPtgqfxelkgcra" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Tick, Tick&#8230; Boom! (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 19:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dramaturgo e compositor Jonathan Larson ficou conhecido por revolucionar os musicais da Broadway com Rent, espetáculo que, na contramão de tendências do gênero, abordava temas graves com um grupo de amigos da Nova York dos anos 80: o desemprego, o consumo de drogas e, sobretudo, o crescimento da AIDS. Larson conseguiu seu sucesso aos trinta e poucos anos, batalhou muito por isso e teve diversas crises pessoais e profissionais, mas não conseguiu &#8220;saborear&#8221; esse momento pois faleceu pouco tempo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dramaturgo e compositor Jonathan Larson ficou conhecido por revolucionar os musicais da Broadway com Rent, espetáculo que, na contramão de tendências do gênero, abordava temas graves com um grupo de amigos da Nova York dos anos 80: o desemprego, o consumo de drogas e, sobretudo, o crescimento da AIDS. Larson conseguiu seu sucesso aos trinta e poucos anos, batalhou muito por isso e teve diversas crises pessoais e profissionais, mas não conseguiu &#8220;saborear&#8221; esse momento pois faleceu pouco tempo de um tipo raro de aneurisma.</p>
<p>A história de Larson é contada em <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong>, musical autobiográfico de autoria do próprio compositor. Nele, Larson conta o período em que criava um musical chamado Superbia para um workshop em Nova York e chamou a atenção de figurões da área, como o recém-falecido Stephen Sondheim (de <em>West Side Story </em>e <em>Sweeney Todd</em>). Esta produção off-Broadway de Larson narra os anseios de jovens adultos que vivem as ansiedades e cobranças de não cumprirem a utopia da ascensão profissional antes dos 30 anos. Larson começa a ser tentado pela ideia de abandonar os seus sonhos para encontrar alguma atividade que lhe dê retorno financeiro mais imediato. Ao mesmo tempo, o compositor vê diversos dos seus amigos morrerem por complicações decorrentes da AIDS.</p>
<p><strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom! </em></strong>é o primeiro filme dirigido por Lin-Manuel Miranda, que a esta altura já deixou de ser uma figura conhecida apenas no seu nicho, já que tem assinado os créditos como compositor de uma série de recentes produções do gênero no cinema, de <em>Em um Bairro de Nova York</em>, passando ainda pelas animações <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-encanto/"><em>Encanto</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moana-um-mar-de-aventuras/"><em>Moana</em> </a>e <em>Vivo: Um Amigo Show</em>. O mais célebre trabalho de Miranda é, sem dúvida, Hamilton, cuja versão filmada em 2020 para o Disney + foi um sucesso e que assim como Rent de Larson também é tido por muitos especialistas como um musical revolucionário pelo teor das suas composições.</p>
<p>A adaptação de <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> tem como mérito captar o dilema de jovens profissionais das artes. São personagens que exercem algo que contraria o imaginário sobre o sucesso profissional meteórico. Ao longo do musical temos exemplos de jovens adultos que desistem dos seus sonhos, como é o caso do melhor amigo do protagonista, outros que os adaptam, o exemplo da namorada de Larson, e nosso personagem central que persiste na sua vocação, mas vê suas convicções pontualmente fragilizadas diante dos &#8220;nãos&#8221; recebidos e por testemunhar todos ao seu redor encontrando meios e alternativas de sobreviver diferente das suas, algumas bem mais exitosas, por sinal. Às vésperas de completar 30 anos e não estar no lugar que se esperava estar nesse momento da sua vida, Larson é consumido pela sensação de correr contra um tempo que o atropela.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14868" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1.jpg" alt="Tick, Tick... Boom!" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/TICK-TICK-BOOM-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> é o tipo de experiência que talvez somente profissionais de áreas não tão prestigiadas socialmente conseguem dimensionar, mas que tem lá a sua universalidade. <strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong> fala da forma violenta como somos absorvidos por essas narrativas ilusórias de sucesso meteórico e como nossa visão romantizada sobre nossas respectivas trajetórias podem ser frustradas pela realidade em si. Ao mesmo tempo, é um material que celebra a resposta a uma vocação e como isso enche de sentido nossa própria existência e jornada.</p>
<p>Apesar der ser muito tocante na condução da sua temática, <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> exibe um Lin-Manuel Miranda inseguro sobre as possibilidades narrativas do seu musical. A ideia de transformar os números em apresentações off-Broadway do próprio Larson, vivido lindamente por Andrew Garfield, é um dos pontos altos das decisões de Miranda e que nos remete a própria gênese de <strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong>(originalmente, ele foi montado desta forma). Ao mesmo tempo, o longa é tomado por números que extrapolam esse recurso e tomam o cotidiano dos personagens ou ainda por insights criativos supérfluos, como o clipe da MTV que surge em dado momento.</p>
<p>Há também um fator que faz o filme ter muitos altos e baixos, as canções de <strong><em>Tick, Tick&#8230; Boom!</em></strong> são mais inspiradoras do que o longa como encenação em si. Quando deixa de lado as apresentações de Larson para sua plateia, o musical fica um pouco desinteressante e até mesmo tem dificuldade para amarrar os eventos da biografia do compositor, funcionando melhor como divagações cantadas sobre a vida do protagonista do que como um encadeamento de eventos bem correlacionados. Há relações e personagens que atravessam a vida de Jonathan Larson que ou tornam-se dispensáveis dadas as proporções que ganham, como o romance com Susan, personagem de Alexandra Shipp, ou que mereciam mais espaço de tela, como é o caso do melhor amigo de Larson, Michael, interpretado pelo ótimo Robin de Jesus.</p>
<p><strong><em>Tick Tick&#8230; Boom!</em></strong> é um longa que deixa o espectador em conflito o tempo todo. Ao mesmo tempo que apresenta de forma tocante o dilema central do seu personagem principal e o faz com composições belíssimas, é um filme que pelas características do próprio musical (uma série de divagações de Jonathan Larson sobre a vida) tem dificuldade para se mostrar interessante como narrativa. Há ótimos momentos e outros que carecem de uma melhor evolução na história tendo em vista que aqui os acontecimentos extrapolam a lógica da apresentação intimista no palco.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lin-Manuel Miranda</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Andrew Garfield, Vanessa Hudgens, Bradley Whitford, Alexandra Shipp, Judith Light, Joshua Henry, Noah Robbins</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gOSGZGdp0lI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: X-Men: Fênix Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:40:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa X-Men: Fênix Negra, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção. Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong>, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção.</p>
<p>Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem já se mostrou uma decisão acertada nos<em> X-Men</em>, vide <em>Logan</em>, que é um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Esse aqui não chega ao nível de <em>Logan</em>, é bem verdade, mas não faz feio também. Tem um tom certeiro ao tratar da origem de Jean, uma das personagens mais fortes e de importância da trama.</p>
<p>O filme se passa em 1992, quando Charles Xavier (James McAvoy) curte o fato dos X-Men serem bem aceitos na sociedade e considerados heróis nacionais. Tudo isso devido a uma missão no espaço em que eles resgatam astronautas. No entanto, durante o processo de resgate, Jean Grey (Sophie Turner) precisou chegar ao seu limite para garantir a segurança de todos e foi exposta ao que parecia ser uma explosão solar. Desde então, ela lida com uma força ainda mais poderosa dentro de si e a incapacidade de controlar suas emoções.</p>
<p>A construção do roteiro é um dos pontos altos do filme. Ele vai, gradativamente, tecendo a trama e conectando os fios da evolução da protagonista, mostrando desde a sua infância até o momento atual, em que lida com crises internas e conflitos emocionais. Tudo isso acompanhado dos demais X-Men, que dão suporte ao enredo, sem roubar a cena da personagem principal.</p>
<p>O espectador sabe que essa parceria entre a sociedade e os mutantes é algo muito furtivo e pode acabar a qualquer momento. Eles aceitam o diferente enquanto é conveniente para eles. Mas ao sinal de qualquer erro, serão questionados e rechaçados. E isso fica suspenso no ar o tempo inteiro. Então, quando Jean começa a ter reações estranhas depois da explosão, o primeiro medo de Xavier é justamente colocar essa relação com a sociedade em risco.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10665" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que me incomoda em <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong> é que ele não faz uso completo de todos os artifícios que a franquia X-Men oferece. Para mim, é uma das sagas mais interessantes e atraentes, do ponto de vista dos personagens e da criação de enredo. E este longa me parece ficar mais na superfície, no quesito de utilizar as ferramentas que estão postas na mesa.</p>
<p>A parte de maquiagem e efeitos especiais, por exemplo, é muito boa e acertada. No entanto, certos questionamentos são feitos, como a necessidade de Jennifer Lawrence (<em>Mãe!</em>), no personagem Mística, ficar aparecendo como pessoa normal dentro da casa dos X-Men. Ainda mais depois que a sociedade já passou a aceitar os mutantes.</p>
<p>O filme apresenta ainda ótimas cenas de luta, como a do trem no final, que envole a maioria dos personagens. Vemos, no entanto, um subaproveitamento da vilã Vuk, interpretada por Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>). Um grande potencial de ser alguém realmente apavorante, mas que é renegada a cenas curtas, com poucas falas e momentos pouco marcantes. O mesmo poderíamos dizer de Sophie Turner, no papel da protagonista. Ela tem pouco espaço para efetivamente se mostrar como atriz e só podemos culpar o roteiro por isso.</p>
<p>Ainda assim, <strong><em>X-Men: Fênix Negr</em></strong>a é um bom filme que traz uma história competente sobre a construção de uma das principais personagens deste universo. Tem ser percalços e quedas no caminho, mas com certeza é superior a outros longas, como <em>X-Men: Apocalipse</em>, por exemplo. Vale a pena conferir nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Simon Kinberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Evan Peters</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xrbBVIpssDQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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