<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Mar 2024 15:38:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Eros</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-eros/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-eros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 15:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17865</guid>

					<description><![CDATA[<p>O motel é uma instituição no Brasil, que pode convocar sentimentos múltiplos. Em toda a sua utilidade e impessoalidade, este é um lugar específico para, exclusivamente, em teoria, praticar-se sexo. Ele pode servir aos que têm fetiches ou apenas ser a única opção para muitos casais, trisais, quatrisais etc. Mas, o que moveria o cinema a olhar para essa realidade? O que há, de fato, neste espaço, é a atmosfera de intimidade, seja ela distanciada e fria ou apaixonada, porém [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-eros/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Eros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O motel é uma instituição no Brasil, que pode convocar sentimentos múltiplos. Em toda a sua utilidade e impessoalidade, este é um lugar específico para, exclusivamente, em teoria, praticar-se sexo. Ele pode servir aos que têm fetiches ou apenas ser a única opção para muitos casais, trisais, quatrisais etc. Mas, o que moveria o cinema a olhar para essa realidade?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que há, de fato, neste espaço, é a atmosfera de intimidade, seja ela distanciada e fria ou apaixonada, porém ela existe. E é p</span><span style="font-weight: 400;">rocurando ilustrar todas as possíveis lógicas de um ambiente voltado para dinâmicas sexuais, que a diretora Rachel Daisy Ellis entrega a agência da narrativa do seu documentário <i><strong>Eros</strong> </i>para frequentadores de motéis. </span><span style="font-weight: 400;">Com seus próprios celulares, estas pessoas gravam os momentos íntimos de conversa, transa, confissões, trocas, experiências e suas preferências na cama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, nota-se a tentativa de Ellis de convocar histórias diversas, com indivíduos de idades, raças, religiões, gêneros e sexualidades distintas. O espectador se depara apenas com um casal homossexual, é bem verdade, porém há no enredo certa pluralidade, incluindo a presença de um rapaz que decide ir sozinho para o motel. </span><span style="font-weight: 400;">Nesta lógica, o ponto alto da obra é essa chance de se ter um contato com o olhar não profissional dos participantes da produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que eles desejam mostrar, performar, focar e enquadrar, fomenta a construção de sentido e a própria interpretação de cada um sobre aquele espaço que é, muitas vezes, mal visto pela sociedade. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda que os discursos se afinem de uma maneira geral, há uma argumentação bem particular nos relatos trazidos para o doc. Mas, da mesma forma que este recurso é o que mais se mostra como interessante, é ele que pode deixar o público exausto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe uma repetição na lógica de cada “trama” em <i><strong>Eros</strong></i>. O início, meio e fim são semelhantes demasiadamente e faltou uma mão da edição para repensar o uso dos arquivos recebidos. </span><span style="font-weight: 400;">Porque o agenciamento das filmagens existem, porém o cinema é mais do que apenas gravar imagens. Entre diversos fatores que devem ser pensados para a execução de um filme, a pré e a pós produção são processos fundamentais para a realização e finalização de um produto audiovisual.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17882" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-1.png" alt="Eros" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, a escolha das sequências usadas poderia elaborar uma única história, que se conectasse e criasse uma linha narrativa coesa. Além disso, algumas passagens são menos interessantes que outras. </span><span style="font-weight: 400;">Esta característica revela uma ausência de coragem para excluir certos casais ou o próprio trisal. O tempo de tela usado para reiterar conceitos, impressões e contextos serviria para um aprofundamento de pares com trajetórias e pensamentos instigantes, que seriam bem amarrados entre si, criando, justamente, esta lógica de unicidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque não apenas a estrutura de chegada ao motel, transa, reflexões sobre o local e uma conclusão sobre aquela vivência do casal/trisal se repete, porém os recursos visuais também.  </span><span style="font-weight: 400;">É bem verdade que os donos da câmera não são cineastas, porém, novamente, com cortes, inserções musicais, correções de cor, enfim, recursos da pós, estes momentos repetidos seriam diluídos e a fruição seria mais orgânica, fluida, sem quebras e retornos para os mesmos horizontes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois o longa-metragem tem, no final das contas, quase duas horas de duração. </span><span style="font-weight: 400;">Falta respiro, prolongamento de alguns enfoques, retiradas de outros, falta mão da equipe que, aí sim, deveria entender sobre audiovisual e suas técnicas. Desta maneira, </span><i><span style="font-weight: 400;"><strong>Eros</strong> </span></i><span style="font-weight: 400;">diverte e aproxima a plateia de um assunto polêmico. Ao convocar figuras comuns para o ecrã, o tema se torna mais acessível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A execução, porém, deixa a desejar, por uma ausência de condução maior da diretora e sua equipe. É uma sessão válida pela temática, mas que requer paciência de quem assiste. Para os frequentadores de motel, pode ser um momento de identificação. Para os curiosos, que nunca foram, uma chance de descobrir o que ocorre dentro daqueles quartos, para além do óbvio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, é importante lembrar que, em um longa que traz uma quantidade maior de casais, com relacionamentos aparentemente estáveis, e que tem em sua premissa básica trazer a intimidade de um par, através do sexo dentro do motel, falta o íntimo para além do já esperado. Falta saber mais sobre aquela gente que ilustra a premissa de Ellis. Falta tanto a ser dito, que o desfecho da exibição é um tanto frustrante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Rachel Daisy Ellis</span></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-eros/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Eros</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-eros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Além da Cancela</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-alem-da-cancela/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-alem-da-cancela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 11:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Além da Cancela]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Nyack]]></category>
		<category><![CDATA[Davi César]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Germinia Mata de Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[Margarete Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17862</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Casa Grande e os seus privilégios, que permitem que todos os limites entre o certo e o errado sejam ultrapassados. Esta é a temática central e geral, tratada no curta-metragem Além da Cancela. Dirigido por Margarete Jesus, o filme se equilibra entre forças e fraquezas qualitativas, ficando bem na média. Ainda assim, entre acertos e erros, há na produção, pelo menos, uma sessão fluida, que faz com que o espectador se conecte com a narrativa e se importe com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-alem-da-cancela/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Além da Cancela</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Casa Grande e os seus privilégios, que permitem que todos os limites entre o certo e o errado sejam ultrapassados. Esta é a temática central e geral, tratada no curta-metragem <strong><em>Além da Cancela</em></strong>. Dirigido por Margarete Jesus, o filme se equilibra entre forças e fraquezas qualitativas, ficando bem na média. Ainda assim, entre acertos e erros, há na produção, pelo menos, uma sessão fluida, que faz com que o espectador se conecte com a narrativa e se importe com as personagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, a maior dificuldade da produção, em cada um dos seus aspectos, é a organicidade. A artificialidade das emoções impressas no ecrã ou o didatismo para expor a argumentação do roteiro, desconecta a plateia do conteúdo exibido. Neste sentido, alguns pontos negativos se destacam, a começar pela atuação. Há aqui um traço clássico que revela a inexperiência de um elenco com potencial para o ofício, mas que ainda está verde: em silêncio, as sequências entre eles funcionam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, quando os diálogos falados surgem em <strong><em>Além da Cancela</em></strong>, principalmente aqueles com uma carga “dramática” mais intensa, há uma queda pungente da qualidade do curta. Não há nuance no colorido do texto e fica difícil levar a obra a sério nestes instantes que deveriam ser mais fortes. É por isso que apenas construção física de papel funciona, em todas as mobilidades, gestos e contemplações das personagens. </span></p>
<p>O que não engata em momento algum é a compreensão do elenco sobre intenção de texto e dinâmica de composição de fala na contracena. Por isso, ainda que visualmente &#8211; entre recursos de mise-en-scène, trabalho de corpo dos atores e caracterização da equipe de arte &#8211; a veracidade da trama seja construída, o diálogos são a ruptura com a plateia, que se afastará do curta, porque sua qualidade técnica se reduz quando deveria se elevar.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a direção e a fotografia deixam nítidas uma vontade de explorar planos e quadros poucas vezes. </span><span style="font-weight: 400;">Na maioria das vezes, o público se depara com frames e situações semelhantes demais, deixando a sessão cansativa. A localização constante poderia ser resolvida pela direção, porém a elaboração da lógica do uso espacial pode ter vindo do roteiro também. O fato é que as imagens postas na tela parecem sempre as mesmas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta lógica, quando existe a tentativa da equipe de ser inventiva, falta um pouco de consciência de luz e temperatura para paralelar a criatividade com a narrativa em si. </span><span style="font-weight: 400;">Todavia, vale destacar a química do elenco da família da personagem Anastácia. Apesar do trio possuir suas limitações técnicas, há um jogo interessante entre eles, com olhares e gestos, que fomentam as camadas de personalidade de suas personagens. É por isso que <strong><em>Além da Cancela</em></strong> é um título que, mesmo com problemas, não é sofrível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma história sobre a exploração e crimes dos brancos durante e após a escravização, a obra conta com intérpretes que se esforçam para entregar o melhor resultado possível e uma equipe que tem talentos bem semelhantes. Nitidamente há um potencial para se prestar atenção. Existe no filme uma trama bem desenhada, sabe-se e se entende bem as personagens e a jornada do herói, dentro de uma narrativa tradicional, é redonda e completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Margarete Jesus</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Germinia Mata de Aquino, Claudio Nyack, Davi César</span></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-alem-da-cancela/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: Além da Cancela</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-alem-da-cancela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: O Cavalo de Pedro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-o-cavalo-de-pedro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-o-cavalo-de-pedro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 23:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Conrado Helt]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Nolasco]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Theo]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Lins]]></category>
		<category><![CDATA[O Cavalo de Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17869</guid>

					<description><![CDATA[<p>A criatividade é um poder forte no cinema, sobretudo quando uma premissa inventiva está sob a égide de um roteirista e/ou realizador talentoso. Daniel Nolasco, que assina ambas as funções em seu O Cavalo de Pedro, se encaixa perfeitamente nesse caso citado. Convocando o recurso do mockumentary (documentário falso), o público acompanha uma sessão repleta das explosões de seu estilo pulsante, que mistura crítica social, tesão e humor.  É bem verdade que esta é uma versão mais leve de Nolasco, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-o-cavalo-de-pedro/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: O Cavalo de Pedro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A criatividade é um poder forte no cinema, sobretudo quando uma premissa inventiva está sob a égide de um roteirista e/ou realizador talentoso. Daniel Nolasco, que assina ambas as funções em seu <strong><em>O Cavalo de Pedro</em></strong>, se encaixa perfeitamente nesse caso citado. Convocando o recurso do mockumentary (documentário falso), o público acompanha uma sessão repleta das explosões de seu estilo pulsante, que mistura crítica social, tesão e humor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bem verdade que esta é uma versão mais leve de Nolasco, em termos de carga dramática. Aqui, este é um acerto. O espectador não sabe em nenhum momento da exibição quais serão os limites do real e do imaginário das vivências de D. Pedro I no Brasil ultrapassados, atropelados, esgarçados, ridicularizados, tensionados e explicitados na trama deste curta-metragem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se valer da linguagem que deseja imprimir, há uma escolha cuidadosa do tempo de cada plano, como na sequência do sexo na bandeira do Brasil Imperial. Os corpos de homens desnudos ou os beijos homoafetivos permanecem no ecrã longamente. Há um quê de resistência e de provocação do questionamento do que é este &#8220;ser masculino&#8221;, do que é essa suposta “macheza”, celebrada por uma sociedade tola e tóxica? Sim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia é mais do que isso o cinema de Nolasco (além de também sempre o ser). Ele é fervor apaixonado, com doses certeiras de escárnio. O tiro no opressor homofóbico é um exemplo de como o cineasta sabe transitar entre o cômico e o trágico para entregar seu discurso. Neste sentido, a montagem de Luciano Carneiro (<em>Peixe Abissal</em>) fomenta essa conexão entre o histórico e o inventado, o libertário e o opressor, o engraçado e o doloroso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cortes de Carneiro entregam o que parece já vir do roteiro de Daniel Nolasco. Há uma espécie de desejo aqui – e desejo é uma palavra boa para falar de qualquer coisa desta obra – em imprimir no ecrã construções múltiplas de sentido, que podem afetar quem assiste de maneiras distintas, a partir do próprio repertório de cada um. Ainda que a recepção seja exatamente isso, em <strong><em>O Cavalo de Pedro</em></strong> isto se faz ainda mais presente.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17876" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-10.png" alt="O Cavalo de Pedro" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-10.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-10-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-10-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-10-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe um filme que se apresenta com um discurso geral, que vai alcançar a plateia em um sentido mais amplo. Contudo, há também a sensação de que cada indivíduo que sentar na poltrona do cinema ou na cadeira de casa, irá se apagar, se atentar e fruir aquelas imagens diferentemente. Para esta que vos escreve, a força do tesão homoafetivo move ideias, paixões, alucinações, fantasias, vontades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta conexão carnal homoafetiva seria, assim, este impulsionar eterno de uma humanidade que soa, tantas vezes, seca de desejo – olha a palavra aqui de novo! Mas, para além das emoções exclusivas, existe a solidez do curta, que traz esse invólucro de temas, que podem soar distantes para quem está do lado de fora da projeção e tão ligadas para quem acompanha o enredo deste filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, estar presente plenamente, pensar os lugares do homem e da humanidade na história e na contemporaneidade, a partir de beijos gays, longos quadros de corpos masculinos se tocando e despertando prazer um no outro, é o cinema de Nolasco, é um cinema necessário – como tantos outros. O tesão sem dúvida, em todas as suas possibilidades, move o cinema, move a arte, a política, move o mundo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só alguns detalhes escapam a <strong><em>O Cavalo de Pedro</em></strong>. Infelizmente, algumas atuações não dão conta da proposta da produção. Além disso, a iluminação de certas sequências, principalmente nas internas, deixa a desejar, com sombreamentos que não revelam as expressões das personagens em sua totalidade. A exibição não fica menos prazerosa por estes motivos, porém a imersão poderia ser mais intensa, caso todos os aspectos fossem apresentados coqualidade unificada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Daniel Nolasco</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Guilherme Theo, Harry Lins, Conrado Helt</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/4Adb8780wnY?si=PbPi1oNOf8pkMO8D" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-o-cavalo-de-pedro/">XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema: O Cavalo de Pedro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-o-cavalo-de-pedro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Barravento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/xix-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-barravento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/xix-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-barravento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 00:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Pitanga]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Luiza Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17833</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre o não dito e o esgarçado em longos monólogos, Barravento convoca um jogo de investigação humana, em um tensionamento entre questões individuais e coletivas. Primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, a produção traz justamente os embates internos de suas personagens, em relação ao todo que os cerca. Em uma aldeia de pescadores, o trabalho é posto em voga, seja ele o formal ou o religioso.  As crenças, seja no sistema (não há muito tempo escravagista) ou nos próprios atos religiosos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-barravento/">XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Barravento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Entre o não dito e o esgarçado em longos monólogos, <strong><em>Barravento</em> </strong>convoca um jogo de investigação humana, em um tensionamento entre questões individuais e coletivas. Primeiro longa-metragem de Glauber Rocha, a produção traz justamente os embates internos de suas personagens, em relação ao todo que os cerca. Em uma aldeia de pescadores, o trabalho é posto em voga, seja ele o formal ou o religioso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As crenças, seja no sistema (não há muito tempo escravagista) ou nos próprios atos religiosos, aparecem trazidos pela figura de Firmino (Antonio Pitanga), antigo morador da região. O divino e a moral estão sempre em cena. Quando o público escuta as reivindicações de Firmino ou as problemáticas dos aldeãos, surgem sequências dos ritos do candomblé, como em uma dinâmica de purificação e questionamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As sonoridades e a fé conectam aqueles cidadãos, mas os divide também. É uma rede complexa de situações, que coloca em xeque o tempo inteiro as decisões das personagens. Neste sentido, o que é colocado na luz e na sombra por Glauber é uma pista do caráter, da sensibilidade e do grau dos problemas de cada morador da região. Firmino age quase sempre na noite, por exemplo, e o sombreado que fica ao seu redor revela as suas intenções e a sua aura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, Firmino também carrega fragilidades que são notadas nas escolhas da equipe de arte do longa. A caracterização do protagonista deixa nítido como a sua revolta crescente vai corroendo a sua alma. Inicialmente, ele veste muitas roupas e é apresentado com uma elegância sarcástica, daqueles que saíram de uma condição de maior pobreza e obtiveram certa ascensão. Todavia, as inseguranças de Firmino permanecem dentro dele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inveja que ele carrega consigo, bem como a raiva contra seus conterrâneos, destroem suas vestes e Firmino vai se despindo de suas máscaras sociais, expondo todas as suas emoções desnudadas e evidenciadas pelo esvaziamento de todo o seu equilíbrio. A única força que colabora com as suas intenções está materializada na presença de Cota (Luiza Maranhão), que não é vista por Firmino com sua maior fortaleza, mas uma peça dentro de seus esquemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, Cota é uma espécie de respiro dentro do enredo. Mesmo que a exploração de suas camadas deixe a desejar, a ausência de maniqueísmo na sua construção pode ajudar quem assiste a criar tanto empatia para com ela e outras personagens, como entender que os limites de bem e mal não são traçados em uma linha reta. Cota é uma pessoa, uma figura complexa, repleta de sensações que mesclam os pensamentos tanto de Firmino quanto de outros moradores da aldeia.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17849" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7.png" alt="Barravento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-7-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela não é uma coisa só, é várias, em meio às suas vontades e também na maneira que é vista por aqueles que a rodeiam, devido à sua beleza e personalidade forte. Nesta lógica de todas as relações impressas em cena, o discurso político/social é forte na obra. </span><span style="font-weight: 400;">O questionamento central é a imobilidade diante da opressão, a lacuna da insurreição perante as injustiças sociais e o pacto com uma suposta comodidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o filme de 1962 ganha outro tom quando o olhamos com as vistas de 2024. A busca pela rebelião contra os paradigmas reguladores da sociedade, que sufocaram e reprimiram a população não privilegiada, seja por raça e/ou classe, pode ser encarada atualmente, talvez, de uma maneira distinta. </span><span style="font-weight: 400;">É difícil de demarcar essa fruição como algo totalitário, pois não o é, de fato. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que ocorre é que, para alguns, a aldeia pulsa coragem e libertação, pois há uma confiança em suas crenças individuais, na força da coletividade e do trabalho de subsistência. Os habitantes daquela praia são a resistência, a voz que nunca se calou e que perdurou por décadas e mais décadas. </span><span style="font-weight: 400;">Dito isso, o incômodo central de <strong><em>Barravento</em> </strong>pode ser, justamente, essa visão distanciada das mazelas da sociedade e o que é posto como alienação e luta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visto que o longa é de 1962, não seria justo julgá-lo incisivamente, mas o olhar crítico para a interpretação da intelectualidade branca do anos 1960 não pode deixar de existir. O Cinema Novo foi um movimento inegavelmente importante para o cinema e para a cultura nacional, porém o olhar em <strong><em>Barravento</em> </strong>não deixa de ser esse olhar de superioridade para uma realidade longínqua para Rocha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta característica não é exatamente um demérito. De certo, a incerteza da câmera e a decupagem que esquece de valorizar as emoções de algumas personagens, incomoda mais na fruição. Além disso, as inconstâncias de personalidade do antagonista de Firmino também diminuem a qualidade do filme. O maior ponto qualitativo aqui é a edição de Nelson Pereira dos Santos, que fomenta a elaboração de sensações na plateia, aumentando a suspensão e a emoção das cenas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, <strong><em>Barravento</em> </strong>é um clássico da filmografia brasileira e deve ser conferido, tanto por sua tentativa de colocar em destaque discussões políticas do período de forma direta e intensa, como pela sua historicidade, que mostra um pouco sobre as praias, a cultura e as crenças baianas. Poderia ser mais amarrado em seu roteiro e consciente em sua direção? Sim, porém não deixa de ser um título poderoso e imponente, que vale a pena de parar tudo para assistir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Glauber Rocha</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Antonio Pitanga, Luiza Maranhão, Lucy de Carvalho</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="TRAILER: BARRAVENTO [Glauber Rocha, 1962]" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/EhHThNyck1s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/xix-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-barravento/">XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema: Barravento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/xix-festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-barravento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Um refúgio da saudade”: XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema acontece em março</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/um-refugio-da-saudade-xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-acontece-em-marco/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/um-refugio-da-saudade-xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-acontece-em-marco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 00:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17778</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante a coletiva de imprensa, realizada para a divulgação dos selecionados para as mostras competitivas do Panorama Internacional Coisa de Cinema 2024, a curadora do evento Ceci Alves discursou sobre o ofício da escolha de obras para um evento como o Panorama e entre uma lista de frases belas, Ceci brindou o mundo com a sentença que encabeça esta matéria. E, de acordo com a equipe do evento, a beleza, a poesia e a arte também estão presentes nesta nova [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/um-refugio-da-saudade-xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-acontece-em-marco/">“Um refúgio da saudade”: XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema acontece em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante a coletiva de imprensa, realizada para a divulgação dos selecionados para as mostras competitivas do Panorama Internacional Coisa de Cinema 2024, a curadora do evento Ceci Alves discursou sobre o ofício da escolha de obras para um evento como o Panorama e entre uma lista de frases belas, Ceci brindou o mundo com a sentença que encabeça esta matéria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, de acordo com a equipe do evento, a beleza, a poesia e a arte também estão presentes nesta nova edição do festival de cinema vigente mais importante para Salvador. Assim, e</span>ntre os dias 14 a 20 de março, a população soteropolitana pode escolher entre as projeções no Espaço Glauber Rocha, com ingressos de R$12 a inteira, R$6 meia ou 10 ingressos por R$55 (passaporte) e também na Sala Walter da Silveira, gratuitamente.</p>
<p>Com este cenário, neste mês, o centro da cidade ferve com sessões de cinema e diversas outras atividades. No total, o Panorama exibe 138 longas e curtas-metragens, com horários à tarde e à noite. Os números parecem grandes, mas<span style="font-weight: 400;"> foram recebidos 1355 envios de inscrições. Deste valor foram escolhidas 73 produções, integrantes das competitivas baiana, nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A curadoria foi formada por Marília Hughes, Claudio Marques, Génesis Nascimento, Ceci Alves, Rafael Saraiva, Rafael Carvalho, Adolfo Gomes e João Paulo Barreto. </span><span style="font-weight: 400;">As habilidades e trabalhos de cada um deles pode ser conferida no link disponibilizado no </span><a href="https://panorama.coisadecinema.com.br/o-festival/curadoria/"><span style="font-weight: 400;">site </span></a><span style="font-weight: 400;">do projeto. </span>Além da programação dentro das salas de cinema, são ofertados dois laboratórios, chamados <em>Pan Lab</em>, sendo um destinado para roteiro e outro para montagem, com os facilitadores Aleksei Abib, Ceci Alves e Iana Cossoy Paro; em uma e Cristina Amaral, na outra, respectivamente.</p>
<p>Além disso, mais uma vez, acontece a Oficina da crítica de cinema, com o jornalista e pesquisador Rafael Carvalho. <span style="font-weight: 400;">Os participantes, além de contar com o ensino teórico e prático do ofício, podem ter a oportunidade de integrar o Júri Jovem tanto na competitiva baiana quanto na nacional. Para completar esta listagem de atrações da sua </span><span style="font-weight: 400;"> 19ª edição, o Panorama homenageia os artistas Glauber Rocha e Castro Alves. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ambos eram românticos, eloquentes e trágicos. Castro e Glauber eram carismáticos e magnéticos, os dois gritavam as grandes causas e falavam com o coração.  Dois artistas singulares, que romperam o tempo-espaço”, comenta Cláudio Marques, idealizador e coordenador do Panorama. </span><span style="font-weight: 400;">Indo além das homenagens aos que já foram, Cláudio, celebra todes que acompanham o evento há tanto tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Para ele, há uma beleza em observar diversas gerações que vão surgindo e fazendo parte do Panorama Internacional Coisa de Cinema. Além disso, o realizador salienta a importância do novo apoio do município para com a iniciativa, o que lhe foi uma grata surpresa. </span>Através do SalCine, foram investidos mais de R$30 milhões dentro do setor na capital da Bahia.</p>
<p>“De fato, a prefeitura começou a se importar com o audiovisual na cidade. Isso é uma das novidades mais interessantes. O trabalho que está sendo feito mostra que há um interesse genuíno em apoiar a área e acredito que novas coisas virão por aí”, comenta.  A afirmação de Cláudio é confirmada por Felipe Dias Rêgo, gestor de audiovisual da Secretaria de Cultura e Turismo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após os elogios e as palmas da plateia, Felipe declarou que a lógica sobre o desejo da prefeitura de ampliar os financiamentos para a área do cinema está correta. De acordo com o gestor, o intuito com a criação do SalCine é fortalecer a cena cinematográfica soteropolitana, contribuindo justamente para essa cadeia produtiva da cidade. </span><span style="font-weight: 400;">Felipe também relata a sua alegria em poder patrocinar o Panorama, através de uma política pública.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Mas, ainda na lógica de agradecimento aos apoios financeiros, durante a coletiva a equipe do festival salientou a relevância do patrocínio do Instituto Flávia Abubakir, que desde a sua inauguração, há três anos, contribui para a manutenção do Espaço Glauber Rocha, incluindo o Panorama. De acordo com Marília Hughes, uma das criadoras, organizadoras e curadoras do evento, dentro deste movimento de abrir a fala para agradecer investidores, o registro maior dado pela iniciativa é o da importância de se investir em cultura, sobretudo no audiovisual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O festival acontece em cinemas de rua, isso faz parte da nossa luta, da nossa resistência. E somos convidados a mergulhar nessa jornada, da riqueza de sair de um filme baiano e entrar em um filme de Camarões e a gente também tem uma produção nacional riquíssima”, explica Marília. Neste sentido, ela destaca o quão intensa está a programação que, em sete dias, possui mais de 130 filmes sendo projetados no Glauber e na Walter da Silveira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há também, de acordo com Marília, uma boa relação com os cineastas que inscrevem as suas produções e participam intensamente das atividades ofertadas pelo Panorama. </span><span style="font-weight: 400;">Lara Carvalho é um destes exemplos. A diretora e pesquisadora, que estava presente durante a coletiva, narra como sua história com o festival é antiga, iniciando em 2010. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começando como público cativo e participando da oficina de crítica de cinema, que era facilita pelo jornalista João Carlos Sampaio, Lara conta que também trabalhou na produção do evento, seja na parte de receptivo, logística e até mesmo das ações educativas. Depois de quase dez anos na área de produção, a cineasta e comunicóloga decidiu seguir outros rumos e focar na realização de obras cinematográficas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com este foco maior na sua carreira autoral, outros processos complexos vieram, que a encaminharam a trabalhar diretamente com dores e questões pessoais. “Passei por um aborto espontâneo, que é o tema de </span><i><span style="font-weight: 400;">56 Dias</span></i><span style="font-weight: 400;">. Eu senti que precisava elaborar tudo aquilo que eu senti de alguma forma, e a escrita e o cinema são as formas que eu conheço. Um texto virou um roteiro que virou um projeto que virou um filme. E agora esse filme vai estrear num festival que é muito querido pra mim, que faz parte da minha trajetória enquanto cineasta também”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de <em>56 dias</em>, outros longas e curtas são exibidos pelo festival, para conferir todos os selecionados dentro das competitivas, leia a lista logo abaixo da matéria. Já para acessar a programação completa do Panorama, acesse: </span><a href="https://panorama.coisadecinema.com.br/programacao/"><span style="font-weight: 400;">https://panorama.coisadecinema.com.br/programacao/</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h5><b>Competitiva Baiana</b></h5>
<p><strong>Longas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Matriarca &#8211; Lula Oliveira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Café, Pépi e Limão &#8211; Adler Kibe Paz e Pedro Léo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cosmovisões &#8211; Marcilia Cavalcante</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diário da Primavera &#8211; Fabíola Aquino e Juliano de Paula Santos</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dois Sertões &#8211; Caio Resende e Fabiana Leite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sysyphus &#8211; George Neri</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No Rastro do Pé de Bode &#8211; Marcelo Rabelo</span></li>
</ul>
<p><strong>Curtas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">56 dias &#8211; Lara Carvalho</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Faísca &#8211; Gabriela Monteiro</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Além da Cancela &#8211; Margarete Jesus</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Benção &#8211; Mamirawá e Tainã Pacheco</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caluim &#8211; Marcos Alexandre</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Camaleoa &#8211; Eduardo Tosta</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cobaias Habitam meu Sonho &#8211; Ramon Coutinho</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Curacanga &#8211; Mateus Di Mambro</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desamarras &#8211; Ianca Oliveira </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">É d’Oxum: A Força que Mora N’água &#8211; Dayane Sena</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Felipa &#8211; Ana Clara Pereira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Kiriri 11/11 &#8211; Kian Shaikhzadeh</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lamento às Águas &#8211; Vilma Carla Martins</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Movimentos Migratórios &#8211; Rogério Cathalá</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mulher Vestida de Sol &#8211; Patrícia Moreira</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Homem que Virou Castanha &#8211; Natan Fox</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Tempo das Coisas &#8211; Lara Beck</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Tratado do Vão Combate ou A Pequena História de uma Bixinha Qualquer &#8211; Márcio Januário e Henrique Drebes </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por que Não Ensinaram Bixas Pretas a Amar? &#8211; Juan Rodrigues</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sagrado Compor &#8211; Henrique Dantas e Marcelo Abreu</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solange Não Veio Hoje &#8211; Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sucata Esperança &#8211; Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">TAMBA: Sinfonia do Invisível &#8211; Genilson Nery</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todos os Olhos &#8211; Wayner Tristão</span></li>
</ul>
<h5><b>Competitiva Internacional </b></h5>
<p><strong>Longas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Audiência / L’Audience (Canadá) &#8211; Émilie B. Guérette e Peggy Nkunga Ndona</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acromático / Achrome (Rússia/Alemanha/Israel) &#8211;  Maria Ignatenko</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Astracã 79 / Astrakan 79 (Portugal) &#8211; Catarina Mourão</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Júlia Não se Case / Julia no te cases (Argentina) &#8211; Pablo Levy</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mátria / Matria (Espanha) &#8211; Álvaro Gago</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O Espectro do Boko Haram / Le Spectre de Boko Haram (Camarões/França) &#8211; Cyrielle Raingou</span></li>
</ul>
<p><strong>Curtas</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">48 Horas / 48 Hours (Irã) &#8211; Azadeh Moussavi</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Árvore Frutífera / The Fruit Tree (Bélgica) &#8211; Isabelle Tollenaere</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A Passagem / The Passing (EUA) &#8211; Ivete Lucas e Patrick Bresnan</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aqueronte (Espanha) &#8211; Manuel Muñoz Rivas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Criando Praias Luminosas / Hacer Orillas Luminosas (Paraguai/Argentina) &#8211; Maira Ayala</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">De Volta / Back (Países Baixos) &#8211; Yazan Rabee</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dildotectônica / Dildotectónica (Portugal) &#8211; Tomás Paula Marques]</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Nada Disso / Nada de Todo Esto (Argentina/Espanha/EUA) &#8211; Patricio Martínez e Francisco Cantón</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os Nadadores / Los Nadadores (Costa Rica) &#8211; Charlie López</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Swan no Centro / Swan dans le Centre (França) &#8211; Iris Chassaigne</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tria (Itália) &#8211; Giulia Grandinetti</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Yaa (Gana/França) &#8211; Amartei Armar</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/um-refugio-da-saudade-xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-acontece-em-marco/">“Um refúgio da saudade”: XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema acontece em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/um-refugio-da-saudade-xix-panorama-internacional-coisa-de-cinema-acontece-em-marco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema lança cartaz da 19ª edição e data para divulgação da programação</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-lanca-cartaz-da-19a-edicao-e-data-para-divulgacao-da-programacao/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-lanca-cartaz-da-19a-edicao-e-data-para-divulgacao-da-programacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 22:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[XIX Panorama Internacional Coisa de Cinema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17749</guid>

					<description><![CDATA[<p>Salvador, Praça Castro Alves e muito cinema. Para os amantes soteropolitanos do audiovisual &#8211; e quem mais estiver estiver na cidade -, o Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema é o carnaval do cinéfilo. Com o evento para acontecer entre os dias 14 e 20 de março, no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira, a partir de 27 de fevereiro, a programação completa é anunciada para imprensa e toda a comunidade interessada. Neste ano, a abertura acontece [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-lanca-cartaz-da-19a-edicao-e-data-para-divulgacao-da-programacao/">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema lança cartaz da 19ª edição e data para divulgação da programação</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador, Praça Castro Alves e muito cinema. Para os amantes soteropolitanos do audiovisual &#8211; e quem mais estiver estiver na cidade -, o <strong>Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema</strong> é o carnaval do cinéfilo. Com o evento para acontecer entre os<strong> dias 14 e 20 de març</strong>o, no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira, a partir de 27 de fevereiro, a programação completa é anunciada para imprensa e toda a comunidade interessada. Neste ano, a abertura acontece em um momento de comemoração dupla, pois é o aniversário do poeta Castro Alves e do cineasta Glauber Rocha, grandes homenageados desta edição. Entre exibições competitivas e não-competitivas, as mostras Baiana, Nacional e Internacional permanecem no Panorama, entre outras sessões, que também serão divulgadas ao final deste mês. Em breve, cada filme projetado e detalhes de serviço serão postos nas páginas oficiais do projeto. Até lá, o público cativo pode matar a curiosidade sobre a identidade visual utilizada em 2024, através do cartaz de divulgação.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-lanca-cartaz-da-19a-edicao-e-data-para-divulgacao-da-programacao/">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema lança cartaz da 19ª edição e data para divulgação da programação</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/festival-panorama-internacional-coisa-de-cinema-lanca-cartaz-da-19a-edicao-e-data-para-divulgacao-da-programacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
