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	<title>Arquivos Viúva Negra - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Viúva Negra - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Viúva Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 23:23:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada da quarta fase do Universo Cinematográfico Marvel (MCU*) trouxe consigo uma expectativa sobre as novas produções anunciadas. Com a estreia de seus seriados, exibidos pela plataforma Disney Plus – como Wandavision e Falcão e o Soldado Invernal –, este frisson ficou ainda maior para Viúva Negra. Isto porque nas séries do MCU, o público encontrou uma mescla de ação, com aprofundamento das personagens, desenvolvimento narrativo e os momentos corretos de evocar a comicidade. Ainda que possua longas que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viuva-negra/">Crítica: Viúva Negra</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada da quarta fase do Universo Cinematográfico Marvel (MCU*) trouxe consigo uma expectativa sobre as novas produções anunciadas. Com a estreia de seus seriados, exibidos pela plataforma Disney Plus – como <em>Wandavision</em> e <em>Falcão e o Soldado Inverna</em>l –, este frisson ficou ainda maior para <strong><em>Viúva Negra</em></strong>. Isto porque nas séries do MCU, o público encontrou uma mescla de ação, com aprofundamento das personagens, desenvolvimento narrativo e os momentos corretos de evocar a comicidade.</p>
<p>Ainda que possua longas que fogem desta lógica – por exemplo, os ótimos<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em> Pantera Negra</em></a> e<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-guerra-infinita/"><em> Vingadores: Guerra Infinita</em></a> –, o mais comum das obras do MCU é uma falta de ajuste em um ou mais de um destes elementos, contribuindo para a construção de uma qualidade mediana, na maioria de seus resultados trazidos para o cinema. Tudo isto é preciso ser pensado ao se analisar a nova estreia deste Universo Cinematográfico: <strong><em>Viúva Negra</em></strong>. Após 13 anos como coadjuvante, após a sua morte em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>, Nastasha Romanoff (Scarlett Johansson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) ganha, finalmente, uma sequência solo, na qual o espectador se depara com uma história que se passa antes mesmo de <em>Guerra Infinita</em>, logo após <em>Guerra Civil</em>. Ou seja, obviamente, ela ainda estava viva.</p>
<p>Dois parecem ser os objetivos aqui. O primeiro é contar sobre a vida pregressa de Natasha, em 1995, quando ela fazia parte de um disfarce para dois agentes russos, Alexei (David Harbour, <em>Stranger Things</em>) e Melina (Rachel Weisz, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a>), para procurar registrar certo aprofundamento em sua trajetória. O segundo é apresentar Yelena Belova (Florence Pugh, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/"><em>Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite</em> </a>), que também fazia parte desta missão, mas que era muito mais nova que Natasha, na década de 1990, e não compreendia que aquela não era sua família verdadeira.</p>
<p>Entre tentar humanizar Romanoff e passar o bastão para Belova, através de uma jornada cheia de explosões e embates, <strong><em>Viúva Negra</em></strong> apresenta os incômodos costumeiros do MCU. Apesar de contar com uma interação carismática do quarteto – e isto se dá muito mais pela qualidade dos trabalhos dos quatro atores do que do roteiro – há um desequilíbrio aqui. A começar pelo tom de humor que quebra instantes de investigação das relações. Vindo, principalmente, da figura de Alexei, as <em>gags</em> ainda interferem com a instalação de atmosfera de ação.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14318" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg.jpg" alt="Viúva Negra" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As piadas em si não são exatamente a questão, mas os momentos selecionados para suas aparições é que acabam por romper com a continuidade da progressão da suspensão, que as cenas de ação quase conseguem construir e com os diálogos sobre os sentimentos das personagens. Este fator, na verdade, possui complicações bastante imbricadas, porque cada rumo narrativo que se inicia, vem seguido de uma virada de instalação climática. O maior exemplo, talvez, seja quando Alexei, Melina, Natasha e Yelena se reencontram.</p>
<p>Ali é quando o enredo mantém menos uma linha contínua, seja quando eles abordam o grande caso que pauta a aventura do filme, quando Melina e Nathasha dialogam a sós ou quando Alexei e Yelena têm um momento pai e filha. São essas idas e vindas que rompem com o estabelecimento lógico progressivo da trama. Além disto, o próprio mistério investigado é mal trabalhado. O ponto central é justamente que os conflitos são apresentados como difíceis de serem resolvidos, mas o desenlace é repleto de <em>plot twists</em> que facilitam as soluções demasiadamente, deixando uma sensação de que milagres irão saltar na tela e os quatro salvarão o dia de qualquer maneira.</p>
<p>No geral, é um longa ingênuo, pautado em obviedades do gênero, porém mais do que isso, que tem escolhas de roteiro tão fáceis – como quando Belova surge, repentinamente, e explode o helicóptero do vilão Dreykov (Ray Winstone, <em>Cats</em>) – que torna a sessão um tanto entediante. O que vale mesmo é ver a dinâmica da família que, mesmo trazendo as rupturas de fluidez, possuem um jogo de cena que empolga. Os olhares e movimentações dos atores podem deixar o público ansioso para ver como será que cada um dirá o próximo texto ou utilizará o corpo para realizar um caminhada ou uma luta. Dentro do que parece ser a concepção de <strong><em>Viúva Negra</em></strong>, Johansson, Pugh, Weisz e Habour convocam criatividade e presença cênica quando estão todos juntos ou em duplas, tornando a projeção cansativa em assistível.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Cate Shortland</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Scarlett Johansson, Florence Pugh, Rachel Weisz, David Harbour, Ray Winstone, Ever Anderson, Violet McGraw, O. T. Fagbenle, Olga Kurylenko, William Hurt</p>
<p>*MCU = Marvel Cinematic Universe.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Gm3o0bfGP3g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, Vingadores: Guerra Infinita não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de fandom. Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, <em>Vingadores: Guerra Infinita</em> não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de <em>fandom</em>.</p>
<p>Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes e da maneira mais normal possível. Eis que surge o vilão Thanos para ameaçar o universo. Ele está em busca das 6 Joias do Infinito, que vão lhe conferir o poder absoluto sobre tudo e todos. Desesperado por ter presenciado um cena chocante, Bruce Banner, nosso querido Hulk, vai em busca de ajuda para reunir os heróis novamente.</p>
<p>Os diretores Joe e Anthony Russo recebem um desafio e tanto ao ter que colocar tantos super-heróis em cenas e dar a eles oportunidade de se exibir. Não é à toa que o filme possui mais de 2h30 de duração, já que precisa mostrar, mesmo que um pouco, de todos. Aliás, eles fazem isso de uma maneira incrível. O espectador é contemplado a todo momento e o equilíbrio de importância que eles conferem a cada personagem é realmente cuidadoso. Eles já vinham mostrando um pouco disso nos últimos dois filmes de Capitão América. Mas neste, elevam a outro nível.</p>
<p>O desafio de colocar tantos heróis em cena tem outro problema: a disputa de egos de personagens e atores. Sim, é muita personalidade dominante junto e isso poderia ser um grande problema. Mas o que se percebe é uma parceria grande, um clima agradável de filmagem e uma intenção extremamente positiva de fazer aquilo dar certo. E como deu certo!</p>
<p>O roteiro precisa efetivamente ser observado. A história é profunda e coerente. Todos os fios são conectados e não é apenas aquele grande compilado de cenas de luta e pessoas morrendo. Embora o ritmo seja bem intenso, o filme vai além disso e mostra a parte sentimental dos personagens, a humanidade deles. Até o próprio vilão tem seu momento, mesmo ele sendo realmente assustador. Aliás, essa é uma característica que acaba sendo reforçada pelo lado &#8220;humano&#8221; dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/4577944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme é dos Vingadores, mas a história é de Thanos. O vilão é o centro e o foco do longa e faz todo sentido que seja. Ele é forte, poderoso e determinado, passando por cima de tudo e todos com seu objetivo. Nada mais justo que a importância maior fosse dada a ele mesmo. O que se vê é uma série de heróis se dividindo e se unindo com o objetivo de destruir o vilão, que segue forte na sua empreitada. Por tudo isso, esse não será um vilão esquecido, posso afirmar com certeza.</p>
<p>A equipe visual e de som fizeram um trabalho notável, associando ainda mais qualidade ao roteiro. As cenas são bem construídas e distintas, fugindo daquele padrão que costumamos ver de emaranhado de explosões que o espectador nem entende quem é quem.</p>
<p>O longo tempo de exibição parece curto para o filme. Tudo passa tão rápido e envolve tanto o espectador, que nem percebemos quando acaba. É intenso e fluido ao mesmo tempo. Os tons de risada e graça que são conferidos em muitas cenas fazem com que a leveza se estabeleça também, permitindo que o espectador respire um pouco. Mas sem beirar o exagero e sem correr o risco de pesar na profundidade da trama.</p>
<p>A união de tantos universos diferentes num mesmo filme é um mérito que precisa ser notado. Cada personagem tem seu estilo, sua forma de surgir. E tudo isso é respeitado em cena, sem parecer uma colcha de retalhos. A combinação funciona tão bem que parece muito natural o surgimento de cada herói na trama. Mais um ponto de parabéns para os irmãos Russo.</p>
<p>O final é obscuro, pesado e incrível. Deixa o espectador sem fôlego e extremamente ansioso para os próximos filmes que virão e quais as consequências que essa Guerra Infinita vai trazer. Definitivamente esse é um dos melhores filmes de super-herói dos últimos tempo, quem sabe até da história.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-guerra-infinita/">Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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