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	<title>Arquivos Todos os Homens do Presidente - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Todos os Homens do Presidente - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial O Escândalo: Filmes Sobre o Mundo do Jornalismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 14:11:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz, em Salvador, O Escândalo. O filme conta a história da denúncia de assédio de um grupo de mulheres da Fox News contra um empresário de alto cargo da empresa, o Roger Ailes. Dirigido por Jay Roach (Trumbo: Lista Negra), o longa conta com um elenco de atrizes renomadas, figuras cativas em premiações, como Charlize Theron (Tully), Nicole Kidman (Lion: Uma Jornada para Casa), Margot Robbie (Eu, Tonya) e Katie McKinnon (Caça-Fantasmas). A história em si tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz, em Salvador, <strong><em>O Escândalo</em></strong>. O filme conta a história da denúncia de assédio de um grupo de mulheres da Fox News contra um empresário de alto cargo da empresa, o Roger Ailes. Dirigido por Jay Roach (<em>Trumbo: Lista Negra</em>), o longa conta com um elenco de atrizes renomadas, figuras cativas em premiações, como Charlize Theron (<em>Tully</em>), Nicole Kidman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lion-uma-jornada-para-casa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Lion: Uma Jornada para Casa</em></a>), Margot Robbie (<em>Eu, Tonya</em>) e Katie McKinnon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-caca-fantasmas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Caça-Fantasma</em>s</a>).</p>
<p>A história em si tem uma potência considerável, tanto pela fato de disseminar o acontecido para um público internacional, como pelos possíveis debates que ele pode gerar. As atuações do longa também são bem performadas, apesar de passarem a impressão de representação em alguns momentos, dando um tom de artificialidade. Contudo, há o enquadramento de mostrar na produção os absurdos acontecidos dentro da Fox com as funcionárias e apenas por isso, a projeção já vale o ingresso.</p>
<p>Como a história se passa, majoritariamente, numa redação jornalística, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> resolveu elencar obras que trazem o mundo das notícias, dos jornalistas, casos bombásticos investigados por eles e algumas histórias baseadas em fatos reais. Para dar leveza para a possível maratona do leitor, dividimos a lista em dramas e comédias. <strong>Confira o Especial O Escândalo</strong>!</p>
<h4><strong>DRAMAS</strong></h4>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12302" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ.jpeg" alt="A Montanha dos Sete Abutres" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>3 – <strong>A Montanha dos Sete Abutres</strong> (1951) &#8211; Dirigido por Billy Wilder (<em>Quanto Mais Quente Melhor</em>), a produção conta a história de Chuck (Kirk Douglas), um jornalista um tanto fracassado. No enredo, após o rapaz ser retirado de onze jornais, vai parar em um periódico do Novo México. Lá, ele vai cobrir uma matéria e começa a aumentar o caso para render notícia. Além de retratar o sensacionalismo e os enxames corriqueiros, o roteiro de Wilder e Lesser Samuels (<em>O Ódio é Cego</em>) consegue captar a ganância e os egoísmos que as pessoas podem chegar, através de diálogos sutis e diretos. A atuação de Douglas cresce, principalmente por equilibrar um lado feroz com certa sensibilidade, trazendo camadas para a personagem.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12305" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente.jpg" alt="Todos os Homens do Presidente" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>2 – <strong><em>Todos os Homens do Presidente</em> </strong>(1976) &#8211; Bob Woodward (Robert Redford) e Carl Bernstein (Dustin Hoffman) são dois jornalistas do Washington Post que estão tentando desvendar os mistérios de um possível crime cometido por um funcionário da Casa Branca, o que acabou sendo conhecido posteriormente como o caso Watergate. O longa, dirigido por Alan J. Pakoula (<em>A Escolha de Sofia</em>), faz uma criação de tensão, trabalhando, por exemplo, com um jogo de iluminação que faz o espectador duvidar do informante da dupla. Muitas vezes, o perigo parece iminente, mesmo quando não o é, o que aproxima o público das prováveis sensações que os repórteres tiveram no período de apuração. Além da qualidade técnica da obra, é uma ótima oportunidades para estudantes de jornalismo descobrirem muitas dicas de como atuar na profissão de maneira correta e ética.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12301" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw.jpeg" alt="Cidadão Kane" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>1 – <strong>Cidadão Kane</strong> (1941): “Rosebud”! Clássico fundamental, não apenas para os amantes do jornalismo, mas para cinéfilos, o filme conta a história de ascensão de um jornalista estadunidense, que se transforma em um grande magnata. Considerada por muitos como a melhor direção de Orson Welles (<em>A Marca da Maldade</em>), o cineasta imprime na tela a sensação de proximidade com o protagonista, na forma como enquadra as cenas. Mas, em todo momento é relembrado o distanciamento que este tipo de figura causa nas pessoas. Nesta relação dual, a projeção ganha uma camada profunda e que instiga o público a buscar compreender e criticar Kane em sua totalidade. Além disso, a obra revela características sobre o jornalismo e como as grandes empresas o tratam.</p>
<h4><strong>COMÉDIAS</strong></h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12304 size-full" title="Especial O Escândalo" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv.jpg" alt="Especial O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>3 – <strong>O Âncora</strong> (2004): Sátira com os telejornalistas dos anos 1990, o longa mostra como o sucesso da novata Veronica (Christina Appllegate) incomoda o veterano Ron (Will Farell). Dirigido por Adam McKay (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Grande Aposta</em></a>), a produção critica, através do humor, o machismo dentro de emissoras de TV e o narcisismo dos âncoras. A projeção não vai muito além de fazer algumas piadas com os temas que parece querer abordar, mas, de toda forma, é uma comédia divertida. Além disto, Farell está em sua melhor forma, como era recorrente estar no início dos anos 2000. Seus trejeitos e frases <em>punch</em>, com uma expressão facial “neutra”, aumenta a graça do que está sendo dito, um dos trunfos de alguns comediantes. Em 2013, o filme até ganhou uma continuação, porém um tanto menos bem realizada que a obra original.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12306 size-full" title="Especial O Escândalo" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958.jpg" alt="Especial O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>2 – <strong>Um Amor de Professora</strong> (1958): Doris Day e Clark Gable são dois grandes nomes do cinema clássico hollywoodiano! Somente pela presença da dupla na tela e a dinâmica que eles constroem em cena já vale o filme inteiro. Contudo, a premissa da trama também é um ponto alto, por ser divertida, bem executada e até crível. Mas, onde entra a temática do especial nisso tudo? A personagem da Doris, a Erica, é uma professora de jornalismo e não suporta o James (Clark),  editor de um periódico. Sabendo disto, o rapaz começa a frequentar as classes dela, fingindo ser iniciante na área. As situações são bastante engraçadas, mas também românticas, claro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12303" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369.jpg" alt="O Diabo Veste Prada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>1 – <strong>O Diabo Veste Prada</strong> (2005): Adaptado da obra homônima de Lauren Weisberger, o enredo é baseado em uma experiência real da vida da autora. Assim como no livro, o filme mostra as peripécias de Andrea Sachs (Anne Hathaway). Após a jovem começar a trabalhar para uma grande revista de moda dos Estados Unidos, a <em>Runway</em>, sua vida muda completamente. Além de estar cercada por várias colegas de trabalho competitivas e com severos distúrbios alimentares, ela precisa lidar com uma chefe super exigente e maldosa, a Miranda Priestly (Meryl Streep). Além de ser um longa que mostra a ótica de um outro tipo de jornalismo que geralmente é mostrado pelas produções midiáticas, revelando o estilo e a vida da redação desta editoria, a projeção tem como ponto alto a interpretação de Streep, que se inspirou na “verdadeira” Miranda, a Anna Wintour, editora da Vogue. Em 2006, <em>O Diabo Veste Prada</em> foi indicado a 2 Oscar, nas categorias Melhor Atriz, para Meryl e Melhor Figurino para Patricia Field (<em>Sex and the City: O Filme</em>)<a href="http://www.adorocinema.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">.</a></p>
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