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	<title>Arquivos Taika Waititi - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Taika Waititi - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Thor: Amor e Trovão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 20:28:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas como um episódio bem independente do universo Marvel, como estamos acostumados. Diferente de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, o cidadão desaviado pode chegar aqui e se entreter normalmente, ainda que a experiência seja muito melhor para quem tem todo o contexto da trama. Essa é uma característica que eu admiro em qualquer filme novo que tem surgido na Marvel, já que a cada dia que passa fica mais impossível alcançar o repertório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Thor: Amor e Trovão</em></strong> chega aos cinemas como um episódio bem independente do universo Marvel, como estamos acostumados. Diferente de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>, o cidadão desaviado pode chegar aqui e se entreter normalmente, ainda que a experiência seja muito melhor para quem tem todo o contexto da trama. Essa é uma característica que eu admiro em qualquer filme novo que tem surgido na Marvel, já que a cada dia que passa fica mais impossível alcançar o repertório de mais de 20 filmes. Penso que ainda que um universo seja criado (e isso é algo muito bacana), os filmes precisam andar com as próprias pernas para se tornarem mais perpétuos no mundo cinematográfico.</p>
<p>Dito isso, <strong><em>Thor: Amor e Trovão</em></strong> traz o herói Thor depois dos eventos do último filme dos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>, acompanhado do grupo de Guardiões das Galáxias, explorando o universo e salvando quem ele consegue. Mal sabe ele que um vilão surge a partir de uma atitude egoísta de um deus que lhe nega a misericórdia divina. Esse antagonista é ninguém menos que Christian Bale (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em>Ford vs Ferrari</em></a>), no papel do temido Gorr, o Carniceiro dos Deuses. Enquanto isso, sua antiga paixão Jane está lutando com um câncer avançado na Terra. Thor atende ao chamado de um deus em perigo e descobre toda a tramoia de Gorr. Com isso, recorre ao Rei Valquíria (Tessa Thompson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-identidade-netflix/"><em>Identidade</em></a>), que está no comando da Nova Asgard.</p>
<p>Como se é esperado da franquia de Thor, a comédia é a régua principal das cenas. Ainda que eu ache que passaram do ponto em alguns momentos, no geral o filme consegue equilibrar bem este formato, deixando espaço para os dramas e romances necessários. Romance esse que precisaria de um pouco mais de aprofundamento entre ele e Jane. Senti falta de mais olho no olho, mais intensidade entre o casal. Talvez um pouco menos de comédia resolvesse essa questão. Ainda assim, existe uma dosagem boa entre os gêneros.</p>
<p>Natalie Portman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vox-lux-o-preco-da-fama/"><em>Vox Lux &#8211; O Preço da Fama</em></a>) está muito bem reassumindo um protagonismo na pele de Jane. Forte e determinada, ela veste bem o lado de Poderosa Thor, deixando Thor surpreso com seu surgimento. Surgimento esse, aliás, que carecia um pouco mais tempo para explicação, já que a narrativa de que o martelo foi salvá-la cai por terra quando descobrimos que ele, na verdade, está sugando seu último centavo de vida. A sua química com Chris Hemsworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mib-homens-de-preto-internacional/"><em>MIB: Homens de Preto – Internacional</em></a>) segue sendo um bom acerto, ainda que a diferença absurda de altura tenha que ter sido minimizada por banquinhos em gravações.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15647" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao.jpg" alt="Thor: Amor e Trovão" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E do que seria de um filme sem um bom vilão? Aqui Bale entra perfeitamente como o vil Gorr. De fato, as cenas são assustadoras e ele conota todo o medo necessário para aquela circunstância. Sempre em meio às sombras, com características que remetem à escuridão, ele é o próprio pavor em pessoa. A sua transformação no vilão é incrível de se ver, com tamanha dedicação do ator em encarnar cada momento do personagem. É um dos pontos de equilíbrio que falei ali acima sobre humor e outras temáticas.</p>
<p>Esta parte do humor, por sinal, tem várias nuances. Ciúmes de martelos e até cabras berrantes (elas são maravilhosas), todos os detalhes trazem a leveza que já é pertinente ao Thor. Até mesmo o surgimento de novos personagens traz um pouco disso, como é o caso de Zeus de Russel Crowe (<em>Dois Caras Legais</em>). Ele está tão natural quanto poderia assumindo a arrogância e superioridade de Zeus. Esta parte, inclusive, rende cenas bem engraçadas com o físico de Thor pelado.</p>
<p>O roteirista e diretor Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>) fez bom uso de seu tempo, elenco e artifícios, criando um longa melhor que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>, que perdeu a mão em alguns aspectos. Temos humor, drama, romance, intensidade, tudo imerso em uma trilha sonora maravilhosa que já virou uma tradição na Marvel. É gostoso e leve de assistir, tornando-se um entretenimento despretensioso e acertado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Taika Waititi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Hemsworth, Natalie Portman, Christian Bale, Tessa Thompson, Russell Crowe, Jaimie Alexander, Chris Pratt, Dave Bautista, Melissa McCarthy, Matt Damon, Sam Neill</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CTG7omQnS2Q" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Lightyear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 01:12:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se tem uma história que deu certo para a Disney foi Toy Story. Seja com o seu lançamento em 1995 ou com aquele belíssimo Toy Story 3 de 2010, o fato é que os quatro filmes renderam muitos fãs e dinheiro para o estúdio. E se eles fizessem uma história focada em um personagem específico? Foi isso que aconteceu aqui com o personagem Buzz Lightyear, que virou um protagonista de peso. E sim, tinham muitas chances de dar errado, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma história que deu certo para a Disney foi <em>Toy Story</em>. Seja com o seu lançamento em 1995 ou com aquele belíssimo <em>Toy Story</em> 3 de 2010, o fato é que os quatro filmes renderam muitos fãs e dinheiro para o estúdio. E se eles fizessem uma história focada em um personagem específico? Foi isso que aconteceu aqui com o personagem Buzz Lightyear, que virou um protagonista de peso. E sim, tinham muitas chances de dar errado, mas o filme consegue acertar em todos os detalhes.</p>
<p>Para quem não se lembra do começo lá de<em> Toy Story 1</em>, o garotinho Andy é fã do Buzz por conta de um filme que ele assistiu contando a saga do patrulheiro espacial. Quando finalmente ganha o boneco super tecnológico em seu aniversário, o Woody, brinquedo um pouco mais velho e sem recursos, fica com ciúme. <em><strong>Lightyear</strong> </em>é justamente o filme que o Andy era fissurado em<em> Toy Story</em>. Então tenha em mente aqui que esse é um novo universo pelo qual a gente pode se apaixonar por um personagem.</p>
<p>Buzz Lightyear é um patrulheiro valente que desbrava planetas desconhecidos junto com sua fiel tripulação. Em uma das missões, eles acabam ficando presos em um mundo hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra e sua única alternativa é tentar transformar os recursos disponíveis em energia. Ele descobre da pior forma possível, no entanto, que cada tentativa dele de viajar e ver se o combustível funciona, que leva poucos minutos, representa anos para os que ficam. E a medida que ele se esforça em achar a fórmula perfeita para tirar todos daquele planeta, o tempo vai passando e ele vai perdendo a vida ao seu redor.</p>
<p>Como todo filme da Pixar, <em><strong>Lightyear</strong> </em>propõe diversas reflexões envoltas em muitas risadas e personagens interessantes. O curioso gato robô que representa o apoio terapêutico que Buzz precisa quando descobre que muitos anos se passaram e as coisas mudaram, é um dos personagens mais engraçados que tem. Associado a ele, a maravilhosa Izzy, neta da grande amiga de Buzz, Alicia Hawthorne. Esse núcleo é bem interessante de se acompanhar, pois o enredo consegue aprofundar das relações e nos fazer criar vínculos rapidamente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15586" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394.jpg" alt="Lightyear" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A diversidade está presente aqui, com personagens negros, fisicamente não-padronizados e até homossexuais (que é algo que o estúdio vem pincelado como possibilidade há alguns longas e aqui surge de maneira escancarada e simplista ao mesmo tempo). Isso mostra o cuidado em incluir as pessoas neste novo momento em que vivemos, onde as diferenças vem sendo ressaltadas e levadas em consideração na hora de partir para os planos de criação. É justamente sair daquela fórmula padrão de personagens brancos, heteronormativos e com corpos padrões (ou até mesmo inatingíveis). E isso é importantíssimo.</p>
<p>O passar do tempo é cruel e mostra ao Lightyear que, por mais que seja importante ter foco no seu objetivo, é preciso olhar ao redor para entender quais ajustes precisam ser feitos. Enquanto buscava alcançar algo, a vida foi passando e ele simplesmente não viu e não participou de nada na vida daqueles que ama. Uma ótima alfinetada à sociedade atual que está mais preocupada com números em bancos e status social, deixando de lado os vínculos afetivos que poderiam ser construídos. Como será que estamos dedicando o tempo precioso de nossa vida?</p>
<p>O foco em emoções aqui é nítido e palpável. O profundo amor de amizade estabelecido entre Buzz e Alicia, as relações familiares dela, o suporte oferecido ao protagonista por parte do gatinho robô. O roteiro não se priva de trazer a nova formatação de histórias da Pixar, deixando o padrão dos anos 1990 para trás. Com isso, é fácil de envolver pelas histórias de cada personagem e se imergir no universo ali apresentado. Lembrando aqui que Buzz é um personagem bem diferente do que conhecíamos, pois é a versão original que inspirou o boneco famoso. Ele possui, naturalmente, muito mais camadas de personalidade.</p>
<p>Mesmo com tudo isso, <strong><em>Lightyear</em> </strong>tem o mais puro objetivo de entreter. É leve, divertido, interessante. Não comete excessos, não se apoia hora nenhuma em <em>Toy Story</em> e deixa o público entretido a todo momento. Não é mais um filme caça-níqueis que só foi criado com o objetivo de lucrar. Ele tem motivação e propósito, e consegue executar de maneira brilhante um roteiro acertado. Foi uma grata surpresa!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Angus MacLane</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Marcos Mion, Chris Evans, Flora Paulita, Keke Palmer, Uzo Aduba, Dale Soules, Taika Waititi, Peter Sohn, James Brolin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DcHYpu8Wfl0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 00:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir Free Guy &#8211; Assumindo o Controle, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (Deadpool) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista. Com um elenco bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em>, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista.</p>
<p>Com um elenco bem interessante, composto ainda por Jodie Comer (<em>Killing Eve</em>), Lil Rel Howery (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>), Joe Keery (<em>Stranger Things</em>) e Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>), o longa evolui com um roteiro bem interessante e construído. É preciso abstrair alguns elementos do absurdo, mas a própria história propõe isso ao espectador. E não estamos falando aqui sobre um filme que força a inserção de Inteligência Artificial. <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em> não subestima o espectador em hora nenhuma, apresentando uma história coerente e atrativa.</p>
<p>Além disso, as cenas de ação são bem propícias e orquestradas, sempre ao som de uma bela trilha sonora e alguns refrescos no meio do caminho. Vários atores como Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman têm super breves participações, porém bem interessantes. É mais um atrativo aos olhos do espectador, a essa hora já bem conquistado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14437" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg" alt="Free Guy - Assumindo o Controle" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Guy é um cara positivo e desconfiado da realidade onde vive. O seu envolvimento com a Garota do Molotov é construído de maneira a induzir uma relação verdadeira, mesmo que impossível de acontecer. Enquanto isso, observamos o amor de Keys pela colega de criação e como Guy, na verdade, funciona como seu alter ego apaixonado e silencioso.</p>
<p>O conhecido diretor Taika Waititi entra como um vilão mesquinho e ganancioso, que visa apenas o dinheiro acima de qualquer coisa. Sua dualidade de atuação histérica com o equilíbrio dos outros personagens dá o tom perfeito dessa relação.</p>
<p>A história do filme é muito original e ainda dá pequenas alfinetadas no estilo de vida dos <em>gamers</em>, ainda que trate tudo com muito humor e diversão. Ele consegue equilibrar muito bem a distopia nerd com a alma de envolvimento naquele enredo familiar. O longa propõe ainda uma ideia de assumir o controle de sua própria vida, mesmo que isso implique em perder algumas benesses que já estamos acostumados, como a segurança de um lar entediante.</p>
<p><em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong> </em>é, no final das contas, uma grata surpresa para quem assiste. Divertido, interessante, com ótimas atuações, cenas de ação de qualidade e uma trilha sonora deliciosa, com certeza vale a experiência do cinema, pelos benefícios que a grande tela oferece em termos de percepção do CGI, utilizado exaustivamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Taika Waititi, Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CMynkj1qAYo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jojo Rabbit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 20:21:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Taika Waititi tem uma carreira consolidada como diretor desde 2002, mas se transformou em uma espécie de totem intocável da jovem cinefilia mesmo com a comédia sobre vampiros O que fazemos nas sombras (2014) e, principalmente, com Thor: Ragnarok, sua primeira incursão no universo Marvel que lhe trouxe a fama de visionário. Particularmente, acredito que o burburinho é maior do que os fatos. O cinema de Waititi é daqueles que &#8220;jogam para a plateia&#8221; e o fazem com muita esperteza, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Taika Waititi tem uma carreira consolidada como diretor desde 2002, mas se transformou em uma espécie de totem intocável da jovem cinefilia mesmo com a comédia sobre vampiros O que fazemos nas sombras (2014) e, principalmente, com <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Thor: Ragnarok</em></a>, sua primeira incursão no universo <em>Marvel</em> que lhe trouxe a fama de visionário. Particularmente, acredito que o burburinho é maior do que os fatos.</p>
<p>O cinema de Waititi é daqueles que &#8220;jogam para a plateia&#8221; e o fazem com muita esperteza, dialogando sempre com uma geração <em>cool</em> que adora um cem número de recursos dos seus filmes: aquele humor &#8220;espertinho&#8221; adolescente, cheio de <em>insights</em> para enfatizar o quanto seu diretor está à frente da plateia e, claro, uma trilha sonora pop que opera pelo anacronismo. <em><strong>Jojo Rabbit</strong></em> é tudo isso e mais um pouco, provavelmente cimentando ainda mais o culto a Waititi.</p>
<p>No filme, Waititi conta a história de um menino de 10 anos nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial. Criado em meio a todo o fomento da propaganda nazista, o garoto descobre no porão da sua casa uma jovem judia escondida por sua mãe. Assim, o diretor faz um longa que flerta com a sátira para narrar essa história pela perspectiva infantil.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12352" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Jojo Rabbit" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0735692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme de Waititi até que acerta em algumas frentes. O elenco infantil de <strong><em>Jojo Rabbit</em> </strong>distribui carisma, começando pelo protagonista Roman Griffin Davis, até Archie Yates, uma graça de garoto como o melhor amigo. Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) está inspirada como a mãe de Jojo, uma mulher que por debaixo dos panos empreende esforços em uma campanha anti-nazista. Os méritos, entretanto, param por ai.</p>
<p>O roteiro de <em><strong>Jojo Rabbit</strong></em> não tem a menor cadência e demora a chegar nos seus pontos centrais. A direção de Waititi é extremamente afetada, gaba-se de proezas que só existem para satisfazer essa cinefilia <em>cool</em> que cultua os seus filmes, com personagens excêntricos e trilha dos Beatles e de David Bowie repaginadas. O projeto emula o cinema de Wes Anderson na composição dos seus planos e na <em>mise en scène</em>, mas é uma apropriação tão ingênua que soa como se fosse assinado por um adolescente de 18 anos em seu primeiro filme. Waititi interpreta todos esses elementos (Beatles, Bowie, Anderson) alocados ao contexto da Alemanha nazista como um arroubo de iconoclastia, como se esse anacronismo por si só representasse um ato de vanguarda.</p>
<p>É repetitivo, mas apropriando-se de um tema tão batido quanto o nazismo e a Segunda Guerra Mundial, <strong><em>Jojo Rabbit</em> </strong>não faz absolutamente nada por ele. Isso resulta, por fim,  em um projeto que não diz precisamente o que tem para oferecer de perspectiva original sobre o assunto. É um filme para Waititi e seu séquito mesmo, gosto adquirido. Quem sabe da próxima vez não me convença? Aqui, ele faz de um tudo para soar ainda mais afetado e cheio de truques que escamoteiam seu cinema de colagem nada visionário. Como cereja do bolo ainda tem uma Rebel Wilson nazista. Ou seja, Taika, aí já tá forçando demais a amizade!</p>
<p><strong>Direção: </strong>Taika Waititi<br />
<strong>Elenco:</strong> Roman Griffin Davis, Scarlett Johansson, Thomasin McKenzie, Sam Rockwell, Rebel Wilson, Taika Waititi, Alfie Allen, Archie Yates<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-258998/">,</a> Stephen Merchant</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-IBaMJ15Fm0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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