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	<title>Arquivos Scott Eastwood - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Scott Eastwood - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos 10</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Velozes e Furiosos 10 é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, Guardiões da Galáxia Vol. 3). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de Velozes e Furiosos (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui. Dominic [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-guardioes-da-galaxia-vol-3/"><em>Guardiões da Galáxia Vol. 3</em></a>). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de <em>Velozes e Furiosos</em> (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui.</p>
<p>Dominic está curtindo a &#8220;aposentadoria&#8221; e sua família, algo que ele dá o maior valor e lutou tanto para ter e manter. Sua paz é perturbada quando um desafeto do passado retorna para vingar a morte do pai. Dante (Jason Momoa, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) é filho de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida, <em>Dupla Explosiva</em>) morto há mais de uma década, lá em <em>Velozes &amp; Furiosos 5: Operação Rio</em>. E é bom salientar que este é o primeiro filme, de dois, da finalização épica dessa franquia de sucesso.</p>
<p>É preciso compreender que com <em>Velozes e Furiosos</em> nós devemos sempre partir do pressuposto de que não há muito compromisso com a lógica e realidade, mas que tudo bem ser assim. Ninguém vai (ou deveria ir) assistir um longa desses esperando uma indicação ao Oscar. Mas o que diferencia esta franquia é que ela vem procurando ter algum nível de profundidade nos personagens, algo que fica muito claro aqui.</p>
<p>Todas as dores que afligem Toretto fazem dele viver no constante medo de perder aquilo que lhe é mais caro: sua família. Ainda que ele tente curtir ao máximo os momentos com o filho Brianzinho e com Letty (Michelle Rodriguez, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/"><em>As Viúvas</em></a>), a sombra do perigo sempre paira. E é sobre isso que o filme trata. Se Dominic não exterminar de vez qualquer ameaça que ele tenha, não vai conseguir efetivamente relaxar e viver em paz.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16729" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg" alt="Velozes e Furiosos 10" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com cenas de ação muito bem construídas e orquestradas, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> evolui com uma trama bem interessante que conecta vários fios soltos. São personagens entrelaçados e &#8220;ressuscitados&#8221; que são mais aprofundados, gerando conexão com o espectador. Há essa altura do campeonato, se tivéssemos aqui uma equipe de baixa qualidade, a franquia não se sustentaria da forma como se mantém. Aliás, vale pontuar que o que manter esta saga até hoje é a sua bilheteria ao redor do mundo, especialmente na América Latina, já que os EUA em si não é muito fã e costuma não prestigiar. E eles deixam isso bem claro quando botam o vilão para se criar aqui no Brasil.</p>
<p>Falando em vilão, Momoa deu seu sangue por esse personagem, que é a personificação de um psicopata. Ele está louco, perverso, sem critérios. Uma inspiração em o Coringa de Joaquim Phoenix misturado com o antagonista de <em>007 &#8211; Operação Skyfall</em>, vivido por Javier Bardem. Muito bacana de ver!</p>
<p>Como um grande fim, o roteiro se esforça em dar motivo e consequências aos personagens. Todos têm seu momento de sucesso ali e sua importância destacada. Por sinal, podem esperar todo e qualquer ator que já apareceu nestas tramas &#8211; inclusive, na cena pós-crédito. Algumas não fazem muito sentido? Sim, mas a gente ignora isso pela grandiosidade da história.</p>
<p>Uma trilha sonora bacana, personagens carismáticos, cenas de ação mescladas com drama acertado, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em>, no meu ponto de vista, não tem como dar errado. É aquela explosão de mentiras que nós amamos, afinal, não se pode esperar que uma franquia dessa tenha qualquer compromisso com a realidade. É para isso que estamos ali. É um filme desnecessário, sim. Excelente também.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Louis Leterrier</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jason Momoa, Tyrese Gibson, Ludacris, John Cena, Nathalie Emmanuel, Jordana Brewster, Brie Larson, Charlize Theron, Helen Mirren, Scott Eastwood, Sung Kang</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/a1w9x5U88jU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Círculo de Fogo: A Revolta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 00:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Em 2013, o cineasta Guillermo del Toro (atualmente em alta após vencer o Oscar por <i>A Forma da Água</i>) trouxe para o público um filme que reunia elementos integrantes da sua formação como contador de histórias. O <i>blockbuster Círculo de Fogo </i>era um filme apoiado na tradição de narrativas escapistas orientais sobre cidades sendo atacadas por criaturas gigantes e duelos das mesmas com robôs controlados por humanos. Faturando abaixo do esperado nas bilheterias, mas com uma relativa receptividade por parte do público, a Universal e a Legendary viram fôlego no material e insistiram numa continuação para o filme, mas o projeto teria que ser cercado de cautela para não gerar maiores prejuízos e isso incluia repensar o orçamento da produção.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A continuação de <i>Círculo de Fogo </i>chega apenas em 2018 nos cinemas com um outro diretor no comando, Steven S. DeKnight (de alguns episódios das séries <i>Demolidor </i>e <i>Dollhouse</i>), e ambições levemente modestas. Longe das pretensões autorais do primeiro filme, que ainda que fosse um projeto comercial de del Toro apresentava algumas das marcas estéticas de sua filmografia, <i><b>Círculo de Fogo: A Revolta </b></i>é uma típica continuação que existe graças à proatividade exclusiva do seu estúdio. Diferente do anterior, o longa é mais despojado e se renova ao trazer como protagonista John Boyega, o carismático intérprete de Finn da atual saga <i>Star Wars</i>, que ainda arranjou espaço para ser produtor do novo exemplar da franquia.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8820" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/2243765.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Não há o apuro estético que del Toro imprimiu no longa de 2013, mas ao menos o tempo de amadurecimento da continuação trouxe para <i>Círculo de Fogo: A Revolta </i>um <i>plot </i>que justificasse sua pertinência, nem que seja aparente, já que sabemos que a verdadeira razão de existir do projeto é financeira e tudo o que vem a rebote é mero pretexto. A história dá um salto de dez anos e Boyega interpreta o filho do personagem de Idris Elba, parte essencial do primeiro longa. Na continuação, a Terra vive um período de paz após ter se livrado dos monstros que a ameaçavam, mas a presença de robôs piratas tão perigosos quanto as criaturas de outrora ameaçam a integridade de muitas cidades e é nessa hora que as antigas máquinas combatentes do filme anterior têm que voltar à ação. Mais adiante o público será surpreendido com algumas reviravoltas na história que a fazem escapar de algumas escolhas óbvias para segundos capítulos de franquias e &#8211; lógico &#8211; trazem de volta as perigosas criaturas gigantes do primeiro título.</p>
<p>Há alguns problemas, o longa sugere informações sobre alguns dos seus protagonistas, que não são poucos, tentando fugir da superficialidade inerente ao material, o que é uma pena pois o filme é bom quando se contenta em ser um despretensioso escapismo. O elenco funciona em partes, enquanto Boyega segura as pontas como o protagonista e somos apresentados à menina Cailee Spaeny, temos que engolir os exageros do vilão &#8220;involuntário&#8221; de Charlie Day e a inexpressividade do galã Scott Eastwood, que jamais segura as pontas na química da parceria entre seu personagem e o protagonista que o roteiro sugere. No mais, o público sairá satisfeito com a diversão que o filme pretende oferecer, sem a grife de um grande cineasta por trás, é claro.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CVwG8htrRYI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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