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	<title>Arquivos Sam Neil - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sam Neil - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; Domínio</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 18:22:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jurassic World &#8211; Domínio chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, Jurassic World e a saudosa Jurassic Park. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história. O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong> </em>chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, <em>Jurassic World</em> e a saudosa <em>Jurassic Park</em>. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história.</p>
<p>O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi destruída. É algo como andar na rua e se deparar com algum desses bichos. Ainda assim, os cientistas estudam os impactos que isso pode ter na ordem da Terra, nas cadeias alimentares e tudo mais. Enquanto isso, Claire (Bryce Dallas Howard, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><em>Rocketman</em></a>) e Owen (Chris Pratt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lidam com a presença de Maisie (Isabella Sermon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-reino-ameacado/"><em>Jurassic World: Reino Ameaçado</em></a>), a garota que foi clonada pela filha do dono do Jurassic Park e agora é perseguida por uma grande corporação.</p>
<p>Ellie Sattler (Laura Dern, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) ressurge incrível e maravilhosa para investigar o aparecimento de insetos gigantes que estão devastando plantações inteiras e aterrorizando as pessoas. Ela pede a ajuda, então, de seu grande amigo das antigas Alan Grant (Sam Neil, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>) já que tem uma suspeita de que uma grande corporação está fazendo uma mutação genética.</p>
<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em> é um grande serviço aos fãs, pois toca em todos os pontos de memória afetiva que podemos ter. Eles relembram cenas e personagens a todo momento, mas de maneira sutil para não perder a personalidade do longa em questão. São animais que surgem, reencontros carinhos, personagens fisicamente parecidos com anteriores e por aí vai. Cena após cena, somos imersos mais uma vez neste universo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15559" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg" alt="Jurassic World - Domínio" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E é justamente essa imersão que faz o filme funcionar muito bem. Eu particularmente sempre critiquei <em>Jurassic World</em> por não conseguir fazer o espectador se envolver tanto quanto Jurassic Park. E esse filme corrige muito bem este problema. Não sei se apenas pela retomada de personagens principais da trilogia anterior ou pelo próprio roteiro que adota estratégias inteligentes.</p>
<p>Tratando tudo com mais objetividade, o longa não tem um grande <em>plot twist</em> ou milhares de inimigos que vão surgindo tal qual ratos do bueiro. Ele segue uma linha mais dos anos 1990 (que muito me agrada), onde não se tinha tanta pressa em contar a história, pois se criavam menos arcos narrativos. Desta forma, conseguimos nos envolver mais e comprar a ideia que está sendo vendida ali.</p>
<p>A relação de Claire e Owen tem esse adicional de ter uma filha na personagem de Maisie e como o casal se une para defender aquilo que ama e acredita. Eles não são o grande foco deste filme (e com razão), mas ainda assim seguem como protagonistas. Temos ainda a adição simpática de Kayla (DeWanda Wise, <em>Paternidade</em>) que funciona com uma ótima coadjuvante na história.</p>
<p>O grande trunfo de <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em>, no entanto, é retomar a dinâmica de Ellie e Alan. E como é bom relembrar o quanto eles eram ótimos em cena. Uma parceria que deu certo lá atrás e só reforçou aqui. Os dois se reencontram depois de anos de falta de contato e a chama de uma possível relação amorosa ressurge, deixando o espectador ansioso com essa possibilidade. Mesmo sem ter muitas informações sobre a missão, Alan rapidamente topa a proposta de Ellie pois sabe que vai sair daquela fase de inércia e solidão em que se encontra.</p>
<p>Não acho que ser um serviço aos fãs seja um demérito, principalmente quando temos equilíbrio e um roteiro bem trabalho. E é justamente isso que acontece aqui em <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio. </strong></em>Ainda que tenham algumas falhas de ritmo no meio do caminho, o filme funciona muito bem e é um ótimo entretenimento, até mesmo para aqueles que não são fãs assíduos do parque dos dinossauros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Colin Trevorrow</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Jeff Goldblum, Laura Dern, Sam Neil, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Isabella Sermon</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kATdt-lCnU8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Despedida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 21:28:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia esta semana nas principais plataformas de streaming para locação, o longa <em><strong>A Despedida</strong></em>, com Susan Sarandon (<em>Thelma &amp; Louise</em>), Kate Winslet (<em>Roda Gigante</em>) e Mia Wasikowska (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-diabo-de-cada-dia-netflix/"><em>O Diabo de Cada Dia</em></a>). Com direção de Roger Michell (<em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>), o filme fala sobre o luto precoce e a importância de respeitar a escolha do próximo, mesmo que isso implique em grande sofrimento para a pessoa e aquelas que estão ao seu redor.</p>
<p>Numa redoma de melancolia nata, o filme nos apresenta os personagens daquele momento intenso que está sendo vivenciado, como uma mistura de fim de semana em família e a perda de alguém amado. Isso porque Lily, a matriarca da família, tomou a decisão de encerrar a própria vida em função do avanço de uma doença que não é especificada na trama. A cada dia que passa, ela perde mais o domínio sobre os atos físicos, sobre a mente e o controle de suas funções. Casada com um médico e sabendo que não terá qualquer tipo de evolução positiva no quadro, ela decide fazer um suicídio assistido e convoca a família para um fim de semana.</p>
<p>A medida que as filhas vão sendo inseridas na trama, primeiro com a personagem de Kate Winslet e depois com a de Mia Wasikowska, vemos que a dualidade de aceitação será palco desta trama. A primeira é controladora, burocrática e prática demais. Embora ela não goste da escolha da mãe, respeita porque acredita que isso cabe apenas a ela. Já a segunda traz o lado mais emocional e mostra que não está preparada para se distanciar da mãe ainda.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13913" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3700321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Despedida" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3700321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3700321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3700321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3700321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com a inserção de seus companheiros, assim como a amiga íntima dos pais, o filme pontua o espectador com toda a dor e intensidade que é participar de uma escolha tão difícil quanto essa. Os personagens oscilam entre aceitação, compreensão e revolta, a depender de que tipo de situação se apresenta. O espectador começa a entender a relação da Lily com as filhas, como que o tempo é cruel impedindo que vários fios soltos sejam amarrados.</p>
<p>Mas é esse o objetivo em <em><strong>A Despedida</strong></em>. Mostrar que nem todo fio da vida será compreendido no seu tempo devido e que a morte é implacável, mesmo quando se é previsível, como neste caso. Lidar com uma escolha tão difícil quanto essa e sobre a qual nenhum dos personagens ali tem poder (a não ser a própria Lily), faz o espectador refletir sobre como o fim de um ciclo é inevitável.</p>
<p>O filme peca com a inserção de uma subtrama desnecessária ao final do longa, tentando desviar o verdadeiro foco da narrativa. Levanta-se a hipótese de que o marido estaria apoiando a decisão da esposa pois se envolveu emocionalmente com a amiga deles. Mas isso é muito pequeno e raso para a profundidade desta trama. É algo completamente desnecessário e que faz o filme, como um todo, cair em qualidade. Outro ponto é que o personagem de Sam Neil (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>) merecia um pouco mais de foco e explicação, ampliando o trio principal da mãe com as duas filhas. O luto para este homem é tão real quanto os demais.</p>
<p>Por fim, <strong><em>A Despedida</em></strong> é um filme melancólico e reflexivo, que traz pensamentos instigantes sobre o processo de luto e a própria vida em si. Roger Mitchell peca um pouco no quesito aprofundamento dos personagens e amplitude de suas histórias e relações, o que faria o longa muito mais robusto e completo. Ainda assim, é um drama de qualidade, já que traz uma escolha de elenco excepcional.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Roger Michell<br />
<strong>Elenco:</strong> Susan Sarandon, Kate Winslet, Mia Wasikowska, Sam Neil, Rainn Wilson, Lindsay Duncan, Bex Taylor-Klaus, Anson Boon</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gsHCRemXGRY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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