<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Rua do Medo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/rua-do-medo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rua-do-medo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 01 Aug 2021 14:12:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Rua do Medo - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/rua-do-medo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Rua do Medo: 1666 – Parte 3</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1666-parte-3/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1666-parte-3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2021 14:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gillian Jacobs]]></category>
		<category><![CDATA[Kiana Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Leigh Janiak]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Scott Welch]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo 1666 - parte 3]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14344</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após dois filmes instaurando todos os mistérios a cerca do universo amaldiçoado de Shadyside, a Netflix lança a parte final da trilogia Rua do Medo, com Rua do Medo: 1666 – Parte 3. É curioso observar aqui como foram evocadas duas narrativas distintas. A primeira é onde são revelados os acontecimentos da vida pregressa da suposta bruxa Sarah Fier, em 1666. A segunda é o retorno para o ano de 1994 e toda a conclusão da história. É possível elaborar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1666-parte-3/">Crítica: Rua do Medo: 1666 – Parte 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após dois filmes instaurando todos os mistérios a cerca do universo amaldiçoado de Shadyside, a Netflix lança a parte final da trilogia <em>Rua do Medo</em>, com <em><strong>Rua do Medo: 1666 – Parte 3</strong></em>. É curioso observar aqui como foram evocadas duas narrativas distintas. A primeira é onde são revelados os acontecimentos da vida pregressa da suposta bruxa Sarah Fier, em 1666. A segunda é o retorno para o ano de 1994 e toda a conclusão da história. É possível elaborar dois pontos de vistas para argumentar sobre o filme.</p>
<p>Uma questão forte é esta duplicação de enredo que acaba por trazer dois longas bem diferentes. Se em 1666 encontra-se uma trama coesa, com ritmo e progressão, bem como uma boa apresentação de personagens e desenvolvimento delas, em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/"><em>Rua do Medo: 1994 – Parte I</em></a>, tudo parece corrido e apressado para dar conta de finalizar a obra. Desta maneira, há um resultado irregular e é complicado avaliar a produção negativamente por sua qualidade técnica e discursiva presentes na metade um. Todavia, é inegável a queda qualitativa a partir do retorno para os anos 1990.</p>
<p>No entanto, é apropriado ressaltar alguns elementos bem realizados. A coesão do elenco é um delas. A forma como os intérpretes, que apareceram nas sequências anteriores, criam novos papéis, trazendo novas personalidades e características marcantes, é bastante forte. Toda a construção para contar quem eram aquelas figuras, fundadoras de Shadyside, e como elas seriam peças fundamentais para toda a realidade da cidade posteriormente é significativa, pois os textos são ditos com entonações que pontuam momentos cruciais, sem deixar as cenas artificiais. Além disso, alguns traços de suas personagens anteriormente permanecem, o que mantém a empatia criada pelo público.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14358" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rua-do-medo-parte-3-plano-critico.jpg" alt="Rua do Medo: 1666 – Parte 3" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rua-do-medo-parte-3-plano-critico.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rua-do-medo-parte-3-plano-critico-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rua-do-medo-parte-3-plano-critico-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/rua-do-medo-parte-3-plano-critico-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Outro fator importante é a parte técnica, vista no período de 1666. A decupagem fomenta os elementos de tensão, sobretudo por esta terceira parte ser menos sanguinolenta e quase sem <em>jumpscares.</em> A fotografia combinada com a arte e a direção tornam o ambiente soturno e perturbador, através de cores azuladas, do trabalho com sombras e a caracterização das personagens. O jogo entre quem parece externamente sujo e limpo fomenta a complexidade das situações e do olhar do espectador para aqueles habitantes do vilarejo misterioso. Por fim, ainda, existe algo ainda mais impressionante aqui.</p>
<p>A escolha da trajetória e morte de Sarah Fier é um grande impacto não apenas para o gênero terror como para o cinema como um todo. Além da representatividade impressa em 1994 e 1978 – seja pela protagonista sáfica, pelo <em>ship</em> central ser LGBTQIAP+, pelas personagens negras em destaque ou pelas mulheres fortes que assumem todo o desenvolvimento narrativo etc –, em 1666 a decisão de trazer como vilão um homem branco que, no auge de seus privilégios, se livra da culpa pelo pacto do diabo e faz uma garota lésbica morrer enforcada é, sem dúvidas um <em>plot twist</em> que apresenta consigo uma mensagem intensa.</p>
<p>O reforço disto vem com a sua conclusão, no qual o bem vence o mal, criando uma atmosfera utópica e esperançosa para se pensar os rumos da sociedade. Há uma discussão, tanto na academia, como na cinefilia e nos espaços artísticos e culturais, sobre o universo das artes, sobre se a vida a imita ou vice-versa. Contudo, independentemente da resposta para esse dilema, ver novos caminhos – um tanto mais condizentes com a realidade, inclusive – é um respiro e um ato que merece ser repetido, principalmente quando se analisa como o fim de mulheres sáficas em obras audiovisuais tendem a ser trágicos e infelizes.</p>
<p>Desta forma, é uma pena que <em><strong>Rua do Medo: 1666 – Parte 3</strong></em> não consiga segurar o rojão da sua virada em seu regresso para 1994 e possua tanta pressa para contar tudo de uma vez. Em sua ambição em percorrer diversas épocas, faltou nele amarrar mais apropriadamente seu desenlace, para que o encerramento fosse menos abrupto. No entanto, ele e toda sua franquia merecem ser assistidos, seja pelas homenagens ao terror, pelas seleções progressistas ou, meramente, por ser divertido, no final das contas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Leigh Janiak</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kiana Madeira, Olivia Scott Welch, Gillian Jacobs</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_Gpo5rD_nfo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1666-parte-3/">Crítica: Rua do Medo: 1666 – Parte 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1666-parte-3/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Rua do Medo: 1978 – Parte 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1978-parte-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1978-parte-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 15:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Fear street]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo: 1978 - parte 2]]></category>
		<category><![CDATA[Sadie Sink]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14305</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após os eventos acontecidos na primeira parte de Rua do Medo, o espectador é levado para uma história pregressa, para o ano 1978. A data marca, dentro deste universo ficcional, a chacina acontecida no acampamento de Nightwing. Shadyside é uma cidade marcada por assassinatos trágicos, que ocorrem de geração em geração, desde 1666. Então, dentre as várias épocas selecionadas, por que escolher juntamente retornar para 1978? A resposta inicial para esta pergunta é simples: este é o tempo que mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1978-parte-2/">Crítica: Rua do Medo: 1978 – Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após os eventos acontecidos na primeira parte de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/"><em>Rua do Medo</em></a>, o espectador é levado para uma história pregressa, para o ano 1978. A data marca, dentro deste universo ficcional, a chacina acontecida no acampamento de Nightwing. Shadyside é uma cidade marcada por assassinatos trágicos, que ocorrem de geração em geração, desde 1666. Então, dentre as várias épocas selecionadas, por que escolher juntamente retornar para 1978? A resposta inicial para esta pergunta é simples: este é o tempo que mais possuem pessoas vivas na adolescência de Deena (Kiana Madeira) e que podem ajudar a resolver o seu conflito central.</p>
<p>Como fora visto em 1994, foi nos final dos anos 1970, que uma única pessoa sobreviveu: C. Berman (Gillian Jacobs). Ela é a aparente chave para Deena, protagonista do longa-metragem anterior, que vai começar a juntar as peças para desvendar o mistério Sarah Fier, bruxa que amaldiçoou o local onde ela mora. Ainda que a continuação da trilogia possua alguns dos mesmos incômodos de seu anterior – como o exagero da serialização, desconectando-o de uma linguagem própria cinematográfica, por assim dizer –, alguns avanços são alcançados aqui.</p>
<p>A começar pela ambientação temporal. Mesmo não buscando um retrato tão fiel dos anos 1970, <em><strong>Rua do Medo: 1978 – Parte 2</strong></em> vai além das canções e propõe uma atmosfera das obras de terror setentistas. Com uma coragem mais intensa em apostar no gore, é possível notar referências em sua estilística, como <em>O Massacre da Serra Elétrica</em> (1974),<em> Carrie – A estranha</em> (1976) e <em>Halloween</em> (1978). Os elementos do slasher continuam aqui também: a presença da final girl, a morte com dilaceração, um assassino mascarado que carrega uma faca etc. Leigh Janiak demonstra um desejo de celebração do gênero através destas marcas de estilo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14332" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/33cf8447980cf4dfc9c53aa0a354b856.jpg" alt="Rua do Medo: 1978 – Parte 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/33cf8447980cf4dfc9c53aa0a354b856.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/33cf8447980cf4dfc9c53aa0a354b856-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/33cf8447980cf4dfc9c53aa0a354b856-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/33cf8447980cf4dfc9c53aa0a354b856-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Contudo, o mais curioso de observar aqui é a tentativa genuína de avançar em algumas perspectivas costumeiras do subgênero, indo para além dos clássicos e subvertendo a lógica presente neles. Durante toda a projeção, o público é levado a pensar que C. Berman é Cindy (Emily Rudd), irmã de Ziggy (Sadie Sink). No entanto, não é isto que ocorre no enredo. Com um plot twist, já no final da sessão, quem assiste é pego de surpresa. A partir de estratégias como esta, a atmosfera de tensão é fomentada, quebrando certa barreira dos limites de que vai surgir na tela e de quem vai  ser o próximo morto. Desta forma, o roteiro apresenta soluções e encaminhamentos que o deixam divertido e menos óbvio .</p>
<p>Além disto, ainda que a aposta em <em><strong>Rua do Medo: 1978 – Parte 2 </strong></em>seja trazer um filme mais gráfico, que investe também em uma quantidade superior de <em>jump scares</em>, há espaço para a construção das relações. Enquanto o clima do acampamento passa de solar e de cores quentes para sombrio, com sangue espalhado por todo canto, a trama trabalha o envolvimento de Ziggy com o morador de Sunnyside, Nick Goode (Brandon Spink) – que, em 1994, é visto como delegado. A parceria da dupla possui organicidade e uma delicadeza de uma paixão juvenil.</p>
<p>A maneira como a relação do casal é imbricada com a narrativa geral também chama atenção. Entre as distrações das emoções, aparentemente, genuínas entre eles, alguns mistérios são dissolvidos ou expandidos a partir da interação dos dois. Ao mesmo tempo, Ziggy e a irmã Cindy também ganham terreno para transformar o relacionamento delas e, ainda, impulsionar as motivações futuras de Ziggy, impactando no resultado direto da premissa e desenlace de 1666, terceira parte de <em>Rua do Medo</em>. Por fim, 1978 consegue escapar de um perigo que poderia ser esperado aqui.</p>
<p>Com novas personagens e contextos sendo postos, mas com a missão de dar continuidade ao conteúdo total da trilogia, o longa não cai em uma confusão provável de aparecer quando há muito para se contar e resolver. Em menos de duas horas, <em><strong>Rua do Medo: 1978 – Parte 2</strong></em> dá conta de imprimir uma ambientação própria, evocar o problema da vez e não perder de vista o todo. A única questão que fica no meio do caminho é esta necessidade de ser um seriado, com <em>previously</em> e <em>cliffhanger</em>, algo que destoa do seu formato dentro do audiovisual, porém que aqui não compromete a qualidade geral. Ainda assim, ele ganharia mais como um material unitário, sem as interrupções que fazem recordar a todo instante que se trata de uma produção aberta, que ainda não foi finalizada, reduzindo ela a uma simples meiota.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Leigh Janiak</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Sadie Sink, Emily Rudd, Kiana Madeira</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/uohgm0__5Es" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1978-parte-2/">Crítica: Rua do Medo: 1978 – Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1978-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Rua do Medo: 1994 &#8211; Parte 1</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Flores Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Rehwald]]></category>
		<category><![CDATA[Kiana Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Leigh Janiak]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Scott Welch]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Rua do Medo: 1994 - Parte 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14282</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toda trilogia precisa de um começo! Aqui não seria diferente. Adaptação homônima da saga escrita por R.L. Stine, a parte 1 de Rua do Medo procura ambientar o espectador em seu universo ficcional, apresentando tudo que pode. A começar pela lenda da bruxa Sarah Fierce, que cerca a cidade de Shadyside, passando por todos os brutais assassinatos que ocorrem desde 1666 – sim, temos o número da besta no início de tudo e isso não é à toa* –, chegando [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/">Crítica: Rua do Medo: 1994 &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda trilogia precisa de um começo! Aqui não seria diferente. Adaptação homônima da saga escrita por R.L. Stine, a parte 1 de <strong>Rua<em> do Medo</em></strong> procura ambientar o espectador em seu universo ficcional, apresentando tudo que pode. A começar pela lenda da bruxa Sarah Fierce, que cerca a cidade de Shadyside, passando por todos os brutais assassinatos que ocorrem desde 1666 – sim, temos o número da besta no início de tudo e isso não é à toa* –, chegando também no desgosto pela cidade com Sunnyside. São muitos elementos e detalhes, que vão sendo revelados progressivamente, mas o grande ganho da obra é justamente sabe dosar o momento de revelar cada informação, deixando <em>cliffhangers</em> para as suas continuações.</p>
<p>É bem verdade que o primeiro longa-metragem de <em>Rua do Medo</em> exagera um pouco na sua serialização. Em alguns momentos, o espectador pode esquecer que se trata de um filme e pensar estar vendo uma minissérie. Um exemplo que ilustra esta sensação é o seu desfecho, no qual o público se depara com uma espécie de trailer da sua continuação. Esta linguagem mesclada não compromete a totalidade da produção, porque ela se sustenta em outros elementos, porém, gera certo incômodo, por não conseguir encontrar um tom coeso de narrativa cinematográfica. É dentro desta lógica que algumas de suas características fomentam a qualidade da experiência.</p>
<p>O que chama atenção mais rapidamente é o desenvolvimento da protagonista. Deena (Kiana Madeira) é mostrada, no início da projeção, como uma típica adolescente rebelde, inconformada com as injustiças presentes na sociedade e machucada com o final de seu relacionamento amoroso. Apesar de possuir uma personalidade clichê teen, a sua relação com Sam (Olivia Scott Welch) complexifica a sua jornada, seja nos instantes em que Deena necessita tomar decisões que vão transformar o rumo da trama ou quando vemos sensibilidade e fragilidades que ela procura esconder a todo tempo transbordando em seus gestos e falas. Neste jogo entre ser uma garota durona, mas revelar emoções delicadas, um olhar sob Deena é colocado, junto com todo o desenrolar de terror <em>slasher</em> sangnolento que já se esperava.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/f4nr7XO1eAVZISalGlidwARy3KT.jpg" alt="Rua do Medo: 1994 - Parte 1" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/f4nr7XO1eAVZISalGlidwARy3KT.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/f4nr7XO1eAVZISalGlidwARy3KT-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/f4nr7XO1eAVZISalGlidwARy3KT-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/f4nr7XO1eAVZISalGlidwARy3KT-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Neste sentido, os coadjuvantes que a cercam também contribuem para o entendimento maior sobre a Deena, bem como sobre Shadyside e seu passado trágico. Tanto na dupla de amigos Kate (Julia Rehwald) e Simon (Fred Hechinger), como no irmão mais novo de Deena, o Josh,  (Benjamin Flores Jr.), as ações da heroína/mocinha badass e o desvendar dos crimes da cidade são frutos da colaboração desta equipe que se une, apesar das brigas e distanciamentos que aconteciam quando o conflito central se inicia.</p>
<p>A forma como os roteiristas não eliminam as suas vidas facilmente também acrescenta ao clima de suspensão e tornam os <em>plot twists</em> mais intensos, como é o caso da sequência do supermercado, momento decisivo para a trajetória do grupo, um clímax bem trabalhado, porque convoca idas e vindas na resolução do problema principal, desviando a atenção de quem assiste e trazendo duas mortes surpreendentes. Isto faz com que a obviedade presente neste subgênero se dilua, contribuindo para uma experiência divertida.</p>
<p>No geral, pode-se dizer que <strong><em>Rua do Medo: 1994 &#8211; Parte I</em> </strong>é uma boa abertura para a nova franquia da Netflix. Neste terror <em>slasher</em> adolescente, passado nos anos 1990, talvez, existam algumas questões que saiam do prumo, como a própria caracterização da década – que é impressa com as músicas e nos figurinos, porém que não traz um tom específico das projeções que se passam no período, como <em>Eu sei o que vocês fizeram no verão passado</em> ou <em>Pânico</em> – e por apostar demais num formato de seriado, obrigando o consumo de 1978 e 1666. Contudo, a diversão pode ser garantida pela presença de figuras carismáticas, um mito sedutor, que cria curiosidade e um equilíbrio entre mortes, desvelo das situações e relacionamentos fortes.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Leigh Janiak</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Kiana Madeira, Olivia Scott Welch, Julia Rehwald.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/clZK2PqLWpI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/">Crítica: Rua do Medo: 1994 &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rua-do-medo-1994-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
