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	<title>Arquivos Roald Dahl - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Roald Dahl - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Wonka</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 12:34:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema vive um momento de grandes produções. Seja em orçamento, efeitos especiais, cenas de perseguição ou explosão, há muito que não se vê uma produção que carrega qualidade técnica e narrativa ao mesmo tempo que abraça o espectador. A sétima arte parece estar acompanhando a intensa velocidade da contemporaneidade, deixando de lado esse tipo de projeto que tira o público dessa aceleração e o embala num outro ritmo. O mais novo lançamento da Warner Bros, que chega nesta quinta-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema vive um momento de grandes produções. Seja em orçamento, efeitos especiais, cenas de perseguição ou explosão, há muito que não se vê uma produção que carrega qualidade técnica e narrativa ao mesmo tempo que abraça o espectador. A sétima arte parece estar acompanhando a intensa velocidade da contemporaneidade, deixando de lado esse tipo de projeto que tira o público dessa aceleração e o embala num outro ritmo. O mais novo lançamento da Warner Bros, que chega nesta quinta-feira aos cinemas (7), no entanto, leva o espectador para esse tipo de jornada. <strong><em>Wonka</em></strong> desacelera a realidade do cotidiano do público para que ele possa mergulhar num universo de possibilidades.</p>
<p>A leveza e doçura do longa-metragem encanta desde seus primeiros minutos com o universo fantástico dos doces e sonhos que virá pela frente. O filme, dirigido por Paul King (<em>As Aventuras de Paddington 1 e 2</em>, respectivamente, de 2014 e 2017), é o tipo de produção que se precisa todo ano para renovar as energias e, especialmente, lembrar ao público o quanto é importante sonhar. O universo de fantasia criado em <strong><em>Wonka</em></strong> vai além do evidente empenho técnico dos departamentos de arte e fotografia. Essa empreitada parece vir de um desejo de preencher corações neste período festivo de fim de ano com a renovação do que há de mais precioso nas pessoas: a capacidade de acreditar.</p>
<p>O roteiro co-escrito por King e Simon Farnaby se inspira no conhecido personagem de Roald Dahl para costurar as canções e ações que guiam a narrativa de <em><strong>Wonka</strong></em>. É inevitável que os dois filmes sobre a <em>Fantástica Fábrica de Chocolate</em> (1971 e 2005) venham à mente, no entanto, é importante se afastar dessas imagens para que se aproveite ao máximo a nova experiência proposta neste longa. Os méritos das produções anteriores não são anulados com isso, é apenas necessário que se esteja aberto a ver esse universo já conhecido pelos olhos dos novos criadores. E, acredite, vale a pena dar uma chance para conhecer a história pregressa de como o mais conhecido <em>chocolatier</em> da literatura se tornou o famoso Willy Wonka.</p>
<p>Todos já conhecem a história da Fantástica Fábrica de Chocolate, mas está na hora de conhecer como Willy Wonka se tornou o maior criador de chocolates do mundo. Para isso, é preciso observar os primeiros momentos de sua carreira, enquanto ele começou a vender seus criativos e mágicos chocolates. Wonka (interpretado por Timothée Chalamet) precisará da ajuda e confiança de seus amigos, especialmente da jovem Noodles (interpretada por Calah Lane), para enfrentar o Cartel do Chocolate (interpretados por Paterson Joseph, Matt Lucas e Mathew Baynton) e enfim mostrar ao mundo do que é feito o seu sonho.</p>
<figure id="attachment_17543" aria-describedby="caption-attachment-17543" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17543" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-750x500.jpg" alt="Wonka (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Wonka-3.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17543" class="wp-caption-text">Timothée Chalamet em cena de &#8216;Wonka (2023)&#8217; / Divulgação</figcaption></figure>
<p>Através de uma roupagem fantasiosa e repleta de canções, <strong><em>Wonka</em></strong> embala o público numa jornada doce e encantadora. A fantasia está representada em sua forma mais pura: através da imaginação e crença de uma mente infantil. Ainda que Willy não seja tão novo assim, suas intenções e desejos carregam a pureza da infância na tentativa de aproximar o espectador desse universo fantástico e musical que guia o longa. Essa união de forças e de gêneros cinematográficos resultam numa história divertida, leve, engraçada e carregada de afeto, capaz igualmente de emocionar e inspirar o público.</p>
<p>Essa pulsante vontade de gerar o potencial de acreditar em quem assiste parece ser a força motriz do projeto. <strong><em>Wonka</em></strong>, desde sua abertura, é construído com sucessíveis visuais de tirar o fôlego. Essa construção visual, guiada pelo desejo do roteiro de fazer com que o público acredite na fantasia, também é expressa na trilha sonora composta por Joby Talbot e nas canções originais de Neil Hannon. Os números musicais agradarão tanto os fãs de musicais como os espectadores mais resistentes aos mesmos por seu caráter imersivo nos acontecimentos da narrativa e pelo espaçamento entre uma canção e outra.</p>
<p>O projeto como um todo é extremamente coeso em sua missão de gerar encantamento enquanto se cria um espaço para acreditar. O elenco, por exemplo, é um dos principais promotores dessa força em <strong><em>Wonka</em></strong>. Comandados pelo jovem Chalamet (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-os-ossos/"><em>Até os Ossos</em></a>, de 2023), o restante dos atores e atrizes do filme &#8211; sejam eles mocinhos ou vilões &#8211; dão continuidade à mescla de excentricidade, desconexão da realidade e pureza expressados pela interpretação de Timothée. Vale ainda destacar as contribuições excepcionais de Calah Lane, Paterson Joseph, Keegan-Michael Key (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-super-mario-bros-o-filme/"><em>Super Mario Bros. O Filme</em></a>, de 2023), Tom Davis, Olivia Colman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a>, de 2018) e Hugh Grant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dungeons-dragons/"><em>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</em></a>, de 2023).</p>
<p><em><strong>Wonka</strong></em> é uma jornada fantástica sobre o que a habilidade de sonhar e acreditar em seus sonhos pode fazer. É um filme que inspira algo sensível e doce no público e é a mensagem que se precisa para encerrar o ano bem. O projeto é a dose certa de excentricidade com o irônico para construir uma história cativante e crível para um dos personagens mais conhecidos da literatura fantástica infantil. Chalamet consegue honrar as interpretações anteriores sem perder de vista a sua própria potencialidade individual. E é essa receita de exageros controlados que fazem de <strong><em>Wonka</em></strong> o filme que muitos duvidaram, mas todos precisávamos.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Paul King</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Timothée Chalamet, Calah Lane, Keegan-Michael Key, Paterson Joseph, Matt Lucas, Mathew Baynton, Sally Hawkins, Rowan Atkinson Jim Carter, Tom Davis, Olivia Colman e Hugh Grant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/8Hpz6B4FODM?si=RmKipqsby6ot3tsd" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Bom Gigante Amigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2016 14:11:32 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>O Bom Gigante Amigo </i>é um retorno do cineasta Steven Spielberg a fantasia. E sempre que Spielberg traz histórias escapistas como esta adaptação do livro homônimo de Roald Dahl é motivo para comemorar. O jeitão &#8220;meloso&#8221; do diretor, confundido muitas vezes com um tom apelativo que anseia desesperadamente por uma lágrima do espectador, sempre se encaixa melhor quando Spielberg se joga sem redes de proteção na ambiência do lúdico. <i>O Bom Gigante Amigo </i>apresentava esse potencial, trata-se da primeira parceria do diretor com a Disney, é protagonizado por uma garota na faixa dos seus dez ou onze anos e explora uma série de temas e importantes lições típicas das histórias que giram em torno do universo infantil. O resultado pode não se equiparar a filmes com esse viés que saíram das mãos do diretor, como <i>ET &#8211; O Extraterrestre</i>, por exemplo, mas tem seus bons e emocionantes momentos com o notório toque de Midas que Steven Spielberg tem para essas histórias.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/2F3639E700000578-3353031-First_look_The_BFG_teaster_trailer_begins_by_focusing_on_central-m-11_1449684642222.jpg" alt="2F3639E700000578-3353031-First_look_The_BFG_teaster_trailer_begins_by_focusing_on_central-m-11_1449684642222" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, a jovem órfã Sophie é raptada por um gigante da janela do orfanato onde mora em Londres. Ele a leva para sua terra e lá os dois acabam se tornando grandes amigos. No entanto, eles descobrem que os demais gigantes do local podem pôr em risco a vida de  diversas crianças e devem agir antes que seja tarde demais. Com essa premissa, <i>O Bom Gigante Amigo </i>reserva ótimos momentos para a garotinha Sophie, interpretada pela encantadora Ruby Barnhill, mais uma prova de que Spielberg sabe escolher seus protagonistas mirins, e o gigante BGA, resultado de um ótimo trabalho da equipe de efeitos especiais, mas sobretudo do interessante desempenho de Mark Rylance, que já havia trabalhado com Spielberg em <i>Ponte dos Espiões </i>e que, inclusive, por aquele papel, recebera um Oscar de melhor ator coadjuvante.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A resolução de <i>O Bom Gigante Amigo </i>é um pouco falha, apressada demais e apresenta alguns &#8220;desvios&#8221; de foco da sua própria premissa, mas ainda assim é capaz de proporcionar momentos de emoção singela tão doces quanto àqueles que foram vistos pelo espectador ao longo de todo o filme. <i>O Bom Gigante Amigo </i>não é uma reinvenção na carreira de Spielberg, tampouco tem o mesmo impacto dos seus melhores filmes, mas ainda assim, nas suas águas calmas, é capaz de envolver o espectador de uma maneira que só o diretor sabe fazer, especialmente quando trabalha com um material com suas características.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NhezZXkawWg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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