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	<title>Arquivos Rachel Weisz - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Rachel Weisz - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Viúva Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 23:23:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada da quarta fase do Universo Cinematográfico Marvel (MCU*) trouxe consigo uma expectativa sobre as novas produções anunciadas. Com a estreia de seus seriados, exibidos pela plataforma Disney Plus – como Wandavision e Falcão e o Soldado Invernal –, este frisson ficou ainda maior para Viúva Negra. Isto porque nas séries do MCU, o público encontrou uma mescla de ação, com aprofundamento das personagens, desenvolvimento narrativo e os momentos corretos de evocar a comicidade. Ainda que possua longas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada da quarta fase do Universo Cinematográfico Marvel (MCU*) trouxe consigo uma expectativa sobre as novas produções anunciadas. Com a estreia de seus seriados, exibidos pela plataforma Disney Plus – como <em>Wandavision</em> e <em>Falcão e o Soldado Inverna</em>l –, este frisson ficou ainda maior para <strong><em>Viúva Negra</em></strong>. Isto porque nas séries do MCU, o público encontrou uma mescla de ação, com aprofundamento das personagens, desenvolvimento narrativo e os momentos corretos de evocar a comicidade.</p>
<p>Ainda que possua longas que fogem desta lógica – por exemplo, os ótimos<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em> Pantera Negra</em></a> e<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-guerra-infinita/"><em> Vingadores: Guerra Infinita</em></a> –, o mais comum das obras do MCU é uma falta de ajuste em um ou mais de um destes elementos, contribuindo para a construção de uma qualidade mediana, na maioria de seus resultados trazidos para o cinema. Tudo isto é preciso ser pensado ao se analisar a nova estreia deste Universo Cinematográfico: <strong><em>Viúva Negra</em></strong>. Após 13 anos como coadjuvante, após a sua morte em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>, Nastasha Romanoff (Scarlett Johansson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) ganha, finalmente, uma sequência solo, na qual o espectador se depara com uma história que se passa antes mesmo de <em>Guerra Infinita</em>, logo após <em>Guerra Civil</em>. Ou seja, obviamente, ela ainda estava viva.</p>
<p>Dois parecem ser os objetivos aqui. O primeiro é contar sobre a vida pregressa de Natasha, em 1995, quando ela fazia parte de um disfarce para dois agentes russos, Alexei (David Harbour, <em>Stranger Things</em>) e Melina (Rachel Weisz, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-favorita/"><em>A Favorita</em></a>), para procurar registrar certo aprofundamento em sua trajetória. O segundo é apresentar Yelena Belova (Florence Pugh, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/"><em>Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite</em> </a>), que também fazia parte desta missão, mas que era muito mais nova que Natasha, na década de 1990, e não compreendia que aquela não era sua família verdadeira.</p>
<p>Entre tentar humanizar Romanoff e passar o bastão para Belova, através de uma jornada cheia de explosões e embates, <strong><em>Viúva Negra</em></strong> apresenta os incômodos costumeiros do MCU. Apesar de contar com uma interação carismática do quarteto – e isto se dá muito mais pela qualidade dos trabalhos dos quatro atores do que do roteiro – há um desequilíbrio aqui. A começar pelo tom de humor que quebra instantes de investigação das relações. Vindo, principalmente, da figura de Alexei, as <em>gags</em> ainda interferem com a instalação de atmosfera de ação.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14318" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg.jpg" alt="Viúva Negra" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/PING-FILME-BLACK-WIDOW-2021-01.jpeg-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As piadas em si não são exatamente a questão, mas os momentos selecionados para suas aparições é que acabam por romper com a continuidade da progressão da suspensão, que as cenas de ação quase conseguem construir e com os diálogos sobre os sentimentos das personagens. Este fator, na verdade, possui complicações bastante imbricadas, porque cada rumo narrativo que se inicia, vem seguido de uma virada de instalação climática. O maior exemplo, talvez, seja quando Alexei, Melina, Natasha e Yelena se reencontram.</p>
<p>Ali é quando o enredo mantém menos uma linha contínua, seja quando eles abordam o grande caso que pauta a aventura do filme, quando Melina e Nathasha dialogam a sós ou quando Alexei e Yelena têm um momento pai e filha. São essas idas e vindas que rompem com o estabelecimento lógico progressivo da trama. Além disto, o próprio mistério investigado é mal trabalhado. O ponto central é justamente que os conflitos são apresentados como difíceis de serem resolvidos, mas o desenlace é repleto de <em>plot twists</em> que facilitam as soluções demasiadamente, deixando uma sensação de que milagres irão saltar na tela e os quatro salvarão o dia de qualquer maneira.</p>
<p>No geral, é um longa ingênuo, pautado em obviedades do gênero, porém mais do que isso, que tem escolhas de roteiro tão fáceis – como quando Belova surge, repentinamente, e explode o helicóptero do vilão Dreykov (Ray Winstone, <em>Cats</em>) – que torna a sessão um tanto entediante. O que vale mesmo é ver a dinâmica da família que, mesmo trazendo as rupturas de fluidez, possuem um jogo de cena que empolga. Os olhares e movimentações dos atores podem deixar o público ansioso para ver como será que cada um dirá o próximo texto ou utilizará o corpo para realizar um caminhada ou uma luta. Dentro do que parece ser a concepção de <strong><em>Viúva Negra</em></strong>, Johansson, Pugh, Weisz e Habour convocam criatividade e presença cênica quando estão todos juntos ou em duplas, tornando a projeção cansativa em assistível.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Cate Shortland</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Scarlett Johansson, Florence Pugh, Rachel Weisz, David Harbour, Ray Winstone, Ever Anderson, Violet McGraw, O. T. Fagbenle, Olga Kurylenko, William Hurt</p>
<p>*MCU = Marvel Cinematic Universe.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Gm3o0bfGP3g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Atriz Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Feb 2019 15:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Coisa de Cinéfilo está reunindo as principais categorias de indicações do Oscar 2019 e fazendo uma breve análise sobre os concorrentes. Por aqui, olho de perto as cinco atrizes que disputam a estatueta dourada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo elas: Marina de Tavira, por Roma; Emma Stone e Rachel Weisz, por A Favorita; Regina King, por Se a Rua Beale Falasse e Amy Adams, por Vice. A categoria de coadjuvante é importante pois oferece suporte fundamental para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coisa de Cinéfilo está reunindo as principais categorias de indicações do Oscar 2019 e fazendo uma breve análise sobre os concorrentes. Por aqui, olho de perto as cinco atrizes que disputam a estatueta dourada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo elas: Marina de Tavira, por <em>Roma</em>; Emma Stone e Rachel Weisz, por <em>A Favorita</em>; Regina King, por <em>Se a Rua Beale Falasse</em> e Amy Adams, por <em>Vice</em>.</p>
<p>A categoria de coadjuvante é importante pois oferece suporte fundamental para os papéis principais. São elas que vão ajudar a tecer a trama e conduzir a história para onde ela deve caminhar. A maioria das atrizes em questão o fazem tão bem que, em alguns momentos, conseguem brilhar mais que os protagonistas, presenteando os espectadores com grandes atuações.</p>
<p>Com estilos de filmes bem diferentes (com exceção de Stone e Weisz que estão concorrendo pelo mesmo longa), as atrizes nos apresentam atuações muito distintas e contundentes. O perfil de mulheres fortes, no entanto, é um ponto comum entre todas. Suas personagens são precisas, articuladoras, humanas, vorazes e descobrem, ao longo das histórias, toda a força que carregam em si. Por isso, essa é uma categoria que merece muito a atenção do espectador, pelo alto nível dos trabalhos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9982" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/roma-1.jpg" alt="Marina de Tavira" width="610" height="348" /><br />
<strong>5 &#8211; Marina de Tavira, por Roma</strong><br />
A atriz Marina de Tavira é a concorrente de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme <em>Roma</em>, um dos mais fortes da premiação. Ela, no entanto, é o ponto mais fora da curva desta categoria, deixando alguns críticos intrigados com a sua nomeação. Marina interpreta a patroa no longa citado e tem uma progressão interessante na trama, saindo da mulher iludida para aquela que percebe a sua força e passa a mandar na situação. A questão, no entanto, é que não é uma atuação memorável ou de grande destaque. O filme <em>Roma</em>, como um todo, não favorece os atores, já que o foco é mesmo na incrível direção de Alfonso Cuarón. E se a protagonista já deixa a dúvida se realmente merecia a indicação, a coadjuvante certamente não deveria estar nesta posição. Soa mais como um <em>hype</em> da academia que realmente gostou muito do filme e quis incluí-lo em tudo que podia.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9983" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/005_tf_03726.jpg" alt="Emma Stone" width="610" height="348" /><br />
<strong>4 &#8211; Emma Stone, por A Favorita</strong><br />
Emma Stone surge como uma das concorrentes do filme <em>A Favorita</em> nesta categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela interpreta Abigail, uma jovem de origem humilde e alpinista social que vai construindo seu caminho no palácio da rainha Ana e ganhando notoriedade. Esperta e ambiciosa, logo ela começa a criar problemas que vão trazer algum benefício para si. Emma está em um bom momento de sua carreira, vindo de longas como <em>Guerra dos Sexos</em> e <em>La La Land &#8211; Cantando Estações</em>, além de já acumular, aos 30 anos, diversas indicações em premiações importantes. No entanto, seu papel em <em>A Favorita</em>, embora muito bom e preciso, tem muito de sua personalidade. Somos lembrados o tempo todo de que é Emma Stone interpretando aquela personagem. E por isso, coloco ela na 4ª posição na corrida pelo Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Seria preciso diversificar um pouco mais seu estilo de atuação para conquistar ainda mais o espectador.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9984" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0045474.jpg" alt="Regina King" width="610" height="348" /><br />
<strong>3 &#8211; Regina King, por Se a Rua Beale Falasse</strong><br />
A atriz Regina King interpreta a mãe dedicada e forte da protagonista de <em>Se a Rua Beale Falasse</em>, um longa que fala sobre o racismo presente na sociedade, dando foco em um período pesado dos Estados Unidos. King está completamente de corpo e alma no papel, brilhando em cada cena que aparece e ajudando a conduzir a trama. Ela é sofrida e forte, ao mesmo tempo. Daqueles personagens que passam por momentos difíceis, mas não se deixam abalar a maior parte do tempo. Ela ganhou, inclusive, o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante no início do ano pelo papel. O que a faz descer um pouco na minha lista é o tempo em tela. Por mais incrível que seja sua atuação, Regina some boa parte do filme e até mesmo suas cenas são breves. Talvez, se somar o tempo, ela não tenha mais de 10 minutos no total. A sensação que fica para o espectador é &#8220;quero mais&#8221;, &#8220;preciso de mais&#8221;. Embora ainda acredito que ela seja uma forte concorrente e tenha chances reais de ganhar, por aqui eu vejo por bem colocá-la na terceira posição.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9985" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0353335.jpg" alt="Amy Adams" width="610" height="348" /><br />
<strong>2 &#8211; Amy Adams, por Vice</strong><br />
A candidata ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante do filme <em>Vice</em> é Amy Adams. No longa que conta a história de Dick Cheney, ex-vice presidente dos Estados Unidos na época de George W. Bush, ela interpreta a esposa do político. Muito além de uma companheira, Lynne Cheney é uma articuladora voraz e tem protagonismo importante na história. Adams confere seu tom ao papel, mas dando espaço suficiente para que a personagem da vida real se manifeste. Este não é o melhor papel de sua carreira, é verdade, mas isso não tira o brilho do que nos foi apresentado. Amy está completa como Lynne e funciona ainda melhor como parceira em tela de Christian Bale, que vive Dick nas telonas. A evolução da personagem na trama é ótima de se acompanhar, tornando-a uma boa candidata ao prêmio.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9986" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/the-favourite-trailer-yogos-lanthimos-rachel-weisz-copy.jpg" alt="Rachel Weisz" width="610" height="348" /><br />
<strong>1 &#8211; Rachel Weisz, por A Favorita</strong><br />
No longa <em>A Favorita</em>, a atriz Rachel Weisz interpreta Lady Sarah, uma duquesa influente e braço direito da rainha Ana &#8211; vivida por Olivia Colman -, que manipula a monarca em benefício próprio, além de nutrir um sentimento profundo de amor pela mesma. Weisz, que é a segunda concorrente do longa, está em um dos seus melhores papéis. Ela consegue criar todos os tipos de sentimentos no espectador, que a ama e a odeia na mesma proporção. A medida que a personagem evolui e vai mostrando suas camadas, vemos a fragilidade e força da mesma. Somos presenteados a todos os momentos com grandes cenas e uma atuação impecável. Embora não seja exatamente a favorita a ganhar a estatueta nesta categoria, Rachel se mostra a maior merecedora, por um trabalho forte, contundente e sem arestas. Seria uma escolha honrosa da Academia.</p>
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		<title>Crítica: A Favorita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 21:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Favorita]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Yorgos Lanthimos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos olhos do cineasta grego Yorgos Lanthimos, A Favorita destaca o jogo de posições aspiradas por Abigail (Emma Stone) e Sarah (Rachel Weisz) na corte da rainha Anne (Olivia Colman) na Inglaterra do século XVIII. Debilitada física e psicologicamente, a monarca se divide entre as atenções que lhes são prestadas pelas duas criadas, que captam a carência emocional da rainha e enxergam nela uma oportunidade de sobreviver numa sociedade que não lhes dá outra alternativa. Bem diferente do filme anterior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos olhos do cineasta grego Yorgos Lanthimos, <strong><em>A Favorita</em></strong> destaca o jogo de posições aspiradas por Abigail (Emma Stone) e Sarah (Rachel Weisz) na corte da rainha Anne (Olivia Colman) na Inglaterra do século XVIII. Debilitada física e psicologicamente, a monarca se divide entre as atenções que lhes são prestadas pelas duas criadas, que captam a carência emocional da rainha e enxergam nela uma oportunidade de sobreviver numa sociedade que não lhes dá outra alternativa.</p>
<p>Bem diferente do filme anterior do diretor (<em>O Sacrifício do Cervo Sagrado</em>), <strong><em>A Favorita</em></strong> é mais direto no seu diálogo com o público e retoma uma ironia comum ao realizador, desta vez, voltada para os hábitos da monarquia e seus ricos paparicadores. O filme é pouco dotado do hermetismo peculiar ao cineasta &#8211; como se cada passo da sua câmera evidenciasse seu anseio de mostrar eficiência no ofício -. Longe dos simbolismos, <strong><em>A Favorita</em></strong> é uma narrativa bem clara a respeito do que e de como quer dialogar com seu público.</p>
<p>O filme combina rigor estético na concepção visual de seus figurinos e cenários, bem como na utilização de luzes naturais para compor a sua fotografia. Ao mesmo tempo em que esses elementos transmitem o luxo do universo que Lanthimos está abordando em <strong><em>A Favorita</em> </strong>também estão em diálogo com a ironia do diretor na sua leitura sobre os personagens e algumas de suas situações.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9826" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/578XdFpbdZS0pRn5wZlXX1KsvAp.jpg" alt="a favorita" width="610" height="348" /></p>
<p>O destaque cabe mesmo ao seu elenco feminino. Emma Stone e Rachel Weisz estão bem como as duas criadas da rainha, mas parte do filme é mesmo tomada por Olivia Colman, que consegue fazer um retrato inteligente de Anne. Ao mesmo tempo que Colman adere sua composição à assinatura irônica do diretor, a atriz consegue compreender a melancolia de uma mulher insegura na sua posição e completamente marcada pela solidão afetiva. A fluidez com que Colman transita entre o humor e a tragédia da sua protagonista é um dos pontos altos do filme e Lanthimos sabe valorizar isso reservando planos que existem somente para destacar as expressões da atriz.</p>
<p>Mesmo realizando seu exemplar mais &#8220;palatável&#8221; com<strong><em> A Favorita</em></strong> (variando, inclusive, na autoria do seu roteiro, que aqui não é do seu parceiro habitual Efthymis Filippou), Yorgos Lanthimos segue fazendo um cinema interessante, marcado por personagens cheios de variantes. No fim das contas, o filme acaba se revelando uma comédia sobre a sociedade de uma época que flui de maneira carismática na maior parte do tempo e que pode surpreender com o peso da sua dramaticidade no desfecho. É um filme também de grandes desempenhos femininos, em especial, da inglesa Olivia Colman, que merece mais destaque no cinema depois daqui.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/et_9k6BU_is" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Somente o Mar Sabe</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-somente-o-mar-sabe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2018 16:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Somente o Mar Sabe traz a história verídica de Donald Crowhurst, um homem que resolveu desafiar a lógica e a própria experiência para se tornar o homem mais rápido em uma volta ao mundo num veleiro. Para isso, ele envolve a família e empresários que apostam na sua empreitada, que vem a se tornar um desafio muito mais emocional do que físico. O filme possui um ritmo mais lento, mas ainda assim não se demora para apresentar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Somente o Mar Sabe</em> traz a história verídica de Donald Crowhurst, um homem que resolveu desafiar a lógica e a própria experiência para se tornar o homem mais rápido em uma volta ao mundo num veleiro. Para isso, ele envolve a família e empresários que apostam na sua empreitada, que vem a se tornar um desafio muito mais emocional do que físico.</p>
<p>O filme possui um ritmo mais lento, mas ainda assim não se demora para apresentar os fatos. Como uma descoberta muito repentina, Donald, que é vendedor de produtos náuticos, decide se meter na empreitada de dar a volta ao mundo em um veleiro e sem fazer nenhuma parada. Ele é amador e possui pouquíssima experiência em navegação, o que torna tudo uma loucura desde o começo. Além disso, o personagem decide que será uma boa ideia criar um barco novo e mais rápido, para que ele possa vencer a corrida.</p>
<p>Fica muito claro desde o começo que aquilo não vai dar certo. São tantos fatores que depõem contra, que seria uma imensa surpresa se qualquer coisa tivesse um resultado positivo. Então não é nenhum choque quando o protagonista vai se perdendo no meio do caminho, em devaneios e dificuldades que o mar apresenta. Colin Firth faz essa performance com maestria, transitando entre um empresário empolgado com a possibilidade de ter algum destaque na vida e um velejador completamente sem esperança e com medo do que o mar pode apresentar.</p>
<p>No papel da esposa apreensiva e apoiadora, temos Rachel Weisz, que não está lá na sua melhor performance, mas completa um casal harmonioso e convincente com Firth. Ela fica na berlinda de apoiar a decisão do marido e sofrer com essa escolha, que vai refletir na família inteira.</p>
<p>A medida que o filme evolui, no entanto, vai perdendo o eixo e as possibilidades. As coisas se tornam muito absurdas e o protagonista é deveras incoerente na maior parte do tempo. Além disso, tudo é feito de uma maneira tão rápida que não dá tempo de criar empatia com a causa do personagem. O espectador não se identifica e fica muito difícil torcer para o absurdo que está acontecendo.</p>
<p>O filme tem um final redondo e lógico, dando ao espectador aquilo que ele precisa para confiar na história. Claro que o fato de ser uma história real torna tudo mais interessante. Mas ainda assim, a condução do roteiro deixa muito a desejar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hkb-bZKI2xY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Luz Entre Oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 05:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Luz Entre Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vikander]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fassbender]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel Weisz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar do lado do amor ou da verdade? Mas será que a verdade não tem seu próprio amor? A Luz Entre Oceanos traz uma reflexão pesada sobre as decisões que tomamos em nossas vidas que podem repercutir nos nossos futuros e nas pessoas ao nosso redor. Pondera ainda o que é certo ou errado, deixando o espectador completamente dividido entre os personagens, sem saber para quem torcer à favor ou contra. O enredo traz a história de Tom, um veterano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar do lado do amor ou da verdade? Mas será que a verdade não tem seu próprio amor? <em>A Luz Entre Oceanos</em> traz uma reflexão pesada sobre as decisões que tomamos em nossas vidas que podem repercutir nos nossos futuros e nas pessoas ao nosso redor. Pondera ainda o que é certo ou errado, deixando o espectador completamente dividido entre os personagens, sem saber para quem torcer à favor ou contra.</p>
<p>O enredo traz a história de Tom, um veterano de guerra que aceitou um trabalho em um farol isolado em uma ilha, que orienta a navegação dos navios nos oceanos Pacíficos e Índicos. Na cidade onde ele embarca, acaba conhecendo Isabel, uma bela jovem por quem se encanta e vive uma linda história de amor. Com a evolução da convivência deles e da criação de sua própria família, eles vão passando por situações em que colocam à prova a honestidade e o amor de ambos. Eles sofrem dois abortos, que afetam muito a relação do casal e a emoção de Isabel. Depois do segundo episódio, com a esposa extremamente abalada, eles são surpreendidos com a chegada de um barco na isolada ilha. Dentro do barco, um homem morto e um bebê ainda vivo. Inicia-se então o real do drama do filme.</p>
<p>De forma muito natural e não forçada, o diretor Derek Cianfrance apresenta ao espectador um cenário de real contemplação da natureza e do amor, ao mesmo tempo em que envolve a pessoa com os sentimentos das personagens. De forma emotiva, mas não apelativa, ele consegue criar empatia com o público, o que é importantíssimo para a temática.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6871" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/223598.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-1.jpg" alt="223598-jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-1" width="610" height="348" /></p>
<p>À medida que a história vai se desdobrando, o espectador vai ficando mais confuso quanto à posição que deve tomar naquela situação. Até perceber que talvez a melhor escolha seja não tomar posição nenhuma. Rachel Weisz faz o papel da mãe de sangue do bebê perdido e pondera bem a dualidade do casal principal (que inclusive forma um casal na vida real &#8211; curiosidade). O trio, fechado por Alicia Vikander e Michael Fassbender equilibra muito o filme e interage com o espectador do começo ao fim.</p>
<p>É um estilo de filmagem mais clássica, menos audaciosa, porém sem perder a qualidade. A narrativa envereda por uma trajetória em que a dualidade entre a culpa, a responsabilidade, o bem e o mal, o correto e o errado, mostram sua linha tênue e quanto é difícil escolher qualquer desta posições. O espectador fica extremamente dividido e angustiado com o avançar da história, pois é realmente muito complicado e uma fatalidade tudo que aconteceu.</p>
<p>Apesar de ter uma tendência dramática um pouco mais forte, Cianfrance consegue equilibrar de forma que não fique forçado nem parecendo um dramalhão barato. É um filme muito sensível, que traz reflexões importantes e vale a pena ser conferido. Além de ter atuações muito boas de um elenco incrível.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/jLVDdM83rS4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Assista ao trailer de Youth, novo filme de Paolo Sorrentino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 12:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Harvey Keitel]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Fonda]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques no último Festival de Cannes, Youth arrancou alguns dos elogios mais rasgados dos críticos e das plateias que conferiram o longa.  O filme acaba de ter o seu primeiro trailer divulgado. Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino (vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro por A Grande Beleza), o filme conta com as atuações elogiadas de Michael Caine e Harvey Keitel como dois amigos de mais de 80 anos que passam as férias juntos em um hotel onde passam a recordar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3449" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/maxresdefault1-620x349.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="349" /></a></p>
<p>Um dos destaques no último Festival de Cannes, <em><strong>Youth </strong></em>arrancou alguns dos elogios mais rasgados dos críticos e das plateias que conferiram o longa.  O filme acaba de ter o seu primeiro trailer divulgado.</p>
<p>Dirigido pelo italiano Paolo Sorrentino (vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro por <em>A Grande Beleza</em>), o filme conta com as atuações elogiadas de Michael Caine e Harvey Keitel como dois amigos de mais de 80 anos que passam as férias juntos em um hotel onde passam a recordar as suas paixões de juventude.</p>
<p>O longa ainda conta com Rachel Weisz e com a veterana Jane Fonda no elenco. Não há previsão de estreia no Brasil, mas como estrará nos EUA no final do ano e espera-se que <em>Youth </em>tenha uma campanha para o próximo Oscar, é possível que chegue nos nossos cinemas entre outubro desse ano e março do ano que vem. É só aguardar.</p>
<p>Confira trailer de <em>Youth</em>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zJNxQ8Wzr2I" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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