<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Patrick Schwarzenegger - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/patrick-schwarzenegger/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/patrick-schwarzenegger/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Mar 2021 18:32:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Patrick Schwarzenegger - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/patrick-schwarzenegger/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-moxie-quando-as-garotas-vao-a-luta-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-moxie-quando-as-garotas-vao-a-luta-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 18:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Poehler]]></category>
		<category><![CDATA[Anjelika Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hadley Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[Josie Totah]]></category>
		<category><![CDATA[Lauren Tsai]]></category>
		<category><![CDATA[Moxie: Quando as Garotas vão à luta]]></category>
		<category><![CDATA[Nico Hiraga]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Schwarzenegger]]></category>
		<category><![CDATA[Sydney Park]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13868</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado no romance homônimo de Jennifer Mathieu, Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta chega à Netflix com um tom desequilibrado. Mesclando assuntos sérios e profundos, vivenciados pelas mulheres da nossa sociedade, falta um cuidado maior na hora de tratar sobre estas temáticas. Com situações que vão de assédio moral e verbal até denúncia de estupro, há uma busca por imprimir uma estética de comédia romântica adolescente que fica desconecta à medida em que o peso vai crescendo na trama. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moxie-quando-as-garotas-vao-a-luta-netflix/">Crítica: Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no romance homônimo de Jennifer Mathieu, <em><strong>Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta</strong></em> chega à Netflix com um tom desequilibrado. Mesclando assuntos sérios e profundos, vivenciados pelas mulheres da nossa sociedade, falta um cuidado maior na hora de tratar sobre estas temáticas. Com situações que vão de assédio moral e verbal até denúncia de estupro, há uma busca por imprimir uma estética de comédia romântica adolescente que fica desconecta à medida em que o peso vai crescendo na trama. Em um dado momento, isto acaba criando um desconforto em quem assiste.</p>
<p>Esta constatação é um tanto triste, porque o longa começa bem. Aparentando uma construção de progressão da narrativa, o público vai, aos poucos, conhecendo a realidade da protagonista, Vivian (Hadley Robinson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>). O conflito central é apresentado e a suspensão se eleva até a metade da projeção. No entanto, é a partir daí que ele passa a se perder. Primeiramente, a inclusão de um interesse romântico para Vivian é exagerada. Principalmente por Seth (Nico Hiraga, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/"><em>Fora de Série</em></a>) é desesperadamente sem defeitos.</p>
<p>Há uma sensação de que, todo tempo, a história deseja reforçar a conhecida frase “nem todo homem”. Ainda que existam fatores que contribuam para a aproximação de Seth com a realidade de Vivian – por ele não ser um homem branco –, a personagem é tão ausente de falhas que a sua construção se torna plana. Em uma medida menor, mas ainda presente, todas as amigas de Vivan vão apresentando cada vez menos personalidade, enquanto o enredo se desenvolve. As atitudes de suas colegas passam, cada vez mais, a ser repetitivas e elas apenas chegam para dizer frases de efeitos, constantemente.</p>
<p>Talvez esta seja a grande questão de <em><strong>Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta</strong></em>. A partir de tópicos importantes para o mundo, a produção quer causar impacto a todo instante, seja por um sob som com uma música de rock ou grandes gestos performados pelas adolescentes. As ações das jovens vão se esvaziando e o desfecho da obra é a derrapada derradeira. A partir do terceiro ato, as situações chegam ao seu limite. Em uma adaptação mal elaborada, a seleção do início das resoluções dos conflitos é tardia e a luta das estudantes soa banal.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13873" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Moxie-Quando-as-Garotas-Vao-a-Luta.jpg" alt="Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Moxie-Quando-as-Garotas-Vao-a-Luta.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Moxie-Quando-as-Garotas-Vao-a-Luta-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Moxie-Quando-as-Garotas-Vao-a-Luta-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Moxie-Quando-as-Garotas-Vao-a-Luta-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Neste contexto corrido, o protesto organizado após uma denúncia de estupro  tem um rebeldia juvenil, há uma canção animada e pulos pelo pátio do colégio. Ainda que este seja um filme para espectadores <em>teen</em>, a gravidade da situação demandaria outro olhar, outra atmosfera. Esta confusão de direcionamentos é também percebida pela ingenuidade da produção, com sequências expositivas, que deixam uma sensação de que um manual está sendo seguido. Diversas reiterações acabam por ocorrer, como nas reuniões da Moxie ou nas aulas do professor Davies.  No entanto, é possível notar o esforço na direção de Amy Pohler (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente/"><em>Divertida Mente</em></a>).</p>
<p>A artista consegue trazer para telas os traços característicos deste tipo de comédia.  Em várias passagens, através das movimentações de câmera escolhidas, há uma aproximação com o universo ficcional ali construído. Entre os <em>travellings</em> e as panorâmicas, Poehler aumenta as tensões. dentro da lógica de aventura de Vivian em sua jornada de autodescoberta, fazendo com que o público enxergue mais nitidamente a perspectiva da protagonista.</p>
<p>A direção de arte de Erin Magill (<em>Swallow</em>) é outro elemento destacável aqui, por promover uma ambientação de cena não somente adequada para a proposta, mas que acrescenta sentido interpretativo.  Com um ar jovial e com objetos cênicos coloridos, há um diálogo com a iluminação, que convoca temperaturas, majoritariamente, amareladas e avermelhadas, cores da escola de Vivian. A ideia passada é de um sufocamento, provocado pelos acontecimentos do colégio, como se aquele local e aquelas pessoas acuassem Vivian, até ela chegar em seu limite e até ultrapassá-lo.</p>
<p><em><strong>Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta</strong></em> tem certo potencial, porém este é desperdiçado pela falta de zelo com questões graves e pela perda da condução rítmica. É preciso saber equilibrar as velocidades e intensidades em uma obra artística, caso contrário, resta um cansaço ao seu final.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Amy Poehler</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Hadley Robinson, Amy Poehler, Lauren Tsai, Nico Hiraga, Patrick Schwarzenegger, Sydney Park, Anjelika Washington, Josie Totah</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tCPRe-FyuTc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moxie-quando-as-garotas-vao-a-luta-netflix/">Crítica: Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-moxie-quando-as-garotas-vao-a-luta-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Sol da Meia Noite</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sol-da-meia-noite/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sol-da-meia-noite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 19:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bella Thorne]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Schwarzenegger]]></category>
		<category><![CDATA[Quinn Shepard]]></category>
		<category><![CDATA[Sol da Meia Noite]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9002</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa Sol da Meia Noite traz a proposta de romance impossível adolescente com uma pitada de doença e morte no meio do caminho. Soa familiar? Sim, isso porque ultimamente esse é um tipo de roteiro que tem sido bastante explorado por aí. Alguns positivamente e outros nem tanto. Em Sol da Meia Noite, o limiar é muito tênue e o resultado ainda me deixa com dúvidas. Katie é uma jovem que sofre de uma doença incurável que a deixa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sol-da-meia-noite/">Crítica: Sol da Meia Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Sol da Meia Noite</em> traz a proposta de romance impossível adolescente com uma pitada de doença e morte no meio do caminho. Soa familiar? Sim, isso porque ultimamente esse é um tipo de roteiro que tem sido bastante explorado por aí. Alguns positivamente e outros nem tanto. Em <em>Sol da Meia Noite</em>, o limiar é muito tênue e o resultado ainda me deixa com dúvidas.</p>
<p>Katie é uma jovem que sofre de uma doença incurável que a deixa extremamente sensível à luz do sol. Se exposta aos raios solares, ela pode despertar a doença autoimune, desenvolver câncer, etc. Por conta disso, aprendeu a viver a vida na noite e na exclusão de sua própria casa. Tudo muda um dia, quando ela se encontra à noite na estação de trem com um garoto que sempre acompanhava na janela de seu quarto. A partir daí, toda a quietude de sua rotina é abalada e sofre grande transformações.</p>
<p>A história principal, guardadas algumas mudanças, é muito semelhante a do filme <em>Um Amor Para Recordar</em>. O que frustra, talvez, é o <em>timming</em> deste aqui. Em um momento em que o povo resolve criar mil doenças nos filmes de romance, <em>Sol da Meia Noite</em> traz pouca inovação para o cenário. Não há elemento surpresa na história, que caminha óbvia do começo ao fim. Mas um compilado de boa escolha de elenco com cenas bem pensadas faz com que o longa não seja completamente perdido.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9004" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/1455813.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>A presença da estrela da Disney Bella Thorne mostra muito do objetivo de público do filme, que é mais adolescente. No entanto, confesso que ele agrada aos adultos também. Pelo menos aqueles que gostam de uma história mais melosa. Bella é bem natural em cena e tem uma química boa com sua coadjuvante e amiga, Quinn Shepard. Aliás, essa última se destaca bem mais que a maior parte do elenco. O grande desastre mesmo é Patrick Schwarzenegger, que é um bobão em cena. Não consegue criar um ar de romance hora nenhuma e tem que fazer uso dos músculos para se parecer mais interessante.</p>
<p>A finalização da trama é complicada porque, como dito anteriormente, não traz elemento surpresa ou inovação. Entramos naquele mesmo universo de &#8220;como o sofrimento e/ou amor podem mudar a vida das pessoas&#8221;. E sim, isso é legal em um livro de autoajuda. Mas em um filme fica cansativo demais, especialmente da maneira como é feita.</p>
<p>De uma forma geral, <em>Sol da Meia Noite</em> é um filme bem bobinho e sem novidade. Mas ele acaba funcionando relativamente bem pela execução do roteiro repetitivo. Diria que é um filme dispensável mas, já que ele existe, não é detestável. Acredito que vai entreter o público, especialmente o adolescente que é fã de Bella Thorne.</p>
<p>PS: a maquiagem de doente da protagonista é sofrível. O espectador consegue ver cada camada da base de quinta categoria que foi utilizada. Uma pena.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CMKqC64v7ic" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sol-da-meia-noite/">Crítica: Sol da Meia Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sol-da-meia-noite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
