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	<title>Arquivos O Diabo Veste Prada - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos O Diabo Veste Prada - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Diabo Veste Prada 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:32:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pisar num terreno que fez tanto sucesso no passado não é fácil. A decisão de voltar com esse filme 20 anos depois do marco icônico que foi o primeiro longa foi uma escolha corajosa, para dizer o mínimo. Mas afinal, tinha como O Diabo Veste Prada 2 dar errado mesmo trazendo todo o elenco principal original? Até tinha como ficar ruim, mas já adianto que isso não aconteceu. O filme é, sim, muito divertido e cheio de escolhas acertadas. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pisar num terreno que fez tanto sucesso no passado não é fácil. A decisão de voltar com esse filme 20 anos depois do marco icônico que foi o primeiro longa foi uma escolha corajosa, para dizer o mínimo. Mas afinal, tinha como<strong><em> O Diabo Veste Prada 2</em></strong> dar errado mesmo trazendo todo o elenco principal original?</p>
<p>Até tinha como ficar ruim, mas já adianto que isso não aconteceu. O filme é, sim, muito divertido e cheio de escolhas acertadas. O que é um grande bálsamo para os fãs mais fervorosos, como essa jornalista que aqui escreve. Andy Sachs (Anne Hathaway) passou anos vivendo o seu sonho de escrever histórias relevantes, política, economia, sociedade. Ela é uma jornalista renomada e reconhecida pelo seu trabalho investigativo. Mas nem isso a consegue blindar do trator que é o capitalismo e a necessidade constante de “cortar os custos”.</p>
<p>Os tempos são outros e essa nova realidade de inteligência artificial, produções online e rapidez líquida fez com que o jornalismo de verdade, aquele que tem tempo de pesquisar, entrevistar, fosse colocado em segundo plano. São tempos incertos. Inclusive para Miranda Priestly (Meryl Streep), que do outro lado da moeda, sofre as consequências do trabalho mal feito de sua equipe jornalística, o que pode levar ao seu declínio do topo da Runway (que a essa altura já se tornou uma revista muito mais on-line).</p>
<p>Em meio a essas nuances de cada personagem, o reencontro acontece através da necessidade de ambas. Cada uma de uma ponta, convergindo com o mesmo propósito.</p>
<p>É curioso perceber como mesmo depois de tantos anos, Andy ainda fica nervosa e insegura ao lado de Miranda. É como se ela ativasse aquela jornalista recém formada lá do começo, que tinha que se provar o tempo todo. Ela precisa ser constantemente lembrada que ela ocupa, hoje, um outro espaço e uma outra posição.</p>
<p>Já Miranda segue com a sua personalidade altiva, mas sendo convocada o tempo todo a acessar momentos de mais humanidade. Ela entende (ou é forcada a entender) que o topo é solitário, mas não precisa necessariamente ser. Que por mais que ela esteja sempre jogando com as peças deste quebra-cabeça que é comandar uma revista que dita a moda do mundo todo, o tabuleiro pode contar com outros jogadores.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20638" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png" alt="O Diabo Veste Prada 2" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Minha preocupação com o trailer, onde achei as personagens muito caricatas, por sorte não se confirmou. O roteiro não foi para o caminho de exploração até a última gota de quem é Miranda Priestly e sua indiferença com o próximo. E claro que Meryl Streep faz toda a diferença neste quesito, mas acredito que podemos colocar o resultado nas costas do diretor David Frankel, responsável também pelo primeiro longa.</p>
<p>Aqui em<em><strong> O Diabo Veste Prada 2</strong> </em>a rivalidade feminina é substituída por uma parceria construída de maneira muito natural. As personagens entendem que precisam convergir no mesmo propósito, já que o “universo” (leia-se aqui “capitalismo masculino”) não está disposto a isso.</p>
<p>Mesmo assim, ainda temos a rivalidade feminina apresentada, mas muito mais como um resquício de vingança ou uma necessidade de se provar suficiente pelo passado que viveu ali naquele espaço. Fico triste apenas que o roteiro quis redimir essa personagem no final, completamente sem necessidade. Era melhor ter assumido o seu lado vingativo e seguido com isso.</p>
<p>Para a dupla principal, vemos outras facetas de suas personalidades. Existe uma profundidade maior das personagens, uma exploração mais detalhada de quem cada uma é.</p>
<p>É uma mudança que eu achei legal foi Miranda estar num casamento bacana e amoroso, com um cara que entende a sua posição, enquanto Andy está solteira, mas sem a necessidade de busca pelo masculino. Ela está bem, feliz, completa, sem aquele ar de demanda de relacionamento, mas também sem a sombra da solidão. Isso vai de encontro com o machismo habitual de alguns roteiros, o que é ótimo!</p>
<p>O filme também é um grande serviço para os fãs do primeiro. Ele bebe da mesma fonte, traz milhares de referências claras (e outras sutis), mas sem deixar de lado uma personalidade muito própria. <em><strong>O Diabo Veste Prada 2</strong> </em>é uma grata surpresa em uma época que as continuações tardias são tão rasas e sem propósito. O longa entrega excelentes atuações, uma história legal, nostalgia, looks incríveis e uma leveza necessária. Vale muito a pena!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Frankel</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Aline Brosh McKenna</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Kenneth Branagh, Lucy Liu, Simone Ashley, Justin Theroux</p>
<p>Assista ao trailer!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/r3_gZDsy1iQ?si=4JfTUyL0iCtK7tJB" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial O Escândalo: Filmes Sobre o Mundo do Jornalismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 14:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em cartaz, em Salvador, O Escândalo. O filme conta a história da denúncia de assédio de um grupo de mulheres da Fox News contra um empresário de alto cargo da empresa, o Roger Ailes. Dirigido por Jay Roach (Trumbo: Lista Negra), o longa conta com um elenco de atrizes renomadas, figuras cativas em premiações, como Charlize Theron (Tully), Nicole Kidman (Lion: Uma Jornada para Casa), Margot Robbie (Eu, Tonya) e Katie McKinnon (Caça-Fantasmas). A história em si tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em cartaz, em Salvador, <strong><em>O Escândalo</em></strong>. O filme conta a história da denúncia de assédio de um grupo de mulheres da Fox News contra um empresário de alto cargo da empresa, o Roger Ailes. Dirigido por Jay Roach (<em>Trumbo: Lista Negra</em>), o longa conta com um elenco de atrizes renomadas, figuras cativas em premiações, como Charlize Theron (<em>Tully</em>), Nicole Kidman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lion-uma-jornada-para-casa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Lion: Uma Jornada para Casa</em></a>), Margot Robbie (<em>Eu, Tonya</em>) e Katie McKinnon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-caca-fantasmas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Caça-Fantasma</em>s</a>).</p>
<p>A história em si tem uma potência considerável, tanto pela fato de disseminar o acontecido para um público internacional, como pelos possíveis debates que ele pode gerar. As atuações do longa também são bem performadas, apesar de passarem a impressão de representação em alguns momentos, dando um tom de artificialidade. Contudo, há o enquadramento de mostrar na produção os absurdos acontecidos dentro da Fox com as funcionárias e apenas por isso, a projeção já vale o ingresso.</p>
<p>Como a história se passa, majoritariamente, numa redação jornalística, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> resolveu elencar obras que trazem o mundo das notícias, dos jornalistas, casos bombásticos investigados por eles e algumas histórias baseadas em fatos reais. Para dar leveza para a possível maratona do leitor, dividimos a lista em dramas e comédias. <strong>Confira o Especial O Escândalo</strong>!</p>
<h4><strong>DRAMAS</strong></h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12302" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ.jpeg" alt="A Montanha dos Sete Abutres" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_XWwHldQg4hQuoOanZpapeQ-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>3 – <strong>A Montanha dos Sete Abutres</strong> (1951) &#8211; Dirigido por Billy Wilder (<em>Quanto Mais Quente Melhor</em>), a produção conta a história de Chuck (Kirk Douglas), um jornalista um tanto fracassado. No enredo, após o rapaz ser retirado de onze jornais, vai parar em um periódico do Novo México. Lá, ele vai cobrir uma matéria e começa a aumentar o caso para render notícia. Além de retratar o sensacionalismo e os enxames corriqueiros, o roteiro de Wilder e Lesser Samuels (<em>O Ódio é Cego</em>) consegue captar a ganância e os egoísmos que as pessoas podem chegar, através de diálogos sutis e diretos. A atuação de Douglas cresce, principalmente por equilibrar um lado feroz com certa sensibilidade, trazendo camadas para a personagem.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12305" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente.jpg" alt="Todos os Homens do Presidente" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Os-Homens-do-Presidente-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>2 – <strong><em>Todos os Homens do Presidente</em> </strong>(1976) &#8211; Bob Woodward (Robert Redford) e Carl Bernstein (Dustin Hoffman) são dois jornalistas do Washington Post que estão tentando desvendar os mistérios de um possível crime cometido por um funcionário da Casa Branca, o que acabou sendo conhecido posteriormente como o caso Watergate. O longa, dirigido por Alan J. Pakoula (<em>A Escolha de Sofia</em>), faz uma criação de tensão, trabalhando, por exemplo, com um jogo de iluminação que faz o espectador duvidar do informante da dupla. Muitas vezes, o perigo parece iminente, mesmo quando não o é, o que aproxima o público das prováveis sensações que os repórteres tiveram no período de apuração. Além da qualidade técnica da obra, é uma ótima oportunidades para estudantes de jornalismo descobrirem muitas dicas de como atuar na profissão de maneira correta e ética.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12301" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw.jpeg" alt="Cidadão Kane" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1_JpyoX1whQrP9JcwJd_Cxhw-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>1 – <strong>Cidadão Kane</strong> (1941): “Rosebud”! Clássico fundamental, não apenas para os amantes do jornalismo, mas para cinéfilos, o filme conta a história de ascensão de um jornalista estadunidense, que se transforma em um grande magnata. Considerada por muitos como a melhor direção de Orson Welles (<em>A Marca da Maldade</em>), o cineasta imprime na tela a sensação de proximidade com o protagonista, na forma como enquadra as cenas. Mas, em todo momento é relembrado o distanciamento que este tipo de figura causa nas pessoas. Nesta relação dual, a projeção ganha uma camada profunda e que instiga o público a buscar compreender e criticar Kane em sua totalidade. Além disso, a obra revela características sobre o jornalismo e como as grandes empresas o tratam.</p>
<h4><strong>COMÉDIAS</strong></h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12304 size-full" title="Especial O Escândalo" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv.jpg" alt="Especial O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/mABC3QA9ZdfIeyM1TEywzdMhoUv-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>3 – <strong>O Âncora</strong> (2004): Sátira com os telejornalistas dos anos 1990, o longa mostra como o sucesso da novata Veronica (Christina Appllegate) incomoda o veterano Ron (Will Farell). Dirigido por Adam McKay (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Grande Aposta</em></a>), a produção critica, através do humor, o machismo dentro de emissoras de TV e o narcisismo dos âncoras. A projeção não vai muito além de fazer algumas piadas com os temas que parece querer abordar, mas, de toda forma, é uma comédia divertida. Além disto, Farell está em sua melhor forma, como era recorrente estar no início dos anos 2000. Seus trejeitos e frases <em>punch</em>, com uma expressão facial “neutra”, aumenta a graça do que está sendo dito, um dos trunfos de alguns comediantes. Em 2013, o filme até ganhou uma continuação, porém um tanto menos bem realizada que a obra original.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12306 size-full" title="Especial O Escândalo" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958.jpg" alt="Especial O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Um-Amor-de-Professora-1958-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>2 – <strong>Um Amor de Professora</strong> (1958): Doris Day e Clark Gable são dois grandes nomes do cinema clássico hollywoodiano! Somente pela presença da dupla na tela e a dinâmica que eles constroem em cena já vale o filme inteiro. Contudo, a premissa da trama também é um ponto alto, por ser divertida, bem executada e até crível. Mas, onde entra a temática do especial nisso tudo? A personagem da Doris, a Erica, é uma professora de jornalismo e não suporta o James (Clark),  editor de um periódico. Sabendo disto, o rapaz começa a frequentar as classes dela, fingindo ser iniciante na área. As situações são bastante engraçadas, mas também românticas, claro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12303" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369.jpg" alt="O Diabo Veste Prada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2014111856994369-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>1 – <strong>O Diabo Veste Prada</strong> (2005): Adaptado da obra homônima de Lauren Weisberger, o enredo é baseado em uma experiência real da vida da autora. Assim como no livro, o filme mostra as peripécias de Andrea Sachs (Anne Hathaway). Após a jovem começar a trabalhar para uma grande revista de moda dos Estados Unidos, a <em>Runway</em>, sua vida muda completamente. Além de estar cercada por várias colegas de trabalho competitivas e com severos distúrbios alimentares, ela precisa lidar com uma chefe super exigente e maldosa, a Miranda Priestly (Meryl Streep). Além de ser um longa que mostra a ótica de um outro tipo de jornalismo que geralmente é mostrado pelas produções midiáticas, revelando o estilo e a vida da redação desta editoria, a projeção tem como ponto alto a interpretação de Streep, que se inspirou na “verdadeira” Miranda, a Anna Wintour, editora da Vogue. Em 2006, <em>O Diabo Veste Prada</em> foi indicado a 2 Oscar, nas categorias Melhor Atriz, para Meryl e Melhor Figurino para Patricia Field (<em>Sex and the City: O Filme</em>)<a href="http://www.adorocinema.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">.</a></p>
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		<title>Livros! &#8212;-&#062; Filmes! &#8212;-&#062; Trilhas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teco Sodre]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 19:52:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre justifiquei a minha paixão pelo cinema com a ideia de que a sétima arte é mais completa dentre todas. Quando assistimos a um filme, vemos nele a integração de várias manifestações artísticas em uma só: nos filmes vemos o teatro representado pelas atuações; as artes plásticas expressas na direção de arte; a fotografia das cenas e seus poemas visuais; a literatura e seus textos bem alocados nas falas das personagens; o figurino desfilando a moda do presente, do passado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre justifiquei a minha paixão pelo cinema com a ideia de que a sétima arte é mais completa dentre todas. Quando assistimos a um filme, vemos nele a integração de várias manifestações artísticas em uma só: nos filmes vemos o teatro representado pelas atuações; as artes plásticas expressas na direção de arte; a fotografia das cenas e seus poemas visuais; a literatura e seus textos bem alocados nas falas das personagens; o figurino desfilando a moda do presente, do passado e do futuro; e, como não poderia faltar, a música envolvendo cada trama com canções bem selecionadas e, muitas vezes, criadas especificamente para cada história.</p>
<p>As trilhas sonoras são muito marcantes e selam um vínculo profundo entre o espectador e o filme que ela embala, tanto que algumas músicas automaticamente rememoram uma cena de cinema ou o próprio filme. É o caso, por exemplo, do filme <em>Curtindo a Vida Adoidado</em>, que traz como marca musical a canção Twist and Shout, dos Beatles. Ou como Unchained Melody, interpretada pelos Righteous Brothers, marca registrada do filme <em>Ghost &#8211; Do Outro Lado da Vid</em>a.</p>
<p>E foi refletindo sobre essa salada de manifestações artísticas que nasceu esse hit parade (com direito a um bônus track!), com as melhores trilhas sonoras de filmes adaptados de livros. Ou seja: misturamos literatura, cinema e música num só post, para que você também se delicie com essa receita insuperável de puro prazer. Aqui está o nosso (re)mix:</p>
<figure id="attachment_2251" aria-describedby="caption-attachment-2251" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2251 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-.jpg" alt="cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel-de-stephen-chbosky-" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2251" class="wp-caption-text">O longa tem muitas músicas dos anos 80</figcaption></figure>
<p><strong><em>1 &#8211; As Vantagens de Ser Invisível</em></strong><br />
[Autor e Diretor: Stephen Chbosky]</p>
<p>Esse é um caso de megalomania que deu certo: primeiro ele escreveu o livro; depois, ele sentiu o desejo de roteirizar sua obra para o cinema; ainda não contente com isso, o cara vai e dirige o próprio roteiro! E faz tudo isso muito bem feito! Stephen Chbosky escolheu a dedo a equipe que o ajuda a realizar <em>As Vantagens de Ser Invisível</em>, filme/livro que se tornou febre entre os adolescentes mais descolados do mundo inteiro. Como se não bastasse ter os incríveis jovens atores Ezra Miller, Logan Lerman e Emma Watson, convidou também Michael Brook para produzir essa trilha sonora marcante que ecoa por todos os cantinhos do nosso cérebro, por onde cada cena desse filmaço percorreu. The Smiths, New Order, Sonic Youth, Cocteau Twins, David Bowie&#8230; Ou seja: só a trilha já é uma das grandes vantagens para assistir a esse longa!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
It Could Be Another Change &#8211; The Samples<br />
Temptation &#8211; New Order<br />
Evensong &#8211; The Innocence Mission<br />
Asleep &#8211; The Smiths<br />
Low &#8211; Cracker<br />
Teenage Riot &#8211; Sonic Youth<br />
Pearly Dewdrops&#8217; Drops &#8211; Cocteau Twins<br />
Heroes &#8211; David Bowie</p>
<figure id="attachment_2252" aria-describedby="caption-attachment-2252" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/trainspotting.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2252 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/trainspotting.jpg" alt="trainspotting" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2252" class="wp-caption-text">Nessa insana trilha sonora, ícones do rock/pop clássico e contemporâneo</figcaption></figure>
<p><em><strong>2 &#8211; Trainspotting</strong></em><br />
[Autor: Irvine Welsh/Diretor: Danny Boyle]</p>
<p>Essa grande adaptação do livro de Irvine Welsh já figurou aqui, no Coisa de Cinéfilo, como uma das melhores transposições da literatura para o cinema. Não tenho dúvidas de que a trilha sonora desse filme ajuda e muito a transmitir para o espectador toda a atmosfera de loucura, vulnerabilidade e violência inerentes à própria história, diga-se de passagem, muito bem adaptada por John Hodge. Nessa insana trilha sonora, ícones do rock/pop clássico e contemporâneo como Blur, Iggy Pop, New Order, Brian Eno, Primal Scream, Lou Reed, Pulp e Joy Division. Imperdível!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Lust For Life &#8211; Iggy Pop<br />
Deep Blue Day &#8211; Brian Eno<br />
Trainspotting &#8211; Primal Scream<br />
Temptation &#8211; New Order<br />
Night Clubbing &#8211; Iggy Pop<br />
Sing &#8211; Blur<br />
Perfect Day &#8211; Lou Reed<br />
Mile End &#8211; Pulp<br />
Born Slippy &#8211; Underworld<br />
Closet Romantic &#8211; Damon Albarn<br />
Choose Life &#8211; PF Project featuring Ewan McGregor<br />
The Passenger &#8211; Iggy Pop<br />
Dark &amp; Long&#8221; (Dark Train) &#8211; Underworld<br />
Carmen Suite No.2 &#8211; Georges Bizet<br />
Golden Years &#8211; David Bowie<br />
Nightclubbing&#8221; (Baby Doc Remix) &#8211; Iggy Pop<br />
Come Together &#8211; Primal Scream<br />
Atmosphere &#8211; Joy Division</p>
<figure id="attachment_2255" aria-describedby="caption-attachment-2255" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Stand-By-Me-1986-1024x474.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2255 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Stand-By-Me-1986-1024x474.jpg" alt="Stand-By-Me-1986-1024x474" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2255" class="wp-caption-text">Trilha sonora para aquele momento nostálgico, relembrando os áureos tempos da Sessão da Tarde</figcaption></figure>
<p><em><strong>3 &#8211; Conta Comigo</strong></em><br />
[Autor: Stephen King/Diretor: Rob Reiner]</p>
<p>Este filme, baseado no conto <em>The Body</em> (O Corpo), do escritor Stephen King (e parte integrante do livro <em>O Outono da Inocência</em>), com certeza, marcou a infância de muita gente. No elenco, algumas crianças prodígio como River Phoenix (um grande ator que nos deixou precocemente) e o eterno goonie Corey Feldman, além de estrelas como Kiefer Sutherland, John Cusack e Richard Dreyfuss (como narrador). <em>Conta Comigo</em> é o tipo de filme que uma só música da trilha o representa muito bem: neste caso, estamos falando da épica &#8220;Stand By Me&#8221;, de Ben E. King, que já foi regravada, inclusive, por John Lennon, para o álbum Rock &#8216;n&#8217; Roll. Mas essa bela história sobre as nuances da amizade entre garotos, enquanto a adolescência começa a &#8220;bater em suas portas&#8221;, também é embalada por outros artistas clássicos como Buddy Holly, Jerry Lee Lewis e The Fleetwoods. Trilha sonora para aquele momento nostálgico, relembrando os áureos tempos da Sessão da Tarde:</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Stand by Me &#8211; Ben E. King<br />
Lollipop &#8211; The Chordettes<br />
Book of Love &#8211; The Monotones<br />
Everyday &#8211; Buddy Holly<br />
Great Balls of Fire &#8211; Jerry Lee Lewis<br />
Let the Good Times Roll &#8211; Shirley e Lee<br />
Come Go with Me &#8211; The Del Vikings<br />
Get a Job &#8211; The Silhouettes<br />
Come Softly to Me &#8211; The Fleetwoods<br />
Hush-A-Bye &#8211; The Mystics</p>
<figure id="attachment_2253" aria-describedby="caption-attachment-2253" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/fhd008NHP_Kat_Dennings_012.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2253 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/fhd008NHP_Kat_Dennings_012.jpg" alt="fhd008NHP_Kat_Dennings_012" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2253" class="wp-caption-text">A música é o grande e poderoso elo entre o casal</figcaption></figure>
<p><em><strong>4 &#8211; Nick e Norah: Uma noite de amor e música</strong></em><br />
[Autor: David Levithan e Rachel Cohn / Diretor: Peter Sollet]</p>
<p>David Levithan tem se tornado um ícone, junto com John Green, dos romances divertidos escritos, especialmente, para os adolescentes de nossa década. O livro é tão legal e descolado que os autores prepararam uma playlist de agradecimentos para os amigos e colaboradores do projeto. O ponto forte dessa trama (e um dos motivos que trouxeram o longa para essa lista) é que a personagem Norah é filha do dono da Electric Lady Studios, estúdio real por onde já passaram vários grandes astros da música como Radiohead, Muse e Daft Punk. A música é o grande e poderoso elo entre o casal e, portanto, o ponto central dessa história recheada de bom-humor, fofura e de uma playlist, realmente, infinita. Para ver e ouvir muito bem acompanhado!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Speed of Sound &#8211; Chris Bell<br />
Lover &#8211; Devendra Banhart<br />
Ottoman &#8211; Vampire Weekend<br />
Fever &#8211; Takka Takka<br />
Xavia &#8211; The Submarines<br />
After Hours &#8211; We Are Scientists<br />
Our Swords &#8211; Band of Horses<br />
Silvery Sleds &#8211; Army Navy<br />
Baby, You&#8217;re My Light &#8211; Richard Hawley<br />
Very Loud &#8211; Shout Out Louds<br />
How to Say Goodbye &#8211; Paul Tiernan<br />
Last Words &#8211; The Real Tuesday Weld</p>
<figure id="attachment_2254" aria-describedby="caption-attachment-2254" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/forrest-gump.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2254 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/forrest-gump.jpg" alt="forrest-gump" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2254" class="wp-caption-text">Uma verdadeira viagem pela história da música norte-americana, com 57 canções</figcaption></figure>
<p><strong><em>5 &#8211; Forrest Gump</em></strong><br />
[Autor: Winston Groom/Diretor: Robert Zemeckis]</p>
<p>Outro longa que já esteve na nossa lista de melhores adaptações, mas que também se faz indispensável nessa lista aqui:<em> Forrest Gump</em> tem uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos, não só por contar com verdadeiros &#8220;mestres&#8221; conhecidos no mundo inteiro, mas principalmente porque cada canção conduz de modo bastante íntimo a cena da qual faz parte. Também é uma trilha absurdamente grande, uma verdadeira viagem pela história da música norte-americana, com 57 canções, dentre as quais vou destacar aqui algumas bem conhecidas e marcantes.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
Hound Dog &#8211; Elvis Presley<br />
Blowin&#8217; In The Wind &#8211; Joan Baez<br />
Fortunate Son &#8211; Creedence Clearwater Revival<br />
I Can&#8217;t Help Myself (Sugar Pie Honey Bunch) &#8211; The Four Tops<br />
Respect &#8211; Aretha Franklin<br />
Rainy Day Women #12 &amp; 35 &#8211; Bob Dylan<br />
Sloop John B &#8211; The Beach Boys<br />
California Dreamin&#8217; &#8211; The Mamas And The Papas<br />
For What It&#8217;s Worth &#8211; Buffalo Springfield<br />
What The World Needs Now Is Love &#8211; Jackie DeShannon<br />
Break On Through (To The Other Side) &#8211; The Doors<br />
Mrs. Robinson &#8211; Simon &amp; Garfunkel<br />
Let&#8217;s Get Together &#8211; The Youngbloods<br />
San Francisco (Be Sure To Wear Some Flowers In Your Hair) &#8211; Scott McKenzie<br />
Turn! Turn! Turn! (To Everything There Is A Season) &#8211; The Byrds<br />
Medley: Aquarius/Let The Sunshine In &#8211; The Fifth Dimension<br />
Stoned Love &#8211; The Supremes<br />
Raindrops Keep Falling On My Head &#8211; B.J. Thomas<br />
Sweet Home Alabama &#8211; Lynyrd Skynyrd<br />
Go Your Own Way &#8211; Fleetwood Mac<br />
On The Road Again &#8211; Willie Nelson<br />
Against The Wind &#8211; Bob Seger &amp; The Silver Bullet Band<br />
Forrest Gump Suite &#8211; Alan Silvestri</p>
<figure id="attachment_2257" aria-describedby="caption-attachment-2257" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Miranda-Andy-Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2257 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Miranda-Andy-Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930.jpg" alt="Miranda--Andy--Emily-the-devil-wears-prada-205003_1400_930" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2257" class="wp-caption-text">A trilha sonora desse filme é deliciosa</figcaption></figure>
<p><strong><em>6 &#8211; O Diabo Veste Prada</em></strong><br />
[Autor: Lauren Weisberger /Diretor: David Frankel]</p>
<p>O longa conta a história de Andy, aspirante a escritora de uma grande revista, e sua relação com Miranda Priestly, sua mais nova e mais exigente patroa, inspirada na poderosa Anna Wintour, editora de moda da Revista Vogue americana. Tá certo que o filme é da Meryl Streep, que consegue nos fazer odiá-la e amá-la ao mesmo tempo (coisa para poucos!). Mas, sejamos honestos: a trilha sonora desse filme é deliciosa e ajuda (e muito!) a olharmos, com brilho nos olhos, muito mais para Prada que o Diabo, encarnado na Meryl, veste.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
I Don&#8217;t Love Anyone &#8211; Belle &amp; Sebastian<br />
Jump &#8211; Madonna<br />
Les Yeux Ouverts (Dream a Little Dream) &#8211; The Beautiful South<br />
Our Remains &#8211; Bitter:Sweet<br />
Suddenly I See &#8211; KT Tunstall<br />
Vogue &#8211; Madonna<br />
Bittersweet Faith​ -​ Bitter:Sweet<br />
City of Blinding Lights​ -​ U2<br />
Seven Days in Sunny June​ &#8211; ​Jamiroquai<br />
Crazy​ &#8211; ​Alanis Morissette<br />
Beautiful​ &#8211; ​Moby</p>
<figure id="attachment_2256" aria-describedby="caption-attachment-2256" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/romeo_and_julia_still_04.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2256 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/romeo_and_julia_still_04.jpeg" alt="romeo_and_julia_still_04" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2256" class="wp-caption-text">O resultado é essa trilha foda, que grita aos quatro cantos da bela Verona</figcaption></figure>
<p><strong><em>7 &#8211; Romeo + Juliet</em></strong><br />
[Autor: William Shakespeare/Diretor: Baz Luhrmann]</p>
<p>Já falamos sobre esse filme também! Lembram? <em>Romeo + Juliet</em> é uma adaptação radical e moderna de uma das obras mais conhecidas de Shakespeare. O diretor Braz Lurhmann, especialista em musicais pop, adequou o texto original a um verdadeiro clipe musical de 120 minutos, com uma colagem magistral do que havia de melhor do pop/rock na cena dos anos 1990. O resultado é essa trilha foda, que grita aos quatro cantos da bela Verona: everybody&#8217;s free to feel good (todo mundo é livre para se sentir bem)!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas (Todas!):</p>
<p>#1 Crush &#8211; Garbage<br />
Local God &#8211; Everclear<br />
Angel &#8211; Gavin Friday<br />
Pretty Piece of Flesh &#8211; One Inch Punch<br />
Kissing You (Love Theme from Romeo + Juliet) &#8211; Des&#8217;ree<br />
Whatever (I Had a Dream) &#8211; Butthole Surfers<br />
Lovefool &#8211; The Cardigans<br />
Young Hearts Run Free &#8211; Kym Mazelle<br />
Everybody&#8217;s Free (To Feel Good) &#8211; Quindon Tarver<br />
To You I Bestow &#8211; Mundy<br />
Talk Show Host &#8211; Radiohead<br />
Little Star &#8211; Stina Nordenstam<br />
You and Me Song &#8211; The Wannadies</p>
<figure id="attachment_2258" aria-describedby="caption-attachment-2258" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/high-fidelity-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2258 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/high-fidelity-2.jpg" alt="high-fidelity-2" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2258" class="wp-caption-text">Não passa despercebida, num filme como esse, a trilha musical</figcaption></figure>
<p><strong><em>8 &#8211; Alta Fidelidade</em></strong><br />
[Autor: Nick Hornby/Diretor: Stephen Frears]</p>
<p>Um dos escritores contemporâneos mais destacado dos últimos tempos escreveu este e outros livros que foram adaptados para o cinema, mas <em>Alta Fidelidade</em> talvez seja sua obra mais expressiva, até hoje. A adaptação para as telonas, dirigida por Stephen Frears, traz John Cusack como Rob Gordon, dono de uma loja de vinis que pouco lhe rende grana e, também, colecionador de pés-na-bunda e canções de amor. A curiosa e instigante mania de Bob é uma das manias que muitos de nós temos: fazer listas (como vocês já puderam perceber, eu adoro!). Não passa despercebida, num filme como esse, a trilha musical, como o bom gosto do personagem/autor já sugere. Confira abaixo algumas das músicas dessa trilha que descreve bem a delícia de se ler ou ver as histórias de Nick Hornby.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:</p>
<p>You’re Gonna Miss Me – 13th Floor Elevators<br />
Everybody’s Gonna Be Happy – The Kinks<br />
I’m Wrong About Everything – John Wesley Harding<br />
Oh! Sweet Nuthin’ – The Velvet Underground<br />
Always See Your Face – Love<br />
Most Of The Time – Bob Dylan<br />
Fallen For You – Shiela Nicholls<br />
Dry The Rain – The Beta Band<br />
Shipbuilding – Elvis Costello &amp; The Attractions<br />
Let’s Get It On – Jack Black<br />
Lo Boob Oscillator – Stereolab<br />
Who Loves The Sun – The Velvet Underground<br />
I Believe (When I Fall In Love It Will Be Forever) – Stevie Wonder</p>
<figure id="attachment_2259" aria-describedby="caption-attachment-2259" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2259 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu.jpg" alt="afUpJSjt0HayXuJ1znpWlB7TlCu" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2259" class="wp-caption-text">Dá pra dançar, cantar de olhos fechados, chorar as mágoas de uma traição ou sofrer por amor não correspondido!</figcaption></figure>
<p><strong><em>9 &#8211; Segundas Intenções</em></strong><br />
[Autor: Pierre Choderlos de Laclos/Diretor: Roger Kumble]</p>
<p>O título original da obra é <em>As Ligações Perigosas</em>, livro que já teve uma adaptação bem mais digna em 1988, dirigida por Stephen Frears. Mas, vamos combinar que a trilha sonora dessa adaptação versão dirty teenager, tem um charme irresistível. Assim como a história fala do poder da sedução (e da fofoca!), somos totalmente seduzidos por cada música que toca no longa. Tem Placebo, The Verve, Counting Crows, Blur, Fatboy Slim, entre outros. Dá pra dançar, cantar de olhos fechados, chorar as mágoas de uma traição ou sofrer por amor não correspondido!</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:</p>
<p>Every You Every Me &#8211; Placebo<br />
Praise You &#8211; Fatboy Slim<br />
Coffee &amp; TV &#8211; Blur<br />
Colorblind &#8211; Counting Crows<br />
Ordinary Life &#8211; Kristen Barry<br />
Secretly &#8211; Skunk Anansie<br />
This Love &#8211; Craig Armstrong feat. Elizabeth Fraser<br />
You Could Make a Killing &#8211; Aimee Mann<br />
Addictive &#8211; Faithless<br />
Trip on Love &#8211; Abra Moore<br />
You Blew Me Off &#8211; Bare, Jr.<br />
Bitter Sweet Symphony &#8211; The Verve</p>
<figure id="attachment_2260" aria-describedby="caption-attachment-2260" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/46.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2260 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/46.jpg" alt="46" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2260" class="wp-caption-text">Todos os cinco filmes tem trilhas sonoras EXCELENTES, os músicos foram escolhidos com muito esmero e as músicas dão o tom preciso à trama</figcaption></figure>
<p><strong><em>10 &#8211; Crepúsculo (Saga)</em></strong><br />
[Autor: Stephenie Meyer /Diretor: Vários]</p>
<p><em>Crepúsculo</em> é, sem dúvida, um dos maiores fenômenos literários e cinematográficos contemporâneos. Entretanto, a saga também foi alvo de muita polêmica entre #lovers e #haters, além de ter sido bombardeada pela crítica especializada, nos quatro livros/cinco filmes produzidos. Stephenie Meyer é uma escritora mediana e, apesar da história ser inventiva e elegante, os livros não empolgam tanto ao leitor mais acostumado com tramas substanciais. Os roteiros e a direção dos filmes não conseguiram tornar os textos mais charmosos; o elenco lindo, porém, insosso deixou muito a desejar, mas ainda assim era quase insuportável a euforia que cada lançamento causava nos/nas fãs da saga. Não posso ser injusto: todos os cinco filmes tem trilhas sonoras EXCELENTES, os músicos foram escolhidos com muito esmero e as músicas dão o tom preciso à trama. O único grande pecado dessa trilha foi ter deixado a música do Radiohead (que toca no início dos créditos do primeiro filme) de fora do álbum, assim como Clair de Lune, de Debussy, que foi limada do cd e só consta no álbum do iTunes. Como protesto, elas encabeçam essa lista prazerosa, a qual fiz questão de montar com o melhor dos cinco filmes.</p>
<p>Minhas Faixas Preferidas:<br />
<em>Crepúsculo</em><br />
15 Steps &#8211; Radiohead;<br />
Clair de Lune &#8211; Claude Debussy;<br />
Decode &#8211; Paramore;<br />
Supermassive Black Hole &#8211; Muse;<br />
Tremble for My Beloved &#8211; Collective Soul;<br />
I Caught Myself &#8211; Paramore;<br />
Iron &amp; Wine &#8211; Flightless Bird, American Mouth;<br />
Leave Out All the Rest &#8211; Linkin Park;</p>
<p><em>Lua Nova</em><br />
Hearing Damage &#8211; Thom Yorke;<br />
A White Demon Love Song &#8211; The Killers;<br />
Friends &#8211; Band of Skulls;<br />
I Belong To You (New Moon Remix) &#8211; Muse;<br />
Shooting The Moon &#8211; OK GO;<br />
All I Believe In &#8211; The Magic Numbers;</p>
<p><em>Eclipse</em><br />
Neutron Star Collision (Love Is Forever) &#8211; Muse;<br />
Heavy In Your Arms &#8211; Florence + The Machine;<br />
My Love &#8211; Sia;<br />
Chop and Change &#8211; The Black Keys;<br />
Jonathan Low &#8211; Vampire Weekend;<br />
Life on Earth &#8211; Band of Horses;<br />
Let&#8217;s Get Lost &#8211; Beck/Bat of Lashes;<br />
What Part of Forever &#8211; Cee Lo Green;</p>
<p><em>Amanhecer Partes 1 e 2</em><br />
Love Will Take You &#8211; Angus &amp; Julia Stone;<br />
It Will Rain &#8211; Bruno Mars;<br />
A Thousand Years &#8211; Christina Perri;<br />
Requiem on Water &#8211; Imperial Mammoth;<br />
From Now On &#8211; The Features;<br />
Cold &#8211; Aqualung &amp; Lucy Schwartz;<br />
Bittersweet &#8211; Ellie Goulding;<br />
The Forgotten &#8211; Green Day;<br />
Fire in the Water &#8211; Leslie Feist;<br />
Cover Your Tracks &#8211; A Boy and His Kite;<br />
Heart of Stone &#8211; Iko</p>
<figure id="attachment_2262" aria-describedby="caption-attachment-2262" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/filmenanaturezaselvagem.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2262 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/filmenanaturezaselvagem.jpg" alt="filmenanaturezaselvagem" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2262" class="wp-caption-text">Impossível não se deixar levar pelo sentimento de cada canção que compõe o álbum</figcaption></figure>
<p>Bônus Track:<br />
<strong><em>Na Natureza Selvagem</em></strong><br />
[Autor: Jon Krakauer /Diretor: Sean Penn]</p>
<p>O ator e diretor Sean Pen nos presenteou com esse filme belíssimo, baseado no livro homônimo, escrito por Jon Krakauer. O enredo nada mais é do que a história real de Christopher McCandless: um jovem idealista recém-formado que abandona toda a sua perspectiva de vida de classe média estadunidense, para peregrinar por parte do território americano e culminar sua aventura errante no Alasca. O longa é muito mais filosófico e tocante do que as minhas poucas palavras tiveram de resumir aqui. A trilha sonora, magistralmente composta por Eddie Vedder, do Pearl Jam, faz com que a nossa viagem junto com McCandless seja tão solitária, reflexiva, intimista e misteriosa, quanto, de fato, deve ter sido para o verdadeiro Chris. Impossível não se deixar levar pelo sentimento de cada canção que compõe o álbum, porém &#8220;Society&#8221; letra e melodia ainda ecoa nítida em minha mente: &#8220;Society, you&#8217;re a crazy breed&#8230; Hope you&#8217;re not lonely without me.&#8221;. Inesquecível!</p>
<p>Os livros, os filmes e as canções sempre nos indicam trilhas, nos dão pistas para caminhos de mais conhecimento, sentimentos e reflexão. Se para seguir uma trilha (destino) é preciso uma trilha (sonora), escolha a sua e siga sempre em frente, &#8220;caminhando e cantando e seguindo a canção&#8221;! :-)</p>
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