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	<title>Arquivos Nasce Uma Estrela - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Nasce Uma Estrela - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: A Filmografia de Judy Garland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 01:52:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, flashbacks de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando. Estrelado por Renée Zellweger (Cold Moutain) e dirigido por Rupert Goold (A História Verdadeira), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme <em>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</em> mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, <em>flashbacks</em> de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando.</p>
<p>Estrelado por Renée Zellweger (<em>Cold Moutain</em>) e dirigido por Rupert Goold (<em>A História Verdadeira</em>), o longa tem a dupla como ponto alto da produção. Zellweger quase desaparece na personagem, deixando a sensação de que quem está em cena é a própria Garland, mas, ainda assim, não há uma representação ou mimese aqui. Claramente, é a Judy da Renée. Até alguns trejeitos da intérprete surgem em alguns instantes, levemente. A direção de Goold é cuidadosa e sensível, conseguindo transmitir o que eles gostariam de passar que a protagonista estava sentindo em cada cena, principalmente nas sequências dos shows.</p>
<p>A personagem principal, vivida por Renéé, foi uma atriz extremamente importante para o cinema hollywoodiano, não apenas na parte rentável, como no legado artístico que a própria deixou. Atuando, cantando e dançando em musicais ou performando caracterizações em dramas “oscarizados”, Garland marcou a história do audiovisual e, pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu as suas produções essenciais.</p>
<p><strong>Confira o Especial: A Filmografia de Judy Garland</strong>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12314" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg" alt="Especial: A Filmografia de Judy Garland" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>5 – Desfile de Páscoa</strong> (1948):</h5>
<p>No final da década de 1940, a MGM reúne Judy Garland e Fred Astaire (<em>Vamos Dançar?</em>) em um musical cheio de cores, canções animadas e figurinos pomposos. As coreografias de Astaire e Charles Walters (<em>Lili</em>) são complexas e envolvem, em sua maioria, um grande número de pessoas. Mas, são nas danças mais íntimas, por assim dizer, que envolvem Judy e Fred, que o filme cresce. Ambos atores possuem em suas interpretações um jeito um tanto sapeca e descontraído. A dinâmica da dupla funciona bastante neste sentido da sintonia e a química cresce bastante por eles possuírem uma vibração semelhante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12316" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg" alt="Julgamento em Nuremberg" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Julgamento em Nuremberg (1961):</strong></h5>
<p>Todas as características clássicas da atuação Judy Garland somem neste filme de Stanley Kramer (A<em>divinhe Quem Veio Para Jantar</em>). Judy imprimia uma graça e leveza em seus musicais. Aqui, a sua Irene Hoffman é contida, porém desesperada. O seu trabalho de corpo é notável.  A intérprete parece desejar passar todo o peso, lamento e ansiedade em sua postura tesa e voz quase esganiçada. A sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante, em 1962.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12311" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg" alt="Nasce uma Estrela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Nasce uma Estrela (1954):</strong></h5>
<p>Muito antes do “<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Shallow Now</em></a>”, Hollywood realizou três versões de Nasce uma Estrela. O primeiro filme a ser um musical foi o estrelado por Judy Garland e ainda em <em>Technicolor</em> e tudo! Além de conseguir passar emoções que a personagem sentia através das canções, Garland demonstra versatilidade e progressão em sua construção. É possível notar como sua Vicki Lester vai amadurecendo e sentindo o impacto tanto da sua fama, quanto da queda de seu marido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12312" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg" alt="Agora Seremos Felizes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Agora Seremos Felizes (1944):</strong></h5>
<p>Dirigida por Vincent Minnelli (Gigi), Judy Garland performa aqui um de seus papéis mais icônicos. O tom que a atriz coloca para a Esther Smith é a sua marca registrada. Vibrante, numa mescla entre timidez e leveza, com sarcasmo e brincadeira, ela equilibra juventude e melancolia, fazendo com que um musical um tanto frívolo tenha mais personalidade e força, desde o início da projeção. Depois, Garland faz uma transição de idade de Esther e coloca em sua atuação não apenas certos traços de conformidade da idade, como a serenidade e a decepção. Contudo, ela não perde o ar meio taciturno, meio alegre que escolheu imprimir no papel. No longa, também tem Judy cantando clássicos como &#8220;Trolley Song&#8221; e &#8220;Have Yourself a Merry Little Christmas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg" alt="O Mágico de Oz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – O Mágico de Oz (1939):</strong></h5>
<p>&#8220;There is no place like home!!!&#8221; O primeiro filme da lista, não poderia faltar no <em>Especial: A Filmografia de Judy Garland</em>, justamente porque foi a produção que, definitiva e efetivamente, colocou Judy Garland no mapa. A sua Dorthy virou um símbolo do cinema estadunidense e representa uma das personalidades que os estúdios da época queriam: o da garota da casa ao lado. A mistura de suavidade e coragem é o traço mais forte da construção feita por Garland.</p>
<p>No auge dos seus 17 anos, o resultado de seu trabalho parece mais intuitivo do que planejado. Ainda assim, a interpretação de Judy é repleta de camadas e, talvez, vá além do que a MGM conseguia enxergar em 1939. A intérprete possuía uma força que transbordava a tela, deixando ela ser maior do que uma menina obediente, que a sociedade parece aceitar com bastante tranquilidade. Aqui também foi onde ela cantou, pela primeira vez, a clássica canção &#8220;Somewhere Over the Rainbow&#8221;.</p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 21:57:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2019 nos traz mais uma categoria de incertezas, que é a de Melhor Ator. As premiações anteriores privilegiaram diferentes atuações, dando mais foco em Rami Malek, por Bohemian Rhapsody, e Christian Bale, por Vice. No entanto, mesmo não tendo o reconhecimento (até o momento), outros candidatos fortes entram na disputa, como é o caso de Viggo Mortensen, por Green Book: O Guia, e Bradley Cooper, por Nasce Uma Estrela. Fechando a lista dos indicados nesta categoria, temos a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2019 nos traz mais uma categoria de incertezas, que é a de Melhor Ator. As premiações anteriores privilegiaram diferentes atuações, dando mais foco em Rami Malek, por <em>Bohemian Rhapsody</em>, e Christian Bale, por <em>Vice</em>. No entanto, mesmo não tendo o reconhecimento (até o momento), outros candidatos fortes entram na disputa, como é o caso de Viggo Mortensen, por <em>Green Book: O Guia</em>, e Bradley Cooper, por<em> Nasce Uma Estrela</em>. Fechando a lista dos indicados nesta categoria, temos a não tão badalada indicação, mas também justa, de Willem Dafoe, pelo longa <em>No Portal da Eternidade</em>!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10031" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/maxresdefault-6.jpg" alt="Willem Dafoe" width="610" height="348" /><br />
<strong>Willem Dafoe, por No Portal da Eternidade</strong></p>
<p style="text-align: center;">Em <em>No Portal da Eternidade</em>, Willem Dafoe interpreta ninguém menos que o pintor Vincent Van Gogh e a sua batalha travada com os transtornos mentais que o acometem. Marcado por um estilo de filmagem mais cru e lento, o longa nos oferece bons momentos para compreender ainda mais a história do artista. Dafoe nos apresenta um trabalho brilhante e primoroso, completamente incorporado na dualidade e devaneios de Van Gogh. É ele quem nos conduz na narrativa, ora confusa, e funciona como o pilar estrutural da trama. Willem chegou a aprender a pintar para incorporar ainda melhor o personagem. São nos pequenos detalhes que ele consegue traduzir o protagonista, desde o olhar perdido até o desespero intenso de suas emoções.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10032" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/3552387.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Christian Bale" width="610" height="348" /><br />
<strong>Christian Bale, por Vice</strong></p>
<p style="text-align: center;">Agora, vamos com Christian Bale e sua atuação em <em>Vice</em>. O ator interpreta o político americano Dick Cheney, que foi o vice-presidente durante o período de George W. Bush. Sob a direção afiada e nada básica de Adam McKay, Bale vai construindo a personalidade do protagonista em consonância com todas as suas aspirações de poder. Ele não apenas engordou 20 quilos para o papel, como estudou bastante o comportamento de Cheney, tanto físico quanto emocional. O resultado é um personagem com várias facetas que funciona como o pilar da história dissecada por McKay. Este é um papel bem diferente do que Bale está acostumado fazer. Embora assuma o protagonismo da história, ele tem pouco espaço para se expressar com liberdade, sendo sempre contido e mais calculista. Isso foi o suficiente para lhe render o Globo de Ouro de Melhor Ator de Comédia ou Musical, mas será o suficiente para levar o Oscar?</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10033" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0940097.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Bradley Cooper" width="610" height="348" /><br />
<strong>Bradley Cooper, por Nasce Uma Estrela</strong></p>
<p style="text-align: center;">Já Bradley Cooper é uma pedra preciosa que vem sendo deixada de lado na maioria das premiações. Em <em>Nasce Uma Estrela</em>, além de ser responsável por roteiro, produção e direção, ele assume o papel do protagonista, o cantor Jackson Maine. É curioso ver o quanto as pessoas enaltecem o trabalho de Lady Gaga, quando, na verdade, a alma do filme é Cooper. Ele transita por muitos sentimentos do personagem e o espectador acompanha de perto o sufoco e a queda do músico. É como se uma estrela precisasse apagar para que outra acendesse. Bradley nos presenteia com o melhor trabalho de sua carreira, o mais intenso, profundo e contundente. Ele não apenas nos envolve pelas emoções, quando pela realidade de tudo que ele passa. A dedicação fora de tela trouxe ainda mais força para o que acontece diante de nossos olhos, em um trabalho incrível. Pena que ele não esteja sendo devidamente reconhecido nas premiações.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10034" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Bohemian-Rhapsody-Rami-Malek.jpg" alt="Rami Malek" width="610" height="348" /><br />
<strong>Rami Malek, por Bohemian Rhapsody</strong></p>
<p style="text-align: center;">Quem está recebendo toda a glória e reconhecimento é o ator Rami Malek. No papel de Freddie Mercury, em <em>Bohemian Rhapsody</em>, ele nos oferece uma nova faceta de atuação, que antes não conhecíamos. Rami é, definitivamente, um excelente ator e sua dedicação em aprender tudo sobre o protagonista (até a forma de mexer as mãos), faz com que ele seja o próprio Mercury em tela. A minha questão, no entanto, é o excesso de afetação do ator, que consegue transcender o personagem. Embora muito boa, esta não é uma atuação formidável que merecia o maior prêmio do cinema. Considero inferior a outros concorrentes, como Bradley e Viggo. O filme, que passou por um processo intenso de troca de diretores, pode ter contribuído para essa percepção menos gloriosa. É como se o espectador percebe-se o tempo todo que é Rami interpretando Freddie naquele momento e isso desfavorece a experiência como um todo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10035" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/5463075.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Viggo Mortensen" width="610" height="348" /><br />
<strong>Viggo Mortensen, por Green Book – O Guia</strong></p>
<p style="text-align: center;">Para fechar, o ator Viggo Mortensen nos traz o papel mais &#8220;fora da curva&#8221; de sua carreira no longa <em>Green Book &#8211; O Guia</em>. Ele interpreta Tony Lip, um fanfarrão descendente de italiano e preconceituoso que embarca em uma viagem com o seu novo chefe negro. Todo o processo de descoberta do personagem é incrível de se ver e vivido com tanta intensidade e cuidado por Viggo. Assim como Bale, ele engordou mais de 20 quilos e se esmerou na arte de aprender a se portar como um descente de italiano nato, com todas as suas peculiaridades. Ele é o foco do filme, com todas as descobertas e transformações que sofre ao longo da viagem. Viggo transita por muitas emoções e se desdobra nas camadas de Tony. A sua melhor atuação da carreira e a mais diferenciada, definitivamente.</p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 01:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2019 pode ser o ano que consagrará uma das maiores atrizes que o cinema já teve e que nunca levou a estatueta do Oscar. Pode ser o ano também que terá como vencedora da estatueta uma estrela da música pop, seguindo os passos de Cher. Uma inglesa que surge aos holofotes ou uma popular comediante num papel dramático também podem ser as vencedoras da noite. A Academia também pode fazer história dando a estatueta para uma atriz mexicana descendente de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>2019 pode ser o ano que consagrará uma das maiores atrizes que o cinema já teve e que nunca levou a estatueta do Oscar. Pode ser o ano também que terá como vencedora da estatueta uma estrela da música pop, seguindo os passos de Cher. Uma inglesa que surge aos holofotes ou uma popular comediante num papel dramático também podem ser as vencedoras da noite. A Academia também pode fazer história dando a estatueta para uma atriz mexicana descendente de índios. Os cinco nomes que concorrem ao Oscar de melhor atriz em 2019 podem construir uma bela narrativa ao vencer o prêmio. Confira quem são elas e quais as suas chances:</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10010" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/blogib_a-esposa_feat.jpg" alt="Glenn Close" width="610" height="348" /><br />
<strong>Glenn Close, por <em>A Esposa</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Para os que acharam a vitória de Leonardo DiCaprio no Oscar por sua interpretação em <em>O Regresso </em>tardia, há mais de três décadas a veterana Glenn Close espera pelo prêmio. A atriz já foi indicada ao Oscar seis vezes antes de <em>A Esposa</em>, incluindo nessas menções dois de seus desempenhos mais reverenciados, em <em>Atração Fatal</em> de 1987, pelo qual perdeu a estatueta para Cher em <em>O Feitiço da Lua</em>, e <em>Ligações Perigosas </em>de 1988, numa edição do prêmio que deu a vitória para Jodie Foster em <em>Acusados</em>. No drama de Björn Runge, Close interpreta a esposa de um renomado escritor que viaja com o marido para Estocolmo  a fim de prestigiar a cerimônia de entrega do prêmio Nobel de literatura para ele. Gradualmente, essa mulher começa a questionar tudo aquilo que abdicou em nome desse matrimônio. Diferente dos seus desempenhos mais célebres, incluindo a icônica vilã Cruela DeVil de <em>101 Dálmatas</em>, a interpretação da atriz em <em>A Esposa </em>é marcada pela economia, pelas reações de suas personagens aos demais e pelo esboço de reações que contrariam aquilo que ela verdadeiramente sente. É discreto e algo que somente uma atriz do calibre de Close conseguiria transmitir. Tendo vencido o SAG Awards, premiação do sindicato dos atores, o Critic&#8217;s Choice e o Globo de Ouro, podemos dizer que, até o momento, Glenn Close está na dianteira da corrida pelo Oscar de melhor atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10011" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/lady_gaga_nasce_uma_estrela.jpg" alt="Lady Gaga" width="610" height="348" /><br />
<strong>Lady Gaga, por <em>Nasce uma Estrela</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">A principal concorrente de Close é Lady Gaga, que, assim como Cher em 1987, pode tirar o favoritismo da veterana. Estreando nos cinemas com a quarta versão para os cinemas de <em>Nasce uma Estrela</em> após vencer o Globo de Ouro de melhor atriz com a 5ª temporada de <em>American Horror Story</em>, Gaga vive Ally, uma personagem que tem paralelos com a própria trajetória da cantora. De revelação, a jovem compositora e cantora é lançada ao estrelato pop após ser descoberta por um músico interpretado por Bradley Cooper. Nessa mesma edição do Oscar, Gaga concorre ao prêmio de melhor canção pelo <em>hit </em>&#8220;Shallow&#8221; e deve levar esse prêmio, o que pode ser uma vitória de consolação na cabeça dos votantes, que se sentiriam desobrigados de premiá-la também como melhor atriz. A questão é que apesar de Close ser veterana na sua arte, não teve um nome mais presente na temporada de prêmios de 2019 que Lady Gaga, que se esforçou ao máximo para promover o seu filme em todas as circunstâncias na qual foi convocada para falar sobre sua experiência em <em>Nasce uma Estrela</em>, que, diferente de <em>A Esposa</em>, concorre ao prêmio de melhor filme. Poderia Gaga repetir o feito de Cher, conseguindo algo que Madonna e Beyoncé não conquistaram?</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10012" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2228285.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Olivia Colman, <em>A Favorita</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Olivia Colman é daquelas atrizes amadas pelo circuito de festivais de cinema que o grande público finalmente conhece através de um desempenho indicado ao Oscar. Em <em>A Favorita </em>de Yorgos Lanthimos a inglesa interpreta a Rainha Anne, objeto de cobiça de duas mulheres (Rachel Weisz e Emma Stone) que cobiçam o poder através do estreitamento da relação com a monarca. Colman brilha na pele de uma mulher repleta de problemas físicos e emocionais cuja imaturidade era um traço típico dos reis de sua época, que assumiam uma grande responsabilidade, mas tinham pouquíssima experiência para carregá-la. Pelo seu desempenho em <em>A Favorita</em>, Colman venceu o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza, sendo um dos nomes que deu o pontapé na temporada de premiações em agosto de 2018, mês no qual os especuladores do Oscar já começaram a enxergá-la como provável indicada ao prêmio. Dito e feito. Após desempenhos marcantes e premiados como no drama <em>Tiranossauro </em>e participações em filmes como <em>A Dama de Ferro </em>e <em>Chumbo Grosso</em>, finalmente Olivia Colman ganha o destaque que merece. Pode correr por fora na disputa pois venceu os prêmios de melhor atriz em comédia ou musical no Globo de Ouro e no Critic&#8217;s Choice Awards.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10013" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/98522909-18f7-4e6c-8c50-91b3062e77e0-CYEFMMobile.max-2000x2000.jpg" alt="Melissa McCarthy" width="610" height="348" /><br />
<strong>Melissa McCarthy, <em>Poderia me Perdoar?</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Comediante popular em Hollywood, Melissa McCarthy não precisou esperar por um &#8220;drama sério&#8221; para enfim ser reconhecida pela Academia. Logo em 2012, a atriz conseguiu sua primeira indicação ao prêmio como melhor atriz coadjuvante por <em>Missão Madrinha de Casamento</em>, um <em>hit </em>de Paul Feig que a catapultou como um dos nomes mais rentáveis do gênero com longas como <em>A Espiã que Sabia de Menos </em>e <em>As Bem-Armadas. </em>Em <em>Poderia me Perdoar? </em>é que McCarthy exibe uma faceta mais dramática interpretando uma renomada escritora que entra para o mercado da falsificação de artigos para colecionadores de objetos relacionados ao universo das artes. Na pele de Lee Israel, McCarthy dá a complexidade necessária para a personagem, lidando com sua incapacidade de articular-se socialmente, por exemplo. O filme vem num bom momento da carreira da atriz, que, curiosamente, acaba de amargar o fracasso comercial de <em>Crimes em Happytime</em> e <em>Alma da Festa</em>, que lhe renderam indicações ao Framboesa de Ouro de pior atriz nesse mesmo ano do Oscar.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10014" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2018-12-21-roma.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Yalitza Aparicio, <em>Roma</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">A mexicana Yalitza Aparicio estreia no cinema em <em>Roma</em>, um dos grandes destaques do Oscar desse ano. Para muitos que esperavam nomes como Nicole Kidman (<em>O Peso do Passado)</em>, Charlize Theron (<em>Tully</em>) ou Emily Blunt (<em>O Retorno de Mary Poppins</em>) foi uma das surpresas da categoria, principalmente pela atriz ter sido pouco citada em outras premiações como o Critic&#8217;s Choice, Globo de Ouro ou SAG Awards, fortes indicadores do Oscar. No longa, Aparicio interpreta a funcionária doméstica de uma casa de família de classe média no México dos anos de 1970. Por sua indicação ao Oscar, Yalitza tem chamado a atenção no seu país natal, sendo agora cortejada por uma das maiores emissoras de TV, a Televisa, responsável por telenovelas populares aqui no Brasil como <em>Maria do Bairro </em>e <em>A Usurpadora</em>. Aparicio é a segunda mexicana a concorrer ao Oscar de melhor atriz, a primeira foi Salma Hayek por <em>Frida </em>em 2003, e a primeira indígena a estar na categoria. Acredita-se que seja a candidata com menos possibilidade de vitória na lista por ter sido o nome recepcionado com mais surpresa. A presença de Yalitza na lista, todavia, indica que a Academia gosta muito de <em>Roma </em>e que o filme pode ter chances concretas na categoria melhor filme.</p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Ator Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 01:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os atores coadjuvantes dessa edição do Oscar, uma variedade de papéis e de históricos de carreira. Temos dois vencedores nessa mesma categoria em edições recentes do prêmio, dois veteranos nunca antes indicados e uma jovem estrela em ascensão. Em diferentes filmes e com personagens que de fato existiram fora das telas e outros criados para seus respectivos projetos, os cinco nomes que concorrem ao prêmio são: Mahershala Ali, por Green Book: O Guia Mahershala Ali segue ganhando todos os prêmios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os atores coadjuvantes dessa edição do Oscar, uma variedade de papéis e de históricos de carreira. Temos dois vencedores nessa mesma categoria em edições recentes do prêmio, dois veteranos nunca antes indicados e uma jovem estrela em ascensão. Em diferentes filmes e com personagens que de fato existiram fora das telas e outros criados para seus respectivos projetos, os cinco nomes que concorrem ao prêmio são:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10006" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/MahershalaAli.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mahershala Ali, por <em>Green Book: O Guia</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Mahershala Ali segue ganhando todos os prêmios da temporada como o pianista Don Shirley de <em>Green Book: O Guia </em>(Globo de Ouro, SAG Awards e Critic&#8217;s Choice Awards). Caso vença o Oscar, esse será o segundo prêmio do ator na categoria, anteriormente ele havia vencido por <em>Moonlight: Sob a Luz do Luar</em>. No longa, o ator incorpora o estudioso e exímio pianista durante uma temporada em que viaja pelos EUA na companhia de um motorista recém contratado de quem se torna amigo, o italiano Tony Lip de Viggo Mortensen. Ali é tão protagonista do filme quanto seu principal colega de cena, mas por razões estratégicas o estúdio responsável pela distribuição do filme o inscreveu nas premiações como coadjuvante assim o ator tem sido imbatível numa temporada de prêmios levemente morna em sua categoria. A vitória virá num momento bom para a carreira de Ali, que estrela a atual temporada da série <em>True Detective </em>da HBO.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9995" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Richard-E.-Grant-Poderia-me-Perdoar.png" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Richard E. Grant, por <em>Poderia me Perdoar?</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Após anos de uma carreira prolífica que inclui filmes como <em>Assassinato em Gosford Park </em>e <em>Os Desajustados</em>, o suíço Richard E. Grant finalmente consegue o reconhecimento da Academia por interpretar Jack Hock, o melhor amigo da escritora Lee Israel de Melissa McCarthy no drama <em>Poderia me Perdoar?</em>. O ator tem ótimos momentos na companhia da atriz, mas também tem cenas marcantes no filme, compondo um sujeito extremamente safo nas ruas novaiorquinas. Grant é um coadjuvante magnético em cena, compondo com precisão cirúrgica os trejeitos do seu personagem e dando sabor a cada um das suas ótimas falas no filme. Após anos passando despercebido em filmes que chamaram a atenção do público recentemente como <em>Jackie </em>e <em>Logan</em>, a expectativa é que a merecida indicação renda ainda mais oportunidades ao ator.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9994" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/1223805.jpg" alt="Adam Driver" width="610" height="348" /><br />
<strong>Adam Driver, por <em>Infiltrado na Klan</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">O terreno para uma indicação de Adam Driver ao Oscar vinha sendo construído gradualmente nos últimos anos. Trabalhando com diretores consagrados como Steven Soderbergh (<em>Logan Lucky</em>), os irmãos Coen (<em>Inside Llewyn Davis</em>), Jim Jarmusch (<em>Paterson</em>)  e Martin Scorsese (<em>Silêncio</em>), Driver passou de galã <em>cult </em>da TV por sua presença na série <em>Girls </em>a estrela do universo <em>geek </em>na pele do vilão Kylo Ren na nova trilogia <em>Star Wars. </em>Em <em>Infiltrado na Klan</em>, Driver é dirigido por mais uma lenda do cinema, Spike Lee, num de seus melhores filmes em anos, interpretando um policial judeu que serve como instrumento no plano de infiltragem da Ku Klux Klan engendrado pelo parceiro vivido por John David Washington. A primeira indicação ao prêmio pode ser um indicativo de vitórias futuras, mas esse não parece ser o momento ainda que o filme seja um dos mais badalados e queridos da temporada.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9993" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/bradley-cooper-sam-elliott-nasce-uma-estrela-2018.jpg" alt="Sam Elliott" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sam Elliott, por <em>Nasce Uma Estrela</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Sam Elliott é uma das figuras mais conhecidas de Hollywood e está na ativa desde os anos de 1960. Esteve em longas como <em>Matador de Aluguel</em>, protagonizado por Patrick Swayze em 1989, no clássico dos irmãos Coen <em>O Grande Lebowski </em>e no <em>blockbuster </em><em>A Bússola de Ouro</em>. Em 1995, o ator chegou na temporada de prêmios com indicações ao Globo de Ouro pelo telefilme <em>O Aventureiro do Oeste</em> e ao mesmo prêmio e ao Emmy por sua atuação em <em>Buffalo Girls</em>, minissérie protagonizada por Anjelica Huston e Mellanie Griffith. Na temporada passada, Elliott chegou a gerar algumas especulações na temporada de premiações por sua performance no ainda inédito no Brasil <em>The Hero</em>. Na estreia de Bradley Cooper como diretor, Elliott interpreta o tio do personagem do músico Jack, uma figura paterna importante na sua vida e carreira. Elliott tem poucos momentos no drama, contudo, são três cenas cortantes que definem o personagem de Cooper. Como ocorrido com E. Grant, a expectativa é que a indicação renda mais convites ao ator.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9991" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/0367398.jpg" alt="Sam Rockwell" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sam Rockwell, por <em>Vice</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Vencedor nessa mesma categoria ano passado por <em>Três Anúncios para o Crime</em>, Sam Rockwell aproveita o bom momento da sua carreira e está mais uma vez no Oscar. Em <em>Vice</em>, o ator interpreta o ex-presidente americano George W. Bush na biografia do político Dick Cheney, seu vice vivido por Christian Bale. Da maneira mais debochada possível, Rockwell pega todos os trejeitos de Bush, mas também sabe estabelecer limites para não cair na caricatura, entendendo precisamente o que o diretor Adam McKay quer com seu longa. Podemos interpretar a indicação como um &#8220;respingo&#8221; dos louros passados do ator, que levou todos os prêmios na categoria temporada passada, mas há méritos.</p>
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		<title>Nasce Uma Estrela é o destaque nas estreias desta semana (11/10). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 20:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta releitura da trágica história de amor, Bradley Cooper interpreta o experiente músico Jackson Maine, que descobre a artista desconhecida Ally (Lady Gaga), por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso&#8230; até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios. Confira a nossa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta releitura da trágica história de amor, Bradley Cooper interpreta o experiente músico Jackson Maine, que descobre a artista desconhecida Ally (Lady Gaga), por quem se apaixona. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso&#8230; até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WGsA2aXYBGo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9431" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/2311462.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="filme Tudo Por Um Popstar" width="610" height="348" /><br />
<strong>Tudo Por Um Popstar</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Bruno Garotti<br />
<strong>Elenco:</strong> Maisa Silva, Klara Castanho, Mel Maia</p>
<p>A banda pop masculina Slavabody Disco Disco Boys, febre entre as mocinhas de todo o Brasil, anuncia que irá tocar no Rio de Janeiro. Fãs de carteirinha do grupo, as adolescentes e melhores amigas Gabi (Maísa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) farão de tudo para que seus pais deixem que elas saiam da cidade em que moram e vão assistir ao show do grupo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x-YyXWnXkvg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9432" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1410160.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="filme Goosebumps 2 - Halloween Assombrado" width="610" height="348" /><br />
<strong>Goosebumps 2 &#8211; Halloween Assombrado</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Ari Sandel<br />
<strong>Elenco:</strong> Jeremy Ray Taylor, Madison Iseman, Caleel Harris</p>
<p>Na pequena cidade de Wardenclyffe, Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam (Caleel Harris) acham um manuscrito em uma casa abandonada. Ao abri-lo, eles libertam Slappy (Avery Lee Jones), que pretende causar um apocalipse com a ajuda dos seus amigos monstros. Os meninos, com ajuda de Sarah (Madison Iseman), precisam derrotá-lo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/y8FHy2GXgM4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9433" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/013998.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="filme Cinderela e o Príncipe Secreto" width="610" height="306" /><br />
<strong>Cinderela e o Príncipe Secreto</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Lynne Southerland</p>
<p>Com a ajuda da Fada Madrinha, Cinderela e seus amigos camundongos conseguem escapar do sótão onde vivem para ir ao Baile Mágico no palácio real. Tudo parece perfeito, mas eles logo descobrem um segredo terrível: o verdadeiro príncipe encantado foi transformado em um rato pela Bruxa Má, aquele príncipe no baile não passa de um impostor. Cinderela e seus leais amigos agora embarcam em uma perigosa aventura para derrotar as forças do mal e ajudar o príncipe a voltar a sua verdadeira forma.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZHWVty0_R1A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9434" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/0021923.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="filme Djon África" width="610" height="348" /><br />
<strong>Djon África</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Filipa Reis, João Miller Guerra<br />
<strong>Elenco:</strong> Miguel Moreira, Isabel Cardoso, Bitori</p>
<p>Miguel, filho de cabo-verdiano, nascido e crescido na periferia de Lisboa, decide embarcar numa viagem ao continente africano para procurar seu pai e aprofundar suas raízes. Porém, se surpreende pela forma como é recebido na terra dos seus antepassados, que não o percebem como ele se imaginava ser. DJON AFRICA é um road movie intimista de descobrimento pessoal sobre identidade e auto-conhecimento.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/isoM38T7GPQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9435" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/5978128.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="filme Minha Filha" width="610" height="348" /><br />
<strong>Minha Filha</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Laura Bispuri<br />
<strong>Elenco:</strong> Valeria Golino, Alba Rohrwacher, Udo Kier</p>
<p>A guarda Vittoria, de uma menina de dez anos, está sob disputa de duas mães: a de criação e a biológica, que deseja tê-la de volta. No centro do conflito, Vittoria se vê obrigada a lidar com questões existenciais muito acima do seu nível de maturidade e a fazer uma escolha que a afetará para sempre.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kUy5DePNJx4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Nasce Uma Estrela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 19:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Star Is Born]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nasce Uma Estrela não é apenas um filme. É uma reunião de sentimentos que serão despertados nos espectadores, cena após cena. Com uma história atraente e uma trilha sonora impecável, intensidade de emoções define o tom deste produto. Então foi com muita empolgação que esta jornalista que vos escreve foi à cabine de imprensa. E fico imensamente feliz que nenhuma expectativa foi frustrada. Muito pelo contrário, saí de lá ainda mais empolgada. Jack é um cantor famoso que vive no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Nasce Uma Estrela</strong></em> não é apenas um filme. É uma reunião de sentimentos que serão despertados nos espectadores, cena após cena. Com uma história atraente e uma trilha sonora impecável, intensidade de emoções define o tom deste produto. Então foi com muita empolgação que esta jornalista que vos escreve foi à cabine de imprensa. E fico imensamente feliz que nenhuma expectativa foi frustrada. Muito pelo contrário, saí de lá ainda mais empolgada.</p>
<p>Jack é um cantor famoso que vive no limite, consumindo álcool e drogas e levando uma vida desregrada. Uma noite bebendo em um bar, após um show, ele conhece Ally, uma moça autêntica e excelente cantora que mostra sua voz junto a transformistas. Encantado, ele a convida para sair e, a partir daí, a história de ambos vai se cruzando.</p>
<p>Em sua estreia como diretor, Bradley Cooper não poupou esforços e esmero na condução do roteiro, que também é de sua autoria. Trabalhar um remake tem as benesses de um material mais redondo e que foi pré-aprovado pelo público. No entanto, a possibilidade de cair na mesmice e não oferecer algo novo para o espectador. Cooper reinventa a história e oferece um filme de alta qualidade e lapidado. Faz uso de artifício dos filmes anteriores, mas traz algo além.</p>
<p>A história de Jack e Ally é traçada com cuidado, desde o primeiro olhar. Em poucas cenas o espectador já se vê envolvido no amor do casal protagonista e vivendo a intensidade da relação. Isso é decisivo para o sucesso da narrativa, pois é efetivamente a alma do roteiro. Combinado com canções belíssimas e muito bem interpretadas, o roteiro tem muita fluidez e assertividade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9428" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1908981.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica nasce uma estrela" width="610" height="348" /></p>
<p>Nada disso seria possível, no entanto, sem a incrível interpretação de Lady Gaga e o próprio Bradley. Ela dá um verdadeiro show (com o perdão do trocadilho) aos olhos do espectador. Não apenas traz composições impecáveis para as músicas interpretadas, como envolve em cada cena. É um presente, de fato, para quem assiste e se deslumbra. O mesmo vale para Bradley. Ele está inteiro e empenhado no papel, que afirmo ser o melhor de sua carreira. Não apenas nos encanta, como dá espaço e apoio ao sucesso de Gaga. Se esse espetáculo de atuação existe, é pela química da dupla e não por trabalhos individuais.</p>
<p>O restante do elenco não deixa por menos. Todos ocupam seus espaços de maneira coerente e dando suporte aos protagonistas. Destaque para os transformista que são um espetáculo em cada cena. Temos ainda Sam Elliot no núcleo familiar de Jack e Anthony Ramos como o amigo de Ally. Ambos dão ainda mais personalidade ao longa.</p>
<p>Desde que foi exibido pela primeira vez nos festivais europeus, já se cogita indicações ao Oscar, especialmente para Lady Gaga. Quem assiste ao filme, percebe que não há exagero algum nisso. O filme é do Oscar, definitivamente. Não apenas de Melhor Atriz, mas também de Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Diretor.</p>
<p><strong><em>Nasce Uma Estrela</em></strong> ecoa em nós por muito tempo. Não apenas as lindas músicas ficam na cabeça, como a história envolvente. É daquele tipo de filme que fazemos questão de rever sempre. E não se surpreenda caso se emocione todas as vezes. Definitivamente, não é um filme qualquer.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WGsA2aXYBGo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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