<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Mike Epps - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/mike-epps/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mike-epps/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2020 15:17:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Mike Epps - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mike-epps/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 15:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allison Janney]]></category>
		<category><![CDATA[Ashley Brooks]]></category>
		<category><![CDATA[Bella Higginbotham]]></category>
		<category><![CDATA[Bert & Bertie]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Shotwell]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Gaffigan]]></category>
		<category><![CDATA[Johanna Colón]]></category>
		<category><![CDATA[Mckenna Grace]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Epps]]></category>
		<category><![CDATA[Milan Ray]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Troop Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Tropa Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12703</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Tropa Zero, a premiada Viola Davis (As Viúvas) interpreta uma aspirante a advogada que acaba se tornando a &#8220;mãe&#8221; de um grupo de escoteiras outsiders nos EUA dos anos de 1970. A produção indie é dirigida pela dupla de diretoras auto-denominadas de Bert &#38; Bertie que conduzem um roteiro Lucy Alibar, a mesma de Indomável Sonhadora, filme de 2012 que concorreu ao Oscar. Não por acaso, Tropa Zero é um longa que trata eminentemente de temas relacionados à infância [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/">Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong><em>Tropa Zero</em></strong>, a premiada Viola Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>As Viúvas</em></a>) interpreta uma aspirante a advogada que acaba se tornando a &#8220;mãe&#8221; de um grupo de escoteiras <em>outsiders</em> nos EUA dos anos de 1970. A produção <em>indie</em> é dirigida pela dupla de diretoras auto-denominadas de Bert &amp; Bertie que conduzem um roteiro Lucy Alibar, a mesma de <em>Indomável Sonhadora</em>, filme de 2012 que concorreu ao Oscar. Não por acaso, <strong><em>Tropa Zero</em></strong> é um longa que trata eminentemente de temas relacionados à infância como a auto-aceitação, o <em>bullying</em>, a importância da imaginação e a dificuldade de lidar com o luto.</p>
<p>A trama central de <em><strong>Tropa Zero</strong></em> envolve um grupo de crianças excluídas da sociedade por suas características pessoais que entram em uma competição de escoteiros e acabam aprendendo nessa jornada valores importantes como a empatia, além de fortalecer laços de amizade. O propósito inclusivo dessa produção é bem claro desde o primeiro instante e ele é executado com bastante simpatia na maior parte do tempo, ainda que precise de alguma força mais enérgica na sua direção, que surge mais como potência do que como energia canalizada de fato para a concretização de uma condução mais inventiva.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12705" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa.jpg" alt="Tropa Zero" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A presença de atrizes do calibre de Viola Davis e Allison Janney (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Escândalo</em></a>) é interessante ao projeto, mas nada que faça grande diferença do ponto de vista da espectatorialidade. O ponto de interesse do filme é seu elenco infantil, mas mesmo ele é aproveitado com uma certa moderação pela dupla de diretoras.</p>
<p>Músicas de David Bowie como &#8220;Rebel, Rebel&#8221; e &#8220;Starman&#8221; surgem como emblemáticas na trajetória dos personagens de <strong><em>Tropa Zero</em></strong>. Acabam sintetizando e ajudando o filme, deixando claro para o espectador a leitura das suas cineastas sobre a jornada das suas personagens. É uma pena que as incursões mais enérgicas das realizadoras se reduzam por vezes a isso. O filme apresenta um potencial de investir mais em suas emoções, sobretudo o background da personagem de Davis e como ele se relaciona com a história dessas crianças, mas opta por uma inexplicável economia ou timidez criativa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Bert &amp; Bertie<br />
<strong>Elenco:</strong> Viola Davis, Mckenna Grace, Allison Janney, Jim Gaffigan, Charlie Shotwell, Milan Ray, Johanna Colón, Bella Higginbotham, Mike Epps, Ashley Brooks</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BkBnHQvPrdA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/">Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Meu Nome é Dolemite</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2019 20:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Brewer]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Da'Vine Joy Randolph]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Keegan Michael Key]]></category>
		<category><![CDATA[Kodi Smit-McPhee]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Nome É Dolemite]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Epps]]></category>
		<category><![CDATA[Snoop Dogg]]></category>
		<category><![CDATA[T.I.]]></category>
		<category><![CDATA[Tituss Burgess]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Wesley Snipes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11677</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não há como falar de Meu Nome é Dolemite sem antes lembrar da história do cinema norte-americano. Entre 1930 e 1968, o Código Hays de censura trouxe uma regra de códigos morais para as produções cinematográficas. Posteriormente, com sua flexibilização e caducidade, explodiu nas décadas de 60 e 70 o gênero de exploitation. Marcado pela violência, palavrão, sexo e nudez, ele se dividiu em diversas categorias. Entre elas, o blaxploitation era, resumidamente, um filme feito por negros para negros. Como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/">Crítica: Meu Nome é Dolemite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há como falar de <em><strong>Meu Nome é Dolemite</strong></em> sem antes lembrar da história do cinema norte-americano. Entre 1930 e 1968, o <em>Código Hays</em> de censura trouxe uma regra de códigos morais para as produções cinematográficas. Posteriormente, com sua flexibilização e caducidade, explodiu nas décadas de 60 e 70 o gênero de <em>exploitation</em>. Marcado pela violência, palavrão, sexo e nudez, ele se dividiu em diversas categorias. Entre elas, o <em>blaxploitation</em> era, resumidamente, um filme feito por negros para negros. Como características significantes, ele tinha uma trilha sonora de <em>funk</em> ou <em>soul jazz</em>, um vocabulário forte, melodramas e a ambientação dos <em>ghettos</em>.</p>
<p>Assim, é neste contexto que está o novo filme da <em>Netflix</em>, uma cinebiografia de um nomes famosos do <em>blaxploitation</em>. Rudy Ray Moore (Eddie Murphy, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-funeral-em-familia/"><em>Um Funeral em Família</em></a>) é um pseudo comediante que abre shows em bares de <em>Los Angeles</em>, mas ninguém da plateia ri de suas apresentações. Após escutar histórias hilárias de um mendigo, Rudy decide criar o alter ego de <em>Dolemite</em>, incorporando seus contos em forma de rima. Graças ao sucesso imediato que faz, chegando a estar entre os discos mais vendidos da <em>Billboard, </em>ele que quer mais: fazer um filme.</p>
<p>Dirigido por Craig Brewer (<em>remake </em>de <em>Footlose</em>), <em><strong>Meu Nome é Dolemite</strong></em> é, primeiramente, um metacinema. Com um ritmo ágil, a segunda metade do longa passa por todas as etapas da realização de um filme. Vai desde o <em>pitching </em>(venda da ideia para o produtor bancar o projeto), passando pelo <em>brainstorm </em>do roteiro e até dificuldades técnicas como falta de filme na câmera. Além de cada cena ser uma bela homenagem não só à Rudy como todo o <em>blaxploitation</em>, os bastidores funcionam por si só. O leve roteiro e o comprometimento dos atores realmente passam a imagem daquele ambiente como uma família.</p>
<p>Neste sentido, <em><strong>Meu Nome é Dolemite </strong></em>é também um projeto de amor de Eddie Murphy, já que ele também é seu produtor. Indo além, mais do que um testamento para Rudy, este filme é a oportunidade perfeita para, assim como <em>Dolemite, </em>que uma nova geração lembre do ator de <em>Um Tira da Pesada</em>, que aos poucos caia no esquecimento. Com uma das atuações mais fortes de sua carreira, Murphy se atesta mais uma vez como um dos grandes nomes de sua geração.</p>
<p>Evidentemente, o astro é mais conhecido por seu <em>timing </em>cômico, mas seu papel como <em>Dolemite</em> não se limita a isso. Sempre vestido com figurinos coloridos e excêntricos — categoria que merece ser reconhecida em premiações —, Murphy incorpora o lado caricatural do personagem. Ele solta um <em>fucking </em>a cada duas frases e conta suas piadas sempre se movimentando com molejo e uma bengala. Ainda que mostre autoconfiança na maior parte do tempo, há também nuances dramáticas e de fragilidade em sua atuação, como na cena em que recebe uma notícia desanimadora e a câmera de Brewer vai apenas aproximando dele na cabine telefônica, trazendo uma sensação de enclausuramento.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11679" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Dolemite2.jpg" alt="Meu Nome é Dolemite" width="667" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Dolemite2.jpg 667w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Dolemite2-610x457.jpg 610w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></p>
<p>Igualmente, o carisma de <em><strong>Dolemite É Meu Nome </strong></em>também passa por todo seu elenco de apoio. Ele vai desde participações especiais de Snoop Dogg (<em>Reincarneted</em>) e Chris Rock (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/review-a-very-murray-christmas/"><em>A Very Murray Christmas</em></a>) como radialistas até um brilhante Wesley Snipes (franquia <em>Blade</em>). Este é outro que se destaca, fazendo o ator D&#8217;Urville Martin, que se acha profissional demais para trabalhar com o resto da equipe, como o cinegrafista Nick <em>(</em>Kodi Smit-McPhee<em>, </em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-fenix-negra/"><em>X-Men: Fênix Negra</em></a>).</p>
<p>Assim como Eddie Murphy, Snipes é outro caberia em premiações, se entregando aos poucos no ridículo, à medida que vai percebendo que não dá para levar aquele filme a sério. Já Tituss Burgess (Titus de <em>Unbreakable Kimmy Schimidt</em>), basicamente, interpreta outra versão de seu papel mais famoso, o que é sempre positivo. Ainda sobre tecnicidades, o colorido figurino que transborda alegria, a trilha sonora do <em>funk</em> norte-americano e uma ambientação de época com cheia de tons amarelos trazem a total imersão para a década de 70.</p>
<p>Por fim, <em><strong>Meu Nome é Dolemite</strong></em> é uma carta de amor para Rudy Ray Moore, Eddie Murphy e Wesley Snipes. Em um passeio nostálgico pelo gênero de <em>blaxploitation</em>, a trama lembra o recente <em>Artista do</em> <em>Desastre </em>ao retratar pessoas apaixonadas produzindo um filme<em> B</em>. No entanto, diferentemente de Tommy Wiseau, há um <em>swag</em> inegável nesta metaficção. Se <em>Dolemite </em>começou a fazer filmes para cobrir seu ego pessoal, ao final, ele ganha consciência de que é uma inspiração para diversos jovens negros que buscam eternizar seu nome em capas de discos assim como ele.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Craig Brewer</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Eddie Murphy, Wesley Snipes, Keegan-Michael Key, Kodi Smit-McPhee, Craig Robinson, Chris Rock, Mike Epps, T.I., Tituss Burgess, Snoop Dogg, Da&#8217;Vine Joy Randolph</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Jt2p7WFZanI&amp;w=750&amp;h=500]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/">Crítica: Meu Nome é Dolemite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
