<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos LGBTQI+ - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/lgbtqi/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lgbtqi/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 09 Sep 2023 00:18:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos LGBTQI+ - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lgbtqi/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mostra de Tiradentes: Letícia Monte Bonito, 04</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/mostra-de-tiradentes-leticia-monte-bonito-04/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/mostra-de-tiradentes-leticia-monte-bonito-04/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 16:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Monte Bonito 04]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQI+]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Tiradentes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13685</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tonalidades claras, clima nostálgico e iluminação forte, quase estouradas, são as primeiras coisas que se notam nos primeiros minutos deste curta-metragem, Letícia Monte Bonito, 04. Narrando o encontro de duas jovens que estabelecem uma relação de paquera e afeto, o filme procura instaurar uma ambientação leve e despretensiosa. Letícia (Maria Galant) e Laís (Eduarda Bento) possuem gostos em comum e dividem uma tarde prazerosa, com música, lanches, jogos e séries. Há toda uma construção de atmosfera de jovialidade impressa na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/mostra-de-tiradentes-leticia-monte-bonito-04/">Mostra de Tiradentes: Letícia Monte Bonito, 04</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tonalidades claras, clima nostálgico e iluminação forte, quase estouradas, são as primeiras coisas que se notam nos primeiros minutos deste curta-metragem, <em><strong>Letícia Monte Bonito, 04</strong></em>. Narrando o encontro de duas jovens que estabelecem uma relação de paquera e afeto, o filme procura instaurar uma ambientação leve e despretensiosa. Letícia (Maria Galant) e Laís (Eduarda Bento) possuem gostos em comum e dividem uma tarde prazerosa, com música, lanches, jogos e séries.</p>
<p>Há toda uma construção de atmosfera de jovialidade impressa na tela. Através de detalhes, como a cor rosa presente de forma intensa ou quando colam a tatuagem que vem no chiclete, existe um ar de inocência criado pela equipe da obra, deixando imprenso e demarcado o tema do amor juvenil. Enquanto estes elementos saltam aos olhos, a conexão da dupla não se perde. Há uma química entre Laís e Letícia. Os olhares das duas conversam e dialogam com sentimentos que se fazem palpáveis. São sensações serenas, porém que também conseguem denotar certa paixão e a atração física entre elas.</p>
<p>Um elemento importante de se destacar é a escolha por um enredo leve para se tratar de duas mulheres se envolvendo romanticamente. Falta na arte como um todo um espaço para tramas felizes, sem finais trágicos, mortes e sofrimentos, quando se fala em casais queer femininos. Pesquisadores da área de comunicação, que estudam o audiovisual e o público LGBTQI+, vêm investigando e mostrando a quantidade de temas e situações negativas em obras que envolvem esta parcela da sociedade. Desta maneira, <strong><em>Letícia Monte Bonito, 04</em></strong> é um bálsamo dentro de um cenário difícil, com pouca visibilidade e representações ineficazes ou dolorosas.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13700" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d43d1c4135bac8f5f65d722e94b7efc8_158845442391_355767773.jpg" alt="Letícia Monte Bonito, 04" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d43d1c4135bac8f5f65d722e94b7efc8_158845442391_355767773.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d43d1c4135bac8f5f65d722e94b7efc8_158845442391_355767773-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d43d1c4135bac8f5f65d722e94b7efc8_158845442391_355767773-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d43d1c4135bac8f5f65d722e94b7efc8_158845442391_355767773-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, apesar de seus ganhos, o curta peca em alguns sentidos. A começar por uma espécie de confusão temporal. Não dá ao certo para saber se existiu um equívoco na pesquisa para a construção da produção ou se a mistura de épocas é proposital. Contudo, fica uma impressão de lacunas sobre a estética apropriada para cada década. Assim, enquanto a indumentária e cabelo de uma parece do final dos anos 1980 e da outra início dos anos 2000. Enquanto isso, em uma televisão, o seriado <em>Xena: a princesa guerreira</em> está passando, o que pode remeter aos anos 1990. Mas, na parede há um pôster da cantora Avril Lavigne, o que devolve a ideia de que a história de passa entre 2001 a 2003.</p>
<p>Não há como saber, porém estes elementos incertos retiram um pouco da atenção do espectador para com o que está sendo contado. Além disso, a relação entre o casal parece ganhar uns saltos de aproximação, quebrando qualquer tipo de progressão. As dinâmicas mudam em estalos repentinos. Um exemplo é o confronto do início, quando Laís entra na casa de Letícia e começa a mexer nas coisas dela. Há um susto inicial, porém, em poucos segundos o tom é outro, é mais amigável. A ligação entre a dupla não tem tempo de ser desenvolvida e a vontade de querer mostrar o crescimento da interação delas é válida, mas mal explorada em <em><strong>Letícia Monte Bonito, 04</strong></em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Julia Regis</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Maria Galant, Eduarda Bento.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bgtsoA5-ASY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/mostra-de-tiradentes-leticia-monte-bonito-04/">Mostra de Tiradentes: Letícia Monte Bonito, 04</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/mostra-de-tiradentes-leticia-monte-bonito-04/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Alguém Avisa?</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 19:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alguém avisa?]]></category>
		<category><![CDATA[Alison Brie]]></category>
		<category><![CDATA[Aubrey Plaza]]></category>
		<category><![CDATA[Clea Duvall]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Levy]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hulu]]></category>
		<category><![CDATA[Jake McDorman]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQI+]]></category>
		<category><![CDATA[Mackenzie Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Mary Steenburgen]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Garber]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13565</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nova comédia romântica natalina do Hulu, Alguém Avisa? é tudo que se espera de um título do gênero. A trilha sonora, de Amie Doherty (Eu, Tonya) e Lesley Barber (Manchester à Beira-Mar), é um dos destaques aqui e reúne canções típicas do Natal, como “My Favorite Time of the Year” e “Jingle Bells”. É notável como as músicas ambientam o espectador, fazendo com que este se sinta imerso neste universo ficcional. Mas, o melhor é que elas não chegam tão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/">Crítica: Alguém Avisa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nova comédia romântica natalina do Hulu, <strong><em>Alguém Avisa?</em></strong> é tudo que se espera de um título do gênero. A trilha sonora, de Amie Doherty (<em>Eu, Tonya</em>) e Lesley Barber (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-manchester-a-beira-mar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Manchester à Beira-Mar</em></a>), é um dos destaques aqui e reúne canções típicas do Natal, como “My Favorite Time of the Year” e “Jingle Bells”. É notável como as músicas ambientam o espectador, fazendo com que este se sinta imerso neste universo ficcional. Mas, o melhor é que elas não chegam tão incisivamente, ao ponto de parecer algo forçado para criar clima, apenas.</p>
<p>Outro fator que contribui para a sensação de festas de final de ano é a direção de arte. As cores e objetos costumeiros estão ali, porém há um cuidado em suavizar estes elementos, a fim de não tirar o foco do que está sendo contado. Um exemplo é a cena na qual a protagonista, Abby (Kristen Stewart, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>As Panteras</em></a>), conversa com o melhor amigo John (Daniel Levy), em um café. Pequenos toques de verde, azul, amarelo e dourado se fazem presentes, mas o que importa é o diálogo entre a dupla. De toda forma, estes detalhes são o que engrandecem a obra.</p>
<p>Dentro de toda essa construção, de instalação de atmosfera, há um equilíbrio. O longa fala justamente da quebra da manutenção de certo tradicionalismo hipócrita da sociedade, que faz com que pessoas tenham receio de se desconstruir e de lutar contra o status quo, demorando para que revelem quem são de verdade. Logo, o que fica aqui impresso é certa dualidade de um mundo que artificial e decorado, com o que habita os sentimentos das personagens.</p>
<p>Nesta lógica, há uma progressão narrativa em <strong><em>Alguém Avisa? </em></strong>onde o passado e o presente se encontram e decisões precisam ser tomadas. Abby tem uma namorada, a Harper (Mackenzie Davis, <em>Tully</em>), que não saiu do armário para a família. O casal vai passar o Natal com os pais, irmãs e sobrinhos de Harper. Neste contexto, Abby se sente sufocada com este segredo e começa a desconhecer sua companheira. Naquele local, Harper parece ser outra. É a partir disso, que surge Riley (Aubrey Plaza, <em>Tirando o Atraso</em>), ex de Harper. O público, então, passa a acompanhar o afastamento entre Abby e Harper e a aproximação entre Riley e Abby.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13580" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Alguém Avisa?" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2812106.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A química entre Stewart e Plaza é forte, o que contribui para a <em>shippagem</em> das duas. As sequências crescem bastante quando elas estão juntas. As interpretações, que, no geral, são positivas, têm uma qualidade ainda mais superior quando as atrizes contracenam. Os olhares, gestos e movimentações são rica, porque imprimem cada identificação e desconforto que acaba surgindo entre Abby e Riley. Apesar da dinâmica forte delas, o desfecho acaba se encaixando bem na proposta do filme. Mesmo que a escolha mais ousada fosse outra, explorar as dificuldades e processos de se assumir para os parentes acaba sendo mais importante e forte.</p>
<p>Estas tensões são fomentadas pela direção de Clea Duvall (<em>A Intervenção</em>), que não traz nada de inventivo, contudo, consegue um resultado eficaz, principalmente em termos de decupagem. A proximidade com as personagens e as suas emoções vêm muito das escolhas de plano e enquadramento de Duvall. Isto cresce mais ainda com a inserção de alguns cortes secos, que aumentam tanto os momentos cômicos, quanto os de suspensão.</p>
<p>Apesar de<strong> <em>Alguém Avisa?</em></strong> reunir bastante pontos positivos, o texto peca, em alguns momentos, por se expositivo. Quando quem assiste é subestimado a complexidade da trama é subtraída. A reiteração, se não aparece para causar algum efeito específico, tende a interromper a lógica de velocidade estabelecida, interferindo diretamente no ritmo como um todo. No entanto, este fator não compromete a produção, que vale a pena ser conferida não apenas pela sua doçura no trato das relações humanas, mas também pelo seu cuidado em evocar a técnica como fomento e diálogo direto com a história trazida na tela.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Clea Duvall</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Kristen Stewart, Mackenzie Davis, Aubrey Plaza, Mary Steenburgen, Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber, Jake McDorman, Clea Duvall</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BN9vUWwtZOk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/">Crítica: Alguém Avisa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
