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	<title>Arquivos Laila Garin - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Laila Garin - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Velhos Bandidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:33:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os anos 2000 carregam uma forte memória afetiva do boom do cinema nacional, especialmente com comédias que marcaram gerações, como O Auto da Compadecida (2000), Lisbela e o Prisioneiro (2003), Se Eu Fosse Você (2006), Ó Paí, Ó (2007) e Saneamento Básico, O Filme (2007). Esse estilo de filme parece ter perdido espaço ao longo dos anos, sendo ocupado por longas-metragens de ação e suspense. O cineasta Cláudio Torres (O Homem do Futuro, de 2011), no entanto, parece tentar virar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os anos 2000 carregam uma forte memória afetiva do <em>boom</em> do cinema nacional, especialmente com comédias que marcaram gerações, como <em>O Auto da Compadecida (2000)</em>, <em>Lisbela e o Prisioneiro (2003)</em>, <em>Se Eu Fosse Você (2006)</em>, <em>Ó Paí, Ó (2007)</em> e <em>Saneamento Básico, O Filme (2007)</em>. Esse estilo de filme parece ter perdido espaço ao longo dos anos, sendo ocupado por longas-metragens de ação e suspense. O cineasta Cláudio Torres (<em>O Homem do Futuro</em>, de 2011), no entanto, parece tentar virar esse jogo com o seu mais novo projeto. Produzido pela Conspiração Filmes e distribuído pela Paris Filmes, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira (26) como uma promessa de resgate do tom cômico dos anos 2000.</p>
<p>Recheados de rostos conhecidos, o novo longa de Torres é a união entre o dinamismo de uma ação cinematográfica simples e objetiva com a comicidade das desventuras e atropelos do acaso com o grupo de criminosos liderados por Fernanda Montenegro (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/"><em>Ainda Estou Aqui</em></a>, de 2024). Co-escrito pelo diretor e por Renan Flumian (<em>Amores Pandêmicos</em>, de 2023) e Fábio Mendes (<em>Dom</em>, de 2021-24), o filme desenvolve uma narrativa que não inova, nem surpreende com suas reviravoltas, mas que agrada com a entrega de seu elenco. Ainda que conte com situações inusitadas &#8211; algumas que beiram o absurdo -, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> conta com a qualidade da contracena de seu elenco principal para guiar a história.</p>
<p>A naturalidade e a cumplicidade da troca entre o elenco é a força desse projeto. Conseguir reunir Montenegro, Ary Fontoura (<em>Patos!</em>, de 2023), Vladimir Brichta (<em>Pedaço de Mim</em>, de 2024), Bruna Marquezine (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-besouro-azul/"><em>Besouro Azul</em></a>, de 2023) e Lázaro Ramos (<em>Medida Provisória</em>, de 2022) num enredo leve, engraçado e com o que aparenta ser uma liberdade para brincar em cena é a grande sacada da produção. No auge dos seus 96 anos, dona Fernandona parece estar se deleitando com as cenas. Ao seu lado, Ary também aparenta curtir cada momento de sua participação em <strong><em>Velhos Bandidos</em></strong> e é o carisma dessa dupla que conquista o público logo nos primeiros momentos do longa.</p>
<figure id="attachment_20530" aria-describedby="caption-attachment-20530" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-20530" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-750x500.jpeg" alt="Velhos Bandidos (2026)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-750x500.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-1536x1024.jpeg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-2048x1365.jpeg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-720x480.jpeg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-770x513.jpeg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velhos-Bandidos-2.jpg.jpg-1400x933.jpeg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-20530" class="wp-caption-text">Bruna Marquezine e Vladimir Brichta em cena de &#8216;Velhos Bandidos (2026)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Ao lado de Montenegro e Fontoura, Brichta e Marquezine também são responsáveis por ajudar com o apelo carismático. O <em>timing</em> cômico de Vladimir já é de conhecimento do espectador por conta de sua carreira e ele é conduzido pelos seus mestres em cena para um divertimento que chega em quem está assistindo. Bruna, apesar de ser a mais nova do quinteto principal, tem um vasto currículo e esteve se debruçando em projetos que lhe deram as ferramentas para aproveitar esse longa e se mostrar uma atriz inteligente em cena. Com o quarteto numa sintonia hilária, só falta observar o antagonista deles em <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em>: o policial interpretado por Lázaro Ramos.</p>
<p>Ramos, ao contrário de seus colegas, é contraponto da narrativa. Um investigador obstinado que aparenta não descansar até desmascarar os bandidos, custe o que custar. Mesmo com sua extensa experiência com comédia, Lázaro acaba sendo, por boa parte do filme, a sobriedade que a narrativa pede para se manter fiel a ideia da ação policial. No entanto, seus momentos de troca com o restante do elenco desenham ainda mais o abismo entre tons que o longa carrega &#8211; o que, ora gera momentos engraçados, ora gera um leve desconforto por soar deslocado. Ainda assim, <em><strong>Velhos Bandidos</strong></em> se mantém funcionando por ter no <em>front</em> esse quinteto de qualidade que guia o filme.</p>
<p>A produção da Conspiração Filmes ainda conta com um elenco secundário de peso, um alto investimentos em efeitos especiais e um jogo de ação através da direção que prende a atenção. Ao fim da sessão, mesmo que sem nenhuma grande inovação ou surpresa, <em><strong>Velhos Bandidos </strong></em>acaba por agradar. É um filme Sessão da Tarde para arrancar algumas boas risadas por conta do seu elenco. A ação é bem executada dentro da proposta, mas o forte mesmo do projeto é o valor da contracena do quinteto e como eles se deliciam ao estarem em cena. Cada troca é um convite ao público para relaxar na poltrona e aproveitar a troca equilibrada que eles entregam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cláudio Torres</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Vladimir Brichta, Bruna Marquezine, Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Nathalia Timberg, Laila Garin, Vera Fischer, Tony Tornado, Teca Pereira, Hugo Bonemer, Mary Sheila, Guida Vianna e Hamilton Vaz Pereira</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PRaDV-PaG4s?si=9SS3aZB2WS5Ns9xO" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Meu Álbum de Amores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 01:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Encerrando a trilogia de Rafael Gomes formada por 45 dias sem você (2018) e Música para morrer de amor (2019) (é batizada de trilogia Corações Sentimentais), Meu Álbum de Amores segue os passos dos demais longas do diretor. No centro do drama está os enlaces amorosos de jovens protagonistas influenciados sobretudo pela música, um elemento predominante no filme através das canções e dos números musicais de um cantor brega dos anos 70 criado pela obra, Odilon Ricardo, vivido pelo ator [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Encerrando a trilogia de Rafael Gomes formada por 45 dias sem você (2018) e Música para morrer de amor (2019) (é batizada de trilogia Corações Sentimentais), <em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> segue os passos dos demais longas do diretor. No centro do drama está os enlaces amorosos de jovens protagonistas influenciados sobretudo pela música, um elemento predominante no filme através das canções e dos números musicais de um cantor brega dos anos 70 criado pela obra, Odilon Ricardo, vivido pelo ator Gabriel Leone.</p>
<p><em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> é um musical com composições de Arnaldo Antunes e Odair José, uma parceria que consegue se apropriar muito bem do gênero com canções que parecem saídas dos anos 1970 e que também servem aos temas da jornada do protagonista, o dentista Júlio, vivido também por Leone. O personagem está no meio de uma fossa amorosa pois acaba de romper com a namorada por quem é muito apaixonado e acaba descobrindo que é um filho &#8220;perdido&#8221; do famoso cantor Odilon Ricardo através de um irmão que também desconhecia a filiação. Enquanto vai descobrindo sua origem conversando com antigos amores do pai, revivendo suas canções em karaokês e assistindo a suas entrevistas antigas no YouTube, o rapaz tenta ajustar os problemas do seu relacionamento com a ex, esquecendo de vez esse amor ou partindo para outra história.</p>
<p><strong><em>Meu Álbum de Amores</em></strong> é um filme bastante simpático, flertando com um gênero e elementos do pop que infelizmente ainda são pouco explorados no cinema brasileiro. Gabriel Leone é um protagonista que segura as pontas do longa mesmo quando, por vezes, a história parece andar em círculos com os problemas amorosos do seu personagem. A parceria que o ator tem com Felipe Frazão, que interpreta o seu irmão, é especialmente interessante em uma relação que gradualmente ganha cumplicidade fraternal na tela.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15816" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest.jpg" alt="Meu Álbum de Amores" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/meu-album-de-amores-dest-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa de Rafael Gomes consegue articular muito bem a comédia romântica e a vocação passional do seu protagonista com o contexto musical dos anos de 1970, o fio condutor da história. O roteiro procurar tornar a trama bem amarrada, conferindo uma abordagem linear para o arco de transformação do seu protagonista e procurando sempre justificar cada uma das eventuais questões da sua história. É interessante como o filme dialoga o amadurecimento emocional de Júlio (Leone) não apenas com os números musicais do cantor fictício Odilon Ricardo como também com um certo inventário sentimental do rapaz com a namorada interpretada por Carla Salle, que, ocasionalmente, lhe aparece em um cenário repleto de recordações do casal. O longa de Gomes tem esse mérito de se esforçar para conferir uma condução original às convenções que procura abarcar com sua jornada amorosa de identificação universal.</p>
<p>Não há um enlace fundamental (ou, pelo menos, mais elaborado) para o drama principal do filme, a fossa de amor do protagonista vivido por Gabriel Leone. Como convém ao gênero, lá pelo final do longa, ele enfim consegue conversar com a ex e, depois de tentar preencher a sua falta com relações fugazes e mergulhar na música brega do seu pai, o dentista Júlio consegue seguir em frente. Falta ao longa picos emocionais ou viradas mais drásticas que surpreendam o espectador com alguns desenlaces e mantenham seu interesse pela história. Em dado ponto, a trama fica morna e repetitiva, parece não sair do lugar. No entanto, de maneira geral, <em><strong>Meu Álbum de Amores</strong></em> satisfaz e conquista o público. Em sua defesa, o filme tem a seu favor um ator protagonista carismático mesmo quando seu personagem tinha tudo para não ser e uma vocação pop que ainda falta no nosso cinema (precisamos de mais musicais!), resgatando pontualmente o interesse do público pelos desenlaces amorosos que movem a trama quando o roteiro parece não favorecer muito a experiência do espectador.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rafael Gomes</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gabriel Leone, Carla Salle, Felipe Frazão, Olívia Torres, Maria Luisa Mendonça, Laila Garin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/K0Rtz0Es5M8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 19:29:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema nacional tem uma vertente religiosa forte, uma característica que faz sentido, já que o país tem grande sincretismo e a fé como elemento central em diversos debates. No âmbito do espiritismo, já vivenciamos algumas experiências como Nosso Lar (2010), Chico Xavier (2010) e Bezerra de Menezes &#8211; O Diário de um Espírito (2008). Agora é a vez de Divaldo Franco, um médium baiano que ainda está vivo, ser representado nas telonas. Tido como o maior doutrinador espírita da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema nacional tem uma vertente religiosa forte, uma característica que faz sentido, já que o país tem grande sincretismo e a fé como elemento central em diversos debates. No âmbito do espiritismo, já vivenciamos algumas experiências como <em>Nosso Lar</em> (2010), <em>Chico Xavier</em> (2010) e <em>Bezerra de Menezes &#8211; O Diário de um Espírito</em> (2008). Agora é a vez de Divaldo Franco, um médium baiano que ainda está vivo, ser representado nas telonas.</p>
<p>Tido como o maior doutrinador espírita da atualidade, Divaldo tem diversas obras sociais, como a Mansão do Caminho, que acolhe crianças carentes, tem centro de estudo e é uma referência em parto humanizado no Estado. O filme busca contar a história dele, como pessoa e como representante da causa espírita.</p>
<p>Um dos grandes problemas de diversos filmes de cunho religioso é a tendência ao enaltecimento exacerbado da figura ali representada ou até mesmo da religião em questão. Os roteiros tendem a colocar tudo no mundo do fantástico, afastando o espectador do conteúdo e aproximando apenas aqueles que já possuem alguma identificação com o tema.</p>
<p><em><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong></em> tem o cuidado de falar sobre a história do médium, mas de maneira humanizada. Ele é retratado de forma crua e verdadeira, sem flores desnecessárias e sem ocultar suas fragilidades. É posto em foco, por exemplo, a sua dificuldade em lidar com a fama e a tendência a ceder aos caprichos do ego. Uma batalha que ele travou a vida inteira para conseguir aprender.</p>
<p>O roteiro divide a história em três momentos principais: a infância, juventude e fase adulta. Todas as descobertas de Divaldo, desde as visões de quando era criança até a sua consagração como médium importante no cenário nacional, são expressadas em tela. O diretor Clovis Mello, mais conhecido pelos trabalhos em propaganda e marketing, conseguiu dar uma fluidez na história, que atrai a maioria dos espectadores.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11219" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto tenta descobrir quem é o espírito de luz que se mostra para ele desde pequeno, Divaldo tem que lidar com as influências de um obsessor. Marcos Veras (<em>O Filho Eterno</em>) interpreta o personagem e é importante para explicar ainda mais a doutrina espírita. O filme acaba sendo muito mais sobre o espiritismo do que sobre a figura de Divaldo.</p>
<p>A escolha de elenco também foi acertada, trazendo ótimos nomes como Laila Garin (<em>Sob Pressão</em>) na pele da mãe do médium e Ghilherme Lobo (<em>Hoje Eu Quero Voltar Sozinho</em>), que vive Divaldo na fase jovem. Bruno Garcia <em>(Sob Pressão</em>) tem breve aparição no terceiro ato e consegue fazer a transição de personagens com muita fluidez.</p>
<p>Pincelado com risos, o filme mostra ainda mais da personalidade brincalhona de Divaldo, fato conhecido dos seguidores da crença espírita. O filme o coloca, em especial, como humano em constante aprendizado. E mesmo quando mostra seus dons, é de forma realista e sem exageros.</p>
<p><em><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong></em> é um filme correto e uma grata surpresa em um mar de longas religiosos que estão mais preocupados em catequizar o espectador do que efetivamente falar sobre a fé. Vale a atenção, especialmente dos baianos que vão se identificar ainda mais com a história.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Clovis Mello<br />
<strong>Elenco:</strong> Bruno Garcia, Regiane Alves, Ghilherme Lobo, Laila Garin, Marcos Veras, Caco Monteiro, Ana Cecília Costa, Bruno Suzano</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-hV4w-kNBaA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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