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	<title>Arquivos Lady Bird: A Hora de Voar - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Lady Bird: A Hora de Voar - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Pantera Negra é o destaque nas estreias desta semana (15/02). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 14:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a morte do rei T&#8217;Chaka (John Kani), o príncipe T&#8217;Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T&#8217;Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong&#8217;o), a grande paixão do atual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a morte do rei T&#8217;Chaka (John Kani), o príncipe T&#8217;Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T&#8217;Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong&#8217;o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wL4a4MafSjQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8670" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Lady-Bird.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Greta Gerwig<br />
<strong>Elenco:</strong> Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts</p>
<p>Christine “Lady Bird” McPherson (Saoirse Ronan) luta contra, mas é exatamente como sua mãe (Tracy Letts): descontrolavelmente amável, profundamente teimosa e obstinada, uma enfermeira que trabalha incansavelmente para manter sua família depois que o pai (Laurie Metcalf) perde o emprego. Situada em Sacramento, California, em 2002, em meio a um cenário economicamente americano, “Lady Bird – A Hora de Voar” é um olhar sob as relações que nos moldam, as crenças que nos definem e a beleza ímpar de uma lugar chamado lar. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/o3e_xuroFFk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8677" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/242299.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Três Anúncios Para Um Crime</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Martin McDonagh<br />
<strong>Elenco:</strong> Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell</p>
<p>Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-tres-anuncios-para-um-crime/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DaG5ICpyGDM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8682" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/234385.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Mudbound &#8211; Lágrimas Sobre o Mississipi</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Dee Rees<br />
<strong>Elenco:</strong> Garrett Hedlund, Jason Mitchell, Carey Mulligan</p>
<p>A história acontece no sul dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, onde a história de duas famílias &#8211; uma negra e uma branca – que dividem terras no delta do Rio Mississipi, se entrelaçam. A trama mostra a família McAllan, vinda da tranquila Memphis, mas despreparada para as exigências da vida no campo. Apesar dos grandiosos sonhos de Henry (Jason Clarke), sua esposa Laura (Carey Mulligan) luta para manter a fé nas empreitadas de seu marido. Enquanto isso, Hap e Florence Jackson (papéis de Rob Morgan e Mary J. Blige), que trabalham há gerações em fazendas, lutam bravamente para construir um pequeno sonho, apesar das barreiras sociais que enfrentam. Os planos de cada família são afetados pela guerra e pelo retorno de seus entes queridos, Jamie McAllan (Garrett Hedlund) e Ronsel Jackson (Jason Mitchell), que desafiam a realidade de onde vivem ao formar uma amizade. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-mudbound-lagrimas-sobre-o-mississipi/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MJm4quEvb6o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8687" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/2854741.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Eu, Tonya</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Craig Gillespie<br />
<strong>Elenco:</strong> Margot Robbie, Allison Janney, Sebastian Stan</p>
<p>Tonya Harding dominava o gelo com perícia sem rivais. Ela dominou as manchetes por algo totalmente diferente. “Eu, Tonya” é uma visão, às vezes, absurda, trágica e hilária de uma mulher no centro do maior escândalo na história do esporte nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/US_P75dgJ_w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 14:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Greta Gerwig]]></category>
		<category><![CDATA[Lady Bird: A Hora de Voar]]></category>
		<category><![CDATA[Saoirse Ronan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando somos jovens e estamos prestes a fazer a transição para a vida adulta, cultivamos uma série de expectativas sobre a independência dos vinte e poucos anos, sonhamos sobretudo em fugir de todas as amarras costuradas desde a infância e, como ato de rebeldia, negamos tudo aquilo que nos vincule ao projeto de vida que a família, a escola ou qualquer outra instituição nos propõe. No entanto, basta sairmos de casa e começarmos a encarar os horizontes da vida adulta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Quando somos jovens e estamos prestes a fazer a transição para a vida adulta, cultivamos uma série de expectativas sobre a independência dos vinte e poucos anos, sonhamos sobretudo em fugir de todas as amarras costuradas desde a infância e, como ato de rebeldia, negamos tudo aquilo que nos vincule ao projeto de vida que a família, a escola ou qualquer outra instituição nos propõe. No entanto, basta sairmos de casa e começarmos a encarar os horizontes da vida adulta que passamos a ter cada vez mais saudade de nossas raízes. É sobre esse processo de reconciliação com nossas origens, inerente a qualquer processo de transição para a vida adulta vivenciado por um adolescente, que <i>Lady Bird: A Hora de Voar,</i> o segundo longa de Greta Gerwig (anteriormente ela havia conduzido o inédito no Brasil <i>Nights and Weekends </i>ao lado de Joe Swanberg), trata.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Christine McPherson é uma adolescente que está no último ano escolar em Sacramento. Parte de uma comunidade católica, Christine odeia a cidade onde mora, sonha em ir para Nova York &#8211; o extremo oposto de Sacramento &#8211; e contraria praticamente tudo aquilo que sua família espera dela, principalmente a sua rígida mãe. Até mesmo o seu nome, dado por seus pais e abençoado pela igreja, Christine nega, preferindo ser chamada por todos de Lady Bird, algo que se torna simbólico (e até literal no subtítulo brasileiro) por representar as aspirações da protagonista do filme com o desligamento do seio familiar (sair do ninho dos pais).</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8670" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Lady-Bird.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Lady Bird </i>não é um filme dado a inventividades ou qualquer vanguardismo cinematográfico. Com <i>Lady Bird</i>, Greta Gerwig quer contar uma história de ritos de passagem que não tem a urgência de seus concorrentes no Oscar por abordar eventos políticos ou históricos (<i>Dunkirk</i>, <i>O Destino de uma Nação </i>ou <i>The Post: A Guerra Secreta</i>), ter uma originalidade temática ou de exploração de um gênero (<i>Corra!</i>) ou mesmo ser dotado de um refinamento no uso dos elementos da linguagem cinematográfica (<i>Me Chame pelo seu Nome</i>). A potência de <i>Lady Bird </i>está na empatia com que constrói seus personagens e conduz sua jornada, sobretudo a protagonista interpretada pela graciosa Saoirse Ronan, e também na maneira simples como sua diretora e roteirista faz tudo isso. Gerwig torna o rito de passagem pelo qual sua protagonista passa palpável ao sair da zona dos estereótipos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No lugar de transformar a rebeldia de Lady Bird no capricho de uma menina mimada (o que não é), Gerwig faz com que a grande questão da sua protagonista seja a sensação de inadequação inerente à adolescência e a quem a vivenciou em ambientes mais rígidos como é o caso da comunidade católica de Sacramento representada no filme. Gerwig preenche essa garota de empatia pelo drama daqueles que a cercam, da sua severa mãe, interpretada brilhantemente por Laurie Metcalf, ao amigo que compartilha com ela o medo que sente pela possibilidade de Sacramento inteira descobrir que ele é gay. Isso tudo faz com que Lady Bird seja uma personagem com a qual as pessoas conseguem ter algum afeto e se relacionar com sua jornada. A protagonista é marcada por uma jornada de erros típicos da adolescência, o que a torna ainda mais humana, aderindo ao propósito de Gerwig de construir um conto sobre rito de passagem de forma maduro, mas simpática, bem humorada.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Lady Bird</i>, provavelmente o espectador não encontrará uma jornada de eventos com proporções globais, mas não há dúvidas de que encontrará uma trajetória com a qual se identificar. Não há razão para esperar que o filme seja mais do que ele é. Pequenos eventos como os vivenciado por Christine &#8216;Lady Bird&#8217; McPherson não têm dimensões simplórias, muito pelo contrário, talvez sejam as situações mais determinantes da vida da gente. É difícil dizer que <i>Lady Bird </i>é um filme ruim ou que ele não é &#8220;nada demais&#8221;, como andam desdenhando. Ainda que tenhamos outras preferências na temporada de prêmios, Gerwig e seu pequeno filme conquistam pela simpatia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GuZojySX8HE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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