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	<title>Arquivos John David Washington - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos John David Washington - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Malcolm &#038; Marie (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 23:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[John David Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm & Marie]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Levinson]]></category>
		<category><![CDATA[Zendaya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a Netflix anunciou mais uma parceira da Zendaya (O Rei do Show) com o Sam Levison – que tinham trabalhado juntos em Euphoria – criei algumas expectativas. No trailer de Malcolm &#38; Marie, já dava para notar que haveria uma estética um tanto expressiva no filme. Esta impressão é confirmada e nota-se, desde os primeiros minutos de projeção, uma direção que se sobressai, com uma decupagem elaborada. Os sentimentos evocados pelas personagens e o texto falado são traduzidos pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a Netflix anunciou mais uma parceira da Zendaya (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei-do-show/"><em>O Rei do Show</em></a>) com o Sam Levison – que tinham trabalhado juntos em <em>Euphoria</em> – criei algumas expectativas. No trailer de <em><strong>Malcolm &amp; Marie</strong></em>, já dava para notar que haveria uma estética um tanto expressiva no filme. Esta impressão é confirmada e nota-se, desde os primeiros minutos de projeção, uma direção que se sobressai, com uma decupagem elaborada.</p>
<p>Os sentimentos evocados pelas personagens e o texto falado são traduzidos pela câmera a cada minuto. Este é um ponto positivo, porém, até onde esta forma que salta aos olhos consegue prender o espectador se o roteiro soa tão repetitivo? Tudo bem. É uma marca intensa do longa reiterações nos diálogos entre <em><strong>Malcolm &amp; Marie</strong></em>. Há aqui uma busca por emular aquelas DRs intensas de casais, que giram em círculos até chegar no ponto certeiro, que desfaz o nó na garganta, vindos de incômodos acumulados.</p>
<p>No entanto, o roteiro de Levinson – que também dirige a produção – falha em não criar respiros, deixando um tom quase fixo em toda exibição. Existe também uma espécie de estabelecimento de atmosfera que deixa uma impressão de uma progressão futura, que está para acontecer a qualquer momento. Contudo, a discussão entre as personagens não parece crescer. Pelo contrário, fica estagnada até o desenlace. Ainda assim, a obra entrega bons momentos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13772" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/14-M-2-A-R.jpg" alt="Malcolm &amp; Marie" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/14-M-2-A-R.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/14-M-2-A-R-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/14-M-2-A-R-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/14-M-2-A-R-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao lado de John David Washington (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-infiltrado-na-klan/"><em>Infiltrado na Klan</em></a>), Zendaya traz uma Marie consciente de todas as suas fragilidades e forças. O mais forte em sua atuação são os olhares misteriosos, que transmitem emoções múltiplas, podendo deixar o público em dúvida de seus reais sentimentos e falas, porém sem deixar de deixar transmitir as suas emoções chave. O ápice disto ocorre na cena da faca. Enquanto a sequência é um tanto óbvia, pensando na junção das ações e diálogos anteriores a ela, a sua intensidade e verdade cênica brincam com a credulidade de quem assiste.</p>
<p>A dupla ainda consegue deixar orgânico algumas passagens que questionam questões sociais, a arte e as interpretações feitas pelos críticos. O que está sendo dito é quase didático e óbvio, mas os atores trazem as palavras de maneira fluída, criando velocidades e evocando tons diversos, que provocam dinâmicas múltiplas. Em uma construção que mescla ressentimento e sarcasmo, há uma complexidade criada aqui. Ainda que a obviedade permaneça, ela se desfaz um pouco.</p>
<p>Por fim, é possível destacar a finalização da trama. Começando com planos do lado de fora da casa, com <strong><em>Malcolm &amp; Marie</em></strong> de dentro dela, em seu desfecho se tem justamente o contrário. Esta estratégia, talvez, possa ganhar diversas interpretações. Por exemplo: o casal estava fechado, tanto espacialmente, como no jeito de se expressar. Na conclusão do enredo, eles saem daquele espaço, que os aguarda, porém não os aprisiona mais. Bom, esta é uma das análises prováveis. O que é notável neste encerramento é como ele é amarrado e abre o horizonte para a produção de sentidos plurais.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Levinson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Zendaya, John David Washington</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x24-QURldsE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Tenet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 00:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Taylor-Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Clémence Poésy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É estranho voltar ao cinema depois de tanto tempo. Especialmente para nós que estávamos habituados a frequentar as salas umas três vezes por semana. A expectativa sobe ainda mais quando falamos de um aguardado filme do diretor Christopher Nolan (Dunkirk), que foi seriamente impactado pela pandemia que ainda vivemos. Tenet já foi lançado lá fora há algumas semanas e só conseguiu chegar agora no Brasil. Sendo assim, fui à cabine de imprensa com mais informação do que gostaria. Tenet nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É estranho voltar ao cinema depois de tanto tempo. Especialmente para nós que estávamos habituados a frequentar as salas umas três vezes por semana. A expectativa sobe ainda mais quando falamos de um aguardado filme do diretor Christopher Nolan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/"><em>Dunkirk</em></a>), que foi seriamente impactado pela pandemia que ainda vivemos. <em><strong>Tenet</strong> </em>já foi lançado lá fora há algumas semanas e só conseguiu chegar agora no Brasil. Sendo assim, fui à cabine de imprensa com mais informação do que gostaria.</p>
<p><strong><em>Tenet</em> </strong>nos introduz ao personagem O Protagonista, que era agente da CIA e acaba recrutado pela organização misteriosa para uma missão confidencial e de extrema importância. É preciso se evitar a Terceira Guerra Mundial, que pode ter seu estopim com uma nova tecnologia de revés que tem o poder de afetar os objetivos e a escala temporal.</p>
<p>Nolan já é um diretor um pouco confuso na construção de narrativas e isso se torna muito mais sério neste longa, já que a história em si não facilita. O vai e vem do enredo, a inserção dos personagens e das justificativas que os levam a tomar certas decisões deixam o espectador completamente perdido em alguns momentos, sem entender exatamente qual é a ameaça ou o objetivo daquela missão. Até que isso se firme, o roteiro se sustenta muito mais do que deveria numa história secundária que envolve uma mãe batalhando pela guarda de seu filho e que acrescenta pouco ao resto.</p>
<p>E reforço aqui que a confusão não é com relação ao espaço e tempo que são alterados cada vez mais. É sobre diálogos detalhados demais de informações que ainda não foram apresentadas ao espectador, que acaba tendo dificuldade em identificar qual material é relevante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13416" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Tenet" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1152725.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme vai construindo a relação com o protagonista, que continua sendo impessoal, como a maioria dos agentes especiais costumam ser. Sabemos pouco sobre ele, nada sobre seu passado a não ser o fato de que ele tem fome de vingança e treinamento surreal. Enquanto isso, a trama se tece num paradoxo de prioridades e novos personagens que vão surgindo. Temos um grande mérito de que os fios não ficam soltos e vão se encaixando à medida que a trama avança.</p>
<p>Um ponto alto da trama é a atuação dos principais personagens. John David Washington (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-infiltrado-na-klan/"><em>Infiltrado na Klan</em></a>) consegue conferir o peso que seu personagem exige, embora não coloque tantas facetas. Kenneth Branagh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinato-no-expresso-do-oriente/"><em>Assassinato no Expresso Oriente</em></a>) incorpora o clássico vilão opressivo e manipulador, que tem todas as pessoas sob seu poder, sem grandes dificuldades para isso. Ele consegue se equilibrar na linha do excesso e não cai no erro de ser canastrão. Mas o destaque fica mesmo é com Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-diabo-de-cada-dia-netflix/"><em>O Diabo de Cada Dia</em></a>), que mostra muita afinidade com o gênero do filme e cria um personagem muito natural e despretensioso. Sentimos até que ele poderia ter mais tempo de tela.</p>
<p><strong><em>Tenet</em> </strong>é um ótimo filme, mas que perde a chance de ser excelente. Enquanto passa muito tempo perdido em explicações sobre aquela missão, o espectador anseia para saber mais sobre os objetos reversos, como eles funcionam e como seria o mundo visto desta forma. Só muito no final é que temos acesso a mais informações sobre isso, como a possibilidade de duplicidade no tempo e o risco que isso confere. É definitivamente algo que o roteiro poderia explorar melhor no início. Ainda assim, existe muita lógica dentro do caos e é isso que engrandece o longa como um todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher Nolan<br />
<strong>Elenco:</strong> John David Washington, Kenneth Branagh, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael Caine, Himesh Patel, Aaron Taylor-Johnson, Clémence Poésy</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ASTU3rFyOm4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Infiltrado na Klan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 21:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Infiltrado na Klan]]></category>
		<category><![CDATA[John David Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Spike Lee]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Catapultado em Hollywood com Faça a Coisa Certa, Spike Lee foi um dos mais fortes nomes do cinema americano entre o final dos anos de 1980 e início dos anos de 1990, propondo um cinema politicamente implicado com causas que tocavam nas principais questões da comunidade negra estadunidense. Seguiram ao filme de 1989 outros títulos igualmente potentes como Febre da Selva e Malcolm X, mas, de certa maneira, do final dos anos de 1990 para cá, o cinema de Spike Lee parecia menos inspirado e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Catapultado em Hollywood com <i>Faça a Coisa Certa</i>, Spike Lee foi um dos mais fortes nomes do cinema americano entre o final dos anos de 1980 e início dos anos de 1990, propondo um cinema politicamente implicado com causas que tocavam nas principais questões da comunidade negra estadunidense. Seguiram ao filme de 1989 outros títulos igualmente potentes como <i>Febre da Selva </i>e <i>Malcolm X, </i>mas, de certa maneira, do final dos anos de 1990 para cá, o cinema de Spike Lee parecia menos inspirado e reverberante. Foi preciso um momento político efervescente como esse que atualmente os EUA vive, a era Trump, para Lee voltar a fazer um longa com &#8220;sangue nas veias&#8221;, provocador e cheio de coisa a dizer sobre a sociedade americana. O filme em questão é <i><b>Infiltrado na Klan</b></i>.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, uma dupla de policiais interpretada por John David Washington e Adam Driver se infiltra na Ku Klux Klan e no panteras negras a fim de neutralizar ações potencialmente violentas do primeiro grupo. Cada vez que os dois se envolvem nas atividades de suas lideranças, sobretudo da Ku Klux Klan, o perigo aumenta, mas também revelações sobre o &#8220;cabeça&#8221; David Duke tornam-se ainda mais valiosas para as investigações policiais.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9578" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/InfiltradoNaKlan.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Extremamente irônico na maneira como trata o grupo supremacista branco, <i>Infiltrado na Klan </i>é um filme que se apropria do humor como ferramenta para tratar de temas sérios, feridas sociais que perduram até hoje na sociedade americana: o preconceito legitimado por teorias e discursos sem o menor fundamento científico, histórico. Nesse sentido, mais do que proporcionar o riso como efeito, o humor de <i>Infiltrado na Klan </i>representa o olhar crítico mordaz de Lee para o racismo e a maneira como ele é fomentado na ignorância, pela comodidade ideológica de se manter os olhos fechados para certas questões. O filme de Spike Lee é ainda mais interessante quando o diretor estabelece uma ponte com a América contemporânea no seu impactante desfecho, evidenciando o retrato de um país sempre invertido e cuja história é marcada pelo sangue de uma parte da sociedade ainda marginalizada.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Com um elenco afiado encabeçado pelo jovem John David Washington, cria de Denzel Washington, <i>Infiltrado na Klan </i>é o retorno de Spike Lee à sua melhor forma, evidenciando que a falta de consciência sobre os efeitos do preconceito a longo prazo acaba sendo inspirador para a arte. Infelizmente, as expressões artísticas passam por esse ciclo, talvez para reforçar sua urgência como instância crítica, registro social e experiência libertadora da cada vez mais complicada vivência humana.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbOJwWSEUmo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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