<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Jennifer Garner - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/jennifer-garner/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jennifer-garner/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Mar 2022 15:50:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Jennifer Garner - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/jennifer-garner/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: O Projeto Adam (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-projeto-adam-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-projeto-adam-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 15:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Catherine Keener]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Garner]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[O Projeto Adam]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Reynolds]]></category>
		<category><![CDATA[Shawn Levy]]></category>
		<category><![CDATA[Walker Scobell]]></category>
		<category><![CDATA[Zoe Saldana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15335</guid>

					<description><![CDATA[<p>Shawn Levy é um cineasta que sabe equilibrar o tom de aventura/ação com comédia em sua filmografia. Vindo de títulos como o recente Free Guy: Assumindo o Controle (2021) ou Uma Noite Fora de Série (2010) e Uma Noite no Museu (2006), o foco da sua direção parece ser sempre o de conduzir a mescla de tensão e relaxamento, misturado com certa dose de constrangimento para as personagens. Neste contexto, Levy entrega produções esquecíveis, mas divertidas e leves. Esta é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-projeto-adam-netflix/">Crítica: O Projeto Adam (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Shawn Levy é um cineasta que sabe equilibrar o tom de aventura/ação com comédia em sua filmografia. Vindo de títulos como o recente <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-free-guy-assumindo-o-controle/"><em>Free Guy: Assumindo o Controle</em></a> (2021) ou <em>Uma Noite Fora de Série</em> (2010) e<em> Uma Noite no Museu</em> (2006), o foco da sua direção parece ser sempre o de conduzir a mescla de tensão e relaxamento, misturado com certa dose de constrangimento para as personagens. Neste contexto, Levy entrega produções esquecíveis, mas divertidas e leves.</p>
<p>Esta é a realidade de <em><strong>O Projeto Adam</strong></em>, nova estreia da Netflix, que fala sobre o encontro de dois Adams. Um é aquele vindo de 2050, que procura salvar a sua esposa, Laura (Zoe Saldaña). O outro é a sua versão de doze anos de idade, em 2022, que acabou de perder o seu pai, Loui (Mark Ruffalo), em um acidente. Sim, este é um longa-metragem que trata sobre viagem no tempo. Mas, o mais curioso aqui é notar como, mesmo inserido neste universo de ficção científica, ação e piadas, a história também confere espaço para explorar as relações entre suas personagens.</p>
<p>São muitas informações convocadas aqui, de fato, e muitas delas acabam se perdendo dentro da narrativa.  No entanto, as figuras ali investigadas são realmente trabalhadas e ganham certa complexidade. Até mesmo Maya, vilã caricata, feita por Catherine Keener (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>), tem nuances, porque a sua versão de 2022 todo o escrúpulo perdido em 2050. Desta maneira, através deste olhar para suas personagens, há todo um processo de identificação construído no enredo, que pode aproximar o espectador.</p>
<p>Neste sentido, as performances do elenco fomentam esta sensação. Este é um grupo coeso, que joga em cena e traz um dinamismo para o texto. Os diálogos ligeiros, porém preenchidos de afeto ou comicidade, são organizados para amortecer a quantidade de elementos científicos presentes no restante das falas. A sintonia entre os intérpretes cresce mais ainda na parceria entre Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) e Walker Scobell, ambos no papel de Adam. O artista mirim impressiona por reter em sua construção trejeitos, velocidades e lógicas que habitam a interpretação de Ryan.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15351" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/o-projeto-adam-1.jpg" alt="O Projeto Adam" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/o-projeto-adam-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/o-projeto-adam-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/o-projeto-adam-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/o-projeto-adam-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Assim, há uma unidade na elaboração de Adam, independentemente da época. Ao mesmo tempo, a dupla consegue, separadamente, criar aspectos singulares, que revelam as marcas de cada período, seja na ingenuidade e sensibilidade do Adam de 2022 ou na agilidade física e senso de justiça do Adam de 2050. Estas características aqui elencadas são uma espécie de surpresa durante a sessão. Isto porque, ainda que este seja um material aparentemente despretensioso e até genérico, em alguma medida, existe um cuidado em como são tratadas as personagens dentro da trama.</p>
<p>Este olhar para elas é um dos pontos altos de <em><strong>O Projeto Adam</strong></em>, porque este zelo estabelece uma empatia e aumenta a conexão do espectador com o longa. No entanto, é preciso explicar que, no geral, não há nada de profundo ou complexo dentro da história. As saídas para o desenlace e os encaminhamentos narrativos são bastante óbvios. Além disso, a ação não se sustenta completamente. Tanto a decupagem quanto as coreografia das cenas de embates e lutas são bem semelhantes em seus arcos internos.</p>
<p>Por isso, elas soam repetitivas e vão se tornando cansativas todas as vezes que aparecem. Por esta razão, o cerne da questão é muito mais acompanhar as dinâmicas dos Adam, sua família e inimigos, do que todo o restante. Ainda assim, é notável a tentativa de introdução de uma mitologia deste mundo distópico futurístico, mesmo que a história se passe majoritariamente em 2022. Desta forma, <em><strong>O Projeto Adam </strong></em>não tem lá grandes pretensões e é um produto efêmero. Todavia, Shawn Levy e sua equipe garantem um resultado leve e divertido. Talvez, uma projeção de final de sábado, para assistir com amigues ou filhes, comendo pizza seja a melhor opção de consumo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Reynolds, Walker Scobell, Catherine Keener, Jennifer Garner, Mark Ruffalo, Zoe Saldana</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/miycJHABS1w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-projeto-adam-netflix/">Crítica: O Projeto Adam (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-projeto-adam-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Dia do Sim (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dia-do-sim-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dia-do-sim-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 15:08:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Sim]]></category>
		<category><![CDATA[Édgar Ramírez]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jenna Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Garner]]></category>
		<category><![CDATA[June Diane Raphael]]></category>
		<category><![CDATA[Nat Faxon]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13876</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em sua abertura, Dia do Sim mostra um resumo da vida da protagonista, Allison Torres (Jennifer Garner, Com Amor, Simon). Aventureira e alegre, a sua dinâmica se modifica quando ela passa a ser mãe. É complicado demais avaliar um filme como este que, destinado ao público infantil, prega a imagem de mulher controladora, que abandona a carreira profissional e perde a sua personalidade para criar seus filhos. Obviamente, as decisões femininas podem ser amplas, as que elas quiserem, até deixar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dia-do-sim-netflix/">Crítica: Dia do Sim (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua abertura, <strong><em>Dia do Sim</em></strong> mostra um resumo da vida da protagonista, Allison Torres (Jennifer Garner, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/simonal-e-o-destaque-nas-estreias-do-cinema-esta-semana-08-08-confira-o-que-entra-em-cartaz/"><em>Com Amor, Simon</em></a>). Aventureira e alegre, a sua dinâmica se modifica quando ela passa a ser mãe. É complicado demais avaliar um filme como este que, destinado ao público infantil, prega a imagem de mulher controladora, que abandona a carreira profissional e perde a sua personalidade para criar seus filhos. Obviamente, as decisões femininas podem ser amplas, as que elas quiserem, até deixar o trabalho de lado. O que incomoda aqui, desde o início da projeção, é este retrato machista, impregnado por uma visão estereotipada e determinista das mulheres.</p>
<p>Após este estabelecimento de marcas de transformações de Allison, o longa tenta, durante toda a projeção, ressignificar o olhar em relação à personagem. Com uma premissa voltada para a liberação de todas as vontades das crianças por um dia, Allison revela que continua guardando dentro de si um espírito aventureiro. Em partes, o discurso sobre os papéis dos pais em uma família acaba suavizando o contexto do <em>plot</em> inicial, no qual a figura paterna é o ponto de alívio dentro e a materna é a que aprisiona e manipula todos. Mesmo assim, caso estas performances de gênero sejam ignoradas, por um público um pouco mais conservador ou alheio, a produção ainda falha em entregar um resultado positivo.</p>
<p>Dentro da trama, as ações são todas esperadas. Em sua obviedade, a obra não parece desejar ser muito além do que uma comédia leve e divertida. No entanto, o erro pode ser apontado justamente porque ela acaba sendo entediante. Entregando soluções fáceis para os conflitos, como a aparição de uma personagem aleatória para sugerir para Allison e seu marido façam o “Dia do Sim”, é cansativo acompanhar a sessão, possuindo a certeza de qual será o seu encaminhamento cena por cena. O espectador já encontrou algo semelhante no cinema, seja nas diversas versões de <em>Freaky Friday</em> (1976, 2003, 2018) ou em <em>Os Seus, os Meus, os Nossos</em> (1968), <em>Mamma Mia!</em> (2008), <em>Uma Mãe em Apuros</em> (2009), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fala-serio-mae/"><em>Fala Sério, Mãe!</em> </a>(2017), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/"><em>Dumplin’</em> </a>(2018), entre tantos outros.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13884" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158.jpg" alt="Dia do Sim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A ideia de explorar a relação das mães com seus filhos, que parte do afastamento e irritabilidade das crianças – ou adolescentes –, até a redenção e restabelecimento da conexão entre eles é recorrentemente visto. O modo como isto vai ser contado é que pode trazer um resultado positivo. Para tal reaproximação ocorrer também é preciso que exista um desenvolvimento das personagens dentro do enredo e algum tipo de progressão nisto. O que acontece aqui são instalações repentinas, mal trabalhadas, porque entre as atividades lúdicas deste dia livre de “nãos” e os problemas vivenciados por estes parentes, há pouco espaço para que seja colocado algum desenvolvimento destes relacionamentos.</p>
<p>Neste tipo de conteúdo, ainda existem as piadas, mas estas chegam sem eficácia. A razão é que o roteiro passa uma sensação de que quem assiste já possui um conhecimento prévio sobre as situações e atividades pregressas das personagens. Em alguns momentos, o filme soa até como uma continuação. Assim, as gags perdem a graça, porque não houve uma ambientação para que tal efeito fosse alcançado. No geral, o <strong><em>Dia do Sim</em></strong> se esforça para ser cômico e sem muitas pretensões. Através de uma dinâmica corrida, não consegue engajar o consumidor e ainda possui um discurso um tanto ultrapassado.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Miguel Arteta</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Jennifer Garner, Edgar Ramírez, Jenna Ortega, Nat Faxon, June Diane Raphael</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RyCal7x6ras" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dia-do-sim-netflix/">Crítica: Dia do Sim (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dia-do-sim-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Milagres do Paraíso</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-milagres-do-paraiso/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-milagres-do-paraiso/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 15:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Garner]]></category>
		<category><![CDATA[Milagres do Paraíso]]></category>
		<category><![CDATA[Queen LAtifah]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=5915</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa Milagres do Paraíso traz uma história de superação através da fé e da esperança, mostrando que o poder da oração traz consigo um poder de cura também. Sim, é um filme bastante religioso e se mostra assim desde o começo. Baseado em um livro escrito pela própria protagonista da história, o enredo acaba chamando ainda mais a atenção do espectador. A narrativa gira em torno da família Beam, que é bastante religiosa e frequenta a igreja todos os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-milagres-do-paraiso/">Crítica: Milagres do Paraíso</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Milagres do Paraíso</em> traz uma história de superação através da fé e da esperança, mostrando que o poder da oração traz consigo um poder de cura também. Sim, é um filme bastante religioso e se mostra assim desde o começo. Baseado em um livro escrito pela própria protagonista da história, o enredo acaba chamando ainda mais a atenção do espectador.</p>
<p>A narrativa gira em torno da família Beam, que é bastante religiosa e frequenta a igreja todos os domingos, além de fazer as preces diárias. O casal com as três filhas vive normalmente e feliz, até que a menina do meio começa a sentir umas dores abdominais. Depois de correr várias vezes para a emergência, eles descobrem que a menina está com um problema digestivo grave e sem cura, e terá que viver se alimentando com sonda. Indignada com a situação, a mãe move céus e terra para conseguir melhorar a situação da filha, enquanto vai perdendo um pouco de sua fé e questionando o por quê daquela dor em sua família.</p>
<p>A direção do filme como um todo é um pouco exagerada trazendo tomadas de cena contra a luz que forçam um pouco a barra em alguns momentos. Além disso, tem algumas cenas e diálogos bem artificiais. No entanto, ainda assim, o filme consegue ser bastante interessante e intrigante. Devo afirmar que a percepção de cada espectador vai variar muito e depender da fé no impossível e na fé em Deus que cada um tem. Mas isso não vai tirar a atração do filme, de qualquer forma. O fato de ser baseado em uma história real ajuda muito.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5916" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/584682.jpg" alt="584682" width="610" height="348" /></p>
<p>A escolha de elenco é um ponto forte, porém não tão bem aproveitado. Jennifer Garner conduz praticamente o tempo todo a narrativa e o faz muito bem. Ela é acompanhada de Martin Henderson, mais conhecido no mundo das séries, e por Queen Latifah , extremamente mal aproveitada no longa, protagonizando longos sumiços. As meninas que fazem o papel das filhas compõem um conjunto eloquente e o espectador realmente acredita naquela família. Um destaque interessante vai para o médico Dr. Nurko, interpretado por Eugenio Derbez, alguém que nunca tinha chamado minha atenção, mas foi uma agradável surpresa.</p>
<p>Apesar de algumas falhas e exageros, o filme consegue conduzir bem a história e se tornar interessante para qualquer tipo de espectador. A questão médica é uma grande responsável por isso, por tudo que representa e atrai em questionamentos. Definitivamente é um filme que conseguiu superar as minhas expectativas, que, confesso, estavam bem baixas. A relação genuína de mãe e filha e o esforço de todos para que a menina fique bem é realmente um ponto a mais na história.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-milagres-do-paraiso/">Crítica: Milagres do Paraíso</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-milagres-do-paraiso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Homens, Mulheres e Filhos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homens-mulheres-e-filhos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homens-mulheres-e-filhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 12:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sandler]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Haysbert]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Garner]]></category>
		<category><![CDATA[Judy Greer]]></category>
		<category><![CDATA[Rosemarie DeWitt]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2437</guid>

					<description><![CDATA[<p>Homens, Mulheres e Filhos é justamente aquele tipo de filme que divide completamente a opinião dos espectadores. Ou você sai do cinema dizendo “que filme ótimo”, ou dizendo “que perda de tempo”. Particularmente, fico na primeira opção e acrescento que o longa é um banho de pequenas lições de moral na sociedade que assiste. Paralelo a isso, uma boa escolha de elenco que atrai o espectador e envolve as cenas a todo o momento e em qualquer núcleo de histórias. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homens-mulheres-e-filhos/">Crítica: Homens, Mulheres e Filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/484331.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2438 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/484331.jpg" alt="484331" width="610" height="348" /></a></p>
<p><em>Homens, Mulheres e Filhos</em> é justamente aquele tipo de filme que divide completamente a opinião dos espectadores. Ou você sai do cinema dizendo “que filme ótimo”, ou dizendo “que perda de tempo”. Particularmente, fico na primeira opção e acrescento que o longa é um banho de pequenas lições de moral na sociedade que assiste. Paralelo a isso, uma boa escolha de elenco que atrai o espectador e envolve as cenas a todo o momento e em qualquer núcleo de histórias.</p>
<p>O filme envolve várias histórias que vão de interligando e falam basicamente de família e relações interpessoais. A internet tem papel importante no enredo e mostra o quanto as pessoas podem se transformar nela e mudar de personalidade. Situações vão acontecendo e o espectador simplesmente assiste situações muito reais de seu dia a dia, que passam despercebidas.</p>
<p>No caso de Jennifer Garner, ela é uma mãe psicótica que fiscaliza absolutamente tudo que a filha faz. Literalmente tudo. Ela entra nos e-mails, lê as mensagens, vê ligações, redes sociais, sendo que a jovem já tem 16 anos. O caso mostra a total falta de privacidade que a menina vive por conta da tecnologia. Enquanto isso, a menina, vivida por Kaitlyn Dever, que acaba sendo mais reclusa por conta do comportamento da mãe, começa a se envolver escondido com um jovem (Ansel Elgort) que sofre com o abandono recente da mãe. O desfecho deste núcleo é sofrido e complicado, mas mostra perfeitamente a superficialidade das relações, o nível depressivo dos jovens que se escondem em carapuças virtuais, entre outras questões que não entrarei em detalhes para não dar spoiler.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/488081.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2439 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/488081.jpg" alt="488081" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Tem também a jovem anoréxica em que os pais simplesmente fazem vista grossa ou não conseguem perceber o problema que é mais que nítido para qualquer pessoa. A menina tem dezenas de fotos de modelos magérrimas no quarto, não come, tem aspecto de doente, fora a magreza excessiva. Paralelo a isso, ela tem a autoestima tão baixa que acaba se sujeitando aos caprichos de uma paixonite do colégio e acaba perdendo a virgindade da pior forma possível.</p>
<p>Outro núcleo principal é o casal que está junto há muito tempo e perdeu o eros da relação. Eles simplesmente não conseguem mais se atrair um pelo outro. Acabam se deixando envolver pela internet, achando que os relacionamentos virtuais não são necessariamente traições, em busca daquilo que lhes falta na relação física. O processo deles é muito interessante e mostra como, às vezes, o relacionamento têm problemas e as pessoas simplesmente não estão dispostas a lidar com eles.</p>
<p>Todo este processo de intervenções é pincelado com a narração da inconfundível Emma Thompson, que dá um tom diferente ao longa, como se fossem contos , histórias de aprendizado.</p>
<p>O filme como um todo é muito bom e segue a linha monótona que eu, particularmente, adoro. É uma comédia dramática, mas segue mais para o drama e faz o espectador refletir a maior parte do tempo sobre diversas questões de amor, amizade, família. Sobre como lidamos com o outro e como nossas ações são capazes de influenciar em tudo ao nosso redor. Vale muitíssimo a pena!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homens-mulheres-e-filhos/">Crítica: Homens, Mulheres e Filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homens-mulheres-e-filhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
