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	<title>Arquivos Jack Black - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jack Black - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Super Mario Bros. O Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 12:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptações costumam ser um caminho perigoso no audiovisual. Seja nas narrativas seriadas ou nos cinemas, o resultado de um livro ou jogo querido levado para outra mídia pode ser desastroso. Quando se fala em adaptações de video games, o problema se agrava ainda mais. O histórico desastroso veio dos anos 1980 e continua até hoje com, por exemplo, o lançamento do altamente criticado Mortal Kombat (2021). Ainda que tenham seus erros, adaptações como a série do HBO Max, The Last [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptações costumam ser um caminho perigoso no audiovisual. Seja nas narrativas seriadas ou nos cinemas, o resultado de um livro ou jogo querido levado para outra mídia pode ser desastroso. Quando se fala em adaptações de <i>video games</i>, o problema se agrava ainda mais. O histórico desastroso veio dos anos 1980 e continua até hoje com, por exemplo, o lançamento do altamente criticado <i>Mortal Kombat</i> (2021).</p>
<p>Ainda que tenham seus erros, adaptações como a série do HBO Max, <i>The Last of Us</i> (2023-) provam que ainda é possível mudar uma narrativa de mídia sem que ela perca a qualidade e/ou sua essência. Daí vem a ideia de uma nova versão, agora animada, do clássico jogo do Super Nintendo. O filme <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b>, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (6), vem para apagar o fracasso de sua adaptação anterior.</p>
<p>Com a missão de conquistar os fãs frustrados há 30 anos e novos espectadores, a produção da Illumination tem uma missão nada fácil. <b><i>Super Mario Bros. O Filme </i></b>acerta na nostalgia nos momentos cômicos, nos <i>easter eggs</i> para os conhecedores do jogo, mas esquece de aprofundar a sua base narrativa. O problema que fica evidente logo nos primeiros 20 minutos de filme é, na verdade, uma questão estrutural da produtora.</p>
<p>Ainda que com sucessos de público, as animações da Illumination costumam ter uma narrativa rasa e majoritariamente infantil. Diferente de suas principais concorrentes, a Disney e Pixar, o estúdio que trouxe ao mundo a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/"><i>Meu Malvado Favorito</i></a> (2010-2022) tem dificuldades em tornar suas histórias mais densas. Possivelmente por uma questão de público, o costume não mudou e <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> segue essa máxima rasa em seu roteiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16639 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-750x500.jpg" alt="Super Mario Bros. O Filme (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1.jpg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É preciso reforçar, no entanto, que esse pano de fundo infantilizado da história não faz de <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> um produto ruim. Isso apenas faz com que ela não alcance voos maiores. O exemplo disso são as gargalhadas e os sorrisos arrancados por momentos nostálgicos ao longo da curta uma hora e meia de duração.</p>
<p>O projeto se apega na máxima da empresa a ponto de reverter seus esforços narrativos em criar momentos engraçados e recheados de <i>easter eggs</i>. Assim, ir à sessão do longa-metragem esperando algo inovador ou profundo é frustração garantida. Por outro lado, se o público deseja um divertimento livre de reflexões existencialistas e bastante nostalgia, <b><i>Super Mario Bros.</i></b> é o filme certo.</p>
<p>Em meio ao turbilhão de cores vibrantes e memórias do clássico jogo do Super Nintendo, o longa tem um elenco de vozes extraordinário &#8211; seja em sua versão original como na dublagem brasileira. No entanto, é preciso enaltecer o trabalho da dublagem nacional, em especial em animações. O trabalho de voz dos atores e atrizes que participaram de <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> é extraordinário. Dublagem essa que é um dos elencos que ajuda a sustentar o filme, mesmo em seus momentos de deslize.</p>
<p>Assim, a tão aguardada produção sobre um dos jogos mais queridinhos da história irá divertir multidões e, possivelmente, ter uma arrecadação impressionante. Uma possível sequência ou <i>spin-off</i> é inevitável no mundo de hoje e em breve deve vir outras narrativas com o bigode mais famoso do <i>video game</i>. Apesar da sua falta de densidade e camadas narrativas, <b><i>Super Mario Bros.</i></b> ainda consegue ser um divertido programa em família num domingo à tarde.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Aaron Horvath e Michael Jelenic</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day, Jack Black, Keegan-Michael Key, Seth Rogen e Fred Armisen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Cb4WV4aXBpk?si=Z_03JEcne6HQRxJz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Mistério do Relógio na Parede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 01:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cate Blanchett]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa O Mistério do Relógio na Parede chega aos cinemas esta semana com uma proposta bem interessante de unir o mundo infantil ao terror, de uma maneira bem engraçadinha. Associado a um ótimo elenco, a promessa do filme fica ainda mais atraente para públicos de todas as idades. O enredo traz a história de Lewis, um garotinho que perdeu os pais em um acidente de carro e tem que ir morar com um tio desconhecido. Ao chegar na estranha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em><strong>O Mistério do Relógio na Parede</strong> </em>chega aos cinemas esta semana com uma proposta bem interessante de unir o mundo infantil ao terror, de uma maneira bem engraçadinha. Associado a um ótimo elenco, a promessa do filme fica ainda mais atraente para públicos de todas as idades.</p>
<p>O enredo traz a história de Lewis, um garotinho que perdeu os pais em um acidente de carro e tem que ir morar com um tio desconhecido. Ao chegar na estranha casa de tio Jonathan, o menino logo percebe que a dinâmica é bem diferente. Unido a isso, a dificuldade de Lewis em fazer amizades e se sentir pertencente ao ambiente em que se insere.</p>
<p>O filme cria um universo muito interessante e atraente de mistério e excentricidade. A casa onde tudo acontece é assustadora e desperta curiosidade, tanto no personagem quanto no espectador. É bom ir descobrindo aos poucos as infinitas possibilidades. Com uma linguagem que atende às crianças, mas sem infantilizar, <strong><em>O Mistério do Relógio na Parede</em></strong> é o tipo de filme que agrada pais e filhos, independente da idade.</p>
<p>O problema, no meio do caminho, é a queda da narrativa. Enquanto a atmosfera é muito bem construída, a história, em si, perde a mão e fica arrastada. Embora a curiosidade atraia a atenção do espectador, isso não é o suficiente. Logo ficamos ansiando para que algo efetivamente aconteça.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9355" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/0007716.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica o mistério do relógio na parede" width="610" height="348" /></p>
<p>O bom, contudo, é que acontece. Seguindo na linha de terror com mistério e uma dose de fofurice, o filme começa a, enfim, criar o caminho de seu ápice e construir seu herói. Consigo perceber um toque de <em>Jumanji</em> e ele é bem-vindo. Lewis vai criando coragem aos poucos, inicialmente porque quer fazer amizades. Depois ele realmente ganhavautoestima e enfrentando seus medos.</p>
<p>O elenco, embora relativamente reduzido, é excelente. Jack Black assume o papel do tio excêntrico e que deixa tudo, enquanto Cate Blanchett é a vizinha simpática e igualmente excêntrica que mais parece que mora na casa. No papel do garotinho, temos Owen Vaccaro. Ele não teve papéis de destaque no cinema ainda, mas provavelmente <strong><em>O Mistério do Relógio na Parede</em></strong> será uma porta se abrindo. Além de natural, o menino sabe criar uma ótima química em cena com o restante do elenco.</p>
<p>Este filme pode ter alguns desvios, mas nada que chegue a comprometer o resultado final. Ele é agradável de assistir, tem ótimas atuações, uma história interessante e uma construção de enredo boa. Vale a pena assistir e levar toda a família!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yO8DP21B9-U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jumanji &#8211; Bem-Vindo à Selva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2018 22:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jumanji: Bem-Vindo à Selva, ao menos como ele é vendido, é uma versão dos nossos tempos do clássico Jumanji de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (Sex Tape: Perdido na Nuvem) traduz a aventura da selva para o contexto de um game de RPG, até porque games não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva</i>, ao menos como ele é vendido,<i> </i>é uma versão dos nossos tempos do clássico <i>Jumanji </i>de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (<i>Sex Tape: Perdido na Nuvem</i>) traduz a aventura da selva para o contexto de um <i>game </i>de RPG, até porque <i>games </i>não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, em si já ultrapassada). O mais recente <i>Jumanji </i>é um filme dos nossos tempos porque adere à inesgotável sede da Hollywood atual pelo resgate de cultuados <i>blockbusters </i>de outrora, mas também porque se contenta com muito pouco se comparado ao filme protagonizado por Robin Williams nos anos de 1990. Se contenta com a piada momentânea, com o entretenimento fulgaz, não se preocupa com a longevidade da obra.  Não que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>seja um desastre, ele não é. No entanto, o filme se conforma com uma zona de segurança típica do <i>blockbuster </i>contemporâneo.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, um grupo de quatro adolescentes em castigo na detenção escolar descobrem um video game que os transporta para o jogo Jumanji com a missão de resgatar uma pedra mágica das mãos de um mercenário e devolver a paz à fictícia selva. Assumindo a identidade dos <i>avatars </i>que escolheram no jogo, os quatro protagonistas da história terão de enfrentar as fases impostas pelo <i>game </i>e aprenderão a se melhorar como pessoas a partir das características e poderes dos seus personagens no universo Jumanji. Ao fim, todos encontrarão a redenção ao superarem seus medos e encararem seus defeitos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8566" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jumanji001-copy.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>tem <i>insights </i>curiosos e que em alguns momentos oferecem lapsos genuinamente originais ao filme. A ideia de converter seu grupo de protagonistas em <i>avatares </i>de um <i>game </i>com características opostas às suas no mundo real, ocasionalmente, tecendo comentários sobre os estereótipos desse universo, é bem aproveitada, sobretudo quando utilizada para traçar uma jornada de amadurecimento para seus quatro protagonistas. Além disso, a troca de identidades fornece momentos bem engraçados quando se tem Dwayne &#8216;The Rock&#8217; Johnson interpretando um nerd e Jack Black vivendo uma patricinha fútil e egocêntrica popular no colégio. No entanto, chega um ponto que esse <i>modus operandi </i>na dinâmica dos personagens desse <i>Jumanji</i> perde o ineditismo e as piadas do filme, junto com seu senso de diversão, se esgota ou anda em círculos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É inevitável que as comparações com o longa de 1995 surjam porque o próprio <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>o convoca ao resgatar o jogo de tabuleiro do filme clássico e todos os elementos que o cercam. Assim, ao avaliar esse novo <i>Jumanji </i>é inevitável que ele não pareça supérfluo diante do filme de Joe Johnston que, para além da diversão, oferecia momentos genuinamente emocionantes na construção do arco do seu melancólico protagonista vivido com sensibilidade pelo inesquecível Robin Williams. O que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>acaba mostrando para o espectador é uma diversão descompromissada que entretém moderadamente, mas que também é muito repetitiva em suas piadas. Está longe de conseguir ser mais do que isso na nossa memória quando olharmos para ele daqui alguns anos. É possível até que tenhamos esquecido do próprio.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XhU_9m87rXM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2015 13:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Jack Black]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil Goosebumps ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. Goosebump também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3832" aria-describedby="caption-attachment-3832" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3832 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0-620x349.jpg" alt="goosebumps.0.0" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3832" class="wp-caption-text">Carisma: Através de Jack Black, filme presta sua homenagem ao criador de Goosebumps</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil <i>Goosebumps</i> ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. <i>Goosebump </i>também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de Stine é abordar tudo com muito humor em narrativas que geralmente trazem jovens em meio ao universo fantástico proposto pelo autor quando se mudam para um novo bairro e acabam de passar por eventos traumáticos.</p>
</div>
<div>
<p>O longa de Rob Letterman inicia sua história nos apresentando a um desses jovens, Zach, interpretado, Dylan Minnette. Ele acaba de se mudar para Greendale, no estado de Maryland, com sua mãe Gale, personagem da atriz Amy Ryan. Zach e Gale mudam-se para a cidade após um evento traumático na família e têm que se adaptar a nova vida na escola local, onde ele entra como calouro entre os alunos e ela passa a trabalhar na diretoria. A vida de Zach é colocada de cabeça para baixo quando ele conhece o seu estranho vizinho, interpretado pelo ator Jack Black, e sua filha Hannah, por quem o protagonista se apaixona. Inesperadamente, esta relação será o estopim para a libertação de uma série de estranhas criaturas aprisionadas em um outro universo e que passam a infernizar a vida dos moradores de Greendale.</p>
</div>
<figure id="attachment_3835" aria-describedby="caption-attachment-3835" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3835 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/maxresdefault-6-620x349.jpg" alt="maxresdefault (6)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3835" class="wp-caption-text">Abominável monstro das neves: Personagem é uma entre várias criaturas do universo de Stine que aparecem no longa</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo feito sua carreira basicamente na animação, com produções como <i>Monstros vs. Alienígenas</i> e <i>O Espanta Tubarões &#8211; </i>o único trabalho dele com atores de carne e osso foi um nada animador <i>As Viagens de Gulliver</i>, também com Jack Black no elenco &#8211; Rob Letterman demonstra outro fôlego em <i>Goosebumps</i>. <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</i> é um produto bem mais interessante na carreira do diretor. Com o roteiro de Darren Lemke (<i>Jack, o caçador de gigantes</i>), Letterman faz um filme metalinguístico que se enquadra na mesma categoria de alguns dos melhores filmes do gênero para públicos juvenis e que já se tornaram os icônicos clássicos da &#8220;Sessão da Tarde&#8221; dos anos 90, uma espécie de <i>Jumanji </i>dos nossos tempos, com todas as criaturas concebidas por R.L. Stine invadindo o mundo real e muita correria, <i>gags</i>, adolescentes lidando com a descoberta do amor e um adulto de passado conturbado, mas suavizado pelo humor e pelo carisma de uma figura como Jack Black.</p>
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<p>Estruturalmente, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>não subverte nenhuma regra, nem precisaria, sua proposta não é essa. A ideia é se apoiar em marcas do modelo de narrativa da &#8220;aventura juvenil&#8221; e entregar um filme que reverencia não apenas a série literária de R. L. Stine como também a série de TV que os contos originaram. Os responsáveis por essa adaptação inseriram figuras icônicas desse universo, incluindo a mais representativa de todas elas, o boneco de ventríloco Slappy, além disso encontram no filme uma forma de homenagear o seu escritor através do personagem de Jack Black.</p>
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<figure id="attachment_3834" aria-describedby="caption-attachment-3834" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3834 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01-600x400.jpg" alt="goosebumps-picture01" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-3834" class="wp-caption-text">Ecos de Jumanji: Filme dialoga com a aventura juvenil protagonizada por Robin Williams na década de 90</figcaption></figure>
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<p>Divertido e afetuoso, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>é uma aventura juvenil que demonstra potencial para agradar públicos de diversas faixas e com diversos tipos de relação com a obra original, ou seja, iniciados ou não na série de Stine irão se esbaldar. Rob Letterman conseguiu criar o seu próprio parque de diversões nostálgico com uma pontinha de originalidade e um tratamento interessante a universos já concebidos em outra plataforma. Em suma, ele foi certeiro.</p>
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