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	<title>Arquivos Hugh Jackman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Hugh Jackman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os cinemas brasileiros recebem a primeira cinebiografia musical do ano nesta quinta-feira (15). Estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois foi a aposta da Focus Features para a bilheteria do Natal estadunidense e chega no Brasil, pela Universal Pictures, como um dos filmes do verão para se assistir em família. É claro que não uma dramédia qualquer que se leva crianças, mas é um filme que facilmente poderia entrar para o hall [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinemas brasileiros recebem a primeira cinebiografia musical do ano nesta quinta-feira (15). Estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong> foi a aposta da Focus Features para a bilheteria do Natal estadunidense e chega no Brasil, pela Universal Pictures, como um dos filmes do verão para se assistir em família. É claro que não uma dramédia qualquer que se leva crianças, mas é um filme que facilmente poderia entrar para o <em>hall</em> de reprises da Sessão da Tarde em alguns anos. O projeto, ainda que tenha momentos de emoção, é leve e divertido, além de conseguir abarcar um grande público com sua narrativa.</p>
<p><strong><em>Song Sung Blue </em></strong>conta a história do encontro apaixonado entre dois imitadores de celebridades da música que sonhavam em fazer sucesso com suas vozes. Tanto Mike (Jackman) quanto Claire (Hudson) vem ao encontro de almas com suas bagagens e dramas pessoais que fazem a trama girar a partir dos altos e baixos de sua vida a dois. Escrito e dirigido por Craig Brewer (<em>Um Príncipe em Nova York 2</em>, de 2021), o longa-metragem segue essa linha narrativa usual para contar um pouco da vida do casal real &#8216;Raio e Trovão&#8217;. A história escrita por Brewer e baseada na vida de Mike e Claire Sardina não tem nada de extraordinária, mas é extremamente sincera e amorosa.</p>
<p>Ainda que tenha alguns deslizes no ritmo no segundo ato do filme, o roteiro se mantém fiel à clara missão de entreter, emocionar e divertir o público. Tudo isso, é claro, embalado pelas canções de Neil Diamond. E é por meio de suas canções que a narrativa é costurada e guiada pelos altos e baixos da vida e carreira da dupla real. Brewer verdadeiramente não traz nada de novo ou surpreendente em <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong>, mas faz o que se propõe de forma coerente e razoável, criando um resultado que vale a pena.</p>
<figure id="attachment_20373" aria-describedby="caption-attachment-20373" style="width: 2048px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-20373" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Song-Sung-Blue-1-2.jpg" alt="Song Sung Blue (2025)" width="2048" height="1365" /><figcaption id="caption-attachment-20373" class="wp-caption-text">Hugh Jackman em cena de &#8216;Song Sung Blue (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>O verdadeiro destaque de <strong><em>Song Sung Blue</em></strong> é seu elenco &#8211; e esse louro vai além da dupla principal. A direção de elenco acertou em cheio ao reunir um grupo de atores e atrizes que tem uma boa química em cena. A família Sardina é o maior destaque, com um momento de parabenização específico para Ella Anderson (<em>Henry Danger: O Filme</em>, de 2025) que tem ótimos momentos em cena, tanto como destaque, como contracena da dupla principal.</p>
<p>Apoiados por um elenco que dá a base necessária para florescer suas interpretações, Hugh Jackman (<em>Deadpool &amp; Wolverine</em>, de 2024) e Kate Hudson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-glass-onion-um-misterio-knives-out-netflix/"><em>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</em></a>, de 2022) são os pilares de <strong><em>Song Sung Blue &#8211; Um Sonho a Dois</em></strong>. Com performances coesas e uma desenvoltura fantástica cantando, a dupla de atores encanta o espectador durante a cinebiografia. Jackman faz uma versão dele mesclada com o verdadeiro Mike Sardina, mas sem perder seu encanto e sua graça pessoal.</p>
<p>Hudson, por outro lado, é mais do que a contracena perfeita. Ela vai além, diante do que a direção e o texto te entregam, dando muito mais do que vida aos sonhos e dores de Claire. Hudson é a estrutura de toda a narrativa. Sem a sua performance, talvez <strong><em>Song Sung Blue</em></strong> não fosse o mesmo. Tanto que, quando a sua personagem cai num momento com mais deslizes de ritmo do roteiro, todo o longa também desaba &#8211; não em um desastre, mas em fragilidades de um roteiro que não é extraordinário. Não à toa, a atriz recebeu 3 indicações por sua atuação, sendo duas delas no Globo de Ouro, em Comédia ou Musical, e no Actors Awards.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Craig Brewer</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Hugh Jackman, Kate Hudson, Ella Anderson, King Princess, Michael Imperioli, Fisher Stevens, Hudson Hensley, Mustafa Shakir e Cecelia Riddett</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wjStOOUp_4A?si=AJRmrsWlqNa87jRZ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 00:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir Free Guy &#8211; Assumindo o Controle, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (Deadpool) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista. Com um elenco bem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em>, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista.</p>
<p>Com um elenco bem interessante, composto ainda por Jodie Comer (<em>Killing Eve</em>), Lil Rel Howery (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>), Joe Keery (<em>Stranger Things</em>) e Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>), o longa evolui com um roteiro bem interessante e construído. É preciso abstrair alguns elementos do absurdo, mas a própria história propõe isso ao espectador. E não estamos falando aqui sobre um filme que força a inserção de Inteligência Artificial. <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em> não subestima o espectador em hora nenhuma, apresentando uma história coerente e atrativa.</p>
<p>Além disso, as cenas de ação são bem propícias e orquestradas, sempre ao som de uma bela trilha sonora e alguns refrescos no meio do caminho. Vários atores como Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman têm super breves participações, porém bem interessantes. É mais um atrativo aos olhos do espectador, a essa hora já bem conquistado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14437" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg" alt="Free Guy - Assumindo o Controle" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Guy é um cara positivo e desconfiado da realidade onde vive. O seu envolvimento com a Garota do Molotov é construído de maneira a induzir uma relação verdadeira, mesmo que impossível de acontecer. Enquanto isso, observamos o amor de Keys pela colega de criação e como Guy, na verdade, funciona como seu alter ego apaixonado e silencioso.</p>
<p>O conhecido diretor Taika Waititi entra como um vilão mesquinho e ganancioso, que visa apenas o dinheiro acima de qualquer coisa. Sua dualidade de atuação histérica com o equilíbrio dos outros personagens dá o tom perfeito dessa relação.</p>
<p>A história do filme é muito original e ainda dá pequenas alfinetadas no estilo de vida dos <em>gamers</em>, ainda que trate tudo com muito humor e diversão. Ele consegue equilibrar muito bem a distopia nerd com a alma de envolvimento naquele enredo familiar. O longa propõe ainda uma ideia de assumir o controle de sua própria vida, mesmo que isso implique em perder algumas benesses que já estamos acostumados, como a segurança de um lar entediante.</p>
<p><em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong> </em>é, no final das contas, uma grata surpresa para quem assiste. Divertido, interessante, com ótimas atuações, cenas de ação de qualidade e uma trilha sonora deliciosa, com certeza vale a experiência do cinema, pelos benefícios que a grande tela oferece em termos de percepção do CGI, utilizado exaustivamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Taika Waititi, Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CMynkj1qAYo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Link Perdido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 21:55:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07 de novembro, a animação Link Perdido, que conta com Hugh Jackman (Logan), Zach Galifianakis (Se Beber, Não Case!), Zoe Saldana (Guardiões da Galáxia), Emma Thompson (Razão e Sensibilidade) e Timothy Olyphant (série Fargo) no elenco. O filme é uma aventura de descoberta de Sir Lionel Frost (Hugh Jackman), que se considera o melhor investigador de mitos e monstros do mundo. Ele recebe uma pista do paradeiro do Pé Grande e resolve ir atrás [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07 de novembro, a animação <em><strong>Link Perdido</strong></em>, que conta com Hugh Jackman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Logan</em></a>), Zach Galifianakis (<em>Se Beber, Não Case!</em>), Zoe Saldana (<em>Guardiões da Galáxia</em>), Emma Thompson (<em>Razão e Sensibilidade</em>) e Timothy Olyphant (série <em>Fargo</em>) no elenco. O filme é uma aventura de descoberta de Sir Lionel Frost (Hugh Jackman), que se considera o melhor investigador de mitos e monstros do mundo. Ele recebe uma pista do paradeiro do Pé Grande e resolve ir atrás para garantir a descoberta e finalmente ser respeitado pelos colegas.</p>
<p>A história se desenvolve de maneira lenta no começo, especialmente para um filme de menos de 90 minutos. O espectador passa um bom período se questionando para onde a narrativa vai nos levar e em quais personagens precisamos focar energia. Isso poderia ser atenuado se o roteiro não passasse tanto tempo explicando coadjuvantes de pouca relevância.</p>
<p>Dito isso, um detalhe que me chamou a atenção é que a primeira metade de <strong><em>Link Perdido</em></strong> não tem personagem feminina. E essa energia masculina excessiva tem seu peso. É notório que depois que a personagem Adelina Fortnight (Zoe Saldana) surge, o fluxo da história soa muito mais natural e leve. Pena que a inserção foi tardia o suficiente para que o espectador não crie tanta simpatia por ela.</p>
<p>O ponto de destaque desta animação é o cuidado estético que ela possui. Seja no quesito arte, como no quesito diálogo e sonoplastia. Cada detalhe é cuidadosamente pensado e orquestrado para oferecer uma experiência visual única ao espectador. A minúcia das cenas é surpreendente, resultando em um projeto com forte potencial para indicação técnica no Oscar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11747" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Link Perdido" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O apreço pela estética, no entanto, não pode ser visto no desenvolvimento do roteiro como um todo. É divertido, suave e com uma história fofinha. Mas ele falha ao não se definir como um gênero específico. Seu protagonista fica passeando entre o excêntrico, o mulherengo e o bonzinho, sem nunca se assumir como nenhuma das opções.</p>
<p>O personagem mais interessante é, realmente, Mr Link (Zach Galifianakis), o tal Pé Grande. A personalidade literal dele nos oferece cenas com bom divertimento e risadas sinceras. Além disso, as principais cenas, como a luta na taverna, são realmente bem construídas.</p>
<p>Ainda assim, é um filme que fala sobre o sentimento de pertencimento a algum lugar. A necessidade de ter um vínculo, uma raiz com o local onde se mora. Além disso, como a amizade pode ser o caminho para criar essa história. É uma mensagem bonita e verdadeira, que traz ainda mais beleza para a trama.</p>
<p><em><strong>Link Perdido</strong></em> é um filme para a família, com todas as nuances que isso pode representar. Tem entretenimento de qualidade para todas as idades, sem cair no excesso de piada sarcástica adulta e nem na infantilidade exagerada. Embora não seja uma grande produção, com certeza vai agradar às crianças, valendo uma boa sessão no fim de semana.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Butler<br />
<strong>Elenco:</strong> Hugh Jackman, Zach Galifianakis, Zoe Saldana, Emma Thompson, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PNbOlZn_3u0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Rei do Show</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 17:32:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já tem um tempo que musical não é o estilo mais escolhido de filmes em Hollywood. Aliás, o foco do momento é super-herói e histórias de ação mirabolantes. Então é muito gostoso para quem é fã do estilo receber um longa como O Rei do Show, com muita cantoria e dança. A narrativa é sobre a história de P.T. Barnum, um homem sonhador que cria possibilidades para sair de uma situação financeira complicada e ajudar as pessoas &#8220;diferentes&#8221; ao seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já tem um tempo que musical não é o estilo mais escolhido de filmes em Hollywood. Aliás, o foco do momento é super-herói e histórias de ação mirabolantes. Então é muito gostoso para quem é fã do estilo receber um longa como <em>O Rei do Show</em>, com muita cantoria e dança.</p>
<p>A narrativa é sobre a história de P.T. Barnum, um homem sonhador que cria possibilidades para sair de uma situação financeira complicada e ajudar as pessoas &#8220;diferentes&#8221; ao seu redor. A história verídica traz um pouco do início do próprio circo e como surgiu essa curiosidade por &#8220;<em>freaks</em>&#8221; e fraudes de todo tipo.</p>
<p>No papel principal, ninguém menos que Hugh Jackman, que já participou do também musical <em>Os Miseráveis</em>. Em <em>O Rei do Show</em>, ele canta, dança e rouba todas as cenas em que aparece. É um personagem muito caricato e exagerado, mas é exatamente esse seu objetivo principal, tornando tudo muito natural.</p>
<p>Como parceiro, temos Zac Efron, que surge lá para o 2/3 do longa, com um pouco de desconfiança, mas mostrando logo suas habilidades artísticas. Ele também tem seu histórico em musicais, como <em>High School Musical</em>, que o lançou e ficou eternizado como longa juvenil de sucesso. Depois disso, ele já mostrou seu potencial diversas vezes, provando que realmente chegou para ficar.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8543" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/12/1157421.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme tem ainda uma ótima escolha de elenco, tendo Efron e Jackman no núcleo principal, acompanhados de Michelle Williams, Zendaya e Rebecca Ferguson. Além disso, a equipe de coadjuvantes é muito boa. Todos os <em>freaks</em> tem seu momento de exibição e cantoria, chamando atenção pela qualidade da escolha. O equilíbrio é muito importante na trama.</p>
<p>É fácil criar empatia com os personagens e começar a torcer por eles. A sintonia do casal Efron e Zendaya é muito boa e faz com que o espectador vibre na cadeira em cada momento. O mesmo vale para Jackman e Williams, que têm uma construção importante na primeira parte do filme, contextualizando a história do casal.</p>
<p>O figurino e direção de arte capricharam no papel. O longa é muito colorido, cheio de roupas chamativas e performances de teatro incríveis. Nada mais justo que o investimento neste setor fosse alto. Por alegria, eles apostaram as fichas e acertaram em cheio, apresentando um produto final excelente.</p>
<p>O ponto fraco do filme seria a história em si. Ela começa muito bem, mas perde a mão no meio do caminho. Tropeça em muitos clichês que deixam o enredo óbvio demais para o espectador. Certamente este ponto poderia ser melhorado e muito. Acredito, no entanto, que no balanço geral de pontos positivos e negativos do filme, a avaliação é favorável.</p>
<p><em>O Rei do Show</em> é um musical muito bom, com cantos e dança na medida certa, deixando o espectador encantado com as cenas incríveis. Tem defeitos, sim, mas como boa amante de musicais eu digo que eles não chamam tanta atenção quanto as qualidades.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/r5R6CVp_JzU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Logan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2017 15:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que pensamos em Wolverine, associamos rapidamente a Hugh Jackman. Também pudera! O ator é a alma e a essência do personagem, vivendo suas realidades tão intensamente que acabam se misturando em um só. Em Logan, todo esse trabalho de caracterização de anos é explorando minunciosamente, traduzindo em um filme que é um verdadeiro tributo aos fãs do personagem e do quadrinho. São 17 anos de Jackman como Wolverine e o fim desta era não poderia ser mais honroso do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que pensamos em Wolverine, associamos rapidamente a Hugh Jackman. Também pudera! O ator é a alma e a essência do personagem, vivendo suas realidades tão intensamente que acabam se misturando em um só. Em <em>Logan</em>, todo esse trabalho de caracterização de anos é explorando minunciosamente, traduzindo em um filme que é um verdadeiro tributo aos fãs do personagem e do quadrinho. São 17 anos de Jackman como Wolverine e o fim desta era não poderia ser mais honroso do que esse longa incrível.</p>
<p>A história se passa em 2029, quando praticamente todos os mutantes conhecidos de Logan já morreram e ele procura viver uma vida comum, como motorista, para sustentar o Professor Xavier, que tem seus poderes controlados para não causar danos. Logan é então procurado por Gabriela, uma mulher que suplica por sua ajuda para se livrar de um mercenário que quer sua filha.</p>
<p>A evolução da história, desde a apresentação desta nova situação de Logan até ele se deparar com o seu propósito naquele momento acontece em uma construção muito bem feita do personagem como ele está. O filme é baseado nos quadrinhos do &#8220;Velho Logan&#8221; e essa questão é explorada com cuidado e perfeição, mostrando como o passar dos anos e sua vida como mutante influenciou na seu estado atual. Como todo aquele sofrimento de anos custou alto para Logan, que agora sofre com as escolhas do passado.</p>
<p>É com extrema criatividade que o diretor James Mangold lida com os desafios de expor um personagem querido pelo público em uma situação de despedida. Ainda que exista um cuidado em manter o quesito ação no longa, a parte do estudo psicológico de Logan, tão importante, é mais explorada pelo roteiro. Ele não perde a essência de ser um mutante, mas está igualmente humano, igualmente cheio de dúvidas e questões.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7448" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/logan-two-tv-spots-and-imax-poster-revealed-for-jackmans-fin_c97j.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Hugh Jackman nos apresenta um trabalho tão incrível e cuidadoso, que se torna uma homenagem ao personagem que o consagrou tão bem. O roteiro é preenchido de sentimento, sem beirar o excesso ou o piegas. É dor verdadeira, é falta de esperança, é sofrimento real. A relação dele com Professor Xavier é um ponto alto de exploração deste sentimento contraditório, que vai do amor à dor em segundos.</p>
<p>Em meio à essa dificuldade de lidar com as novas questões, surge a personagem Laura Kinney/ X-23. Ela é uma criança produzida em laboratório com o mesmo material inserido em Logan, o adamantium. A menina é inserida com cuidado e precisão na trama, causando sentimentos diversos no público. É assustador e, ao mesmo tempo, necessário tudo o que acontece com ela. Assistir a uma menina decapitando uma pessoa é, no mínimo, desconfortável para o espectador, mas extremamente bem colocado em cada momento. Apesar do tom extremamente violento do filme, não há, em absoluto, uma violência gratuita.</p>
<p><em>Logan</em> é um filme cuidadoso, bem encaixado e absolutamente incrível no resultado. Para Hugh Jackman, que já falou que não viverá o personagem novamente, é uma despedida mais do que adequada e honrosa a todo seu esforço em criar essa atmosfera. O longa é milimetricamente cuidado e certamente vai agradar gregos e troianos. É simplesmente imperdível. Sem exageros, um excelente filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RWSuAC9CYxo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Assista ao trailer de Logan, novo filme solo do Wolverine</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2017 21:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Jackman]]></category>
		<category><![CDATA[Logan]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Logan, próximo filme solo de Wolverine, acaba de ganhar o seu primeiro trailer. No filme, Hugh Jackman se despede do personagem que o revelou ao mundo 17 anos atrás, contando uma história ambientada no futuro que traz Logan cuidando de um debilitado professor Xavier na fronteira EUA-México. O filme é dirigido por James Mangold (o mesmo de Wolverine) e é inspirado na HQ Old Man Logan. Patrick Stewart retorna como o Professor Xavier. O longa estreia no Brasil dia 02 de março. Assista [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Logan</em>, próximo filme solo de Wolverine, acaba de ganhar o seu primeiro trailer. No filme, Hugh Jackman se despede do personagem que o revelou ao mundo 17 anos atrás, contando uma história ambientada no futuro que traz Logan cuidando de um debilitado professor Xavier na fronteira EUA-México.</p>
<p>O filme é dirigido por James Mangold (o mesmo de <em>Wolverine</em>) e é inspirado na HQ <em>Old Man Logan. </em>Patrick Stewart retorna como o Professor Xavier. O longa estreia no Brasil dia 02 de março.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KPND6SgkN7Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Voando Alto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 01:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Jackman]]></category>
		<category><![CDATA[Taron Egerton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um misto de tenso, empolgante e super motivacional. Essa pode ser uma descrição justa de Voando Alto. Com elenco excelente e atuações precisas, o enredo traz a tentativa incansável de um jovem de participar das Olimpíadas. Um esforço honroso que pode inspirar muitas pessoas e tem um quê de Zootopia, que afirma sempre que a pessoa deve seguir os sonhos, não importa o que os outros falem. O longa conta a história baseada em fatos reais do esportista Eddie Edwards, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um misto de tenso, empolgante e super motivacional. Essa pode ser uma descrição justa de <em>Voando Alto</em>. Com elenco excelente e atuações precisas, o enredo traz a tentativa incansável de um jovem de participar das Olimpíadas. Um esforço honroso que pode inspirar muitas pessoas e tem um quê de <em>Zootopia</em>, que afirma sempre que a pessoa deve seguir os sonhos, não importa o que os outros falem.</p>
<p>O longa conta a história baseada em fatos reais do esportista Eddie Edwards, desde o início de sua infância até a fase adulta. O roteiro vai passeando em seus problemas quando criança, que tinha um defeito nas pernas que o obrigava a usar uma bota especial. Ainda assim, ele seguia alimentando o sonho de ser campeão olímpico. A verdade é que Eddie não tinha muito jeito para o esporte e saiu tentando todas as possibilidades até que finalmente encontrou o ski.</p>
<p>Taron Egerton, que nos foi apresentado com bom trabalho em <em>Kingsman – Serviço Secreto</em>, cabe muito bem ao papel de Eddie, que traz uma estranheza e uma loucura muito familiar dos adolescentes sonhadores. Ele é definitivamente incansável. E não é como se o mundo não tentasse que ele parasse de se esforçar. Absolutamente tudo que podia dar errado, deu em algum momento. Mas ainda assim, ele não desistia.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5809" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/hugh.jpg" alt="hugh" width="610" height="348" /></p>
<p>No meio do caminho conturbado para realizar seu sonho, ele conhece Peary, interpretado por Hugh Jackman (que também está ótimo no papel). Peary é um ex-esquiador famoso que não conseguiu ser campeão olímpico por conta de seu vício na bebida. Em função desta falta de disciplina, ele trabalha como limpador de neve de um centro de esquiadores.</p>
<p>A dupla tem uma boa dinâmica e é acompanhada de um elenco bem escolhido que inclui ainda Christopher Walken, Keith Allen e Jim Broadbent. O diretor Dexter Fletcher ainda está no início de sua carreira como cineasta, mas já apresenta um trabalho razoável. A trilha sonora também contribui bastante para o clima de empolgação e tensão da trama.</p>
<p>O pecado, acredito, é no excesso disso tudo. É motivador demais, empolgante demais e tenso demais. Em certo momento, fica um tanto exaustivo. Não que isso prejudique completamente a trama, mas desvirtua um pouco seu objetivo. Fica auto-ajuda demais. Podiam ter equilibrado um pouco mais esse lado. Ainda assim, não deixa de ser um filme bastante interessante.</p>
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		<title>Crítica: Peter Pan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 22:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Garrett Hedlund]]></category>
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		<category><![CDATA[Joe Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Pan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Peter Pan, no original somente Pan, nasceu como um projeto que traria para o público as origens dos personagens criados por J.M. Barrie em seu homônimo. Como Peter foi parar na Terra do Nunca? Como ele se tornou o líder dos Garotos Perdidos? E, ainda, como Peter conheceu aquele que mais tarde viria a ser o seu maior inimigo, o capitão Gancho? O filme, portanto, se apresenta como uma variação de uma tendência recente em Hollywood de adaptações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3747" aria-describedby="caption-attachment-3747" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panandhook_780x430.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3747 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panandhook_780x430.jpg" alt="panandhook_780x430" width="600" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-3747" class="wp-caption-text">A origem: A amizade entre Peter Pan e Gancho é o mote de Peter Pan</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Peter Pan</i>, no original somente <i>Pan</i>, nasceu como um projeto que traria para o público as origens dos personagens criados por J.M. Barrie em seu homônimo. Como Peter foi parar na Terra do Nunca? Como ele se tornou o líder dos Garotos Perdidos? E, ainda, como Peter conheceu aquele que mais tarde viria a ser o seu maior inimigo, o capitão Gancho? O filme, portanto, se apresenta como uma variação de uma tendência recente em Hollywood de adaptações de contos de fadas em <i>live action</i>. Em <i>Peter Pan</i>, ao invés de preservar a história tal qual a conhecemos, o diretor Joe Wright e os produtores responsáveis resolveram buscar nas origens do personagem a verdadeira razão de ser do filme em meio a tantas leituras do mesmo universo. As intenções são muito bem-vindas e até certo ponto Wright consegue imprimir uma certa originalidade na sua versão de <i>Peter Pan</i>, o problema é que depois de meia hora de projeção a história desanda e o que o público acompanha é um exemplar genérico e completamente supérfluo do gênero fantasia que não cumpre nem a metade da sua proposta inicial.</p>
</div>
<div>
<p>Como já adiantamos, <i>Peter Pan </i>traz a história da origem do personagem icônico das histórias infantis. O diretor Joe Wright e o roteirista Jason Fuchs iniciam a sua trama com Peter sendo deixado pela sua mãe em um orfanato administrado por freiras. Peter cresce em meio às injustiças e maus tratos do lugar até que durante uma madrugada é capturado por piratas a mando do perverso capitão Barba Negra, para quem passa a trabalhar nas minas da Terra do Nunca. Lá, Peter conhece um jovem chamado James Gancho e descobre que está predestinado a liderar o povo da Terra do Nunca contra as maldades de homens como Barba Negra.</p>
</div>
<figure id="attachment_3748" aria-describedby="caption-attachment-3748" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/PanBar640.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3748 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/PanBar640-620x351.jpg" alt="IMG_1779.DNG" width="620" height="351" /></a><figcaption id="caption-attachment-3748" class="wp-caption-text">Vilão: Hugh Jackman encarna o perverso Capitão Barba Negra</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>À primeira vista, Joe Wright parece ser o diretor ideal para conduzir a releitura de qualquer clássico. O realizador fez maravilhas com sua &#8220;trilogia&#8221; protagonizada por Keira Knightley, tornando possível não apenas a adaptação para as telonas de textos de autores tão diversos e difíceis como Jane Austen (<i>Orgulho e Preconceito</i>), Ian McEwan (<i>Desejo e Reparação</i>) e Leo Tolstoy (<i>Anna Karenina</i>) como também pertinente o seu olhar cinematográfico particular para a proposta desses escritores em seus respectivos livros. Em <i>Peter Pan</i>, o Joe Wright inquieto e inventivo parece estar presente apenas em meia hora de projeção para logo ceder lugar a um diretor que está apenas cumprindo a sua função de empregado de um estúdio interessado em fornecer ao espectador um <i>blockbuster </i>genérico.</p>
</div>
<div>
<p>O início de <i>Peter Pan </i>é relativamente interessante. A dinâmica de Peter e os garotos no orfanato, o sequestro do protagonista pelo grupo do Barba Negra e a apresentação do vilão de Hugh Jackman ao som de &#8220;Smells like teen spirit&#8221; do Nirvana são os pontos altos do filme. Logo em seguida <i>Peter Pan </i>se transforma em um remedo de tramas e ações que não capturam a atenção do espectador, que fica indiferente ao destino do seu protagonista até o desfecho do filme.</p>
</div>
<figure id="attachment_3749" aria-describedby="caption-attachment-3749" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panmovie2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3749 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/panmovie2.jpg" alt="panmovie2" width="600" height="315" /></a><figcaption id="caption-attachment-3749" class="wp-caption-text">Tropeços: Filme falha por não levar a sério a sua proposta inaugural de narrar a origem da fábula de maneira inventiva</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma série de referências ao clássico de J. M. Barrie, entre eles a origem dos nomes Gancho, Sininho e Garotos Perdidos, mas tudo é tão evidente que nenhum desses momentos chega a ser fruto do brilhantismo dos seus realizadores, por exemplo, O que fica mais evidente, no entanto, é a maior lacuna em <i>Peter Pan: </i>o longa não entrega as razões para a transformação do Gancho no vilão que conhecemos. Acreditando pretensiosa e gananciosamente que o filme terá uma continuação direta (o que hoje não é uma garantia), os envolvidos resolvem postergar o momento, fazendo com que <i>Peter Pan </i>perca o seu principal mote e aquele que poderia ser um clímax dramático que tiraria a narrativa da completa pasmaceira.</p>
</div>
<div>
<p>Com atores do porte de Hugh Jackman, Garrett Hedlund e Rooney Mara sem ter muito o que fazer em cena e com Levi Miller como um jovem protagonista que não compromete o longa, mas também não consegue cativar a plateia, <i>Peter Pan </i>mostra-se como um filme completamente banal, algo inédito na carreira de Wright, que mesmo em filmes considerados medianos e de pouca repercussão como <i>O Solista </i>ou <i>Hanna </i>fazia questão de deixar sua forte personalidade prevalecer na história. O que vemos em <i>Peter Pan </i>é um filme que não consegue cumprir o que prometera ao seu público. O longa parece preferir perder o seu tempo com sequências de ação redundantes, romances que não dizem a que veio e referências ao original jogadas de qualquer jeito na tela ao invés de gerar qualquer empatia espontânea na sua plateia.</p>
</div>
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		<title>Crítica: X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2014 22:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Singer]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Page]]></category>
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		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ainda me lembro da minha primeira sessão de X-Men pelos idos de 2000, mais precisamente, dia 18 de agosto de 2000, sexta-feira, logo depois da aula. Éramos todos adolescentes, alguns fãs dos mutantes desde as HQs da Marvel, outros telespectadores assíduos da série animada lançada pela Fox e transmitida pela Globo desde 1994, mas todos de alguma forma familiarizados com aqueles personagens. Na época não existia Homem de Ferro, Os Vingadores, o Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_970" aria-describedby="caption-attachment-970" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x0men.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-970 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x0men-620x322.jpg" alt="x0men" width="620" height="322" /></a><figcaption id="caption-attachment-970" class="wp-caption-text">As duas versões de Xavier cara a cara: James McAvoy e Patrick Stewart mais uma vez incorporam a esperança de um mundo mais tolerante através do líder dos X-Men</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda me lembro da minha primeira sessão de <em>X-Men </em>pelos idos de 2000, mais precisamente, dia 18 de agosto de 2000, sexta-feira, logo depois da aula. Éramos todos adolescentes, alguns fãs dos mutantes desde as HQs da Marvel, outros telespectadores assíduos da série animada lançada pela Fox e transmitida pela Globo desde 1994, mas todos de alguma forma familiarizados com aqueles personagens. Na época não existia <em>Homem de Ferro</em>, <em>Os Vingadores</em>, o <em>Cavaleiro das Trevas </em>de Christopher Nolan e nem mesmo o <em>Homem-Aranha </em>de Sam Raimi e Tobey Maguire. Os super-heróis não eram vendidos como água nos Multiplex e acompanhávamos com muita expectativa o lançamento de qualquer filme através das páginas da revista Set (sim, naquela época colecionávamos revistas sobre cinema, uma época em que revistas sobre cinema ainda existiam). Era o início de uma nova era nos <em>blockbusters</em>, mas nós espectadores não nos dávamos conta. Uma época cuja referência mais próxima de super-heróis no cinema era o vergonhoso <em>Batman &amp; Robin </em>, dirigido por Joel Schumacher em 1998, filme que enterrou o Morcegão da DC Comics nas telonas por um bom tempo. Estava para ser lançado um filme baseado em uma das histórias mais adoradas, mas também complexas, dos quadrinhos pelas mãos de um jovem diretor que tinha ótimos filmes no currículo (<em>Os Suspeitos </em>e <em>O Aprendiz</em>), mas não o suficiente para nos manter seguros diante de tamanha responsabilidade. Insegurança, ansiedade, excitação&#8230; Era esse o cenário em 2000 para o lançamento de <em>X-Men.</em></p>
<p>No final das contas, o que testemunhamos foi um diretor que nasceu para orquestrar como ninguém uma dúzia de personagens multifacetados e temas delicados; a primeira aparição de Hugh Jackman, que tornou Wolverine ainda mais icônico do que a Marvel jamais poderia pensar; Patrick Stewart e Ian McKellen rivalizando com muita classe e maturidade em lados opostos na causa mutante; a bela Rebecca Romijn monopolizando as atenções com sua sinuosa Mística em poucas, mas marcantes, sequências de ação&#8230; Claro que tivemos percalços como uma Anna Paquin que não engolimos na época, mas o conjunto da obra foi tão arrebatador e definitivo para uma geração que qualquer defeito apontado é pura implicância. Mas não quero ficar preso ao passado, estamos aqui para falar do presente e do futuro de uma franquia que acaba de nos entregar um exemplar que comprova em definitivo a atemporalidade e o espírito de renovação dos <em>X-Men</em> e das próprias HQs que não cansam de reescrever suas origens e oferecer vários destinos para uma mesma história. Estou falando de<em> </em> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>e aviso<em>, </em>lerão uma crítica que pode soar um pouco pessoal, mas que merece esse &#8220;desvio&#8221;. Não dá para falar de um material tão próximo e querido assim sem quebrar os protocolos da minha própria redação.</p>
<figure id="attachment_1004" aria-describedby="caption-attachment-1004" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031564573.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1004 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031564573-620x312.jpg" alt="X_Men_Days_Future_Past_13838031564573" width="620" height="312" /></a><figcaption id="caption-attachment-1004" class="wp-caption-text">A viagem no tempo de Wolverine: Um recurso perigoso, mas usado com habilidade no novo filme da franquia.</figcaption></figure>
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<p><em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>começa com uma Nova York completamente destruída pelas batalhas travadas entre parte da humanidade e os mutantes. Os indivíduos dotados de super-poderes pela genética são caçados por robôs chamados Sentinelas que têm a capacidade de se adaptar a cada um dos poderes mutantes. Charles Xavier, Magneto, Wolverine e alguns outros foram poucos de sua espécie a sobreviver e encontram na possibilidade de voltar ao passado uma oportunidade para impedir o desenvolvimento do projeto Sentinelas e reverter a situação. Para tanto, enviam a 1973 o único do grupo capaz de fazer essa viagem no tempo sem sofrer nenhum dano, Wolverine. No entanto, Wolverine tem a difícil missão de ser o conciliador dos relacionamentos fraturados entre Xavier, Magneto e Mística após os acontecimentos na Baía dos Porcos que deixou o Professor X com uma grave lesão na coluna ao final de <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em>.</p>
<p>Para retornar ao universo dos <em>X-Men</em>, que abandonou erroneamente para dirigir projetos duvidosos como <em>Superman &#8211; O Retorno</em>, <em>Operação Valquíria </em>e <em>Jack &#8211; O Caçador de Gigantes</em>, Bryan Singer se lançou em uma empreitada corajosa em <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</em>. Lidar com essas transições entre tempos diferentes e &#8220;paralelos&#8221; não é tarefa fácil para qualquer realizador. Articular passado e futuro sem parecer que as ações e consequências geradas nesses dois espaços temporais soem como artifícios trapaceiros para o público relevar soluções ocasionalmente indesejadas tomadas em filmes anteriores é um desafio. Bryan Singer e seu roteirista Simon Kinberg utilizam o recurso e de fato reescrevem a trajetória de seus personagens, mas não como uma forma de trapaça, truque barato. Os realizadores se permitem oferecer novos caminhos para os seus personagens, oferecer outras versões de suas origens e desfechos e isso é muito interessante. Não invalida o que já foi feito (não é um ato de embaraço diante dos demais filmes, sobretudo <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, longa mais criticado da franquia) e dialoga com a multiplicidade de perspectivas para uma mesma história que as HQs costumam ter.</p>
<figure id="attachment_972" aria-describedby="caption-attachment-972" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031568400.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-972 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031568400-620x356.jpg" alt="X_Men_Days_Future_Past_13838031568400" width="620" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-972" class="wp-caption-text">A peça mais instável do jogo: Michael Fassbender interpreta a jovem versão de Magneto reforçando um outro ponto de vista sobre a causa da minoria mutante através da amoralidade e do rancor do personagem.</figcaption></figure>
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<p>Conduzindo seu filme como um verdadeiro maestro, Bryan Singer conhece esse material como ninguém. O diretor sabe construir com destreza a geografia das suas cenas de ação (conseguimos entender como cada um dos personagens agem nessas sequências, entendemos o que acontecem nelas) e compreende a verdadeira natureza e propósito dos <em>X-Men </em>nas diversas leituras que esse universo propõe. Não há vilões ou mocinhos, Xavier, Magneto e seus pupilos representam diferentes perspectivas para uma mesma causa e eles, assim como todos os outros, têm suas angústias, dúvidas, medos, falhas, vitórias, tropeços, quedas. É o caso da Mística vivida por Jennifer Lawrence nessa versão, uma personagem que oscila entre o ódio por ser tratada com ojeriza pela humanidade e uma fagulha de compaixão que tem pela mesma, ou então a imprevisibilidade de Magneto que o tornam um constante perigo. Assim, ao mesmo passo que consegue sustentar a carga de complexidade desses personagens e a urgência necessária aos acontecimentos do filme, Singer confere leveza ao projeto utilizando um humor fluido e nada forçado. Os mutantes não apenas sofrem por sua condição e pelas reações que ela causa na sociedade, mas também conseguem se divertir com suas habilidades, sobretudo os mais jovens, como o rápido Mercúrio. Essa característica reforça o diálogo do filme com as HQs e convoca o que de melhor <em>X-Men &#8211; Primeira Classe </em>tinha. Do filme de 2011, <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>também se apropria com destreza de um interessante diálogo entre a ficção e a História, transformando alguns dos seus fatos a favor do próprio andamento da trama.</p>
<p>Ao conseguir dimensionar todos esses inúmeros e aparentemente destoantes elementos sem torná-los superficiais, equivocados e deslocados, Bryan Singer preserva o que existe de mais perene na trajetória dos <em>X-Men </em>desde a primeira edição da HQ e que ele fez questão de ser fiel desde 2000, essa combinação simples (e não simplista) de ficção-científica e drama político sobre a tolerância que rende leituras universais, sem deixar de dialogar com sua própria natureza como história de super-heróis, oscilando entre momentos de reflexão e sensibilidade com outros tantos de pleno entretenimento. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>segue esse legado proporcionando sequências tão marcantes quanto as de <em>X-Men 2</em>, por exemplo, disparado o melhor longa da série, junto com esse. Como não colocar em pé de igualdade o momento em que Noturno invade a Casa Branco com a sequência da tentativa de assassinato do Dr. Bolivar Trask pelas mãos de Mística? Ambas impecáveis.</p>
<p>Cada ação é justificada em detalhes, não há personagem descartável, suas habilidades estão a serviço do desenrolar da trama e tudo funciona como uma complexa, eficiente e interessante engrenagem. Mas tudo não funciona por obra somente dos esforços do realizador, do roteirista e da sua equipe técnica, o elenco que a franquia acumulou ao longo dos anos e que foi aproveitado ao extremo em todos os filmes é um dos grandes triunfos de <em>X-Men</em>. Rever Hugh Jackman cada vez mais familiarizado com o seu Wolverine ao lado dos veteranos Patrick Stewart, Ian McKellen, Halle Berry, Ellen Page e Shawn Ashmore, mas também interagindo organicamente com os talentosos novatos James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult, é uma oportunidade que torna a experiência de assistir <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido,</em> sem querer parecer infame,inesquecível. E no fim, ainda&#8230; Bom deixa para vocês sentirem a mesma emoção que tive com o desfecho dessa história no próprio cinema.</p>
<figure id="attachment_973" aria-describedby="caption-attachment-973" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-973 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853-620x380.jpg" alt="x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853" width="620" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-973" class="wp-caption-text">A força de um Oscar: A Mística de Jennifer Lawrence ganha considerável destaque e torna-se o elemento fundamental da trama. E ela faz bonito!</figcaption></figure>
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<p>Assim como a situação vivida por Wolverine na trama do longa, assistir <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>foi como voltar no tempo, rever personagens queridos e conhecidos de uma época que não volta. Talvez tenha sido essa a mesma sensação de Bryan Singer ao retornar para a franquia, apesar de nunca ter se afastado dela, já que foi produtor de <em>X-Men &#8211; Primeira Classe </em>e deu consultas a Brett Ratner em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>. Contudo, não foi uma experiência melancólica e saudosista, não quero que seja essa a impressão.  <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em> e esse relato sobre a experiência de assistí-lo tem muito mais a ver com um realizador, um filme e uma franquia que sabiamente relativiza o tempo vislumbrando as inúmeras possibilidades que esse rico universo pode proporcionar. Presente, passado e futuro desafiando qualquer pré-definição ao estarem juntos e materializados na mesma obra e na experiência do próprio espectador.</p>
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