<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Harry Styles - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/harry-styles/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/harry-styles/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Sep 2022 00:27:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Harry Styles - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/harry-styles/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Não Se Preocupe, Querida</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 00:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Florence Pugh]]></category>
		<category><![CDATA[Gemma Chan]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Styles]]></category>
		<category><![CDATA[KiKi Layne]]></category>
		<category><![CDATA[Não Se Preocupe Querida]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Kroll]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Sydney Chandler]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15889</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não Se Preocupe, Querida é o mais novo filme da diretora Olivia Wilde, que fez a sua estreia na direção no ótimo Fora de Série e fazia uma grande promessa com esse aqui. O filme, de fato, é ótimo e bem interessante, embora falte originalidade em alguns aspectos. Ainda assim, a forma como foi dirigido, as escolhas de câmera e, principalmente, as atuações, fazem com que o seu resultado seja ainda melhor do que uma simples cópia de outras obras. Na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/">Crítica: Não Se Preocupe, Querida</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> é o mais novo filme da diretora Olivia Wilde, que fez a sua estreia na direção no ótimo <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/"><em>Fora de Série</em></a> e fazia uma grande promessa com esse aqui. O filme, de fato, é ótimo e bem interessante, embora falte originalidade em alguns aspectos. Ainda assim, a forma como foi dirigido, as escolhas de câmera e, principalmente, as atuações, fazem com que o seu resultado seja ainda melhor do que uma simples cópia de outras obras.</p>
<p>Na década de 1950, uma pequena cidade no deserto americano prospera por conta de uma fábrica que fica nos arredores, onde todos os homens trabalham, enquanto suas mulheres ficando cuidando da casa e dos filhos. Alice (Florence Pugh, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>) e Jack (Harry Styles, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eternos/"><em>Eternos</em></a>) são jovens e apaixonados, vivendo o tempo inteiro em um romance ardente e invejável. O bairro acaba sendo impactado quando uma vizinha começa a surtar e falar coisas sem sentido, deixando o marido envergonhado e com risco de perder o emprego. Embora Alice seja amiga dela, acaba não dando o devido suporte e ignorando os episódios. Até que ela presencia um surto físico da amiga.</p>
<p>Logo de cara o filme me pegou em uma cena onde toda as esposas colocam as marmitas de seus maridos, dão beijos e vão levar até o carro. Tudo ao mesmo tempo e muito sincronizado. Aliás, a sincronia é um ponto cuidadoso da direção de Wilde, que é minuciosa em cada cena. Ali eu saquei que o enredo teria relação com o machismo e a necessidade de superioridade que os homens exercem sobre as mulheres. E assim o foi, mas vamos deixar de lado os spoilers.</p>
<p>Embora Alice esteja acostumada com aquela rotina e ame o marido profundamente, tem sempre um incômodo que a perturba. É como se ela nunca estivesse 100% à vontade, constantemente com uma discreta pulga atrás da orelha. Depois que o longa nos apresenta aquele cenário, rapidamente seguimos para o caminhar da história. A protagonista avista um episódio estranho e acaba transgredindo a regra de ultrapassar o limite da cidade. A partir daí, coisas bizarras começam a acontecer.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15891" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2.jpg" alt="Não Se Preocupe Querida" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A semelhança com <em>Mulheres Perfeitas</em> é absurda, se apresentando momento a momento. Isso seria um problema real se <strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> não fosse além em outros quesitos. Sinto que aqui a história é menos caricata e passeia mais por um thriller psicológico, como se bebesse um pouco da fonte de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>, tendo, inclusive, algumas cenas semelhantes e até uma sonoplastia que lembra um pouco.</p>
<p>As atuações, definitivamente, são um ponto alto aqui. Mesmo que fora das telas houvessem discussões entre atores e até com a diretora, em cena, tudo fluiu tão bem quanto poderia, numa unicidade grandiosa. Chris Pine (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>) no papel do ambicioso e inescrupuloso chefe da cidade onde moram, a própria Olivia no papel de uma vizinha chamativa que bebe sempre e quer festa o tempo todo. Pugh, no entanto, é quem rouba todos os holofotes e com todos os direitos. Ela consegue transitar com tamanha facilidade em todos os traços de personalidade que a protagonista apresenta, deixando o espectador hipnotizado a cada momento.</p>
<p>Tudo isso casado com a excelente direção de Wilde, que faz escolhas sábias de jogos de câmeras, focos, combinações de cenas e detalhes que vão muito além do que percebemos. É o tipo de filme que vale uma segunda vista, justamente para nos darmos conta de todas as arestas que vão sendo lapidadas por ela. Ao som, ainda, de uma ótima trilha sonora, que varia de acordo com a emoção e angústia de Alice.</p>
<p>Não há como se alongar muito sem cair no erro de dar vários spoilers. É possível informar, sem prejuízo, que <strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> é um longa que angustia, que instiga e que entretém. Ele vale muito do hype que existia desde que sua produção foi anunciada. O problema para mim, no entanto, que o leva a não ser reconhecido como um filme de tanta excelência é a falta de originalidade em vários quesitos do roteiro. Como falei, as semelhanças dos dois filmes (especialmente o primeiro) citados anteriormente são imensas e constantes, o que nos leva a várias frustrações. Ainda assim, é um filme que entrega muito bem!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Olivia Wilde</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Florence Pugh, Harry Styles, Chris Pine, Olivia Wilde, KiKi Layne, Gemma Chan, Nick Kroll, Sydney Chandler</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lTkaEjZSQEA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/">Crítica: Não Se Preocupe, Querida</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Dunkirk</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 15:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dunkirk]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Fionn Whitehead]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Styles]]></category>
		<category><![CDATA[Kenneth Branagh]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hardy]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7967</guid>

					<description><![CDATA[<p>O diretor Christopher Nolan retorna aos cinemas com um filme de guerra, perfil um pouco diferente daqueles de super-heróis que vemos ele trabalhar costumeiramente. O que ele tem experiência, no entanto, é em cenas de ação, coisas que ambos os estilos de filme possuem e Nolan soube explorar muito bem e sem exageros. Dunkirk conta a história da evacuação do exército inglês e francês da Segunda Guerra Mundial quando os mesmos são rodeados pelos alemães e tentam sobreviver a cada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/">Crítica: Dunkirk</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor Christopher Nolan retorna aos cinemas com um filme de guerra, perfil um pouco diferente daqueles de super-heróis que vemos ele trabalhar costumeiramente. O que ele tem experiência, no entanto, é em cenas de ação, coisas que ambos os estilos de filme possuem e Nolan soube explorar muito bem e sem exageros.</p>
<p><em>Dunkirk</em> conta a história da evacuação do exército inglês e francês da Segunda Guerra Mundial quando os mesmos são rodeados pelos alemães e tentam sobreviver a cada minuto. O enredo traz três visões da situação, de mar, terra e ar, culminando em um evento comum que é a tentativa de se salvar. É uma narrativa de desconhecidos e explorada de forma interessante.</p>
<p>O longa apresenta um cenário e trabalha os recursos visuais muito bem. O diretor tem bastante cuidado ao respeitar as visões daquela época e adequar o filme ao estilo que ele propõe. A história vai sendo construída aos poucos, sem duvidar da capacidade de raciocínio lógico do espectador. O que é excelente, visto que o tema em si não é lá tão inovador.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7968" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/491138.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Como eu sinalizei, é uma batalha de anônimos e a tentativa de salvar suas vidas. As tomadas de cena são muito bem feitas, passando de um cenário ao outro de forma gradual e inteligente É um cuidado com construção muito bem realizado e válido, tornando tudo ainda mais crível. Nolan consegue ainda mesclar os momentos de ação forte com calmaria sem soar forçado ou monótono demais. Afinal, é um filme de guerra. Ele fica neste limiar mesmo.</p>
<p>A trama demora um pouco para ligar as três histórias que citei inicialmente. Talvez aí more um problema, já que a percepção do espectador fica um pouco perdida até o momento central. Depois de mais de uma hora de exibição é que algumas coisas vão sendo explicadas e entendidas com mais clareza. No final das contas, é como se ninguém fosse o protagonista do longa (o que tem um lado bom e um ruim, é bem verdade).</p>
<p>Sob a análise mais técnica, o diretor trouxe ainda para a equipe o compositor Hans Zimmer, especialista em trilhas sonoras de impacto e que contribuiu pesadamente para o andamento de <em>Dunkirk</em>. É um espetáculo à parte mesmo, como sempre. O roteiro também é bastante coerente e satisfatório.</p>
<p>Um outro problema, no entanto, é a diferença de evolução do início para o final. O filme tem um início mais desconexo e aleatório, focando na mescla de calmaria com tensão. O que é excelente porque funciona perfeitamente bem na proposta. No entanto, no final ele começa a assumir um papel mais voltado para o heroísmo, que destoa completamente do que é pensado inicialmente.</p>
<p>De qualquer forma, é um filme bom e com grandes elementos a serem apreciados. Algumas falhas na narrativa e execução, mas nada que tire o seu sucesso final.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yHS0vaex9PM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/">Crítica: Dunkirk</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
