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	<title>Arquivos Happy Hour - Verdades e Consequências - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Happy Hour - Verdades e Consequências - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Dumbo é o destaque nas estreias do cinema nesta semana (28/3). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 21:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dumbo Direção: Tim Burton Elenco: Colin Farrell, Danny DeVito, Michael Keaton 1919, Joplin, Estados Unidos. Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que, ao retornar da Primeira Guerra Mundial, encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. Além de perder um braço no front, sua esposa faleceu enquanto estava fora e ele agora precisa criar os dois filhos. Soma-se a isso o fato de ter perdido seu antigo posto no circo, sendo agora o encarregado em cuidar de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Dumbo</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Tim Burton<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Farrell, Danny DeVito, Michael Keaton</p>
<p>1919, Joplin, Estados Unidos. Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que, ao retornar da Primeira Guerra Mundial, encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. Além de perder um braço no front, sua esposa faleceu enquanto estava fora e ele agora precisa criar os dois filhos. Soma-se a isso o fato de ter perdido seu antigo posto no circo, sendo agora o encarregado em cuidar de uma elefanta que está prestes a parir. Quando o bebê nasce, todos ficam surpresos com o tamanho de suas orelhas, o que faz com que de início seja desprezado. Cabe então aos filhos de Holt a tarefa de cuidar do pequenino, até que eles descobrem que as imensas orelhas permitem que Dumbo voe. Confira a crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumbo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cJ9aX5k57yg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10340" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/0199826.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="A Rebelião" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/0199826.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/0199826.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/0199826.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>A Rebelião</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Rupert Wyatt<br />
<strong>Elenco:</strong> Ashton Sanders, John Goodman, Vera Farmiga</p>
<p>A história se passa em Chicago, cerca de dez anos depois da ocupação da Terra por uma força extraterrestre, e retrata a vida dos dois lados do conflito: os que escolheram cooperar e os que tentam resistir. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-rebeliao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/B8b-QK9tx1Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10347" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1456116.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vox Lux - O Preço da Fama" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1456116.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1456116.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1456116.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Vox Lux &#8211; O Preço da Fama</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Brady Corbet<br />
<strong>Elenco:</strong> Natalie Portman, Jude Law, Stacy Martin</p>
<p>Em 1999, a adolescente Celeste (Raffey Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma popstar iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Stacy Martin) e uma gerente de talentos (Jude Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Natalie Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado &#8220;Vox Lux &#8220;, o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vox-lux-o-preco-da-fama/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/njvCrtTXkxg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10335" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/leticia-sabatella-em-cena-do-filme-happy-hour-verdades-e-consequencias-1551212601826_v2_1583x849-750x500.jpg" alt="Happy Hour - Verdades e Consequências" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/leticia-sabatella-em-cena-do-filme-happy-hour-verdades-e-consequencias-1551212601826_v2_1583x849.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/leticia-sabatella-em-cena-do-filme-happy-hour-verdades-e-consequencias-1551212601826_v2_1583x849-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/leticia-sabatella-em-cena-do-filme-happy-hour-verdades-e-consequencias-1551212601826_v2_1583x849-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Eduardo Albergaria<br />
<strong>Elenco:</strong> Letícia Sabatella, Pablo Echarri, Luciano Cáceres</p>
<p>Horácio é um argentino que mora no Brasil há 15 anos com sua esposa Vera. Sua vida muda radicalmente quando por acidente, ele vira um herói instantâneo. Com essa reviravolta, ele decide dar voz aos seus desejos e propõem à Vera um relacionamento aberto. Enquanto Horácio lida com a fama repentina, Vera pensa na separação, mas sua candidatura à prefeitura a faz reavaliar: para ela nunca foi tão importante continuar casada com Horácio. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-happy-hour-verdades-e-consequencias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TRZwqEp1InA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10351" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1822634.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1822634.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1822634.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/1822634.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Gloria Bell</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Sebastián Lelio<br />
<strong>Elenco:</strong> Julianne Moore, John Turturro, Michael Cera</p>
<p>Uma mulher sozinha com 50 anos e espírito livre (Julianne Moore) ocupa suas noites buscando amor em boates para adultos solteiros em Los Angeles. Sua frágil felicidade muda no dia em que conhece Arnold (John Turturro). Sua intensa paixão deixa ela alternando entre esperança e desespero, até ela descobrir uma nova força e que agora, surpreendentemente, ela consegue brilhar mais do que nunca.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mw9j2HFGQ3E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 17:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais nova estreia brasileira nos cinemas, Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências, vem como um projeto de parceria entre dois países. O Brasil e a Argentina se unem em prol de uma narrativa a qual usa a comédia e os dramas do cotidiano de um casal para discutir e criticar situações contraditórias da sociedade. Esse tom cômico vem personificado pelos trejeitos da personagem de Pablo Echarri – que, ao lado de Luciano Cáceres, compõem o núcleo paspalhão da história. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mais nova estreia brasileira nos cinemas, <em><strong>Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</strong></em>, vem como um projeto de parceria entre dois países. O Brasil e a Argentina se unem em prol de uma narrativa a qual usa a comédia e os dramas do cotidiano de um casal para discutir e criticar situações contraditórias da sociedade. Esse tom cômico vem personificado pelos trejeitos da personagem de Pablo Echarri – que, ao lado de Luciano Cáceres, compõem o núcleo paspalhão da história. Ao lado de Echarri, para trazer seriedade à trama, Letícia Sabatella desenvolve algumas das poucas cenas com qualidade plena. O público pode conferir essa tortuosa comédia a partir da próxima quinta-feira (28).</p>
<p>Horácio (Pablo Echarri), um professor universitário comum, tem uma reviravolta em sua vida quando ele acidentalmente ajuda a prender um notório criminoso da cidade. Após se tornar uma celebridade, Horácio decide contar a sua esposa, Vera (Letícia Sabatella), sobre o seu desejo de se relacionar com outras mulheres fora do casamento. A fama, os holofotes e essa nova revelação chegam para Vera no pior momento de sua carreira: quando ela está prestes a se candidatar à prefeitura do Rio de Janeiro. O turbilhão de acontecimentos vai elevar o atrito do casamento pondo a relação dos dois em cheque.</p>
<p>A primeira impressão ao iniciar o longa é: o que está acontecendo? O público não consegue lidar com a quantidade excessiva de informações que são jogadas de uma só vez nos primeiros minutos. A trama já começa dividida em três núcleos diferentes. Ou seja, existe uma dificuldade clara no filme: alcançar a inteligência criativa desejada por meio de um excesso de artifícios. A vontade de debater diversas problemáticas sociais e a tentativa de fazer isso através de metáforas fizeram desse longa-metragem um trabalho atrapalhado e incompleto. A sensação que o espectador tem é semelhante ao preparo de uma comida com os restos que tem na geladeira, feito por alguém com pouca experiência na cozinha. O resultado é intragável.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10334" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-750x500.jpg" alt="Happy Hour - Verdades e Consequências" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/3783732-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar do tom cômico se perder em alguns momentos, ele é bem-vindo a narrativa. As críticas sociais – sejam a política, ao machismo ou aos relacionamentos – também cabem na situação proposta pelo roteiro. A costura escolhida para unir isso e outras questões é que foi equivocada. O que existe em <em><strong>Happy Hour</strong></em> é uma cama de gato que afeta diretamente a história. Eduardo Albergaria, Ana Cohan, Carlos Arthur Thiré e Fernando Velasco criam um roteiro tão atrapalhado quanto a sua personagem principal. A existência de Horácio parece um efeito colateral da confusão criada pelo próprio roteiro.</p>
<p>Para não se distanciar da aura que rege a produção, o elenco é um outro núcleo de confusões. Quando se pensa nas cenas de <em><strong>Happy Hour</strong></em>, existem três cenários. O primeiro é comandado pela versão física e pitoresca da personagem de Pablo Echarri, onde todas as suas ações são atrapalhadas e exageradas. O segundo cenário é composto pelo teor de seriedade que Letícia Sabatella tenta agregar ao longa. Apesar dos seus esforços, a sua atuação sutil e de qualidade não é suficiente para colocar esse trem descarrilhado de volta aos trilhos. Por fim, o terceiro e mais problemático cenário é orquestrado por uma segunda versão do Horácio, uma versão que funciona como uma espécie de narrador-personagem. As suas aparições trazem uma atmosfera assustadoramente etérea que não combina com nada da película.</p>
<p>Há uma atmosfera de confusão orquestrada por Eduardo Albergaria. Não existe consonância entre as partes da narrativa. O que se vê é um <em>frankenstein</em> de ideias, costurado com metáforas extremamente deslocadas da trama. O projeto dirigido por Albergaria não passa de um caldeirão de ideias mal executadas. A proposta base da narrativa é interessante, mas se perde em meio as ideias. As ideias são essenciais para uma narrativa inteligente e engajada, mas não são bem elaboradas e distribuídas ao longo da história. Tudo isso enrolado por uma personagem principal esquizofrênica que vagueia entre duas personalidades opostas – e ainda, em uma delas, se comunica através de metáforas sobre, por exemplo, pertencimento e destino. <em><strong>Happy Hour &#8211; Verdades e Consequências</strong></em> acaba, então, como uma decepção aos entusiastas de um cinema moderna, onde a sétima arte é utilizada para brincar com questões reais e subjetivas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Eduardo Albergaria<br />
<strong>Elenco:</strong> Letícia Sabatella, Pablo Echarri, Luciano Cáceres, Juliana Carneiro da Cunha</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TRZwqEp1InA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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