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	<title>Arquivos Esquadrão Suicida - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Esquadrão Suicida - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: Universo Estendido DC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 18:26:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A caminhada do Universo Estendido DC (DCEU) não foi fácil. O novo projeto do estúdio luta para se provar digno da atenção do público e crítica desde seu início com o lançamento de O Homem de Aço (2013). O estúdio precisou (e ainda precisa) enfrentar grandes obstáculos. O curioso é que eles foram criados antes mesmo de seu surgimento. Logo no início dos anos 2000, as adaptações de histórias em quadrinhos explodiram. A DC logo começou a investir em live [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do Universo Estendido DC (DCEU) não foi fácil. O novo projeto do estúdio luta para se provar digno da atenção do público e crítica desde seu início com o lançamento de <i>O Homem de Aço</i> (2013). O estúdio precisou (e ainda precisa) enfrentar grandes obstáculos. O curioso é que eles foram criados antes mesmo de seu surgimento.</p>
<p>Logo no início dos anos 2000, as adaptações de histórias em quadrinhos explodiram. A DC logo começou a investir em<em> live actions</em> de suas hqs mais conhecidas. O estúdio também passou a desenvolver ainda mais animações. O problema é que nem todas as adaptações tiveram uma resposta tão positiva.</p>
<h5><b>CAMINHADA DAS ADAPTAÇÕES</b></h5>
<p>Depois de 7 anos do lançamento de <i>Batman &amp; Robin</i> &#8211; o qual é altamente desaprovado pela crítica &#8211; chega aos cinemas o filme solo da <i>Mulher Gato</i> (2004). Estrelado pela extraordinária Halle Berry (<i>X-Men: Dias de um Futuro Esquecido</i>, de 2014, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-3-parabellum/"><i>John Wick 3: Parabellum</i></a>, de 2019), o longa-metragem foi um fracasso que passou a assombrar a memória dos fãs. O projeto passou a ser um exemplo escrachado do que não se fazer numa obra audiovisual.</p>
<p>Apesar dessa derrota, os <em>live actions</em> continuaram a surgir. Estrelando Keanu Reeves (<i>Matrix</i>, de 1999, e <i>Bill &amp; Ted: Encare a Música</i>, de 2020) como o famoso demonologista Constantine, a adaptação dos quadrinhos Hellblazer foi o projeto seguinte. O longa de mesmo nome foi bem recebido pelo público e gerou uma bilheteria duas vezes maior que seu orçamento. A história de horror, apesar do sucesso, nunca se propôs a ter um desenvolvimento para além do primeiro projeto.</p>
<p>E aí veio o maior ouro da DC antes do Universo Estendido. No mesmo ano, a Warner Bros. iniciou o projeto do Christopher Nolan que viria a ser uma trilogia sobre o Cavaleiro das Trevas de Gotham City. <i>Batman Begins</i> (2005) foi a primeira mega produção da DC/Warner a alcançar aclamação entre crítica e público. A partir deste momento, as adaptações passaram a serem vistas com olhos mais atenciosos para suas futuras obras.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-13956 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em seguida, em 2006, <i>Superman, o Retorno</i> procurou trazer o maior defensor do universo para as telonas. O filme, apesar de ter um resultado positivo, não alcançou a bilheteria esperada. Esse desempenho financeiro decepcionou a Warner, que acabou abandonando a sequência que estava planejada. Depois disso, projetos sobre o Homem de Aço ficaram sendo postergados até o surgimento do DCEU.</p>
<p>Após a história sobre o kryptoniano, restavam 5 longas antes do desenvolvimento do Universo Estendido. Primeiro veio a segunda parte da trilogia do Nolan,  momento este que representou o ápice das adaptações. O longa foi tão bem recebido que ainda garantiu um Oscar póstumo para Heath Ledger (<i>10 Coisas que Eu Odeio em Você</i>, de 1999, e <i>O Segredo de Brokeback Mountain</i>, de 2005) em sua performance deslumbrante do Coringa. Após o lançamento de <i>O Cavaleiro das Trevas</i> (2008), os problemas voltaram à tona.</p>
<p>Fosse pela crítica ou pelo público, os projetos seguintes não vingaram. <i>Watchmen</i> (2009) traz um olhar para outro universo dentro dos quadrinhos da DC. Com uma perspectiva um tanto pretensiosa, Zack Snyder estreou à frente de uma produção que tinha tudo para vingar, mas não deu certo. Mesmo dividindo a crítica na época, o longa saiu como um delírio visual do diretor que não conseguia captar a atenção daqueles que desconheciam as hqs. E isso, evidentemente, refletiu na bilheteria.</p>
<p>Nos anos seguintes, estrearam dois filmes que, ao lado de <i>Mulher-Gato</i>, representam o que há de mais tosco e bizarro nas adaptações da DC. Em 2010, o público conheceu <i>Jonah Hex</i>. Interpretado por Josh Brolin (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sicario-dia-do-soldado/"><i>Sicário: Dia do Soldado</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><i>Vingadores: Ultimato</i></a>, de 2019), o personagem que dá nome à história traz uma narrativa de vingança num cenário faroeste. Para resumir o resultado da recepção do projeto, ele levou o título de pior filme do ano pelo <em>Houston Film Critics Society</em>.</p>
<p>E depois desse fracasso, a Warner conseguiu o feito de apresentar mais um. Desta vez, ainda mais doloroso financeiramente. <i>Lanterna Verde</i> (2011) foi uma tentativa de introduzir um dos mais conhecidos personagens da Liga da Justiça. Escolhas equivocadas, um roteiro confuso e um CGI estranhíssimo fizeram do projeto um pesadelo. Ryan Reynolds deu vida ao Hal Jordan e, a decepção foi tamanha com o resultado da produção, que o ator demorou 10 anos para assistir ao filme. Ele publicou em suas redes sociais que decidiu entrar na onda da DC, após a estreia do <i><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Snyder Cut</a>,</i> e resolveu assistir o longa.</p>
<p>O último título a ser lançado antes da Warner caminhar para seu Universo Estendido foi o terceiro capítulo da trilogia de Nolan. O público chegou aos cinemas com altas expectativas para finalmente assistir um bom filme de super-herói. Infelizmente, para aquelas pessoas que esperavam outra obra-prima, a decepção foi imediata.</p>
<p>Em <i>O Cavaleiro das Trevas Ressurge</i> (2012), Nolan continua a acertar com a sua fórmula pronta para criar bons resultados, mas o filme falta alma. Não existe mais o brilho do seu antecessor e nem as possibilidades instigantes da primeira história. Diante do fim, o que o público recebeu foi um produto que não tem falhas narrativas ou de produção, mas que pode ser facilmente esquecido.</p>
<h5><b>O UNIVERSO ESTENDIDO</b></h5>
<p>No entanto, os fãs dos quadrinhos tiveram pouco tempo para se lamentar pelo fraco encerramento da trilogia do Batman. Em junho de 2013, <i>O Homem de Aço</i> chegou aos cinemas. O novo trabalho de Zack Snyder para a DC inaugurou a narrativa do Universo Estendido. Mas a performance do longa-metragem não deu o melhor início possível para o DCEU.</p>
<p>Apesar de ser um projeto correto e bem elaborado, falta a magia de se assistir um filme deste grande super herói. Falta o arrepio de vislumbrar o primeiro herói das histórias em quadrinhos na telona. E isso foi sentido pela crítica e pelos fãs. Seguindo este começo pouco memorável, os lançamentos de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/o-pior-e-o-melhor-de-batman-vs-superman/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a>, ambos em 2016,  não colaboraram muito para vender o DCEU ao público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13953" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O confronto entre o Homem-Morcego e o Super Homem foi apresentado ao espectador de uma forma difícil. <i>Batman vs Superman</i> não é um resultado ruim. No entanto, a sua construção extrapola as possibilidades que o filme podia abarcar. Reassistindo a obra, fui capaz de perceber os seus méritos, mas isso só foi possível depois do susto inicial. Snyder descarrega muito conteúdo narrativo e <i>easter eggs</i> para o público a ponto da história ficar confusa e incômoda.</p>
<p>Para a tristeza da Warner, o filme seguinte teve um resultado ainda pior. <i>Esquadrão Suicida</i> é um colcha de retalhos de cores, loucuras e falhas. Talvez este tenha sido um dos projetos mais decepcionantes do DCEU. A adaptação da hq sobre o grupo de vilões foi apresentada como uma grande promessa, mas o que chegou para o espectador foi um resultado grotesco.</p>
<p>A narrativa é desconexa, os personagens são mal aproveitados e o cerne do problema que move a história é fraco demais &#8211; sem falar na vilã da Cara Delevingne que é pavorosa. Essa performance decepcionante é resultado das inúmeras refilmagens que o longa passou. A única vitória dessa produção foi a sua bilheteria que, apesar da má qualidade do filme, conseguiu arrecadar quatro vezes mais que seu orçamento.</p>
<p>Para os fãs mais desacreditados, eis que, em 2017, surge a história da famosa amazona. O lançamento de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><i>Mulher-Maravilha</i></a> foi o primeiro sucesso unânime do Universo Estendido. Gal Gadot conquistou o coração do público com a sua performance solo logo nos primeiros minutos como Diana Prince. Através da visão de Patty Jenkins, a DC entregou uma obra completa e de qualidade que conseguiu agradar gregos e troianos.</p>
<p>Após a apresentação dos três principais personagens da DC, o estúdio trouxe o primeiro momento da famosa Liga da Justiça. E aqui reside um dos resultados mais problemáticos da DC/Warner. A produção teve troca de diretores, refilmagens e muitas polêmicas envolvidas. Por conta desse cenário caótico, o resultado deixa muito a desejar. Na verdade, quando analisado de perto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><i>Liga da Justiça</i></a> (2017) é uma cópia mal feita e incoerente de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-era-de-ultron/"><i>Vingadores: Era de Ultron</i></a> (2015) &#8211; que, por si só, já é falho o suficiente.</p>
<p>Os quatro filmes que sucederam o crossover dos heróis foram bem recebidos pelos fãs e, de forma geral, bem aceitos pela crítica. O primeiro foi a jornada solo do rei dos oceanos, Arthur Curry. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><i>Aquaman</i> </a>(2018) acumulou uma arrecadação absurda, seis vezes maior que seu orçamento &#8211; quase 1.15 bilhões de dólares, se tornando a maior arrecadação da DC. E, apesar de ter recebido críticas que afirmavam uma atenção excessiva no visual em detrimento da narrativa, o longa cumpre muito bem a sua função.</p>
<p>Em 2019, chegava aos cinemas <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a>, uma das aventuras mais brilhantes do estúdio. O longa-metragem é uma adaptação primorosa da hq inicial do herói, além de ter um timing cômico perfeito. Apesar de não ser um dos mais conhecidos da Liga, o filme foi bem aceito pelo público e crítica. Talvez a melhor produção depois do longa estrelado por Gal Gadot.</p>
<p>Em 2020, o espectador teve duas estreias do estúdio. A primeira foi <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aves-de-rapina-arlequina-e-sua-emancipacao-fantabulosa/"><i>Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</i></a>. Um primeiro ponto positivo para a produção é que ela consegue superar as memórias tenebrosas da aparição anterior da Arlequina. O projeto, apesar de cometer alguns deslizes, consegue também cumprir seu papel dentro do universo, da mesma forma que é capaz de contar a história das Aves de Rapina e entreter o público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13955" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A seguida estreia foi <i>Mulher-Maravilha 1984</i>. Esta penou para ser lançada por conta da pandemia do coronavírus. A sequência só chegou aos cinemas e ao HBO Max no dia 25 de dezembro. Desta vez, a resposta dos espectadores foi um tanto diferente. De forma geral, a crítica aprovou o filme &#8211; mesmo com seus pequenos deslizes -, mas os fãs não se mostraram muito satisfeitos. Os maiores comentários negativos rondam o vilão interpretado por Pedro Pascal (<i>Game of Thrones</i>, em 2014,  e <i>The Mandalorian</i>, de 2019 até o presente) e a potência da narrativa. Em comparação com o primeiro filme solo da heroína, sua sequência fica um pouco atrás em qualidade, mas nada que atrapalhe a experiência.</p>
<h5><b>SNYDER CUT, O DIVISOR DE ÁGUAS</b></h5>
<p>Após a segunda narrativa sobre a deusa amazona, o público pôde finalmente assistir ao tão esperado <i>Snyder Cut</i>. Após uma intensa campanha virtual, os fãs conseguiram convencer a Warner a dar o sinal verde para que Zack Snyder voltasse para concluir seu projeto inicial sobre a Liga da Justiça. E, duas semanas após seu lançamento na plataforma HBO Max, é possível perceber que o estúdio fez a escolha certa.</p>
<p>O longa-metragem está sendo um dos assuntos mais comentados nas redes sociais desde que foi lançado. Aqui no Brasil, os colecionadores de mídia física já fizeram campanha e conseguiram tornar real um futuro lançamento em <i>Blu-Ray Disc</i> do <i>Snyder Cut</i>. Mas o que fez o longa gerar tamanha comoção? O fator principal foi a curiosidade. A possibilidade de vislumbrar uma história pensada por Zack Snyder, o qual, apesar de suas excentricidades, se mostrou visionário ao apostar numa perspectiva correta para o DCEU desde o início.</p>
<p>Atrelado a isso, o maior guia foi o desejo dos fãs de finalmente assistir um filme que honrasse o encontro da Liga da Justiça. E o que seria melhor para esta narrativa do que a presença do maior vilão da DC Comics? Saber que Darkseid estaria por trás de todo o caos que os heróis enfrentam, é algo indescritível para quem acompanha as hqs ou desenhos há anos.</p>
<p>Então, a materialização da versão de Snyder da <i>Liga da Justiça</i> já anunciava um possível sucesso. No entanto, o público, que andava muito calejado pelas falhas e fracassos do estúdio, precisou aguardar para ver se o sonho seria realizado ou se viveriam outro pesadelo. Para a felicidade dos fãs, o <i>Snyder Cut</i> é uma obra muito boa. O diretor conseguiu ajeitar as pontas soltas que ele mesmo deixou em <i>Batman vs Superman</i> e mostrou ainda mais.</p>
<h5><b>FUTURO PÓS SNYDER CUT</b></h5>
<p>Na verdade, a versão de Snyder é um prenúncio para um futuro maior que ele havia planejado para o DCEU. O problema é que talvez essa visão não seja mais explorada. Por ter sido um projeto resgatado e pela parceria Snyder/DC Films estar, em teoria, suspensa, os fãs ficam com a dúvida sobre o que acontecerá daqui para frente.</p>
<p>Como já se imaginava, uma campanha nas redes sociais para que o SnyderVerse seja restaurado já começou. A tag “RestoreTheSnyderVerse” já foi usada até por um dos atores do universo. Ator esse cujo papel tem um futuro incerto. Joe Manganiello postou recentemente em seu Instagram uma foto dele caracterizado como Exterminador em sua versão do futuro, mostrada no epílogo do <i>Snyder Cut</i>.</p>
<p>Apesar do clamor dos fãs pela volta de Snyder e da boa recepção do novo <i>Liga da Justiça</i>, nada está certo. Pelo contrário. A presidente e CEO da Warner Bros, Ann Sarnoff, afirmou que não existem planos para trazer Zack de volta ao DCEU. Logo, o que se sabe no momento são os projetos anunciados e encaminhados. O futuro certo da DC/Warner está nas mãos do Flash, Shazam, Aquaman e, por incrível que pareça, do Esquadrão Suicida.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os próximos projetos são <em>O Esquadrão Suicida</em> (2021), de James Gunn, <em>Adão Negro</em> (2022), o filme solo do <em>Flash</em> (2022), a sequência do rei dos oceanos, <em>Aquaman 2</em> (2022), e <em>Shazam! Fury of the Gods</em> (2023). Todos já com datas marcadas, mas poucas informações sobre suas histórias.</p>
<p>Até mesmo o longa de James Gunn ainda guarda seus segredos, apesar da proximidade da estreia. O projeto pretende ser uma sequência da história anterior do grupo de vilões. A aparente diferença é que agora o estúdio parece saber o que está acontecendo. Além do mais, o fato da produção não ter nenhuma polêmica ou problemática envolvida já é uma vitória.</p>
<p>Depois do trabalho de Gunn, o filme que mais se fala sobre &#8211; e, consequentemente, se teoriza &#8211; é <em>The Flash</em>. As apostas estão numa adaptação do quadrinho Flashpoint, onde o herói resolve voltar no tempo para salvar sua mãe e acaba criando uma realidade alternativa onde as amazonas estão em guerra com os atlantes. O público poderá vislumbrar as possibilidades do multiverso em breve caso esta seja a narrativa a ser lançada.</p>
<p>Além desses projetos, o futuro das adaptações da DC também guardam possibilidades para além do Universo Estendido. O mais novo longa-metragem do Homem-Morcego também será lançado em 2022. De acordo com declarações da Warner, a aventura do Cavaleiro das Trevas não faz parte do DCEU. Outro projeto que não faz parte do Universo Estendido é <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><i>Coringa</i> </a>(2019), de Todd Phillips.</p>
<p>Essas produções desconectadas se mantêm como uma realidade e, por ora, podem continuar presentes no futuro das adaptações dos quadrinhos. Seja dentro ou fora do DCEU, o que os fãs querem são bons resultados. Filmes que mexam com suas memórias e empolguem seus corações. E enquanto a DC/Warner se mantiver atenta e cuidadosa em suas decisões, os projetos têm tudo para dar certo e prometem bons frutos.</p>
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		<title>Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 22:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (Aquaman) sobre a famosa Liga da Justiça. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (Os Vingadores, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que Liga da Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) sobre a famosa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (<i>Os Vingadores</i>, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> (2021) emerge e traz um novo olhar para o Universo Estendido DC (DCEU).</p>
<p>Após a perda do guardião da Terra, Batman (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>) precisará, ao lado da Mulher Maravilha (Gal Gadot, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>), reunir os maiores super-heróis do planeta para deter um desastre iminente. Além da jornada para juntar esta liga de heróis composta pelo Aquaman (Jason Momoa, <em>Game of Thrones</em>), Flash (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>) e Ciborgue (Ray Fisher, True Detective), eles precisarão se preparar para deter Darkseid, o conquistador de mundos, e seu exército de parademônios comandados por Lobo da Estepe.</p>
<p>A estreia do filme é uma vitória para os fãs da DC que são os responsáveis por cobrar o lançamento do longa-metragem. Após uma extensa campanha online para liberação do que viria a ser o <b><i>Snyder Cut</i></b> &#8211; como é conhecida a produção por ser o corte do diretor &#8211; a Warner se rendeu ao desejo do público e criou os caminhos para fazer deste filme uma realidade.</p>
<p>O primeiro ponto positivo do <b><i>Snyder Cut</i></b> é seu poder de comprovação de qualidade. As produções da DCEU vaguearam, durante um bom tempo, entre ótimos filmes e outros bem problemáticos &#8211; a exemplo de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> (2016) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a> (2016). Desta vez, o clamor dos espectadores trouxe o filme para as telas. Sem amarras, da forma que foi pensado (e ainda mais). Com isso, a estreia do HBO Max comprovou novamente que a DC é capaz de realizar produções de qualidade dentro de um arco maior e interativo de filmes.</p>
<p>Ou seja, a construção narrativa da nova <b><i>Liga da Justiça</i></b> traz o universo de volta aos trilhos. No entanto, é importante pensar que esta alusão ao trem descarrilhado existe a partir de uma perspectiva mercadológica e competitiva &#8211; uma vez que <i>Mulher-Maravilha</i> (2017), <i>Aquaman</i> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a> (2019) foram filmes que funcionaram, tem qualidade e são bem amarrados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13905" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A necessidade de mega bilheterias e a inevitável comparação entre a DC e Marvel e seus universos estendidos são os fatores que regem essa competitividade alucinante. E ela é uma das principais razões que causaram diversos tropeços do DCEU ao longo de sua existência &#8211; seja por falta de planejamento do estúdio ou por uma comparação infundada por parte do público.</p>
<p>Nesta nova versão, existe a profundidade necessária para guiar as motivações das personagens, elas são bem trabalhadas e mostram quem são de verdade. Da mesma forma são os vilões do filme, os quais, desta vez, se sustentam e se mostram capazes de carregar o peso de suas ações e do papel que representam para o Universo Estendido. Esses são os principais elementos narrativos que conseguem, de longe, fazer deste longa-metragem uma produção melhor para inaugurar a jornada da Liga da Justiça nos cinemas.</p>
<p>É inegável dar os louros ao Snyder pelo seu olhar macro da história &#8211; coisa que ele não conseguiu imprimir em <i>Batman vs Superman</i>. E, quando analisado, é interessante pensar que o projeto inicial se propôs a abrir essa nova página da história com um dos maiores vilões do universo. Além de arriscada, foi uma escolha corajosa introduzir Darkseid de logo cara. Só que isso é feito de forma tão sutil e cuidadosa, que não criou conflitos narrativos; apenas possibilitou diversos caminhos para o DCEU seguir.</p>
<p>No entanto, isto só foi possível porque o <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> tem 4h de duração. E aqui mora o primeiro problema &#8211; quando pensamos na obra dentro do formato de narrativa cinematográfica. Mesmo com a divisão da história em capítulos &#8211; o que permite uma flexibilidade maior na hora de assistir ao filme &#8211; é exaustivo para quem decide encará-lo como um longa-metragem. São 4h que valem a pena pelo resultado, mas existem excessos que são evidentes. Ainda que seja interessante o longa tirar o tempo necessário para estabelecer o contato inicial entre o público e os heróis que ainda não haviam sido mostrados nas telas, a duração cansa o espectador.</p>
<p>Outro fator relacionado aos excessos está na aparição de várias figuras conhecidas que abrem muitas portas para o futuro narrativo. Neste caso, esses caminhos podem levar a mais um momento de desencontro da produção. Fica claro que Zack Snyder quis apresentar a Liga da forma mais completa possível.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13904" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Também é compreensível que a escolha foi feita para dar brecha a novos filmes solo e outras interações com referências em quadrinhos diversos, mas isso precisaria ser conduzido de forma cuidadosa. E, ainda assim, existem inserções que extrapolam a narrativa contada pelo Snyder e se tornam mais interrogações na cabeça do espectador, além de ter feito o filme se estender ainda mais, a exemplo de quase todo o epílogo.</p>
<p>É pensando também nesse futuro um tanto incerto que moram os maiores questionamentos sobre o DCEU. A chegada de <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut </i></b>não mudou os caminhos trilhados pelo universo e, até então, não afetou projetos em andamento. A Warner e o próprio diretor também já se pronunciaram alegando que ele não estará mais à frente de projetos do Universo Estendido. Mas isso significa que o conteúdo narrativo do <b><i>Snyder Cut</i></b> será ignorado, como se nunca tivesse sido lançado? Será que outra petição virtual será feita para tornar canônica essa versão e seguir a partir dela? Ou até mesmo, será que outra comoção trará o diretor de volta?</p>
<p>Além disso, não está claro ainda onde o novo Batman se encaixa, da mesma forma que o enredo de <i>The Flash</i> (2022) não foi divulgado e existem apenas rumores sobre o conteúdo do longa. Outras dúvidas são sobre a saída de Ben Affleck e Henry Cavill e o <i>reboot</i> do <em>Superman</em> no universo. As polêmicas envolvendo Ray Fisher e a investigação sobre a conduta abusiva de Joss Whedon durante as gravações de <i>Liga da Justiça</i> (2017) também tiveram efeitos. O planejamento do filme solo do Ciborgue parou e talvez ele tenha sido cortado do filme do Flash.</p>
<p>Seja quais caminhos a Warner deseje seguir, duas coisas são esperadas: que haja um planejamento a longo prazo e que o resultado das produções mantenha a qualidade de filmes como <i>Wonder Woman</i>, <i>Aquaman</i>, <i>Shazam!</i> e o <b><i>Snyder Cut</i></b>. É impossível negar a qualidade do que foi visto com a versão de Zack e isso precisa ser respeitado. O trabalho do diretor, produtor e roteirista não é livre de julgamentos e, muito menos, de erros. Há escolhas que poderiam ter sido diferentes, mas o conjunto da obra é satisfatório, não há como negar.</p>
<p>Sem exageros e firulas, Snyder conseguiu demonstrar o seu cinema. E, apesar de ter feito dois filmes no DCEU anteriormente, é em <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> que se vê as marcas do diretor com clareza &#8211; tanto os acertos quanto os erros. Agora os <i>crossovers</i> da DC têm uma cara e ela é madura e sombria. É uma linguagem e arte que descrevem a essência das histórias em quadrinhos da DC Comics. Com o <b><i>Snyder Cut</i></b>, o público e, principalmente, os fãs puderam vislumbrar tudo o que pode acontecer quando um projeto dá liberdade criativa e artística para a equipe. E quem sabe, ao menos o resultado deste filme não impulsione um novo recomeço para a DC nos olhos do público e da própria indústria.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zack Snyder<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Amber Heard, Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Diane Lane, Joe Morton, J. K. Simmons, Jared Leto, Joe Manganiello, Robin Wright, Ray Porter, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sdvBf9XiJnA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: O Legado do Coringa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 17:36:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas figuras são imortalizadas pela cultura, história, política e pelo cinema. A sétima arte tem o poder de eternizar personagens em suas obras. Cinebiografias, por exemplo, surgem com a função de contar essas histórias. A indústria, contudo, vai muito além de narrar fatos reais. Muitos filmes de ficção científica, terror e de super-heróis usam essa premissa para fundamentar suas criações. O cinema percebeu que podia validar a veracidade de criaturas irreais através de suas produções. E é a partir dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas figuras são imortalizadas pela cultura, história, política e pelo cinema. A sétima arte tem o poder de eternizar personagens em suas obras. Cinebiografias, por exemplo, surgem com a função de contar essas histórias. A indústria, contudo, vai muito além de narrar fatos reais. Muitos filmes de ficção científica, terror e de super-heróis usam essa premissa para fundamentar suas criações. O cinema percebeu que podia validar a veracidade de criaturas irreais através de suas produções. E é a partir dessa ótica que as produções passaram a colocar figuras controversas sob seus holofotes.</p>
<p>Desde a experimentação feita por Edwin S. Porter, em <em>O Grande Roubo do Trem</em>, de 1903, que o mundo se surpreendeu com o protagonismo que os vilões podem ter. Ao longo dos anos, a fascinação por essas figuras malignas só aumentou e, consequentemente, suas produções também. O universo <em>slasher</em> é a prova viva de que o público é apegado aos vilões. A partir disso, a <em>DC Films</em>, em parceria com a <em>Warner Bros. Pictures</em>, lançou, na última quinta-feira (3), o primeiro longa-metragem solo do arqui-inimigo número 1 do Homem-Morcego. <strong><em>Coringa</em></strong> chegou aos cinemas dividindo opiniões. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p>Mas por que este rebuliço com um novo filme inspirado em quadrinho? O <strong><em>Coringa</em> </strong>traz consigo um dilema social e psicológico. A personagem teve, durante seus quase 80 anos de existência, muitos estilos. Hoje é possível avaliar e analisar a essência do palhaço criminoso por meio de suas infinitas versões. Essa pluralidade num só personagem rendeu ao cinema múltiplos Coringas.</p>
<p>De Cesar Romero até Jared Leto, os fãs do Batman já puderam ver facetas distintas do mais temido vilão de Gotham. O bandido comediante de Romero, o gangster vingativo de Jack Nicholson, o psicótico criminoso dublado por Mark Hamill, o sociopata anarquista que rendeu um Oscar póstumo ao Heath Ledger e o estranho psicopata vivido por Leto. Todos representam uma parcela da complexa personagem dos quadrinhos da DC, criado em 1940. Cada um deles tornou evidente para o público que as camadas e os formatos desse vilão podem ser infinitos.</p>
<p>Assim, o espectador já vivenciou várias versões do Coringa. Contudo, nada disso preparou a audiência para ver o que Joaquin Phoenix traria ao encarnar o vilão. É surpreendente a forma como ele construiu a caracterização de sua personagem. Com o lançamento de <strong><em>Joker</em></strong> (título original), o Coisa de Cinéfilo resolveu relembrar todas essas icônicas interpretações que marcaram a TV e o cinema ao longo da existência do Coringa e ilustrar o papel de Phoenix nessa jornada.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11502" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Cesar Romero</strong></h5>
<p>O ator americano estreou o vilão no audiovisual. Ele começou a interpretar o Coringa na série de TV, <em>Batman</em>, que foi ao ar de 1966 até 1968. Romero estabeleceu no imaginário popular a face risonha e cômica da personagem. Talvez a sua desenvoltura durante o seriado o aproximasse mais, no quesito visual, da criatura que inspirou o seu personagem &#8211; a figura risonha e macabra do filme alemão <em>O Homem que Ri</em> (1928). O Coringa de Cesar Romero dinamizou a narrativa seriada com sua presença abobalhada que se fazia necessária para atrapalhar os planos da dupla dinâmica sem nenhum motivo aparente além de sua própria diversão. Assim o primeiro dos Coringas é uma versão vilanesca de um palhaço de circo.</p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11500" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Jack Nicholson</strong></h5>
<p>O Coringa vivido por Jack Nicholson trouxe uma roupagem completamente diferente. Dentro de uma perspectiva burtoniana, o ator levou aos cinemas a insanidade da personagem. O público viu pela primeira vez a perspectiva da loucura que o vilão pode ter. Nicholson trazia em seu olhar as alucinações da vingança, sem perder o ar sarcástico e mórbido que pairava no filme. Dessa forma, o segundo Coringa dos cinemas surgiu por uma gangster insano que vivia para se vingar sadisticamente do mundo. Vale ressaltar que a personagem de Nicholson trouxe o primeiro vislumbre da insanidade que hoje é tão característica do Coringa.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11499" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Mark Hamill</strong></h5>
<p>A experiência de Mark Hamill como o arqui-inimigo do Homem-Morcego, marcou uma geração. O ator dublou a personagem por duas décadas para a TV, o cinema e <em>videogames</em>. Sua interpretação do Coringa definiu o caminho que a personagem trilharia daquele momento em diante. Hamill deu ao vilão uma perspectiva muito mais louca e sarcástica do que antes. Ele foi o responsável por criar a associação mental imediata de que o palhaço de Gotham é terrivelmente perigoso por ser imprevisível. A partir dele, não se poderia prever o que o Coringa faria. A loucura se tornou a motivação número um dessa figura.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11498" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Heath Ledger</strong></h5>
<p>Anos se passaram até que outro ator tivesse a oportunidade de vivenciar esse personagem numa produção. Heath Ledger abraçou o projeto de Christopher Nolan e mergulhou de cabeça no processo de criação. O estudo da personagem levou meses e resultou numa das performances mais marcantes do cinema. Ledger permite que o espectador veja que existe algo além da loucura. Por trás de toda aquela insanidade sempre existiu uma perspectiva. Agora o vilão mostra as suas ideias anárquicas e sociopatas chocando o mundo com a profundidade de cada uma de suas ações. Heath Ledger foi a alma de <em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em>. O ator deu tudo de si para esse papel. A resposta foi a aclamação eterna e diversos prêmios póstumos. Com isso, ele criou a difícil de missão de reencarnar a personagem.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11501" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Jared Leto</strong></h5>
<p>Oito anos se passaram até que o espectador pudesse rever o Coringa nos cinemas. Desta vez, vivido pelo ator e cantor Jared Leto, o vilão trilhou um caminho oposto ao seu antecessor. A participação de Leto em <em>Esquadrão Suicida</em> foi tão criticada como o filme. Sua versão da personagem tentou dialogar com as possibilidades criadas por Romero, Nicholson e Hamill, mas falhou em sua execução. O resultado visto no longa foi uma espécie de Frankenstein do palhaço. A tentativa de unir a comicidade de Romero, o sarcasmo de Nicholson e a loucura de Hamill resultou numa figura estranha e controversa que apenas assina a declaração de erros da produção.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11448" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Joaquin Phoenix</strong></h5>
<p>O mais recente Coringa cumpriu com o objetivo de Leto. Joaquin Phoenix mostrou as todas as camadas da personagem que já haviam sido apresentadas anteriormente. A dinâmica de <strong><em>Joker</em></strong> proporcionou um ambiente perfeito para dar vida à mais fiel interpretação dos quadrinhos já feita. A performance de Phoenix extasia o público por sua força. Desde a cena inicial, o espectador se vê à mercê do sadismo da personagem. O filme passa e não há nada o que fazer a não ser apreciar cada momento, cada versão e cada ação do palhaço. Aqui é apresentado o poder do Coringa perante a humanidade. A loucura que seduz, o sarcasmo e a comicidade que divertem e a insanidade que perturba e instaura o caos.</p>
<p>Diante da desenvoltura de Phoenix como o famoso palhaço, não existem palavras que descrevam o impacto da produção. Assim como Ledger, em 2008, Phoenix fez um inesquecível trabalho de interpretação. Todd Philips (<em>Se Beber, Não Case</em>, de 2009) entregou ao público um ultimato. A carta-magna da DC para o público voltar a acreditar em suas produções. A experiência de assistir <strong><em>Coringa</em> </strong>é perturbadora e atraente ao mesmo tempo. A produção se mantém em compasso a cada momento, sem deixar nada faltar. A partir desse impacto, Todd entrega um drama existencial contundente, chocante e agressivo. Durante os 120 minutos de filme, o espectador é lembrado da podridão que existe no mundo. Gotham City finalmente foi representada como merece. Todo o caos e a sujeira constroem, ao lado da performance de Phoenix, a crítica perfeita sobre o verdadeiro ser corrompido.</p>
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		<title>Esquadrão Suicida é o grande destaque das estreias desta semana (04/08). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 13:04:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vidas Partidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É bom ser mau… Reúna um time com os mais perigosos Supervilões já encarcerados, forneça a eles o mais poderoso arsenal à disposição do governo e os envie em uma missão para derrotar uma entidade enigmática insuperável. Amanda Waller, Oficial de Inteligência dos EUA, está convencida de que apenas um grupo de indivíduos díspares, desprezíveis, com quase nada a perder e convocado secretamente vai funcionar. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos apenas para ter sucesso mas também [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É bom ser mau… Reúna um time com os mais perigosos Supervilões já encarcerados, forneça a eles o mais poderoso arsenal à disposição do governo e os envie em uma missão para derrotar uma entidade enigmática insuperável. Amanda Waller, Oficial de Inteligência dos EUA, está convencida de que apenas um grupo de indivíduos díspares, desprezíveis, com quase nada a perder e convocado secretamente vai funcionar. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos apenas para ter sucesso mas também por sua óbvia culpa quando inevitavelmente falharem, o <em><strong>Esquadrão Suicida</strong></em> resolverá morrer tentando ou decidirá que é cada um por si? Já assistimos ao filme. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gWTUvH-P43I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6519" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/003.jpg" alt="003" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Negócio das Arábias</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Tom Tykwer<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Sarita Choudhury, Alexander Black, Sidse Babett Knudsen</p>
<p>Durante a recessão nos Estados Unidos, um homem de negócios falido (Tom Hanks) procura recuperar suas perdas financeiras viajando para a Arábia Saudita, a fim de vender sua ideia &#8220;genial&#8221; para um monarca que está construindo um enorme complexo no meio do deserto.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/K5lcEDXf1lQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6520" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/8.jpg" alt="8" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Intrometida</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Lorene Scafaria<br />
<strong>Elenco:</strong> Susan Sarandon, Rose Byrne, J.K. Simmons, Megalyn Echikunwoke</p>
<p>Com um iPhone novo, um apartamento próximo ao The Grove e uma conta bancária confortável deixada para ela pelo falecido e amado marido, Marnie Minervini está feliz após se mudar de Nova Jersey para Los Angeles para ficar perto de sua filha Lori, uma bem-sucedida (mas ainda solteira) roteirista, sufocando-a com seu amor maternal. Mas quando as dezenas de mensagens de texto, visitas inesperadas e conversas dominadas por conselhos não solicitados obrigam Lori a estabelecer limites pessoais estritos, Marnie encontra formas de canalizar seu eterno otimismo e sua generosidade contundente mudando as vidas de outras pessoas – bem como a sua própria &#8211; e descobrindo um novo propósito na vida.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wdybNe_5EVA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6521" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Vidas-Partidas_Gianne-Carvalho-1.jpg" alt="Vidas-Partidas_Gianne-Carvalho-1" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Vidas Partidas</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Marcos Schechtman<br />
<strong>Elenco:</strong> Naura Schneider, Domingos Montagner, Georgina Castro</p>
<p>Graça é uma mulher apaixonada que depois de alguns anos casada é vítima de um crime de violência doméstica no Brasil dos anos 80. Ela e Raul têm duas filhas e uma relação marcada pela alta passionalidade. Cenas ardentes de amor se misturam com outras que vão revelando a personalidade de Raul e mostram como a vítima pode demorar a perceber que está dormindo com o inimigo. Com Domingos Montagner e Naura Schneider.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EBofuLPbM9s" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6522" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/umhomemaalturatop.jpg" alt="umhomemaalturatop" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Um Amor à Altura</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Laurent Tirard<br />
<strong>Elenco:</strong> Jean Dujardin, Virginie Efira, Cédric Kahn</p>
<p>Diane, uma advogada, recém-solteira, recebe um telefonema de Alexandre, um arquiteto charmoso que ela nunca conheceu, e que irá ajudá-la a encontrar seu telefone perdido. Quando eles se encontram, a reunião toma um rumo inesperado.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7KUXJb_ZxiU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Esquadrão Suicida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2016 21:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[David Ayer]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final das contas, parte dos fatores que mais afetaram a recepção de Esquadrão Suicida são externos ao próprio filme. Um dos maiores percalços do longa foi sua campanha de divulgação, dali pouca coisa corresponde a realidade e talvez os problemas do filme em si tenham relação com esse anseio de fazer jus aos apelos que estavam sendo criados. . O marketing agressivo e criativo, todo o hype gerado  como se o trabalho de David Ayer (de Corações de Ferro e Marcados para Morrer) representasse a grande salvação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">No final das contas, parte dos fatores que mais afetaram a recepção de <i>Esquadrão Suicida</i> são externos ao próprio filme. Um dos maiores percalços do longa foi sua campanha de divulgação, dali pouca coisa corresponde a realidade e talvez os problemas do filme em si tenham relação com esse anseio de fazer jus aos apelos que estavam sendo criados. . O marketing agressivo e criativo, todo o hype gerado  como se o trabalho de David Ayer (de <i>Corações de Ferro </i>e <i>Marcados para Morrer</i>) representasse a grande salvação da lavoura no projeto da Warner com o Universo DC e as notícias de bastidores que davam conta de um grande feito cinematográfico não dão a dimensão do filme que ele é e nem nos dá pistas dos seus maiores defeitos. <i>Esquadrão Suicida </i> ocupa o lugar exato que as histórias desse grupo de heróis ao avesso costumam ocupar nas HQs. Trata-se de um parênteses, uma trama menor, sem os traços definitivos e enérgicos dos grandes eventos protagonizados pelos integrantes da Liga da Justiça, mas que funciona dentro dos seus próprios termos. É certo que se desenvolve de maneira caótica, sobretudo a apresentação da sua premissa e o desenvolvimento da sua trama principal (suspeito que isso tenha relação com as refilmagens pós-recepção negativa de <i>Batman vs. Superman</i>) , mas, em contrapartida, na maior parte da sua projeção, o filme é despojado e divertido como comédia de ação, sobretudo porque tem um elenco que segura muito bem as suas pontas.</span></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"><i>Esquadrão Suicida </i>tem seus eventos ambientados após os acontecimentos de <i>Batman vs. Superman</i> e traz a oficial Amanda Waller, interpretada por Viola Davis (da série <i>How to get away with murder</i>), recrutando um grupo de vilões para dar conta de ameaças ainda maiores. Para convencê-los, Waller conta com a ajuda do soldado Ricky Flag e com um dispositivo injetado no interior dos seus recrutados que ameaça pô-los aos ares caso abortem a missão por algum motivo. Assim, Waller consegue reunir o Pistoleiro, Arlequina, Crocodilo, Capitão Bumerangue e outros perigosos inimigos dos principais heróis do universo DC. </span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">O longa, como já antecipado, tem uma estrutura problemática, que, se por um lado, mostra uma disposição para sacudir a maneira &#8220;quadradona&#8221; com que esse tipo de longa costuma ser apresentado e desenvolvido, por outro, acaba confundindo o espectador que, por vezes, não consegue se localizar na trama ou entender os passos dos seus personagens e suas ações. Contudo, essa dispersão na estrutura do filme de Ayer, aliada a um anseio em tornar o longa <i>pop </i>com a inserção de uma trilha sonora extremamente sedutora e algumas <i>gags</i>, não chega a oferecer ao público um resultado próximo dos problemas apresentados em <i>Batman vs. Superman</i>, por exemplo, nada é muito afetado. <i>Esquadrão Suicida </i>consegue ser muito mais bem resolvido e claro, mesmo diante de todo esse caos, do que o filme de Snyder. </span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6513" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/sui.jpg" alt="sui" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">David Ayer é preciso com seus personagens e suas motivações e conta com um elenco empenhado em torná-los figuras carismáticas e consistentes. Aliás, um dos pontos fortes do filme são os seus personagens e, consequentemente, o que seus atores tem a oferecer com eles. Margot Robbie (mais conhecida por <i>O Lobo de Wall Street</i> e, recentemente, por <i>A Lenda de Tarzan</i>), em especial, rouba a cena como a Arlequina, mas não só porque a personagem mostra-se como o alívio cômico do filme ou, como podem pensar os machistas de plantão, porque a atriz aparece em roupas minúsculas, mas devido a maneira como ela compõe a psiquiatra transformada em criminosa por ação do Coringa. Robbie consegue encontrar uma melancolia na paixão de Arlequina pelo vilão que torna a personagem complexa e frágil e o cuidado que a atriz tem ao trafegar por essa linha é admirável, um respeito e uma atenção com a tragédia pessoal da moça e sua psicologia afetada por uma relação doentia que poucas HQs, por exemplo, tiveram a delicadeza de desenhar. Há o temor de que muita gente não consiga acessar isso porque Robbie o faz (acertadamente) de maneira econômica, mas isso já não é um problema do filme. Outros personagens interessantes em <i>Esquadrão Suicida </i>bem executados por seus atores<i> </i>e que valem a pena a menção são a Amanda Waller de Viola Davis, o Pistoleiro de Will Smith, o Rick Flag de Joel Kinnaman e a Magia de Cara Delevingne, aliás, a relação dos dois últimos é um dos pontos altos do longa e serve para dar coesão a trama quando ela ocasionalmente encontra-se perdida em meio a tantos personagens. </span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">O tão alardeado Coringa de Jared Leto, que não faz parte do Esquadrão Suicida e, coerentemente, está no filme apenas para ajudar-nos a entender a Arlequina, aparece pouco. Ele não é tão marcante quanto outras encarnações do personagem, o que não significa que, posteriormente ele não possa ser explorado com mais força. Isso nos faz chegar ao ponto nevrálgico de uma reação tão negativa (e desproporcional) a <i>Esquadrão Suicida</i>. Talvez o resultado que vejamos na tela não corresponda às expectativas que foram criadas em cima dele, mas o filme atende bem aos seus anseios de ser um produto menor e mais despojado dentro desse projeto DC da Warner. Talvez também o longa frustre um pouco, </span>assim como <i>Batman vs. Superman,</i><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> por se mostrar</span><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> como uma &#8220;preparação de terreno&#8221; para algo maior, o que, é bem verdade, cansa. Afinal, quando nos será ofertado esse prato principal da Warner/DC? O que </span><i data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">Esquadrão Suicida </i><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">cumpre bem</span><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> é seu compromisso com o entretenimento. Ainda que tenha seus problemas aqui e ali, podemos dizer que são horas bem gastas dentro da sala de cinema (sem o 3D, que, por sinal, inexiste), mas não esperem por uma redenção de projeto cinematográfico algum porque não é isso que ele tem a oferecer. </span></p>
<p><strong>Assista ao trailer abaixo:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8pYp4T8TdP4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Notícias da semana: Movimentações no universo Warner/DC e o Festival de Cannes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 14:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Sonia Braga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Apesar de negarem durante um certo tempo que a má recepção da crítica e de parte dos fãs dos quadrinhos a Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça tenha afetado a composição do universo DC Comics na Warner, desde que foi anunciada uma queda vertiginosa na bilheteria do longa a partir da sua segunda semana de exibição (que, claro, não transformou o filme em um desastre financeiro, mas evidenciou um retorno abaixo do esperado com uma arrecadação de cerca 870 milhões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de negarem durante um certo tempo que a má recepção da crítica e de parte dos fãs dos quadrinhos a <strong><em>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </em></strong>tenha afetado a composição do universo <strong>DC Comics</strong> na Warner, desde que foi anunciada uma queda vertiginosa na bilheteria do longa a partir da sua segunda semana de exibição (que, claro, não transformou o filme em um desastre financeiro, mas evidenciou um retorno abaixo do esperado com uma arrecadação de cerca 870 milhões de dólares) , vieram a público uma série de notícias que dão conta de um cenário de transformações e novos rumos criativos no estúdio. Essa semana, foi noticiado pelo The Hollywood Reporter que o diretor Zack Snyder não será mais a &#8220;cabeça criativa&#8221; do univerdo DC nos cinemas, mas sim os produtores <strong>Geoff Johns</strong> e <strong>Jon Berg</strong>, que prometem dar uma unidade aos filmes dos personagens da Liga da Justiça nos moldes do que anda sendo feito pelo produtor Kevin Feige na Marvel Studios no que diz respeito aos títulos vinculados ao projeto <em>Vingadores</em>.</p>
<p>Vale lembrar que Geoff Johns tem muita familiaridade com o universo DC Comics. Nos quadrinhos, ele já roteirizou histórias do Superman, da Liga da Justiça, do Aquaman e do Lanterna Verde e também esteve à frente das elogiadas séries animadas dos personagens na TV. Para selar a sua entrada como &#8220;cabeça&#8221; do universo DC, Johns anunciou que pretende tornar os filmes da Liga da Justiça e todos os títulos vinculados a ele mais &#8220;esperançosos e otimistas&#8221;, uma clara resposta às críticas que acharam <em>Batman vs. Superman </em><em>dark </em>demais para filmes de super-heróis e as preocupações dos fãs de que o mesmo tom seja adotado nos demais títulos dos personagens.</p>
<p>O anúncio sucede uma série de outras notícias envolvendo a &#8220;dança das cadeiras&#8221; por lá. Já foi oficializado o filme solo do Batman sob a direção e o roteiro de Ben Affleck, que também estrelará a produção como o personagem; o diretor Seth Grahame-Smith saiu do comando do filme do Flash; e, mais uma vez ele, Ben Affleck será produtor de <em>Liga da Justiça</em>,<em> </em>tendo uma função criativa importante no projeto. Portanto, para o bem ou para o mal, relevantes decisões e mudanças estão sendo feitas na gerência desses filmes. Se, por um lado, tudo isso pode soar &#8220;desespero&#8221; por parte da Warner, que estaria fazendo essa dezena de anúncios como uma medida para acalmar os fãs mais indóceis dos quadrinhos, podendo parecer também preocupante tendo em vista que tudo isso está acontecendo no exato momento em que <em>Liga da Justiça </em>começa a ser filmado, por outro lado, pode realmente ser traduzido em mudanças positivas antes que tudo de fato desande por lá, afinal, humildade em reconhecer os erros e correr atrás do prejuízo é prudência e sabedoria.</p>
<p><em>Liga da Justiça </em>chega aos cinemas<em> </em>em 16 de novembro de 2017.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6011" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/13249548_10206794245231545_223361931_n.jpg" alt="13249548_10206794245231545_223361931_n" width="600" height="348" /></p>
<p>No entorno de toda essa movimentação nos bastidores da Warner/DC estão dois títulos que, ao que tudo indica, parecem não ter sido afetados pela recepção a <em>Batman vs. Superman</em>, <em>Esquadrão Suicida</em>, que reunirá um grupo de vilões do universo DC, e <em>Mulher Maravilha</em>, cujas filmagens foram encerradas nesse mês de maio, conforme anúncio da atriz Gal Gadot via <em>Instagram</em>.  E os executivos da Warner/ DC estão muito animados com ambos, principalmente com <em>Esquadrão Suicida</em>. Tanto que essa semana foi divulgado pelo The Hollywood Reporter que está em desenvolvimento no estúdio um filme solo com a <strong>Arlequina</strong>, personagem da atriz <strong>Margot Robbie</strong> em <em>Esquadrão Suicida</em>.</p>
<p>Desde que saíram os primeiros trailers dos filmes, a popular parceira do Coringa nos quadrinhos tem sido um dos assuntos mais comentados quando se fala de <em>Esquadrão Suicida</em>. O que se comenta é que todos andam tão impressionados com o desempenho de Robbie como a personagem e que ela mergulhou tanto no processo de composição que seria impossível não considerar um filme protagonizado pela Arlequina em um futuro próximo. Segundo o The Hollywood Reporter, o longa teria um tom &#8220;girl power&#8221; e traria outras personagens femininas do universo DC , entre vilãs e heroínas, como a Hera Venenosa, parceira constante da Arlequina nas HQs, a Batgirl e a Canário Negro. De acordo com o veículo, Robbie terá uma importante participação na concepção do roteiro e já está, mais uma vez, mergulhando nas HQs da personagem para entender que ideias podem funcionar nesse novo filme, que não tem previsão de estreia.</p>
<p>Entender até que ponto esse projeto funcionará, não dá para saber, até porque <em>Esquadrão Suicida </em>ainda não estreou e tudo o que se tem sobre ele são notas de bastidor, expectativas e seus trailers, todos ótimos, por sinal. É esperar agosto, mês que o filme estreará no Brasil, para saber como Robbie está na pele da Arlequina. Acredito o andamento desse projeto solo da personagem depende do retorno que <em>Esquadrão Suicida </em>terá em agosto.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6012" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/13245850_10206794245151543_65250381_n.jpg" alt="13245850_10206794245151543_65250381_n" width="600" height="348" /></p>
<p>Dando uma pausa no universo dos super-heróis, essa semana o <strong>Festival de Cannes</strong> movimentou as pautas dos veículos especializados. Dos títulos que passaram pelo crivo de críticos e do público presente no evento, alguns não tiveram a recepção esperada, como foi o caso de: <em>The Last Face</em>, retorno de Sean Penn à direção de um longa-metragem (seu primeiro filme foi <em>Na Natureza Selvagem</em>), com Charlize Theron e Javier Bardem no elenco; <em>The Neon Demon, </em>do diretor Nicolas Winding Refn (que ganhou o prêmio de direção por lá em 2011 com <em>Drive</em>); e <em>Personal Shopper</em>, nova parceria do diretor Olivier Assayas (<em>Acima das Nuvens</em>) com a atriz Kristen Stewart. Os três projetos receberam vaias em suas exibições, mostrando-se como as decepções do festival, até o momento. <em>Jogo do Dinheiro</em>, filme dirigido por Jodie Foster com Julia Roberts e George Clooney no elenco, também não teve uma das recepções mais entusiasmadas do festival. O longa deve chegar pelas próximas semanas no Brasil.</p>
<p>Filmes de cultuados cineastas também passaram por lá, mas tiveram respostas positivas para alívio dos cinéfilos. O novo longa de Steven Spielberg, <em>O Bom Gigante Amigo</em>, teve uma recepção amistosa, mas ficou dividido entre a crítica norte-americana que enxergou no título um retorno do realizador aos seus tempos de filmes como <em>E.T. &#8211; O Extraterrestre</em> e a crítica europeia que reagiu com desdém à nova produção de fantasia do diretor. Por sua vez, a abertura do festival com <em>Café Society</em> do Woody Allen pareceu uma decisão acertada dos realizadores do evento, já que o filme do cineasta teve um ótimo retorno dos críticos, alguns os considerando como o seu melhor filme desde <em>Meia Noite em Paris</em>, que também fora exibido em Cannes em 2011. Além disso, <em>Café Society </em>rendeu elogios a performance de Kristen Stewart, a grande estrela do filme e que tem sido a &#8220;queridinha&#8221; dos críticos por lá desde o seu ótimo desempenho em <em>Acima das Nuvens</em>. <em>Julieta</em>, de Pedro Almodóvar, também teve sua passagem por Cannes e confirmou o talento do diretor espanhol na condução de histórias centradas no universo feminino. O título foi enaltecido pela sua abordagem sobre temas como a maternidade e teve, no geral, um retorno bastante positivo no evento.</p>
<p>No que diz respeito aos prêmios, dois títulos parecem despontar na bolsa de apostas para a cobiçado Palma de Ouro, que esse ano será decidida pelo júri encabeçado pelo realizador George Miller (<em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>): a comédia<em> Toni Erdmann</em>, de Maren Ade, até o momento, apontado por todos como o título mais surpreendente da seleção; e o brasileiro <strong><em>Aquarius</em></strong>, de <strong>Kleber Mendonça Filho</strong>, que, por sinal, anda sendo alvo de uma tentativa insana de &#8220;boicote&#8221; no seu próprio país, com direito a ofensas lamentáveis desferidas contra seus envolvidos. O longa de Mendonça Filho levou <strong>Sonia Braga</strong> de volta ao festival e faz da estrela uma forte concorrente ao prêmio de melhor atriz do ano. Apostar em um título que vai levar a Palma de Ouro é sempre difícil, por mais que os indicadores e que a crítica nos aponte para um certo caminho, o júri pode surpreender a gente. Então, mesmo que esses longas tenham tido respostas muito positivas de quem esteve no festival, o resultado pode ser outro, completamente diverso do esperado. O Festival de Cannes 2016 será encerrado nesse domingo, dia 22, data em que será anunciada a sua lista de premiados.</p>
<p>Nota: Dois outros títulos também receberam retornos positivos: a comédia de ação Dois<em> Caras Legais</em>, de Shane Black (<em>Beijos e Tiros</em>), com Ryan Gosling e Russell Crowe, que deve chegar em breve no circuito comercial por aqui; e <em>Loving, </em>de Jeff Daniels (<em>O Abrigo </em>e <em>Amor Bandido</em>), com Joel Edgerton, Michael Shannon e Ruth Negga .</p>
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		<item>
		<title>Confira novo trailer de Esquadrão Suicida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 17:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Esquadrão Suicida é um dos blockbusters mais aguardados deste ano, trazendo interpretações únicas de atores como Margot Robbie, no papel de Arlequina, o Pistoleiro com Will Smith e Jared Leto, como o super aguardado Coringa. Neste novo trailer é possível dar uma checada mais de perto em diversos personagens, ver um pouco mais da atuação dos atores e o que aguarda o espectador no que diz respeito ao roteiro. A ansiedade só fez aumentar! Dirigido por David Ayer, Esquadrão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4419" aria-describedby="caption-attachment-4419" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-4419" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/margot_robbie_-_esquadrao_suicida-600x400.jpg" alt="Margot Robbie no papel de Arlequina" width="600" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4419" class="wp-caption-text">Margot Robbie no papel de Arlequina</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Esquadrão Suicida</em></strong> é um dos blockbusters mais aguardados deste ano, trazendo interpretações únicas de atores como Margot Robbie, no papel de Arlequina, o Pistoleiro com Will Smith e Jared Leto, como o super aguardado Coringa.</p>
<p>Neste novo trailer é possível dar uma checada mais de perto em diversos personagens, ver um pouco mais da atuação dos atores e o que aguarda o espectador no que diz respeito ao roteiro. A ansiedade só fez aumentar!</p>
<p>Dirigido por David Ayer, <em>Esquadrão Suicida</em> chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de agosto.</p>
<p><strong>Confira o trailer legendado:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8pYp4T8TdP4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Assista ao trailer de Esquadrão Suicida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 22:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Margo Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aguardado trailer de Esquadrão Suicida exibido na Comic-Con finalmente foi disponibilizado na rede em alta resolução. Ou seja, os fãs de todo o mundo podem matar a curiosidade sobre o Coringa de Jared Leto e todos os vilões que se juntam a ele nessa adaptação da DC/Warner que chega aos cinemas brasileiros em agosto de 2016. Além do Coringa, o trailer dedica atenção especial a Arlequina, que finalmente receberá sua primeira encarnação nos cinemas pela atriz Margo Robbie (O Lobo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-3147" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge1.jpg" alt="21b46467_nat.xxxlarge" width="685" height="363" /></a></p>
<p>O aguardado trailer de<strong> </strong><em><strong>Esquadrão Suicida</strong> </em>exibido na Comic-Con finalmente foi disponibilizado na rede em alta resolução. Ou seja, os fãs de todo o mundo podem matar a curiosidade sobre o Coringa de Jared Leto e todos os vilões que se juntam a ele nessa adaptação da DC/Warner que chega aos cinemas brasileiros em agosto de 2016. Além do Coringa, o trailer dedica atenção especial a Arlequina, que finalmente receberá sua primeira encarnação nos cinemas pela atriz Margo Robbie (<em>O Lobo de Wall Street</em>), e exibe a sequência que traz uma participação do Batman de Ben Affleck.</p>
<p>Para quem ainda desconhece a trama, <em>Esquadrão Suicida </em>fará parte desse novo arco de histórias que a DC pretende lançar com a Warner preparando terreno para uma série de filmes sobre a <em>Liga da Justiça. </em>No longa, acompanharemos um grupo de vilões recrutados por uma agente do governo norte-americano (a indicada ao Oscar Viola Davis) para solucionar um crime em troca de diminuições em suas respectivas penas. O grupo de vilões é formado por Coringa (Jared Leto), sua fiel e apaixonada parceira Arlequina (Margo Robbie), o Pistoleiro (Will Smith), o Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Enchantress (Cara Delevigne), Rick Flagg (Joel Kinnaman) e Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PLLQK9la6Go" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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