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	<title>Arquivos Emilia Clarke - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Emilia Clarke - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Uma Segunda Chance para Amar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 20:40:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A comédia romântica Uma Segunda Chance para Amar chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28 de novembro, e conta a história de Kate (Emilia Clarke, Como Eu Era Antes de Você), uma jovem promissora que lida com as consequências emocionais de quase ter morrido por conta de um problema de saúde. Com um péssimo relacionamento com a família, um emprego que detesta e destruída emocionalmente, ela ainda foi expulsa do apartamento onde morava. Em meio a toda essa confusão, Kate conhece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comédia romântica <strong><em>Uma Segunda Chance para Amar</em></strong> chega aos cinemas nesta quinta-feira, 28 de novembro, e conta a história de Kate (Emilia Clarke, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>), uma jovem promissora que lida com as consequências emocionais de quase ter morrido por conta de um problema de saúde. Com um péssimo relacionamento com a família, um emprego que detesta e destruída emocionalmente, ela ainda foi expulsa do apartamento onde morava. Em meio a toda essa confusão, Kate conhece o misterioso Tom (Henry Golding, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/"><em>Podres de Ricos</em></a>), que vai dar um <em>looping</em> na sua vida.</p>
<p>O gênero de comédia romântica, infelizmente, está em baixa nos últimos anos. Depois de um pico na década de 1990, atualmente o que vemos nos cinemas é basicamente adaptação de franquias e quadrinhos. Para a fanática crítica que aqui escreve, ir ao cinema para ver seu gênero favorito é momento de empolgação. Ainda mais com um elenco tão bom e envolvendo o Natal. Já adianto, de antemão, que o resulto é bem legal.</p>
<p><em><strong>Uma Segunda Chance para Amar</strong></em> é um filme cuidadoso com os detalhes. Quando achamos que ele vai dar pequenos tropeços no roteiro, logo em seguida as ações são explicadas ou justificadas. Isso torna a história muito mais real, por mais que um certo fascínio fantástico a permeie. Kate está visivelmente confusa e perdida, se sujeitando a qualquer tipo de situação, pela simples inércia da falta de sentimentos. A medida que o roteiro evolui, descobrimos novas camadas da personagem, como sua relação complicada com a mãe ou o fato de ter uma carreira de cantora frustrada.</p>
<p>Na contramão, Tom é um completo mistério. Pouco se sabe sobre o personagem, o que ele faz, onde mora, o que gosta de fazer. A atração do espectador por ele é magnética, não apenas pela beleza do ator, como pelas palavras carinhosas. Kate precisa desesperadamente de carinho e atenção, e é justamente isso que ele representa.</p>
<p>Em paralelo ao casal principal, os coadjuvantes são muito bons e oferecem uma história secundária interessante. Como é o caso do romance de Noel, a chefe de Kate na loja de artigos natalinos. Michelle Yeoh (<em>Memórias de Uma Gueixa</em>) dá o tom equilibrado no exagero que a personagem exige, sem beirar o caricato. O mesmo vale para a fantástica Emma Thompson (<em>Simplesmente Amor</em>), que vive a mãe angustiada e desnorteada da protagonista.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11975" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Uma Segunda Chance para Amar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3228464.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para o casal principal, Emilia Clarke e Henry Golding possuem uma ótima química em cena, com muita naturalidade e intensidade, ao mesmo tempo. Ela está cheia de expressões, como sempre. E ele, que já nos conquistou em <em>Podres de Ricos</em>, mostra ainda mais o seu potencial de galã que sabe atuar.</p>
<p>O acréscimo da trama é, definitivamente, o próprio Natal. Não apenas pela loja em que Kate trabalha, como o fato dela ter que se vestir como um elfo do Papai Noel. Além disso, a trilha sonora nos oferece o clássico &#8220;Last Christmas&#8221;, de Wham!, que inspirou o nome original do longa, e sucessos de George Michael. Uma combinação perfeita de música boa e empolgante, com o clima natalino e o romance com pintadas de comédia.</p>
<p>O que pode frustrar o espectador mais desatento, porém, é o <em>plot twist</em> dramático em certo ponto da trama. Não entrarei em maiores detalhes para evitar spoilers. No entanto, acredito que foi uma ação necessária que vinha sendo construída desde o início do roteiro. Não é uma covardia narrativa o que acontece e o diretor Paul Feig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) não precisou ser desleal com seu espectador, criando um caminho que surgisse do nada.</p>
<p><em><strong>Uma Segunda Chance para Amar</strong></em> se beneficia de um roteiro comum que tem elementos atraentes, como o ótimo elenco e trilha sonora. É uma boa comédia romântica, que aquece nossos corações nesta chegada de temporada de longas de Natal. Mesmo que não seja tão maravilhoso quanto poderia, cumpre muito bem seu objetivo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Paul Feig<br />
<strong>Elenco:</strong> Emilia Clarke, Henry Golding, Michelle Yeoh, Emma Thompson, Lydia Leonard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6ABmXDV7y-w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Han Solo &#8211; Uma História Star Wars</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 13:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alden Ehrenreich]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Han Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Ron Howard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um derivado da franquia Star Wars chega aos cinemas. Depois de Rogue One, é a vez de Han Solo: Uma História Star Wars, que narra justamente os eventos que ocorreram com o personagem interpretado por Harrison Ford nos filmes centrais da saga, incluindo o começo de sua amizade com outros ícones da série cinematográfica como Chewbacca e Lando Calrissian. Quem assume o personagem na juventude nesse filme solo é o ator Alden Ehrenreich, de Ave, César! dos irmãos Coen e também do indie Tetro de Francis Ford [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Mais um derivado da franquia <i>Star Wars </i>chega aos cinemas. Depois de <i>Rogue One</i>, é a vez de <i><b>Han Solo: Uma História Star Wars</b></i>, que narra justamente os eventos que ocorreram com o personagem interpretado por Harrison Ford nos filmes centrais da saga, incluindo o começo de sua amizade com outros ícones da série cinematográfica como Chewbacca e Lando Calrissian. Quem assume o personagem na juventude nesse filme solo é o ator Alden Ehrenreich, de <i>Ave, César! </i>dos irmãos Coen e também do <i>indie Tetro </i>de Francis Ford Coppola. Ehrenreich, por sinal, consegue dar conta do recado na medida do possível, já que suprir a carência de uma presença tão marcante nas telas quanto Ford interpretando Han Solo é uma tarefa ingrata para qualquer ator. No entanto, <i>Han Solo </i>não se sustenta como narrativa nem tem suas falhas nevrálgicas depositadas na interpretação de um ator específico específica. As glórias e os percalços do filme merecem ser creditadas a outros departamentos.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Dirigido por Ron Howard, de obras tão díspares, mas reconhecíveis pelas marcas melodramáticas das suas narrativas e pela estética no tratamento da imagem, como </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Uma Mente Brilhante </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">e </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Rush: No Limite da Emoção</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">, </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Han Solo </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">seria  comandado por Phil Lord e Christopher Miller, da animação </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Uma Aventura Lego</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">. Com a contratação da dupla a Disney queria conferir um tom mais despojado ao filme. Acontece que por divergências criativas Miller e Lord abandonaram o comando com alguns dias de filmagens já iniciado, assumiram apenas a produção do filme e Howard foi chamado às pressas para substituí-los. </span></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;">O que Ron Howard faz aqui é um trabalho extremamente burocrático, adaptando a direção do seu filme a orientações do estúdio que certamente visavam uma padronização do produto ao <i>blockbuster </i>americano corrente e aos filmes da saga <i>Star Wars </i>também. Isso é perceptível pelo tom do filme, que destoa da polêmica atmosfera de seriedade que dominou o derivado anterior da franquia, <i>Rogue One</i>, e que, por sinal, foi criticado negativamente por fãs e alguns críticos. Nesse sentido, o trabalho de Howard em <i>Han Solo</i> é tão protocolar que faz um diretor com uma assinatura tão sensível ao público quanto ele praticamente desaparecer na tela para dar lugar a um típico exemplar da franquia </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: start;">Star Wars</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: start;"> com pouquíssima intervenção criativa, uma condução descompromissada e interessada em ofertar um longa moldado clássicas matinês. E isso não é demérito de <i>Han Solo </i>em momento algum. Por se adaptar ao &#8220;esquemão&#8221; de um grande estúdio com tanta organicidade, os méritos do trabalho de Howard precisam ser reconhecidos. </span></p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8947" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/05/0906851.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quem estranhou o tom grave e sombrio de <i>Rogue One </i>certamente ficará satisfeito com o resultado de <i>Han Solo</i>, já que ele está mais próximo do espírito que permeou os filmes <i>Star Wars </i>dos anos de 1970 e 1980 do que o derivado anterior da saga inaugurada por George Lucas. Também há em <i>Han Solo</i> uma apropriação interessante de recursos do gênero <i>western</i>, ainda que isso não represente nenhuma originalidade, mas certamente será um deleite para os cinéfilos. O uso do <i>western </i>em planos como o encontro de grupos rivais e o tiroteio em um lugar fechado são pertinentes por <i>Han Solo</i> trafegar em um universo protagonizado por foras da lei e pela constante sensação de desconfiança e perigo que pairam as relações por mais que elas sejam construídas em bases muito sólidas. Além disso, o longa possui um ritmo que não deixa sua aventura cair na exaustão, ainda que aqui e ali o espectador tenha a sensação de estar diante de um <i>plot </i>extremamente superficial e que a existência do longa se justifique apenas para servir como um grande <i>fan service </i>para a <i>fan base </i>da franquia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Han Solo </i>derrapa mesmo na indiferença que por vezes permeia a relação do espectador com seus personagens. O romance entre o protagonista e a &#8220;mocinha&#8221; de Emilia Clarke (a Daenerys da série <i>Game of Thrones</i>) é completamente desinteressante para o público, tendo em vista que esse tem tão viva a memória dos acontecimentos entre Han Solo e Leia, um <i>shipper </i>canônico na cultura pop. Além disso, no terceiro ato do longa o roteiro acaba se entregando a algumas reviravoltas óbvias para qualquer espectador mais atento e que se perdem na própria plausibilidade das suas ocorrências, ainda que elas eventualmente se justifiquem pela inclinação do longa ao <i>western</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como saldo, <i>Han Solo </i>não deixa de ser um título absolutamente supérfluo e que o seu público, fã ou não fã de <i>Star Wars </i>sobreviveria tranquilamente sem a sua existência, haja vista que nos quatro filmes anteriores em que o personagem aparece na encarnação de Harrison Ford seus realizadores conseguiram dar conta muito bem da tarefa de construí-lo e fortalecer os vínculos afetivos dele com o espectador. Como ele está entre nós, <i>Han Solo </i>é uma aventura descompromissada que carrega o espírito ingênuo que sempre permeou as histórias <i>Star Wars </i>desde o lançamento do filme de George Lucas em 1977. Como passatempo, certamente rende bons momentos, mas pensando &#8220;friamente&#8221; tem alguns &#8220;calcanhares de Aquiles&#8221; típicos da lógica de realização do <i>blockbuster </i>atual.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EQpr5HXTvmg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Como Eu Era Antes de Você traz elenco de sagas e séries famosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 22:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Daenerys Targaryen, Finnick Odair, Nevellie Longbottom, Edith Prior e Tywim Lannister. Com certeza você já ouviu falar de alguma destas personagens famosas no cinema e na televisão e que agora estão juntas na telona. Mas, calma! Ainda não foi lançada nenhuma saga crossover com bruxos, dragões e tordos! Você pode ver os atores que encarnaram esses papéis reunidos no cinema no longa Como Eu Era Antes de Você (Me Before You), que estreia nesta semana em todo o país. Emilia Clarke (de Game [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Daenerys Targaryen, Finnick Odair, Nevellie Longbottom, Edith Prior e Tywim Lannister. Com certeza você já ouviu falar de alguma destas personagens famosas no cinema e na televisão e que agora estão juntas na telona. Mas, calma! Ainda não foi lançada nenhuma saga <em>crossover</em> com bruxos, dragões e tordos! Você pode ver os atores que encarnaram esses papéis reunidos no cinema no longa <em>Como Eu Era Antes de Você</em> (<em>Me Before You</em>), que estreia nesta semana em todo o país.</p>
<p>Emilia Clarke (de <em>Game of Thrones</em>) é Louisa, uma garota atrapalhada de uma cidade pequena da Inglaterra que está desesperada para encontrar um emprego para que possa ajudar os pais. Nessa busca, ela acaba conseguindo  trabalho num castelo luxuoso como cuidadora de um rapaz chamado Will Traynor que, após um acidente, ficou deficiente, perdendo quase todos os movimentos do corpo. Após um tempinho, a história dos dois se transforma em um romance e tem um caminho não tão esperado.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-6191 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/399501.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="ME BEFORE YOU" width="610" height="348" /></p>
<p>A tragicomédia romântica consegue medir os dois gêneros: diverte e emociona, sem ser açucarada. Baseado no romance homônimo de Jojo Moyes, a adaptação cumpre bem sua função de contar uma narrativa bonita, com um roteiro &#8220;costuradinho&#8221;, fotografia agradável, belos planos da cidade na qual vivem as personagens e um elenco coeso, de boa dinâmica e com construção de papéis seguros. Ainda que a película não tenha nada de excepcional, vale à pena assistir, ainda mais num dia desses chuvosos e com lencinhos do lado. Já temos uma crítica no site, <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/">leia aqui</a>.</p>
<p>E por falar em elenco, como já sugerimos, a trama está cheia de figuras já conhecidas por cinéfilos e seriadores. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo preparou uma listinha com cinco personagens das telinhas e das telonas, vistas em sagas ou em séries.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6205" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/3lzgvudjx1opjloz.jpg" alt="3lzgvudjx1opjloz" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Edith Prior (Janet McTeer) &#8211; </strong>Franquia <em>Divergente</em></p>
<p>Em <em>Como Eu Era Antes de Você</em>, ela interpreta Camilla Traynor, a mãe do rapaz protagonista, mas você pode ter lembrando da fisionomia da em outro lugar. Sim, McTeer fez parte da saga <em>Divergente</em>, mais especificamente da segunda parte da história, <em>Insurgente</em>. No filme, ela interpreta Edith Prior, descendente de Tris.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6206" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/tywin_lannister.jpg" alt="tywin_lannister" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Tywin Lannister (Charles Dance) </strong>&#8211; Série <em>Game of Thrones</em></p>
<p>O grande e poderoso leão da casa mais amada e odiada de Westereos também está presente em <em>Como Eu Era Antes de Você</em>. Interpretando o pai de Will Traynor, muitas vezes é difícil acreditar que ele é bonzinho dessa vez. Com sua altivez e voz marcante, Dance nos lembra a força e o charme da interpretação britânica, com sua nova personagem Stephen Traynor.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6207" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/2015NevilleLongbottom_HarryPotter_Press_160215.article_x4.jpg" alt="2015NevilleLongbottom_HarryPotter_Press_160215.article_x4" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Neville Longbottom (Matthew Lewis) </strong>&#8211; Franquia <em>Harry Potter</em></p>
<p>Neste longa, não há &#8220;Petrificus Totalus&#8221; que possa parar o novo papel do Lewis. Interpretando um entediante e egoísta <em>personal trainner</em>, o artista fez parte da saga cinematográfica <em>Harry Potter</em>, que marcou várias gerações no mundo inteiro.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6208" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/4b7bfc2e725baa4573f19f859525741f.jpg" alt="4b7bfc2e725baa4573f19f859525741f" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Finnick Odair (Sam Claflin) &#8211; </strong>Franquia <em>Jogos Vorazes</em></p>
<p>Gritos e pulos adolescentes no cinema! Finnick Odair entrava na telona e as adolescentes vibraram em suas cadeiras, enquanto assistiam a saga <em>Jogos Vorazes</em>. Presente em três películas da narrativa, Claflin era o queridinho do <em>fandom</em> e estava presente em vários <em>ships</em> da história. Agora, ele é o protagonista do novo romance que estreia, nesta quinta-feira, interpretando Wil Traynor. No novo longa, ele vive um rapaz rico e aventureiro, que fica quase completamente paralisado, após um acidente de moto.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6209" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Game-of-Thrones-Daenerys-Targaryen-Emilia-Clarke.jpg" alt="Game-of-Thrones-Daenerys-Targaryen-Emilia-Clarke" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) &#8211;</strong> série <em>Game of Thrones</em></p>
<p>Rainha de Meereen, Rainha dos Ândalos, Roinares e Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Protetora do Domínio, Princesa de Pedra do Dragão, Khaleesi do Grande Mar de Grama, chamada Daenerys Nascida na Tormenta, A Não Queimada, Mãe dos Dragões, Quebradora de Correntes. Sim, pessoal, é ela. A nossa única e amada Rainha, Daenerys! Quem assiste<em> Game of Thrones</em> já sabe seus títulos de cor! Uma das mais apaixonantes personagens do seriado tem como protagonista Emilia Clarke. Em <em>Como Eu Era Antes de Você</em>, a atriz encarna Louisa Clark, uma  moça vibrante que mora numa pacata cidade e descobre um mundo completamente novo após conhecer Wil Traynor. Clarke consegue ser destaque da película, cheia de carisma e energia, fazendo um papel completamente oposto ao do programa da HBO.</p>
<p>Assista ao trailer de <em><strong>Como eu era antes de você</strong></em>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jeU4DK_Bp84" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Como eu era antes de você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 21:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Como eu era antes de você]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Jojo Moyes]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Claflin]]></category>
		<category><![CDATA[Thea Sharrock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em certos casos, soa exagero creditar o sucesso de um filme ao trabalho de um único ator. Por mais que o desempenho de um protagonista seja brilhante, ele não consegue carregar nas costas um longa-metragem sozinho. No caso de Como eu era antes de você não é nada exagerado entender que grande parte do êxito do romance pode ser creditado na conta de Emilia Clarke, que de mãe dos dragões em Game of Thrones à doce cuidadora de um milionário tetraplégico faz um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em certos casos, soa exagero creditar o sucesso de um filme ao trabalho de um único ator. Por mais que o desempenho de um protagonista seja brilhante, ele não consegue carregar nas costas um longa-metragem sozinho. No caso de <i>Como eu era antes de você </i>não é nada exagerado entender que grande parte do êxito do romance pode ser creditado na conta de Emilia Clarke, que de mãe dos dragões em <i>Game of Thrones </i>à doce cuidadora de um milionário tetraplégico<i> </i>faz um trabalho fabuloso nesta adaptação do <i>best-seller </i>homônimo de Jojo Moyes. Claro que o filme como obra cinematográfica em si não faz feio. De uma maneira geral, a diretora Thea Sharrock o conduz sem pieguice e o roteiro da própria Jojo Moyes é comedido, evitando diversos chavões. Contudo, a presença de Clarke e a maneira como a atriz conduz sua participação ao longo de todo o filme faz toda a diferença em <i>Como eu era antes de voc</i>ê<i>.</i></p>
<p>O longa conta a história de Will, um jovem rico e bem-sucedido em sua carreira surpreendido por um acidente que o leva a tetraplegia. Com o tempo, a situação do rapaz começa a deixar seus pais preocupados, em função da sua melancolia e amargura, e eles resolvem contratar Lou Clark, uma jovem cuidadora, tudo para que o filho tenha uma melhor assistência em casa mas também uma nova e animadora companhia. Aos poucos, o jeito simples, sensível e alegre de Lou acaba conquistando Will e esse relacionamento transforma a vida de ambos.</p>
<p>Em sua apresentação formal como obra cinematográfica, <i>Como eu era antes de você </i>não traz nenhuma ruptura com todo o catálogo já existente do seu gênero. Tudo é muito previsível: da falta de afinidade e resistência inicial, Lou e, principalmente, Will vão baixando a guarda, conhecendo um ao outro e se apaixonando. A maneira como a diretora Thea Sharrock nos leva a isso também não é novidade alguma: da simplicidade da sua condução (algo muito bem-vindo, por sinal) a maneira como seus personagens se movimentam na história, suas falas, a trilha sonora, repleta de <i>hits </i>românticos contemporâneos interpretados por ídolos que vão de Ed Sheeran e Imagine Dragons. Tudo em <i>Como eu era antes de você </i>é isca para fisgar quem gosta do gênero e é suscetível a seu &#8220;canto da sereia&#8221;. Acontece que apesar de seguir uma cartilha previamente conhecida, <i>Como eu era antes de você </i>evita a armadilha fácil da manipulação emocional do espectador e acaba sendo muito natural na maneira como aplica os seus gatilhos afetivos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6168" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/Me-Before-You-Movie-03.jpg" alt="Me-Before-You-Movie-03" width="610" height="348" /></p>
<p>Não há, ao longo de todo o filme, aquela sensação escancarada de que a diretora está fazendo de um tudo para arrancar lágrimas do público, algo perceptível, por exemplo, em <i>A Culpa é das Estrelas</i>, só para citar uma produção recente. O espectador se emociona em <i>Como eu era antes de você</i> pelo envolvimento natural que tem com seus personagens, seus dramas e por sentir uma empatia profunda com suas trajetórias pessoais. É nesse ponto que chegamos ao desempenho de Emilia Clarke e como ele é fundamental na construção desse afeto natural pela obra e pelo caminho percorrido por sua personagem nela. Como Lou Clark, Emilia constrói uma heroína apaixonante, solar&#8230; O tom da composição de Clarke teria tudo para leva-la ao <i>overacting </i>(a interpretação exagerada) já que Lou Clark tem características capazes de fazer uma atriz cair nesta armadilha. Ao compor uma garota de origem simples, sem grandes ambições na vida e com todo o seu figurino e jeito meigo e &#8220;infantilizado&#8221;, Emilia Clarke, no entanto, não opta pela caricatura. A atriz torna Lou uma garota acessível ao público, capaz de gerar empatia, alguém de &#8220;carne-e-osso&#8221;, mas, ao mesmo tempo, singular tamanha a leveza, doçura e honestidade com que a jovem conduz a sua vida e suas relações. É encantador acompanhar Emilia Clarke em <i>Como eu era antes de você</i>. Sam Claflin, por sua vez, consegue trafegar pela amargura e cinismo de Will Traynor sem cair no igualmente fácil território do exagero ao evitar que seu personagem se transforme em uma figura completamente antipática na história, algo que seria desastroso para o longa, afinal, ele é o interesse amoroso de Lou e o responsável por sua transformação. O restante do elenco ainda é formado por Janet McTeer (indicada ao Oscar por <i>Livre para Amar </i>e <i>Albert Nobs</i>), Charles Dance (também de <i>Game of Thrones</i>), Matthew Lewis (o Neville da franquia <i>Harry Potter</i>) e Brendan Coyle (o Sr. Bates de <i>Downton Abbey</i>), todos muito eficientes em papeis pontuais.</p>
<p>Com muita lucidez, moderação no dramalhão e, ainda assim, fortalecendo os seus vínculos com toda uma tradição de filmes do gênero ao oferecer tudo aquilo que o seu público espera dele, Thea Sharrock realiza, ao lado da roteirista Jojo Moyes, um longa capaz de emocionar as plateias sem &#8220;forçações de barra&#8221;. A maneira como <i>Como eu era antes de você </i>equilibra<i> </i>suas demandas comerciais sem deixar que tudo isso afete a sua concepção criativa e a condução dos afetos da plateia pelo filme e por seus personagens é o grande mérito da dupla, que ainda consegue extrair interpretações certeiras dos seus atores, em especial Emilia Clarke, que eterniza uma heroína romântica cujos adjetivos que possamos utilizar para definir sua presença em cena jamais serão justos o suficiente para dimensionar a sensibilidade da sua performance.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/PnqUs3xiAVI" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 11:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[Arnold Schwarzenegger]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jai Courtney]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[O Exterminador do Futuro - Gênesis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis chega aos cinemas com a insustentável obrigação de superar o seu legado. Quanto a isso, não tem como ele escapar. Aliás, nenhuma continuação, reboot ou remake consegue sair dessa esfera de julgamento, as comparações do público e da crítica são praticamente automáticas. No caso desta franquia específica, as comparações chegam a ser injustas quando os filmes anteriores, sobretudo o primeiro e o segundo, ambos dirigidos por James Cameron, revolucionaram a própria indústria do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3059" aria-describedby="caption-attachment-3059" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CxcTO7w.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3059 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/CxcTO7w-620x367.jpg" alt="CxcTO7w" width="620" height="367" /></a><figcaption id="caption-attachment-3059" class="wp-caption-text">He&#8217;s back: Schwarzenegger retorna para viver o icônico exterminador em Gênesis</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>chega aos cinemas com a insustentável obrigação de superar o seu legado. Quanto a isso, não tem como ele escapar. Aliás, nenhuma continuação, <i>reboot </i>ou <i>remake </i>consegue sair dessa esfera de julgamento, as comparações do público e da crítica são praticamente automáticas. No caso desta franquia específica, as comparações chegam a ser injustas quando os filmes anteriores, sobretudo o primeiro e o segundo, ambos dirigidos por James Cameron, revolucionaram a própria indústria do cinema. Infelizmente, a repercussão deste quinto capítulo da franquia, <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</i>,<i> </i>não tem sido boa, na verdade, decepcionante. As cotações do filme nos sites estão baixas e o boca-a-boca confirma as comparações que mencionamos a pouco, <i>Gênesis </i>está anos luz dos seus predecessores, dizem os especialistas. Está sim, mas apesar dos seus equívocos e derrapadas, o filme consegue ser bem divertido, satisfatório até. O seu grande &#8220;porém&#8221; talvez seria o visível desgaste da série, evidenciado por um final que demonstra pouco fôlego para as futuras continuações.</p>
<figure id="attachment_3060" aria-describedby="caption-attachment-3060" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3060 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623-620x349.jpg" alt="la-et-hc-imax-with-hero-complex-terminator-genisys-screening-20150623" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3060" class="wp-caption-text">Viagem no tempo, novamente: Connor, o exterminador e Reese têm um plano para retornar ao futuro (ou passado, a depender do ponto de vista) e alterar o curso da história</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>vemos os episódios que deram início ao primeiro filme. Em 2029, a resistência humana às máquinas, liderada por John Connor, envia para o ano de 1984 um protetor para a sua mãe, Sarah Connor, o sargento Kyle Reese. Reese terá que salvá-la de um exterminador que pretende matá-la a fim de evitar que, no futuro, Connor represente algum risco a dominação dos homens pelas máquinas. No entanto, em função das mudanças de rumo promovidas por esta mesma ação no início da franquia, o ano de 1984 agora não será o mesmo do primeiro filme da série, ou seja,  Sarah Connor não é mais aquela garçonete desprotegida e conta com a ajuda  de um exterminador que foi enviado para protegê-la quando ainda era pequena.</p>
</div>
<div>
<p>É verdade que <i>Gênesis </i>se aproveita de todo o legado deixado pelos filmes anteriores da série, tornando-se uma espécie de híbrido anabolizado do primeiro e do segundo longa. O diretor Alan Taylor, de <i>Game of Thrones </i>e <i>Thor &#8211; Mundo Sombrio </i>consegue reconstituir sequências semelhantes aos filmes anteriores. O filme então funciona basicamente como uma reverência ao passado, como o recente <i>Jurassic World</i>. No entanto, ao contrário de <i>Jurassic World, O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis </i>não consegue promover nenhuma espécie de expansão de um universo já conhecido, soa repetitivo e até mesmo esgota qualquer tipo de possibilidade de ampliação. Sempre que <i>Gênesis </i>tenta promover algum movimento que surpreenda nosso horizonte de expectativas, e ele tem muito potencial para isso já que um dos elementos da franquia é a viagem no tempo e já vimos do que ele é capaz recentemente em <i>Star Trek </i>e <i>X-Men</i>, o filme parece ser engolido por uma megalomania de efeitos especiais que arruina qualquer possibilidade de expansão e está a serviço de mostrar apenas algumas passagens que não foram mostradas no passado por falta de orçamento ou avanços tecnológicos.</p>
</div>
<figure id="attachment_3061" aria-describedby="caption-attachment-3061" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/terminator-genisys.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3061 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/terminator-genisys-620x310.jpg" alt="terminator genisys" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-3061" class="wp-caption-text">John Connor e Kyle Reese: Filme começa exatamente no ponto de partida do primeiro longa da franquia, mas as coisas não são exatamente as mesmas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme é beneficiado por um elenco interessante, que inclui a icônica figura de Arnold Schwarzenegger, sempre a vontade como o exterminador, e os novos rostos de Sarah Connor (Emilia Clarke), Kyle Reese (Jai Courtney) e John Connor (Jason Clarke), todos muito eficientes em suas respectivas funções (a exceção de um J. K. Simmons recém-saido de um Oscar e que aparece completamente avulso em cena). No mais, o longa fica em uma zona cinzenta à procura de uma razão para a sua própria existência ao mesmo tempo em que se justifica por ser funcional aos anseios contemporâneos &#8211; e momentâneos &#8211;  de uma indústria que sempre que pode tenta retornar ao passado no intuito de perpetuar o que já é conhecido e está na zona de conforto do espectador &#8211; e esse ano isso parece mais forte do que nunca. <i>O Exterminador do Futuro &#8211; Gênesis</i> entretém e satisfaz o espectador em momentos isolados, mas não chega a surpreender ou revelar uma nova faceta sobre uma história que já conhecemos.</p>
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		<title>Crítica: A Recompensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2014 14:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Recompensa]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O longa A Recompensa conta a história de Dom Hemingway, um conhecido arrombador de cofres que foi preso depois que decidiu não entregar um de seus clientes. Doze anos se passaram na prisão, quando ele finalmente é solto e vai em busca de sua recompensa pelo silêncio. Com o ego bastante aflorado, ele acaba contando vantagem do dinheiro ganho, bebendo e se drogando com prostitutas na casa do homem que lhe devia, envolvendo-se em situações bastante delicadas. Trazendo uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_993" aria-describedby="caption-attachment-993" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/221085_397873_620___dom_hemingway___photo_nick_wall.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-993 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/221085_397873_620___dom_hemingway___photo_nick_wall.jpg" alt="221085_397873_620___dom_hemingway___photo_nick_wall" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-993" class="wp-caption-text">Jude Law dá um show no papel de Dom Hemingway</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O longa <em>A Recompensa</em> conta a história de Dom Hemingway, um conhecido arrombador de cofres que foi preso depois que decidiu não entregar um de seus clientes. Doze anos se passaram na prisão, quando ele finalmente é solto e vai em busca de sua recompensa pelo silêncio. Com o ego bastante aflorado, ele acaba contando vantagem do dinheiro ganho, bebendo e se drogando com prostitutas na casa do homem que lhe devia, envolvendo-se em situações bastante delicadas.</p>
<p>Trazendo uma performance única e hilária de Jude Law, o filme pode causar controvérsia em algumas pessoas. Pode-se dizer que ele é estranho, mas acredito que num bom sentido. Como a maioria das comédias britânicas, ela é mais sarcástica, escrachada e envolve mais fatos engraçados da desgraça alheia, muito diferente das americanas, que leva mais para o riso óbvio. É uma particularidade do gênero no país e que certamente não agrada todo mundo.</p>
<p>A primeira cena já faz uma construção de personagem incrível. Em primeiro lugar, é válido salientar que o título do filme em inglês é Dom Hemingway, mostrando que o foco é totalmente no protagonista. Isso fica logo claro, quando a película inicia com um monólogo de Law falando sobre quão incrível é seu pênis. O espectador percebe de cara que aquele é um personagem com o ego inflado, que acredita ser o melhor em tudo. Ainda na mesma tomada, o diretor já desconstrói essa situação, mostrando a realidade em que Hemingway se encontra e a necessidade que a questão impõe de ele ser mais humilde.</p>
<figure id="attachment_994" aria-describedby="caption-attachment-994" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/219368.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-994 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/219368.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="219368.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-994" class="wp-caption-text">O ego do personagem leva a sua derrota</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme tem uma característica interessante de ser meio que dividido em capítulos. A cada mudança mais brusca de situação, a tela mostra frases relacionadas, como uma passagem. Por sinal, um detalhe a ser observado é que grande parte das cenas do filme são contínuas. O roteirista vai mostrando fala por fala, reação por reação e as consequências disso. Não é naquele estilo em que algo acontece, muda a cena e já mostra o depois. E nesse ponto é legal observar que se o filme não tiver um bom roteiro, vai levar o espectador ao tédio rapidamente. Não é o caso.</p>
<p>Claro que essa não é uma comédia comum. O protagonista é uma pessoa difícil, egoísta, egocêntrico e pouco amável. Mas essa mistura de sentimentos é que torna ele interessante e a acaba conquistando quem assiste. A evolução de sua história é gradativa e ele não perde sua essência mesmo quando a vida já lhe fez passar por tantas provas. Trazendo mais uma vez a característica da comédia britânica, o uso de muitos palavrões toma a maioria das cenas e pode desagradar algumas pessoas. Acredito, no entanto, que isso constrói ainda melhor a história e se adéqua muito bem ao personagem.</p>
<figure id="attachment_995" aria-describedby="caption-attachment-995" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/222923.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-995" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/222923.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Cenas de humor sarcástico são característica da comédia britânica" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-995" class="wp-caption-text">Cenas de humor sarcástico são característica da comédia britânica</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os detalhes das vestimentas e da própria criação de ambiente em todo o filme casa perfeitamente com o enredo, o fato do personagem de Law ter perdido tantos anos de sua vida dentro de uma prisão e encontrado tudo tão diferente quando saiu. A trilha sonora também é algo para ser notado, com várias músicas de rock, variando entre a diversão e o lamento.</p>
<p>Para os amantes da série <em>Game of Thrones</em>, essa é uma oportunidade de ver a atriz Emilia Clarke, a conhecida Daenerys Targaryen/ Khaleesi, completamente diferente daquele loiro platinado. Em <em>A Recompensa</em>, ela surge com os cabelos curtos, ruivos e um pouco mais gordinha. Ela interpreta a filha de Dom e faz uma ótima composição com Jude Law.</p>
<p>Diferente e até bizarro, o filme certamente não vai agradar todos os públicos. Mesmo para quem não curte o gênero de comédia britânica, vale a pena assistir pela performance incrível de Jude Law, que rouba todos os holofotes pare ele. Além disso, não tem como não rir na maioria das cenas.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-recompensa/">Crítica: A Recompensa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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