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	<title>Arquivos Elizabeth Moss - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Elizabeth Moss - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Luz no Fim do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 22:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando A Luz no Fim do Mundo começa, um longo monólogo sobre a Arca de Noé, de pai (Casey Affleck, Manchester à Beira Mar) para filha, Rag (Anna Pniowsky, Ele Está Lá Fora), ecoa sob a escuridão ao redor dos dois. Não escolhido ao acaso, esse conto bíblico ressoa diretamente na narrativa. Apesar de não serem um casal e nem em busca de um barco, é como se o Pai (o protagonista não é nomeado) e Rag fugissem da inevitável [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando <strong><em>A Luz no Fim do Mundo</em></strong> começa, um longo monólogo sobre a Arca de Noé, de pai (Casey Affleck, <em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-manchester-a-beira-mar/">Manchester à Beira Mar</a></em>) para filha, Rag (Anna Pniowsky, <em>Ele Está Lá Fora</em>), ecoa sob a escuridão ao redor dos dois. Não escolhido ao acaso, esse conto bíblico ressoa diretamente na narrativa. Apesar de não serem um casal e nem em busca de um barco, é como se o Pai (o protagonista não é nomeado) e Rag fugissem da inevitável tempestade que está chegando.</p>
<p>Vivendo isolados em uma barraca na floresta, surge a impressão inicial que a história se assemelhará a <em>Capitão <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-fantastico/">Fantástico</a> </em>e <em>Sem Rastros</em>. Afinal, ambos são sobre famílias que decidiram seguir uma filosofia anti-capitalista na natureza. Entretanto, ainda que seu design de produção — a não ser pela solidão constante — não indique isso, rapidamente <em><strong>A Luz no Fim do Mundo</strong></em><em> </em>revela ser uma distopia.</p>
<p>Vários anos após uma praga matar praticamente toda a população feminina, o mundo entrou em colapso e os homens sobreviventes não souberam lidar com tal ausência. Ou seja, o caos anárquico foi instaurado. Com imunidade, que o roteiro não se preocupa em explicar, Rag é talvez a única mulher existente. Assim, ela e o pai vivem pelas sombras e beiradas, justamente para a menina não chamar atenção — com um corte de cabelo curto sendo um desses artifícios. É aí que o filme dialoga diretamente com <em>Filhos da Esperança </em>além do jogo <em>The Last of Us</em>.</p>
<p>Com um ritmo contemplativo e vagaroso, boa parte de <em><strong>A Luz no Fim do Mundo</strong></em><em> </em>se alterna entre amplas paisagens inabitadas (florestas, estradas, campos de neve) e conversas entre protagonistas no escuro. Apesar de visualmente opostos, esses planos servem à mesma função. Tanto o sentimento de <em>fugere urbem </em>quanto os <em>close-ups </em>claustrofóbicos ressaltam que os dois estão sozinhos em suas jornadas. Um funciona para o outro como a luz no fim do mundo, como o título indica.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11581" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/A-Luz-no-Fim-do-Mundo1-750x500.jpg" alt="A Luz no Fim do Mundo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/A-Luz-no-Fim-do-Mundo1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/A-Luz-no-Fim-do-Mundo1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/A-Luz-no-Fim-do-Mundo1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É possível identificar três camadas na narrativa. Primeiramente, em sua superfície, a jornada de pai e filha que lutam pela sobrevivência, precisando enfrentar a falta de recursos e estranhos que cruzam seu caminho. Nesse sentido, Casey Affleck (que também assina a direção e o roteiro) não cria exatamente um clima de paranoia, mas uma inquietação silenciosa que, mesmo nos momentos mais calmos, pode interromper a paz dos dois a qualquer momento.</p>
<p>Em sua segunda camada, é um intenso estudo de uma relação paternal. Não só isso, como também sobre amadurecimento e a proteção até abusiva que muitos pais têm com os filhos. Em um cena chave, Rag está pendurada da janela de uma casa, enquanto seu pai segura suas mãos, e diz: &#8220;me solte&#8221;.  Por mais que tenha, obviamente, boas intenções, o personagem de Affleck nunca deixou sua menina viver, sempre podando sua liberdade.</p>
<p>Por fim, <em><strong>A Luz no Fim do Mundo</strong> </em>é uma grande metáfora para o instinto predatório masculino. Transportando o que já acontece no dia-a-dia para um mundo distópico onde só há uma mulher viva, homens brigam e se matam para ter seu controle. É uma obsessão e um desejo insaciável. Todavia, ressalta-se aqui — mesmo que crítico que vos fala costume separar a arte do artista — o quão pretensioso é Casey Affleck. Para uma pessoa acusada de tantos episódios de assédio sexual, soa ridículo o fato de que ele escreveu um monólogo para si mesmo, onde ensina didaticamente à filha sobre xenofobia, objetificação feminina e assédio sexual.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Casey Affleck<br />
<strong>Elenco: </strong> Casey Affleck, Anna Pniowsky, Elizabeth Moss, Tom Bower</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/trailers/">trailer</a>!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=OvIByr8OnLw]</p>
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		<title>Crítica: Nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 21:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mistério do desconhecido é pauta para muitos filmes, em especial os de terror. Mas este fato por si só não rende uma grande película. É preciso saber traçar um bom caminho no roteiro para que a trama não caia na falta de imaginação. Nós consegue cumprir este propósito de maneira exemplar, nos oferecendo um thriller completamente tenso e verdadeiramente assustador. O diretor Jordan Peele retorna com mais um filme de terror, depois do sucesso de Corra! (2017), longa que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mistério do desconhecido é pauta para muitos filmes, em especial os de terror. Mas este fato por si só não rende uma grande película. É preciso saber traçar um bom caminho no roteiro para que a trama não caia na falta de imaginação. <em><strong>Nós</strong></em> consegue cumprir este propósito de maneira exemplar, nos oferecendo um <em>thriller</em> completamente tenso e verdadeiramente assustador.</p>
<p>O diretor Jordan Peele retorna com mais um filme de terror, depois do sucesso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Corra!</em></strong></a> (2017), longa que fala muito sobre o racismo e a ideia de supremacia de raças, associado ao medo. Naquele longa, o cineasta já nos mostrou o quanto de potencial tem para dirigir este modelo de trama, onde criou uma tensão constante no espectador, tanto a partir da construção da narrativa, quanto no uso de recursos técnicos como enquadramentos de câmeras, trilha sonora, fotografia e figurino.</p>
<p>Em <strong><em>Nós</em></strong> a situação não foi diferente. Peele, que assina como roteirista, produtor e diretor, traz uma família comum composta pelos pais, um filho e uma filha, todos negros de classe média, curtindo o verão na casa de praia. Mas isso só é feito depois que um elemento aterrorizante é introduzido na trama. A garotinha que se perde dos pais no começo do filme e se vê assustada ao entrar em uma sala de espelhos num parque de diversões.</p>
<p>O filme logo nos mostra que Adelaide é a menina que cresceu e viveu ao longo de tantos anos com o trama causado naquele dia. Ela desconfia de tudo que acontece ao seu redor e não ignora as coincidências dos fatos, como números e pessoas aleatórias que surgem no seu caminho. A complexidade de sua personagem vai sendo desvendada aos poucos, mas de maneira contundente. Ela é determinada em tudo o que faz, principalmente no papel de salvar sua família.</p>
<p>Vale ressaltar, inclusive, que o elemento feminino é valorizado na construção da trama de <strong><em>Nós</em></strong>. Os homens que surgem ao longo da história, sejam eles o pai da menina, o marido ou o amigo, são completamente dispensáveis. Não no quesito de construção de enredo, mas no sentido de cooperação com o que acontece. Quem decide tudo, quem se defende, quem toma as decisões e as rédeas da situação são as mulheres, em absolutamente todos os momentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10323" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tudo isso faz parte de uma imensa colcha de retalhos que vai sendo construída muito sabiamente por Peele. O filme dá margem a interpretações, mas deixa muito claro seu raciocínio e objetivo. Ele faz uso do cinema de horror e absurdo, choca o espectador com as cenas de violência e perseguição. Tudo isso muito bem orquestrado com a trilha sonora marcante e a fotografia cuidada com esmero. Vale aqui o destaque à paleta de cores claras que é utilizada por Lupita. Isso reforça visualmente todo o sangue que surge ao longo da trama, além de fazer uma referência ao lado bom da protagonista.</p>
<p>Falando em atores, temos uma excelente escolha de elenco, principalmente os coadjuvantes. Elizabeth Moss (<em>The Handmaid&#8217;s Tale</em>) tem uma breve participação com uma personagem afetada, mas o faz com maestria, se destacando nas cenas em que aparece. O mesmo vale para a novata Shahadi Wright Joseph, que interpreta a filha da protagonista. A garota vai evoluindo na trama, passando de assustada à determinada em salvar a própria vida, independente dos traumas que estão surgindo.</p>
<p>No entanto, é Lupita Nyong&#8217;o (<em>12 Anos de Escravidão</em>) que conduz toda a trama e nos presenteia com uma atuação impecável. Ela consegue variar entre tantas emoções e perfis, passeando pela dor, amor, medo, sofrimento e determinação em segundos. Isso sem falar na personagem Red, que deixa qualquer espectador acuado na poltrona do cinema. Verdadeiramente assustadora.</p>
<p><strong><em>Nós</em></strong> é um filme que transita pela arte e pelo comercial com equilíbrio. Acompanhamos o desenvolver da trama que vai muito além do ápice de encontro dos duplos. Ele brinca com a ideia de que tudo aquilo se trata da mesma pessoa e as personalidades boa e ruim que vivem dentro dela. Peele faz isso com pinceladas de humor macabro, onde efetivamente rimos de nervoso do que está acontecendo. São respiros necessários para a trama, que deixa o espectador efetivamente sem ar.</p>
<p>Alguns elementos tornam-se desnecessários, principalmente na segunda metade da trama. Explicações que não precisavam ser dadas e que poderiam ser conferidas a imaginação do espectador. Tanto que a revelação ao final do filme não chega a ser tão surpreendente. Ela funciona muito mais para bagunçar a história (de maneira positiva e acertada). <em><strong>Nós</strong></em> é um verdadeiro filme de terror, na melhor definição do gênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jordan Peele<br />
<strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Winston Duke, Elisabeth Moss, Shahadi Wright Joseph</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fQ19DupGfzk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Radar do Oscar: Assista ao trailer de Truth, filme que traz elogiada performance de Cate Blanchett</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 22:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Em 2016, a Academia pode ter que fazer uma &#8220;escolha de Sofia&#8221;: escolher entre indicar Cate Blanchett por sua performance no melodrama Carol de Todd Haynes ou nomeá-la por sua interpretação no drama Truth de James Vanderbilt (roteirista de Zodíaco), filme que foi exibido recentemente no Festival de Toronto e trouxe muitos elogios para o desempenho da vencedora de dois Oscars. Já divulgamos o trailer de Carol e agora noticiamos a chegada do trailer de Truth, que traz Blanchett ao lado de nada mais nada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3681" aria-describedby="caption-attachment-3681" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/truth-movie-cate-blanchett-robert-redford.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3681 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/truth-movie-cate-blanchett-robert-redford-620x348.jpg" alt="truth-movie-cate-blanchett-robert-redford" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3681" class="wp-caption-text">Credibilidade: Blanchett e Redford vivem jornalistas em guerra com o governo Bush</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2016, a Academia pode ter que fazer uma &#8220;escolha de Sofia&#8221;: escolher entre indicar Cate Blanchett por sua performance no melodrama <em>Carol </em>de Todd Haynes ou nomeá-la por sua interpretação no drama <strong><em>Truth</em></strong> de James Vanderbilt (roteirista de <em>Zodíaco</em>), filme que foi exibido recentemente no Festival de Toronto e trouxe muitos elogios para o desempenho da vencedora de dois Oscars. <a href="http://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-carol-com-cate-blanchett-e-rooney-mara/">Já divulgamos o trailer de </a><em><a href="http://coisadecinefilo.com.br/confira-primeiro-trailer-do-longa-carol-com-cate-blanchett-e-rooney-mara/">Carol</a> </em>e agora noticiamos a chegada do trailer de <em>Truth</em>, que traz Blanchett ao lado de nada mais nada menos que Robert Redford.</p>
<p>No longa, Cate interpreta uma produtora de telejornal que junto ao seu âncora (Redford) investiga uma denúncia de que o presidente George W. Bush usou sua influência para escapar do alistamento na Guerra do Vietnã. Eles decidem levar a informação ao público, mas acabam enfrentando uma série de riscos com altas esferas do poder que podem abalar suas próprias carreiras.</p>
<p>Ao lado dos atores está um elenco formado por Elizabeth Moss (da série <em>Mad Man</em>), Dennis Quaid (<em>Longe do Paraíso</em>) e Topher Grace (<em>Interestelar</em>).</p>
<p>Assista ao trailer de <em>Truth </em>abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MqOz8-Sto1g" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Voltando ao tópico &#8220;Oscar&#8221;, especula-se que os responsáveis pela campanha do Oscar de <em>Carol </em>pode realizar esforços para conseguir que Cate entre no páreo como coadjuvante pelo filme, podendo concorrer tranquilamente a uma vaga na categoria melhor atriz por <em>Truth</em> (a Academia tem como regra não indicar atores duplamente em uma mesma categoria) o que pode trazer para a atriz um novo recorde, a segunda dupla indicação em uma mesma cerimônia do Oscar. Em 2008, Cate Blanchett já tinha sido protagonista desse feito com uma indicação como melhor atriz por <em>Elizabeth &#8211; A Era de Ouro </em>e como melhor atriz coadjuvante por <em>Não Estou Lá</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-assista-ao-trailer-de-truth-filme-que-traz-elogiada-performance-de-cate-blanchett/">Radar do Oscar: Assista ao trailer de Truth, filme que traz elogiada performance de Cate Blanchett</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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