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	<title>Arquivos Eiza Gonzalez - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Eiza Gonzalez - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Ambulância &#8211; Um Dia de Crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 00:16:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Filme de perseguição é um gênero à parte que tende a agradar vários tipos de espectadores. Isso porque tem tensão, ação, explosão, perigo. Tudo isso junto em uma sequência que, normalmente, não deixa a gente nem piscar. Ambulância &#8211; Um Dia de Crime tem todo o prognóstico positivo neste sentido, mas comete alguns tropeços desnecessários no meio do caminho. Will Sharp (Yahya Abdul-Mateen II, A Lenda de Candyman) é um ex-militar que luta para manter as contas de casa pagas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Filme de perseguição é um gênero à parte que tende a agradar vários tipos de espectadores. Isso porque tem tensão, ação, explosão, perigo. Tudo isso junto em uma sequência que, normalmente, não deixa a gente nem piscar. <strong><em>Ambulância &#8211; Um Dia de Crime</em></strong> tem todo o prognóstico positivo neste sentido, mas comete alguns tropeços desnecessários no meio do caminho.</p>
<p>Will Sharp (Yahya Abdul-Mateen II, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lenda-de-candyman/"><em>A Lenda de Candyman</em></a>) é um ex-militar que luta para manter as contas de casa pagas em meio ao desemprego. Com a doença de sua mulher, que acabou de ter um bebê, ele se desespera com as contas de hospital e decide recorrer ao irmão, Danny (Jake Gyllenhaal, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><em>Homem-Aranha: Longe de Casa</em></a>), que é criminoso profissional que rouba bancos. Will acaba se metendo em uma complicada trama ao participar de um assalto de mais de 30 milhões de dólares.</p>
<p>Existem vários ganchos que poderiam ser melhor explorados no filme, como é o caso da motivação que leva o protagonista a tomar os caminhos errados. É sabido que os EUA tem um péssimo sistema de saúde e que as pessoas lutam para pagar contas e muitas morrem sem tratamento adequado, já que eles não possuem acesso gratuito. No entanto, o roteiro decide não se aprofundar nisso e ignora o tema a maior parte do tempo.</p>
<p>O que mais incomoda, no entanto, é a direção megalomaníaca de Michael Bay (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-transformers-5-o-ultimo-cavaleiro/"><em>Transformers &#8211; O Último Cavaleiro</em></a>). Não satisfeito em ter um filme de perseguição, que por si só já traz elementos de tensão e chamada de atenção do espectador, ele resolve fazer usos aleatórios de câmera, que vão mergulhando sem rumo na cena, dando cambalhotas, parecendo uma montanha-russa. Isso seria justificável se o roteiro acompanhasse a ideia. Mas neste caso de <em><strong>Ambulância &#8211; Um Dia de Crime</strong></em>, é apenas perturbador e cansativo. É como se ele quisesse mostrar, o tempo todo: &#8220;Olha como eu tenho um filme de alto orçamento&#8221;.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15367" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/01.jpg" alt="Ambulância - Um Dia de Crime" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/01.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/01-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/01-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/01-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Dinheiro esse que poderia ter sido aplicado, por exemplo, num afinamento do roteiro, que deixa muitos elementos sem conexão. Um policial que é operado com uma tesoura e sem anestesia dentro da ambulância em movimento e simplesmente acorda lúcido na sequência, ou a falta de justificativa que leva os carros policiais a não fecharem o cerco em diversos momentos. É como se o enredo duvidasse da capacidade do público de entender certas dinâmicas.</p>
<p>O elenco, por sua vez, é um dos elementos que salva o longa. Bem alinhado e com boas performances, conseguem nos manter atentos a todo momento e realmente ansiosos para entender o que vai acontecer em seguida. Eiza Gonzalez (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><em>Velozes &amp; Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</em></a>) entra como terceiro elemento, a mocinha na questão. Ela vira refém dos dois irmãos pois é a paramédica que está na ambulância com o policial baleado. As interações do trio e suas partes é bem orgânica.</p>
<p>Por sinal, manter a tensão constante é algo que <strong><em>Ambulância &#8211; Um Dia de Crime</em></strong> consegue fazer muito bem. Ele seria muito mais bem-sucedido se simplesmente focasse na perseguição como ápice da trama e tecesse algumas complementações ao redor disso. A ideia é ótima, mas a execução deixa a desejar. Ainda assim, vale como algum entretenimento.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Bay</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jake Gyllenhaal , Yahya Abdul-Mateen II , Eiza Gonzalez, Garret Dillahunt, Keir O&#8217;Donnell, Jackson White, Cedric Sanders,<br />
Colin Woodell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6Y7TTeV08zk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Eu Me Importo (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 22:41:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conseguindo imprimir uma velocidade frenética, com o uso intenso de câmera lenta para ações ágeis, que dão a impressão de que os fatos estão aumentados, Eu Me Importo estabelece seu tom desde os seus primeiros minutos de exibição. Pautado na ironia e no humor ácido, as peripécias de suas personagens se estendem a cada ato e os limites dos acontecimentos parecem não existir dentro da narrativa. No entanto, falta algum equilíbrio rítmico, a noção de onde o enredo quer chegar e, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguindo imprimir uma velocidade frenética, com o uso intenso de câmera lenta para ações ágeis, que dão a impressão de que os fatos estão aumentados, <strong><em>Eu Me Importo</em></strong> estabelece seu tom desde os seus primeiros minutos de exibição. Pautado na ironia e no humor ácido, as peripécias de suas personagens se estendem a cada ato e os limites dos acontecimentos parecem não existir dentro da narrativa. No entanto, falta algum equilíbrio rítmico, a noção de onde o enredo quer chegar e, principalmente, consciência do instante certo de terminar a história.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por J Blakeson (<em>A 5ª Onda</em>), o filme, por um lado, consegue criar uma suspensão, com <em>plot twists</em> e um jogo de gato e rato entre a protagonista, Marla Grayson (Rosamund Pike, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>), e o antagonista, Roman Lunyov (Peter Dinklage, <em>Game of Thrones</em>). Estas estratégias podem prender o espectador, mas, do outro, as constantes reviravoltas, o pouco tempo de desenvolvimento das personagens, a ausência de respiros e os artifícios da trilha – que dita o tom com seu <em>tecno</em> de dinâmica desenfreada-, e algumas cenas soltas. Um exemplo desta frouxidão são as diversas sequências de Marla fazendo exercício, que  não contribuem para a trama, mas devem ter ficado por dar uma <em>vibe</em> <em>cool</em> para a produção, com luzes coloridas piscando e bastante <em>slow motion</em>.</p>
<p>Estas características tornam <strong><em>Eu Me Importo </em></strong>enfadonho, em algumas partes, principalmente quando ele chega em sua metade e parece não caminhar para lugar algum. Além disso, existe uma sensação de que a obra se divide em duas. Até o início do terceiro ato, veem-se todos estes elementos visuais e sonoros já citados (slow, tecno, luzes coloridas) e a premissa principal sendo vivenciada: a do trabalho de Marla, as audiências que ela precisa ir, o embate com sua nova “cliente”, Jennifer – uma Dianne Wiest coesa, mas que não terá tanto espaço nesta crítica, pois sua personagem é deixada de lado por Blakeson abruptamente. Em seguida, toda a atmosfera construída se esvai.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13810" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I.jpg" alt="Eu Me Importo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Primeiro, a estética fica um tanto mais crua, temperaturas e movimentações de câmera são mais neutros. Segundo, o público é sufocado de reviravoltas até o derradeiro segundo de exibição e se antes o desenvolver do enredo parecia frágil, ele desaparece. Chega até a ser cômico a quantidade de momentos que parecem o final, sem que a projeção termine enfim. Para piorar este incômodo, J Blakeson selecionou uma finalização covarde, cheia de moral e punição. A cereja do bolo vem do fato de Marla, que tem uma namorada, entrar para a lista de mulheres não heterossexuais da ficção que possuem um desfecho trágico. É uma junção infeliz de fatores!</p>
<p>O que retira um pouco do sabor amargo de <strong><em>Eu Me Importo</em></strong> é lembrar da interpretação de Rosamund Pike. Pensando nos detalhes de sua construção, Pike mede cada respiração, pausa e olhar direcionado para seus colegas de cena. Corporalmente, ela traz um tônus para sua Marla e um andar retilíneo, típico de uma pessoa controladora. Para evocar movimentos mais circulares e mostrar certa fragilidade há o uso do vaporizador. Este objeto revela as suas ansiedades e inquietações, deixando Marla mais humana e menos plana.</p>
<p>No geral, a obra possui um potencial. A sua concepção traz aspectos positivos, um zelo imagético e uma aparente busca por uma elaboração de universo ficcional cuidadosa. Ainda que falhe na regularidade rítmica e narrativa, vale ver por apresentar sequências emocionantes e ser majoritariamente divertido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> J Blakeson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rosamund Pike, Peter Dinklage, Eiza Gonzalez, Dianne Wiest, Chris Messina</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DjovwjAVD_o" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/">Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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