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	<title>Arquivos Dylan Minnette - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Dylan Minnette - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Pânico (2022)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 19:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero slasher está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. Pânico (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, Scream (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor. As conquistas de Pânico (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero <i>slasher</i> está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, <b><i>Scream</i></b> (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor.</p>
<p>As conquistas de <b><i>Pânico</i></b> (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa uma chance de se manter vivo por mais tempo. Antes mesmo de sua estreia, já se haviam conversas sobre continuações. A atriz Neve Campbell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/"><i>Arranha-Céu: Coragem sem Limite</i></a>, de 2018), que interpreta a famosa <i>final girl</i>, Sidney Prescott, demonstrou publicamente interesse em participar de futuras continuações. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-casamento-sangrento-telecine-play/"><i>Casamento Sangrento</i></a>, de 2019) também afirmaram querer participar de novos projetos na franquia.</p>
<p>Mas como o universo das franquias de terror sobrevive graças aos fãs dessas histórias, não seria diferente com <i>Scream</i>. E os comentários sobre o novo filme demonstram que o sopro de vitalidade está marcando presença outra vez na produção. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é um presente para aqueles que amam os filmes do Ghostface e é uma esperança para o futuro da produção.</p>
<p>Depois de 11 anos, Woodsboro volta a ser palco de assassinatos terríveis. Neste novo capítulo, Ghostface está fazendo uma trilha de corpos com um grupo de adolescentes da pacata cidade. Mistérios sobre o passado dos jovens vão se revelar e farão com que Sidney (Neve Campbell), Gale (Courtney Cox) e Dewey (David Arquette) se reúnam mais uma vez para confrontar seus traumas e cicatrizes do passado. Só que há algo de diferente: desta vez a ameaça encapuzada está mais violenta e ainda mais chocante.</p>
<p>Um dos principais comentários desde o lançamento do filme foi sobre como Wes Craven estaria orgulhoso dessa nova etapa da história. O finado diretor foi quem, ao lado do roteirista Kevin Williamson, trouxe a franquia <i>Scream</i> para os cinemas, conquistando uma legião de fãs. E esse fascínio criado por Wes e Kevin é graças à metalinguagem presente em seu enredo. <i>Pânico</i> nasceu como uma nova composição narrativa que brinca dos artifícios do próprio gênero cinematográfico para criar o seu terror.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15180 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg" alt="Pânico (2022)" width="750" height="395" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-610x321.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-770x406.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Pânico</i></b> (2022) honra esse legado metalinguístico e o coloca em um outro patamar. Aqui o espectador vai assistir uma história onde os personagens são mais conscientes com a lógica do slasher e, consequentemente, com o momento de perigo que eles estão vivendo. Os roteiristas James Vanderbilt (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-misterio-do-relogio-na-parede/"><i>O Mistério do Relógio na Parede</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-misterio-no-mediterraneo/"><i>Mistério no Mediterrâneo</i></a>, de 2019) e Guy Busick (<i>Casamento Sangrento</i>) brincam com o raciocínio metalinguístico sem perder de vista os momentos de terror do filme.</p>
<p>O filme é repleto de <i>easter eggs</i> e referências. Os olhos mais atentos vão poder criar teorias sobre quem está por trás dos assassinatos, entender as piadas e referências de filmes passados, além de curtir uma experiência nostálgica em diversos momentos do longa. No entanto, para criar uma nova era, a produção precisou ir além. Para escrever este capítulo, a produção tornou as motivações mais sombrias e as mortes mais violentas. É inevitável se arrepiar na cadeira do cinema ao assistir o Ghostface atacar suas novas vítimas.</p>
<p>E nada melhor para fechar esse mergulho <i>slasher</i> do que o elenco certo. Além do retorno do trio legacy, os novos integrantes da franquia prometem um futuro interessante e cheio de surpresas quando chegar a hora da tocha ser passada para eles. Sidney, Gale e Dewey retornam aos seus marcantes papéis sem tirar o foco do elenco mais novo. A presença deles mostra a maturidade de suas performances e da narrativa.</p>
<p>O filme deixa uma boa impressão e cativa os fãs da franquia com nostalgia, inteligência e um pouco de <i>gore</i>, mas esse não é o ponto principal que fica na cabeça do público. Após a sessão, a pergunta chave é sobre o futuro da franquia. Com um novo capítulo que honra o legado de Wes Craven e Kevin Williamson, é inevitável desejar que hajam novas histórias criativas e prósperas. <b><i>Pânico</i></b> (2022) nada mais é do que um presente para os fãs que aplaudem e pedem bis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Bettinelli-Olpin  e Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Melissa Barrera, Jack Quaid, Jenna Ortega, Dylan Minnette, Mikey Madison, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown, Sonia Ben Ammar, Marley Shelton, Courteney Cox, David Arquette e Neve Campbell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/swzTZ2mQypM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Homem nas Trevas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 01:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Zovatto]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Minnette]]></category>
		<category><![CDATA[Fede Alvarez]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Levy]]></category>
		<category><![CDATA[O Homem nas Trevas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma notória carreira como curta-metragista, o diretor uruguaio Fede Alvarez teve a sua estreia em longas com um grande desafio: conduzir um remake do cultuado Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio, um dos filmes mais célebres da carreira de Sam Raimi antes de se aventurar na trilogia do Homem-Aranha com Tobey Maguire. Chegando aos cinemas em 2013, o longa, intitulado apenas como A Morte do Demônio, não fez feio entre os críticos e os fãs mais ardorosos do clássico dos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma notória carreira como curta-metragista, o diretor uruguaio Fede Alvarez teve a sua estreia em longas com um grande desafio: conduzir um <i>remake </i>do cultuado <i>Uma Noite Alucinante:</i> <i>A Morte do Demônio</i>, um dos filmes mais célebres da carreira de Sam Raimi antes de se aventurar na trilogia do Homem-Aranha com Tobey Maguire. Chegando aos cinemas em 2013, o longa, intitulado apenas como <i>A Morte do Demônio</i>, não fez feio entre os críticos e os fãs mais ardorosos do clássico dos anos de 1980. Claro que enfrentou toda a natural resistência pela qual passam os <i>remakes</i>, mas não fez feio. Passar por essa prova de fogo com o mínimo de reconhecimento não deixa de ser atestado da competência de Alvarez que fez o que se propôs e o que esteve ao alcance das suas possibilidades em <i>A Morte do Demônio</i>. Liberto dessas amarras comparativas, Alvarez retorna aos cinemas com <i>O Homem nas Trevas</i>, também produção de Sam Raimi, mas uma trama completamente original que confirma o domínio que o realizador possui à frente de histórias repletas de tensão e violência.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme tem início com as ações de um trio de adolescentes que invadem casas e levam os pertences das suas vítimas. Como último ato criminoso do grupo, eles decidem planejar um assalto na casa de um homem cego. Acontece que eles são surpreendidos pela reação da vítima e acabam trancafiados na residência do homem, correndo sério risco de não sair de lá com vida, já que o proprietário acaba revelando-se um psicopata cheio de estratégias para proteger o seu patrimônio.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Calcado nessa dinâmica do jogo de &#8220;gato e rato&#8221;, <i>O Homem nas Trevas </i>tem como trunfo o habilidoso tratamento que Fede Alvarez tem da sua claustrofóbica dinâmica entre os personagens e o único cenário em que transitam, a casa do personagem que dá título ao filme no Brasil. Alvarez enche o seu longa de ritmo com uma montagem eficiente que, ao mesmo tempo, dá conta das múltiplas perspectivas para um mesmo acontecimento (predador e presas) e confere uma tensão ascendente a sua história. O realizador encontra soluções  visuais interessantes, como a abertura do filme que gradualmente fecha o plano após uma panorâmica que investe na silenciosa vizinhança do homem cego interpretado por Stephen Lang. Trata-se de um domínio da linguagem audiovisual que, infelizmente, poucos colegas que se aventuram pelo gênero têm.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"> <img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DontBreatheTrio.0.jpg" alt="DontBreatheTrio.0" width="610" height="348" /></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O roteiro de Alvarez e Rodo Sayagues também demonstra fôlego para engajar o público no desenrolar da sua trama ao criar situações que sempre surpreendem e testam os seus personagens. Com recursos mínimos e marcado basicamente pelas ações dos seus protagonistas, o filme não perde tempo com subterfúgios como dramas pessoais rasos ou tentativas de ir além das &#8220;fronteiras&#8221; do seu próprio gênero. Alvarez e Sayagues acertam na objetividade com que conduzem seus propósitos de costurar um <i>thriller</i>, calcado na ação dos sujeitos que fazem parte daquela história, mas também por conseguirem prender os olhos do espectador nos acontecimentos exibidos em tela. É a simplicidade executada com muita destreza.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Marcado por uma performance interessante de Stephen Lang, <i>O Homem nas Trevas </i>é, na verdade, um grande cartão de visitas para o seu realizador Fede Alvarez, que demonstra domínio da narrativa audiovisual em uma fita dinâmica e pulsante na produção dos seus efeitos. Levando protagonistas e plateia ao extremo, ao final de <i>O Homem nas Trevas </i>não resta pedra sobre pedra do lado de cá e de lá da tela. Para nós, a sensação que fica é de plena satisfação com a experiência cinematográfica vivida. Já da parte do trio de jovens invasores, fica a lição: nunca subestime um senhor cego que tem um rottweiler como bichinho de estimação.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uKY0dYfOibI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2015 13:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Ryan]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Minnette]]></category>
		<category><![CDATA[Goosebumps - Monstros e Arrepios]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Black]]></category>
		<category><![CDATA[Odeya Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Letterman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil Goosebumps ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. Goosebump também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3832" aria-describedby="caption-attachment-3832" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3832 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps.0.0-620x349.jpg" alt="goosebumps.0.0" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3832" class="wp-caption-text">Carisma: Através de Jack Black, filme presta sua homenagem ao criador de Goosebumps</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sucesso da década de 1990 graças à imaginação do escritor R.L. Stine, a série literária de terror juvenil <i>Goosebumps</i> ganha uma nova versão cinematográfica em 2015. <i>Goosebump </i>também já virou série pela Fox, que trazia diversas histórias publicadas em cerca de sessenta livros, cada uma com universos e personagens diferentes. Tratava-se de um apanhado de narrativas feitas para o público infantil e adolescente, trazendo tramas com fantasmas e monstros que não necessariamente metem medo em um público mais experiente. A proposta de Stine é abordar tudo com muito humor em narrativas que geralmente trazem jovens em meio ao universo fantástico proposto pelo autor quando se mudam para um novo bairro e acabam de passar por eventos traumáticos.</p>
</div>
<div>
<p>O longa de Rob Letterman inicia sua história nos apresentando a um desses jovens, Zach, interpretado, Dylan Minnette. Ele acaba de se mudar para Greendale, no estado de Maryland, com sua mãe Gale, personagem da atriz Amy Ryan. Zach e Gale mudam-se para a cidade após um evento traumático na família e têm que se adaptar a nova vida na escola local, onde ele entra como calouro entre os alunos e ela passa a trabalhar na diretoria. A vida de Zach é colocada de cabeça para baixo quando ele conhece o seu estranho vizinho, interpretado pelo ator Jack Black, e sua filha Hannah, por quem o protagonista se apaixona. Inesperadamente, esta relação será o estopim para a libertação de uma série de estranhas criaturas aprisionadas em um outro universo e que passam a infernizar a vida dos moradores de Greendale.</p>
</div>
<figure id="attachment_3835" aria-describedby="caption-attachment-3835" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3835 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/maxresdefault-6-620x349.jpg" alt="maxresdefault (6)" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3835" class="wp-caption-text">Abominável monstro das neves: Personagem é uma entre várias criaturas do universo de Stine que aparecem no longa</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo feito sua carreira basicamente na animação, com produções como <i>Monstros vs. Alienígenas</i> e <i>O Espanta Tubarões &#8211; </i>o único trabalho dele com atores de carne e osso foi um nada animador <i>As Viagens de Gulliver</i>, também com Jack Black no elenco &#8211; Rob Letterman demonstra outro fôlego em <i>Goosebumps</i>. <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios</i> é um produto bem mais interessante na carreira do diretor. Com o roteiro de Darren Lemke (<i>Jack, o caçador de gigantes</i>), Letterman faz um filme metalinguístico que se enquadra na mesma categoria de alguns dos melhores filmes do gênero para públicos juvenis e que já se tornaram os icônicos clássicos da &#8220;Sessão da Tarde&#8221; dos anos 90, uma espécie de <i>Jumanji </i>dos nossos tempos, com todas as criaturas concebidas por R.L. Stine invadindo o mundo real e muita correria, <i>gags</i>, adolescentes lidando com a descoberta do amor e um adulto de passado conturbado, mas suavizado pelo humor e pelo carisma de uma figura como Jack Black.</p>
</div>
<div>
<p>Estruturalmente, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>não subverte nenhuma regra, nem precisaria, sua proposta não é essa. A ideia é se apoiar em marcas do modelo de narrativa da &#8220;aventura juvenil&#8221; e entregar um filme que reverencia não apenas a série literária de R. L. Stine como também a série de TV que os contos originaram. Os responsáveis por essa adaptação inseriram figuras icônicas desse universo, incluindo a mais representativa de todas elas, o boneco de ventríloco Slappy, além disso encontram no filme uma forma de homenagear o seu escritor através do personagem de Jack Black.</p>
</div>
<figure id="attachment_3834" aria-describedby="caption-attachment-3834" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3834 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/goosebumps-picture01-600x400.jpg" alt="goosebumps-picture01" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-3834" class="wp-caption-text">Ecos de Jumanji: Filme dialoga com a aventura juvenil protagonizada por Robin Williams na década de 90</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Divertido e afetuoso, <i>Goosebumps &#8211; Monstros e Arrepios </i>é uma aventura juvenil que demonstra potencial para agradar públicos de diversas faixas e com diversos tipos de relação com a obra original, ou seja, iniciados ou não na série de Stine irão se esbaldar. Rob Letterman conseguiu criar o seu próprio parque de diversões nostálgico com uma pontinha de originalidade e um tratamento interessante a universos já concebidos em outra plataforma. Em suma, ele foi certeiro.</p>
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