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	<title>Arquivos Divergente - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Divergente - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>5 franquias do cinema e suas continuações vergonhosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2016 15:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Crepúsculo]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
		<category><![CDATA[Independence Day]]></category>
		<category><![CDATA[Independence Day - O Ressurgimento]]></category>
		<category><![CDATA[Maze Runner - Correr ou Morrer]]></category>
		<category><![CDATA[Maze Runner - Prova de Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[O Exterminador do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[O Exterminador do Futuro - Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade Máxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Independence Day: O Ressurgimento estreou essa semana e fica no ar uma pergunta que não quer calar: Para quê fazer uma continuação deste filme? O primeiro longa (1996) não tem nada de excepcional, mas era uma boa Sessão da Tarde. Já a sua sequência é simplesmente inútil. Típico filme de ação estadunidense&#8230; Não tem clima de ação e todo mundo já imagina o seu desfecho. Para piorar, existe uma tentativa patética da equipe em trazer uma representatividade para a história. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Independence Day: O Ressurgimento</em> estreou essa semana e fica no ar uma pergunta que não quer calar: Para quê fazer uma continuação deste filme? O primeiro longa (1996) não tem nada de excepcional, mas era uma boa Sessão da Tarde. Já a sua sequência é simplesmente inútil.</p>
<p>Típico filme de ação estadunidense&#8230; Não tem clima de ação e todo mundo já imagina o seu desfecho. Para piorar, existe uma tentativa patética da equipe em trazer uma representatividade para a história. O diretor Roland Emmerich e os roteiristas trazem uma mulher na presidência, um líder da resistência contra os aliens afrodescendente e um casal de cientistas gay, mas, sem dar muito <em>spoiler</em>, nada disso é mostrado corretamente. Além de ter uma visão muito errada das minorias sociais, os salvadores da pátria e do mundo são os de sempre: brancos, heterossexuais, nascidos nos Estados Unidos.</p>
<p>Além destes detalhes, a principal questão que gera desagrado na existência de uma continuação para o longa vem do fato de que não existe nada no primeiro <em>Independence</em> que motive uma nova projeção, o segundo é mais do mesmo e Emmerich poderia ter seguido sua carreira sem mais uma vergonha dessas. (Leia mais em nossa crítica para o filme publicada no site, <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/">clicando aqui</a>).</p>
<p>Pensando nele e em outros absurdos que Hollywood quer que o público engula como continuações dos seus filmes de sucesso, o Coisa de Cinéfilo traz uma lista das cinco franquias que tiveram as piores sequências da história do cinema.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6323" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont2.jpg" alt="cont2" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 05. Exterminador do futuro</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa, calma fãs da franquia. Ela tinha tudo para ser uma das melhores de todos os tempos. Os dois primeiros filmes do querido ciborgue vivido por Arnold Schwarzenegger e dirigido por James Cameron são sensacionais, mas os outros três longas são uma vergonha para a história da franquia e poderiam ter sido eliminados da memória do público.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6324" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont3.jpg" alt="cont3" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 04. Velocidade Máxima</strong></p>
<p>Na década de 1990, Velocidade Máxima virou febre mundial. Com uma bilheteria de 350 milhões de dólares, o estúdio resolveu realizar a sua sequência e, em 1997, foi lançada a continuação. A película é tão ruim que nem Keanu Reeves  topou embarcar no projeto. A trama é basicamente a mesma, a única mudança é que agora o veículo descontrolado é um barco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6325" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont4.jpg" alt="cont4" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 03. Maze Runner: Correr ou Morrer</strong></p>
<p>O primeiro filme, dirigido pelo jovem Wes Ball, que até agora só tem no currículo os longas dessa franquia, tem até alguma dignidade, mas ele deveria ter parado por ali. Numa mistura de película de zumbi e algo que lembra provas de atletismo, <em>Mazer Runner: Prova de fogo (2014)</em> não segura nem as mínimas qualidades da obra anterior. O elenco tem uma dinâmica fraca e as atuações pioraram, as cenas de ação dão tédio e o roteiro é fraco.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6326" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont5.jpg" alt="cont5" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 02. Crepúsculo</strong></p>
<p>Tudo bem que o primeiro filme não é nenhum belezura, mas o erro de colocar a adaptação do livro de Stephenie Meyer nas telonas poderia ter parado com o primeiro longa. Mas não, claro que não! Foram criados mais quatro obras, sendo que os dois últimos são baseados em um mesmo livro, dividido em duas partes!!!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6327" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/cont6.jpg" alt="cont6" width="610" height="348" /></p>
<p><strong># 01. Divergente</strong></p>
<p>Detergente, Loucamente, Demente, qualquer coisa terminada em “ente” pode ser o nome de uma continuação dessa saga que consegue ser uma das piores de todos os tempos. Além de reunir todos os possíveis clichês de longas de aventura adolescente, a trama não tem capacidade para se sustentar por tanto tempo. A protagonista não tem carisma, esse mundo apocalíptico não toca o espectador (sim, a maioria das novas sequências de ação juvenis se passam em mundos apocalípticos), os efeitos são razoáveis e o romance da narrativa não é o dos mais shippáveis. A primeira parte da narrativa ainda tem um pouco de ação e aventura, mas o restante do enredo divido em três no total, é decepção atrás de decepção.</p>
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		<title>Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 00:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
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		<category><![CDATA[Robert Schwentke]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia Divergente surgiu a rebote do sucesso financeiro de Jogos Vorazes quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado A Série Divergente &#8211; Convergente, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia <i>Divergente </i>surgiu a rebote do sucesso financeiro de <i>Jogos Vorazes </i>quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado <i>A Série Divergente &#8211; Convergente</i>, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais de seu desgaste e até mesmo da fragilidade de alguns conceitos apresentados sobre esse universo lá no primeiro filme. A sensação é que <i>Divergente </i>perdeu o fôlego da sua própria trama ou nunca teve o potencial para a longevidade que supostamente apresentava no primeiro capítulo da franquia. O que fica como herança em <i>Convergente</i>, um terreno que começara a ser pavimentado no segundo longa, é uma trama frouxa, que se estendeu ao máximo que sua capacidade permitia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama de <i>Convergente </i>basicamente acompanha a sua protagonista Tris, uma Shailene Woodley ainda batalhando por um material que faça jus ao seu potencial como atriz, em sua jornada fora das cercas que aprisionam todos em Chicago. Ela parte nessa descoberta com Quatro (o galã canastrão Theo James), seu irmão Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zöe Kravitz) e Tori (Maggie Q) e encontra um homem misterioso dedicado a entender o que existe por trás das divisões dos grupos apresentadas desde o primeiro filme da franquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5101" aria-describedby="caption-attachment-5101" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5101 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/convergent-620x333.jpg" alt="convergent" width="620" height="333" /><figcaption id="caption-attachment-5101" class="wp-caption-text">Exageros: Tecnicamente, franquia alcançou ambições maiores que já não nos fazem lembrar do primeiro longa da saga.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>A sensação de que a trama de <i>Divergente </i>anda em círculos se concretiza nesse terceiro capítulo da série. Assim como acontecia em <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>sofre do mal do grande orçamento. Com o sucesso financeiro do primeiro longa, o caixa disponibilizado para a equipe aumentou e isso foi convertido em uma produção megalomaníaca em seus efeitos especiais (todos ruins, diga-se de passagem) e cenários, tornando os filmes da série cada vez mais distantes do seu longa de origem, que se tinha lá os seus defeitos, ao menos conseguia reconhecer-se como uma produção de ambições moderadas, ciente das suas limitações etc. O que <i>Jogos Vorazes </i>conseguiu em economia de ação e aquisição de tensão dramática e política nas duas partes de <i>A Esperança</i>, a franquia <i>Divergente </i>conseguiu de barulho e pretensão em cima da sua própria história, narrativa e visualmente, tanto em <i>Insurgente </i>quanto nesse terceiro longa, <i>Convergente</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que o longa acaba conseguindo é perder-se em suas próprias ambições como <i>blockbuster</i>, não conseguindo sustentar-se como uma peça de puro entretenimento, tampouco resgatar determinadas preocupações e discursos que estão no cerne da sua trama original. Desse mal, os fãs de <i>Jogos Vorazes</i>, por exemplo, não tem do que reclamar. Com uma trama que já não tem mais o que explorar e passa sempre a sensação de uma longa e desnecessária espera para o seu derradeiro capítulo no quarto filme da franquia, <i>Convergente </i>ainda desperdiça o seu ótimo elenco, que oscila entre as presenças completamente descartáveis de atores do calibre de Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels, todos tirando &#8220;leite de pedra&#8221; ao interpretarem personagens rasos, e o subaproveitamento de jovens talentos como Shailene Woodley, cuja heroína aborrecida já não apresenta mais conflitos tão interessantes quanto aqueles esboçados no primeiro longa, Ansel Elgort e Miles Teller, absurdamente <i>over </i>como o dúbio Peter.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5102" aria-describedby="caption-attachment-5102" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5102 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/7781896822_ap1-d51-23595-r-620x307.jpg" alt="7781896822_ap1-d51-23595-r" width="620" height="307" /><figcaption id="caption-attachment-5102" class="wp-caption-text">Desperdício: Atores como Naomi Watts e Miles Teller são desperdiçados no filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigido por Robert Schwentke, que esteve por trás de filmes como <i>Plano de Voo</i>, <i>RED &#8211; Aposentados e Perigosos</i> e do próprio <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>é um filme cansativo que só faz sublinhar o desgaste da sua franquia. Para quem acompanha e é fã da série cinematográfica desde o início, esse retorno sobre o filme pode não fazer muita diferença, mas para quem acompanhava a &#8220;saga&#8221; fora dessa esfera dos <i>fandons </i>e aguardava uma recuperação de fôlego após o irregular segundo filme, o que ficará é a decepção.</p>
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		<title>Crítica: Divergente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 17:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divergente chegou em meio a tantos outros filmes em série e sagas adolescentes. Isso torna ainda mais difícil o desafio de conseguir se destacar daqueles que são medianos e se enquadrar naqueles que valem a pena esperar pela continuação. Apesar de um estilo de narrativa bem semelhante a Jogos Vorazes, Divergente conseguiu se distinguir e “mostrar para o que veio” logo no primeiro capítulo. A história traz uma sociedade pós-guerra, onde foi necessária a criação de um novo sistema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-668 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-2.jpg" alt="Divergente-2" width="550" height="367" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-2.jpg 550w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></a></p>
<p><em>Divergente</em> chegou em meio a tantos outros filmes em série e sagas adolescentes. Isso torna ainda mais difícil o desafio de conseguir se destacar daqueles que são medianos e se enquadrar naqueles que valem a pena esperar pela continuação. Apesar de um estilo de narrativa bem semelhante a <em>Jogos Vorazes</em>, <em>Divergente</em> conseguiu se distinguir e “mostrar para o que veio” logo no primeiro capítulo.</p>
<p>A história traz uma sociedade pós-guerra, onde foi necessária a criação de um novo sistema de regras para que a ordem fosse mantida e não levasse a outra série de batalhas por poder. Foram criadas cinco facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição, cada uma com seu objetivo e papel principal. Quando o jovem atinge certa idade, ele passa por um teste que revela sua aspiração, mas, mesmo assim, ele pode decidir em qual facção entrar. Beatrice é uma jovem da Abnegação, grupo pacífico que visa ajudar os sem-facção, aqueles que ficam a margem da sociedade. Quando ela vai fazer seu teste, descobre que é Divergente, possuindo características que se aplicam a todas as facções. Os Divergentes são vistos como uma ameaça ao sistema, já que são tidos como incontroláveis, então assim que descobertos, são mortos. Beatrice consegue guardar segredo e escolhe ficar na Audácia. Ao entrar na nova facção, ela começa a viver uma realidade completamente diferente da que foi criada.</p>
<p>Vamos lá que o filme tem uma escolha de elenco bem interessante e acertada. Shailene Woodley está muito bem e consistente como protagonista e, embora lembre muito Jennifer Lawrence em alguns momentos, ela consegue se distanciar e assumir personalidade própria. Sua atuação é muito natural e é perceptível a mudança da personagem, que vai da Abnegação a Audácia. Vale ressaltar que ela pode ser vista ainda este ano na aguardada adaptação cinematográfica do livro <em>A Culpa é Das Estrelas</em>. O par romântico vivido por Theo James posa em alguns momentos, é verdade. Lembra um pouco aqueles galãs dos anos 1950, que se preocupavam mais em estar bonito para câmera do que interpretar, propriamente dito. No entanto, ele é um bom ator. Não excelente, mas bom e isso atenua sua necessidade de estar sempre lindo.</p>
<p>Passando para categoria de excelência, Kate Winslet surge com sua primeira vilã e arrasa, como sempre. Seu olhar de desprezo e superioridade todo o tempo, não demonstrando sentimentos, mas exalando perigo, é simplesmente perfeito. Curiosidade: ela estava grávida durante a gravação deste primeiro longa, por isso muitas cenas com pastas nas mãos e com enquadramento superior. Outra que está muito bem é Ashley Judd que, assim como Winslet, mostra os sinais da idade. Judd interpreta a mãe da protagonista e tem papel importante na trama.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-05.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-05.jpg" alt="Divergente-18jul2013-05" width="550" height="366" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-05.jpg 550w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-05-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></a></p>
<p>Todo o elenco secundário também vai bem com Miles Teller, de <em>Namoro ou Liberdade</em>, interpretando o traíra Peter, Zoë Kravitz como a amiga de Beatrice, Ansel Elgort, que também contracena com Woodley em <em>A Culpa é Das Estrelas</em>, como o irmão, Maggie Q e Jai Courtney.</p>
<p>À medida que Tris, nome adotado por Beatrice depois que ela entrou na Audácia, vai passando pelo treinamento da nova facção, ela percebe que novas regras estão sendo impostas e que a corrupção pode ser vista em muitos setores. Ele percebe a existência de um plano para a Erudição tomar o poder que pertence a Abnegação e a intenção de exterminar as pessoas desta facção. A sociedade perfeita vai se mostrando não tão perfeita assim.</p>
<p>A trama flui com muita facilidade, o que torna as mais de duas horas de duração rápidas e nem um pouco cansativas. A construção dos personagens é bem feita e até o romance principal, que tem pouco espaço na história, surge com naturalidade. O casal tem química e se fortalece ao longo da narrativa, inclusive na atuação.</p>
<p>A comparação com <em>Jogos Vorazes</em>, no entanto, é inevitável. É uma série de ação com toque de romance, assim como seu antecessor. É melhor? Não. Realmente <em>Jogos Vorazes</em> supera em muitos sentidos e já conquistou o coração de muitas pessoas com Lawrence como protagonista. Mas esse não está muito atrás, não. Tem uma narrativa própria, se sustenta sozinho e traz um ótimo elenco, que se equilibra entre si.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/divergent-movie-8.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-670 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/divergent-movie-8.jpg" alt="?????????????????????????????????????????????????" width="550" height="385" /></a></p>
<p>Claro que têm alguns clichês, como a maioria das séries adolescentes. O casal que se odeia no começo e se ama depois, o segredo que ninguém pode saber, a protagonista como alguém especial e diferente. Mas a maneira como esses clichês são trabalhados muda completamente sua percepção.</p>
<p>Destaque para escolha de trilha sonora que tem Snow Patrol, Pretty Lights e quatro músicas de Eliie Goulding. As canções casam muito bem com as cenas, completando os momentos. Bom investimento para esse tipo de filme. A direção de fotografia está muito bem, com cenários bem feitos e bem escolhidos. Tiveram muito cuidado com os efeitos especiais também, resultando num filme bem encaixado.</p>
<p>Aliás, bem encaixado é uma definição bem adequada ao longa. Ele é bem amarrado e explicado, trazendo uma cena que puxa outra, construção bem feita de personagens e narrativas. O diretor Neil Burguer fez um bom trabalho e conseguiu garantir tanto a produção da continuação, como o público para assisti-la. Vale a pena conferir, sem comparações e sem pretensões. Quando nada, se a história não interessar a alguns, pelo menos as boas atuações já garantem o filme.</p>
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		<title>Estreias da Semana &#8211; 17 a 23 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2014 15:05:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Copa de Elite]]></category>
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		<category><![CDATA[Julio Sumiu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divergente Direção: Neil Burguer Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet Zoë Kravitz A história se passa em uma Chicago futurista, onde a cidade é divida entre facções diferentes, com valores específicos de honestidade, generosidade, coragem, entre outros. Beatrice, interpretada por Woodley, é uma jovem que acaba de completar 16 anos e tem que escolher qual facção fará parte. Ela fica surpresa ao descobrir que não se encaixa em apenas uma facção, sendo considerada uma Divergente. A partir daí, ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-01.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-610" alt="Divergente-18jul2013-01" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Divergente-18jul2013-01.jpg" width="600" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Divergente</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Neil Burguer<br />
<strong>Elenco:</strong> Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet Zoë Kravitz</p>
<p>A história se passa em uma Chicago futurista, onde a cidade é divida entre facções diferentes, com valores específicos de honestidade, generosidade, coragem, entre outros. Beatrice, interpretada por Woodley, é uma jovem que acaba de completar 16 anos e tem que escolher qual facção fará parte. Ela fica surpresa ao descobrir que não se encaixa em apenas uma facção, sendo considerada uma Divergente. A partir daí, ela entra em uma jornada de aprendizado e superação de medos, além de esconder essa característica pelo perigo que ela traz, contando com o apoio de Four, vivido por James, um jovem que já tem mais experiência. Baseado no livro de Veronica Roth, o longa traz ainda Winslet em seu primeiro papel como vilã.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/B_fty0k6SNI" height="355" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/copa-de-elite.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-611" alt="copa-de-elite" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/copa-de-elite.jpg" width="600" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Copa de Elite</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Vitor Brandt<br />
<strong>Elenco:</strong> Marcos Veras, Júlia Rabello, Rafinha Bastos, Anitta</p>
<p>Esta paródia brasileira traz filmes nacionais sob a ótica da comédia, seguindo o estilo dos famosos filmes <em>Todo Mundo em Pânico</em>. A brincadeira principal é com o longa <em>Tropa de Elite</em>, trazendo Veras como Jorge Capitão, referência ao Capitão Nascimento de Wagner Moura. Além desse, <em>Cidade de Deus</em>, <em>Minha Mãe é Uma Peça</em>, <em>Chico Xavier</em>, entre outras películas nacionais de sucesso. A história segue semelhante a original, mas com a ridicularização do momento, seguindo o modelo de besteirol americano.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/4rGfu-XQZJE" height="355" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/JULIO-SUMIU-Official-Poster-Banner-PROMO-26MARCO2014-02.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-612" alt="JULIO-SUMIU-Official-Poster-Banner-PROMO-26MARCO2014-02" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/JULIO-SUMIU-Official-Poster-Banner-PROMO-26MARCO2014-02.jpg" width="600" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julio Sumiu</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Roberto Berliner<br />
<strong>Elenco:</strong> Lília Cabral, Fiuk, Carolina Dieckmann, Augusto Madeira, Pedro Nercessian, Leandro Firmino</p>
<p>Edna, interpretada por Cabral, acorda no meio da noite e se desespera ao saber que seu caçula Julio, vivido por Nercessian, desapareceu sem deixar vestígios. Preocupada com a falta de ação da polícia, ela sobe o morro para conversar com o traficante Tião Demônio (Firmino), que estaria mantendo seu filho refém. No meio de um tiroteio, Edna se vê obrigada a levar para casa sacolas cheias de drogas. Com a ajuda de Sílvio, o filho mais velho protagonizado por Fiuk, ela transforma o apartamento em uma &#8220;boca&#8221; para pagar o resgate de Julio. Em meio a muitas confusões e reviravoltas, uma dona de casa conservadora muda sua vida e seus princípios tentando salvar a família.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/F3DMvN7fatg" height="355" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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