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	<title>Arquivos DeWanda Wise - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos DeWanda Wise - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Cara da Piscina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 19:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Cara da Piscina é o primeiro longa dirigido, roteirizado, produzido e protagonizado por Chris Pine. Aqui, o ator usa todo o seu trânsito em Hollywood para conseguir um elenco formado por nomes de peso como Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh e Ray Wise para protagonizar esta história, além de contar com o suporte da diretora Patty Jenkins (de Mulher-Maravilha) na produção do projeto ao seu lado. No entanto, é incrível como a junção de tantos nomes marcados pela excelência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><strong>O Cara da Piscina</strong> </i>é o primeiro longa dirigido, roteirizado, produzido e protagonizado por Chris Pine. Aqui, o ator usa todo o seu trânsito em Hollywood para conseguir um elenco formado por nomes de peso como Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh e Ray Wise para protagonizar esta história, além de contar com o suporte da diretora Patty Jenkins (de <i>Mulher-Maravilha</i>) na produção do projeto ao seu lado. No entanto, é incrível como a junção de tantos nomes marcados pela excelência em suas respectivas carreiras não foi o suficiente para salvar este filme do completo fiasco.</p>
<p>Em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>, Chris Pine interpreta um limpador de piscinas de um condomínio aspirante a filósofo e cineasta. O personagem se vê enredado na função de detetive quando uma misteriosa mulher (DeWanda Wise, de <i>Jurassic World: Domínio</i>) solicita seus serviços em um caso envolvendo figurões de Los Angeles. Daí em diante, a trama do longa assume ares de filme de detetive (<i>noir</i>) inclinado para a abordagem de um humor <i>non sense</i>.</p>
<p>Em sua estreia, Pine tem muitas ambições com <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>. Ele deseja fazer uma espécie de <i>Vício Inerente</i> com um personagem &#8220;chapadão&#8221; de visual inspirado no &#8220;the dude&#8221; de Jeff Bridges em <i>O Grande Lebowski </i>envolvendo uma trama criminal &#8220;diferentona&#8221;<i> </i>com diversas referências cinéfilas explícitas no roteiro. Tem de tudo em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>: <i>Chinatown</i>, <i>Crepúsculo dos Deuses</i>, <i>Ladrão de Casaca </i>e até <i>Erin Brokovich</i>. Nenhuma delas faz muito sentido na história porque, no final das contas, <i><strong>O Cara da Piscina </strong></i>tem como foco o ego de Chris Pine.<i> </i>É um filme carente de identidade e completamente movido pela vaidade do ator, agora, diretor. Qualquer momento aleatório da trama é justificativa para o diretor e roteirista trazer para o público alguma amostra do seu repertório e ele &#8220;joga&#8221; esta &#8220;genialidade&#8221; para o público como se agisse despretensiosamente sob a forma de uma abordagem que emula uma direção e um roteiro <i>cool</i>. No final das contas, nada daquilo apresenta organicidade e qualquer expectativa de liame narrativo se perde em meio ao ego do próprio artista.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18750" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1.png" alt="O Cara da Piscina" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A trama <i>neo noir </i>de <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i> </i>não faz muito sentido e parte da sua aparência de história de detetive <i>cool </i>em torno de personagens &#8220;idiotas&#8221; que na verdade revelariam que  por trás do seu comportamento existe uma proposta filosoficamente comprometida do roteiro do projeto é extremamente calculada por Pine, o que, por si só, já destaca quão equivocado é este projeto. Com <i>O Cara da Piscina</i>, Chris Pine sente que está oferecendo algo genial para o público e no final das contas parece conceber um filme que existe para massagear o seu próprio ego.</p>
<p>Não há uma cena sequer em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i> </i>que demarque um movimento inteligente do roteiro, um personagem que se destaque como original, carismático ou passível de empatia, sobretudo o seu protagonista, que parece uma colagem de diversas criações já vistas na tela e que parecem fazer parte do imaginário de Pine como fã do tipo de história que o projeto parece emular. Não há comentário inteligente ou humor que sustente <i>O Cara da Piscina</i>, apenas o constrangimento de momentos como aqueles nos quais o personagem de Pine conversa com um grande lagarto ou mesmo um desentendimento entre o protagonista e a personagem de Jennifer Jason Leigh quando ele descobre que a namorada com quem nunca quis estabelecer um compromisso está saindo com outro homem.</p>
<p>Se em 2024 tivemos a ótima revelação de Zoë Kravitz como diretora de <i>Pisque Duas Vezes</i>, um projeto muito bem equilibrado entre uso de referências cinéfilas, concebido por uma realizadora debutante que procura e encontra a sua própria voz como artista, com um roteiro focado no objetivo da sua história, também tivemos Chris Pine em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i>, </i>o completo oposto disso. A esperança é que o resultado ruim desse projeto e sua repercussão valham de alguma coisa para que, futuramente, caso Pine decida continuar investindo nas funções de diretor e roteirista, aprenda com seus erros e vá por um caminho bem diferente deste aqui.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Pine</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Pine, Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh, DeWanda Wise</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/p6ddKnhS3Mw?si=mYen6Rh9Mah7coHG" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 01:30:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado sob o selo da Blumhouse, Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico lida com elementos tradicionais do horror: nossa fantasia com brinquedos que podem ser tomados por forças malignas. Para quem não está familiarizado com a trajetória da Blumhouse, ela é uma produtora de filmes estadunidenses que se especializou no gênero com títulos importantes nas últimas décadas como Atividade Paranormal, Sobrenatural e o vencedor do Oscar Corra! (melhor roteiro original). Acontece que nos últimos anos a qualidade dos filmes com o selo Blumhouse, entre eles, podemos destacar o revival da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Lançado sob o selo da Blumhouse, <strong><em>Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico</em></strong><i> </i>lida com elementos tradicionais do horror: nossa fantasia com brinquedos que podem ser tomados por forças malignas. Para quem não está familiarizado com a trajetória da Blumhouse, ela é uma produtora de filmes estadunidenses que se especializou no gênero com títulos importantes nas últimas décadas como <i>Atividade Paranormal</i>, <i>Sobrenatural </i>e o vencedor do Oscar <i>Corra! </i>(melhor roteiro original). Acontece que nos últimos anos a qualidade dos filmes com o selo Blumhouse, entre eles, podemos destacar o <i>revival </i>da franquia <i>Halloween </i>e <i>O Exorcista: O Devoto, </i>tem caído e a produtora sofre uma relativa crise de credibilidade com os seus fãs<i>. </i></p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Em <i>Imaginário</i>, acompanhamos a história de uma ilustradora que lida com estranhos eventos a partir do momento em que sua enteada se apega a um urso de pelúcia, tomando-o como um amigo imaginário. A partir daí, estranhos eventos começam a acontecer na casa daquela família e a protagonista encontra conexão entre a situação vivenciada pela garota e aquela que viveu no passado quando também era criança.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><i><strong><em>Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico</em></strong> </i>é conduzido por um dos diretores menos bem quistos do catálogo da Blumhouse, Jeff Wadlow, responsável por nada menos do que dois dos títulos mais mal resenhados da história da produtora: <i>A Ilha da Fantasia </i>(2020) e <i>Verdade ou Desafio </i>(2018). Assim, não dá para esperar muito de um longa comandado por ele, então não é com surpresa que constatamos o resultado  ruim de <em>Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico</em>.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">A trama do longa é a mais boba possível. O filme se sustenta naquele raso apelo a temas da psicologia como traumas de infância e conflitos familiares, mas sempre da forma mais superficial e desleixada possível. Aqui, a protagonista tem que lidar com o desafio de cuidar das duas enteadas, uma delas extremamente resistente a ideia de ter uma madrasta e a outra, a mais nova, apesar de carinhosa, tem dificuldades para superar as dores legadas pela convivência com uma mãe vítima de transtornos psicológicos.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17818" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-1-2.png" alt="Imaginário - Brinquedo Diabólico" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-1-2.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-1-2-610x406.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Não espere muito do desenvolvimento dessas relações pelo roteiro. <strong><em>Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico </em></strong>passa longe de qualquer abordagem problematizadora ou que saia do lugar comum, enrolando o espectador com dramas desinteressantes que não fazem muito pela experiência do espectador. O filme ainda sofre com um roteiro repleto de diálogos clichês e desfechos que são adiados a fim de &#8220;enganar&#8221; o público. Além disso, <i>Imaginário </i>conta com<i> </i>uma direção que poucas vezes consegue produzir qualquer atmosfera de suspense. O artifício do urso de pelúcia como um objeto potencialmente assustador não surte qualquer efeito no filme, não só pela aparência do brinquedo, mas porque o seu diretor sequer explora recursos que permitam qualquer mitologia em torno do bichinho de pelúcia. Portanto, não, o ursinho de <i>Imaginário </i>não conseguirá entrar para a galeria de brinquedos assustadores do cinema como Chucky ou Annabelle.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Conta pontos a favor do título a presença de DeWanda Wise, anteriormente vista em <i>Jurassic World: Domínio</i>. A atriz consegue trazer alguma credibilidade ao filme como a protagonista da história. Além disso também é pontualmente interessante a forma como <i>Imaginário </i>lida com o mundo das fantasias infantis, explorando criativo trabalho de design de produção no terceiro ato da história.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><i><strong><em>Imaginário &#8211; Brinquedo Diabólico</em></strong> </i>não chega a ser um desastre cinematográfico, mas é uma espécie de terror B que não acrescenta muito às plateias assíduas ou eventuais do cinema de horror. O filme é um emaranhado de &#8220;lugares comuns&#8221; do gênero que exploram da forma mais protocolar possível as potencialidades desse tipo de história.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><strong>Direção:</strong> Jeff Wadlow</p>
<p><strong>Elenco:</strong> DeWanda Wise, Tom Payne, Taegen Burns</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iAPTRP7ko7s?si=9AY_4yINSej53VmD" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; Domínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 18:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jurassic World &#8211; Domínio chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, Jurassic World e a saudosa Jurassic Park. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história. O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong> </em>chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, <em>Jurassic World</em> e a saudosa <em>Jurassic Park</em>. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história.</p>
<p>O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi destruída. É algo como andar na rua e se deparar com algum desses bichos. Ainda assim, os cientistas estudam os impactos que isso pode ter na ordem da Terra, nas cadeias alimentares e tudo mais. Enquanto isso, Claire (Bryce Dallas Howard, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><em>Rocketman</em></a>) e Owen (Chris Pratt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lidam com a presença de Maisie (Isabella Sermon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-reino-ameacado/"><em>Jurassic World: Reino Ameaçado</em></a>), a garota que foi clonada pela filha do dono do Jurassic Park e agora é perseguida por uma grande corporação.</p>
<p>Ellie Sattler (Laura Dern, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) ressurge incrível e maravilhosa para investigar o aparecimento de insetos gigantes que estão devastando plantações inteiras e aterrorizando as pessoas. Ela pede a ajuda, então, de seu grande amigo das antigas Alan Grant (Sam Neil, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>) já que tem uma suspeita de que uma grande corporação está fazendo uma mutação genética.</p>
<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em> é um grande serviço aos fãs, pois toca em todos os pontos de memória afetiva que podemos ter. Eles relembram cenas e personagens a todo momento, mas de maneira sutil para não perder a personalidade do longa em questão. São animais que surgem, reencontros carinhos, personagens fisicamente parecidos com anteriores e por aí vai. Cena após cena, somos imersos mais uma vez neste universo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15559" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg" alt="Jurassic World - Domínio" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E é justamente essa imersão que faz o filme funcionar muito bem. Eu particularmente sempre critiquei <em>Jurassic World</em> por não conseguir fazer o espectador se envolver tanto quanto Jurassic Park. E esse filme corrige muito bem este problema. Não sei se apenas pela retomada de personagens principais da trilogia anterior ou pelo próprio roteiro que adota estratégias inteligentes.</p>
<p>Tratando tudo com mais objetividade, o longa não tem um grande <em>plot twist</em> ou milhares de inimigos que vão surgindo tal qual ratos do bueiro. Ele segue uma linha mais dos anos 1990 (que muito me agrada), onde não se tinha tanta pressa em contar a história, pois se criavam menos arcos narrativos. Desta forma, conseguimos nos envolver mais e comprar a ideia que está sendo vendida ali.</p>
<p>A relação de Claire e Owen tem esse adicional de ter uma filha na personagem de Maisie e como o casal se une para defender aquilo que ama e acredita. Eles não são o grande foco deste filme (e com razão), mas ainda assim seguem como protagonistas. Temos ainda a adição simpática de Kayla (DeWanda Wise, <em>Paternidade</em>) que funciona com uma ótima coadjuvante na história.</p>
<p>O grande trunfo de <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em>, no entanto, é retomar a dinâmica de Ellie e Alan. E como é bom relembrar o quanto eles eram ótimos em cena. Uma parceria que deu certo lá atrás e só reforçou aqui. Os dois se reencontram depois de anos de falta de contato e a chama de uma possível relação amorosa ressurge, deixando o espectador ansioso com essa possibilidade. Mesmo sem ter muitas informações sobre a missão, Alan rapidamente topa a proposta de Ellie pois sabe que vai sair daquela fase de inércia e solidão em que se encontra.</p>
<p>Não acho que ser um serviço aos fãs seja um demérito, principalmente quando temos equilíbrio e um roteiro bem trabalho. E é justamente isso que acontece aqui em <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio. </strong></em>Ainda que tenham algumas falhas de ritmo no meio do caminho, o filme funciona muito bem e é um ótimo entretenimento, até mesmo para aqueles que não são fãs assíduos do parque dos dinossauros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Colin Trevorrow</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Jeff Goldblum, Laura Dern, Sam Neil, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Isabella Sermon</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kATdt-lCnU8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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