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	<title>Arquivos Clint Eastwood - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Clint Eastwood - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Cry Macho: O Caminho para a Redenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 00:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No alto dos seus 91 anos, Clint Eastwood lança mais um filme como ator e diretor. O último que trazia essa dobradinha havia sido A Mula (2018). Levando em conta o passar dos anos, é com expectativa que os fãs (como eu) podem ir aos cinemas conferir mais essa obra deste excelente artista. No entanto, Cry Macho: O Caminho para a Redenção não está nem um pouco dentro do padrão de qualidade conhecido de Eastwood. Mike Milo é um ex-astro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No alto dos seus 91 anos, Clint Eastwood lança mais um filme como ator e diretor. O último que trazia essa dobradinha havia sido A Mula (2018). Levando em conta o passar dos anos, é com expectativa que os fãs (como eu) podem ir aos cinemas conferir mais essa obra deste excelente artista. No entanto, <strong><em>Cry Macho: O Caminho para a Redenção</em></strong> não está nem um pouco dentro do padrão de qualidade conhecido de Eastwood.</p>
<p>Mike Milo é um ex-astro de rodeio aposentado e fracassado que lida com o luto de sua esposa e filho, enquanto tenta viver a vida junto aos antigos colegas de trabalho. Em 1979, um desses amigos vem cobrar um favor e pede que ele vá buscar o filho perdido no México. Com essa dívida de honra, ele adentar uma jornada para buscar o menino de 11 anos e entregá-lo ao pai.</p>
<p>A proposta do roteiro é muito interessante. A presunção é de que seria uma história de autoconhecimento onde o protagonista vai refletindo sobre as suas questões a medida em que ele traça o seu plano de pegar o garoto. No entanto, a falta de aprofundamento torna o enredo completamente raso e pouco empolgante.</p>
<p>É como se o roteiro duvidasse constantemente da inteligência do espectador, a medida que nos oferece diálogos extremamente expositivos e desnecessários, para suprir a falta de dinamismo dos personagens. São coisas cansativas como ir ao banheiro e dizer que está indo ao banheiro. Isso engessa a fluidez do longa, tornando os poucos 100 minutos parecendo horas e horas de duração.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14557" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/09/rev-1-CM-01776-CFr_High_Res_JPEG-scaled-1-1280x720-1.jpeg" alt="Cry Macho: O Caminho para a Redenção" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/09/rev-1-CM-01776-CFr_High_Res_JPEG-scaled-1-1280x720-1.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/09/rev-1-CM-01776-CFr_High_Res_JPEG-scaled-1-1280x720-1-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/09/rev-1-CM-01776-CFr_High_Res_JPEG-scaled-1-1280x720-1-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/09/rev-1-CM-01776-CFr_High_Res_JPEG-scaled-1-1280x720-1-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para completar esse combo, a maior parte do elenco deixa muito a desejar (com a exceção óbvia). Não por serem atores pouco conhecidos, mas por representarem papéis muito caracterizados de latinos e mexicanos. A química em cena também não ajuda no processo de criar empatia com os personagens. No final das contar, não conseguimos nos envolver com ninguém e nem com suas histórias. Tudo se torna muito pouco convincente.</p>
<p>Claro que isso não se aplica à Clint. Ele está super bem para sua idade, contracenando até em cenas de ação, mantendo o porte altivo e com o estilo de atuação que lhe é característico. Junto à ele, a bela fotografia de desertos e pores do sol que seria ainda mais bonita se envolvesse um enredo mais aprofundado.</p>
<p>Compreendam que este não é um filme ruim, mas é bastante decepcionante por conta do seu contexto. É um longa de Clint Eastwood, atuando e dirigindo, com temática caubói e jornada de vida. A promessa era enorme, mas que foi frustrada em muitos momentos. No final das contas, falta aprofundamento de personagens e de história, fazendo com que esqueçamos de <em><strong>Cry Macho: O Caminho para a Redenção</strong></em> com muita rapidez ao terminar a sessão.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Clint Eastwood</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Clint Eastwood, Dwight Yoakam, Horacio Garcia Rojas, Fernanda Urrejola</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kN3Am38GWHo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Mula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 22:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Mula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clint Eastwood retorna aos cinemas mais uma vez com um trabalho de direção que compõe a sua longa gama de sucessos, como Sobre Meninos e Lobos, Menina de Ouro, Gran Torino e Sniper Americano. Em A Mula, ele também atua como o protagonista da trama que fala sobre velhice e o tempo perdido. Earl (Clint Eastwood) é um homem com mais de 80 anos que vive sozinho, depois de decepcionar todo sua família com sua dedicação exclusiva ao trabalho. Ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clint Eastwood retorna aos cinemas mais uma vez com um trabalho de direção que compõe a sua longa gama de sucessos, como <em>Sobre Meninos e Lobos</em>, <em>Menina de Ouro</em>, <em>Gran Torino</em> e <em>Sniper Americano</em>. Em <strong><em>A Mula</em></strong>, ele também atua como o protagonista da trama que fala sobre velhice e o tempo perdido.</p>
<p>Earl (Clint Eastwood) é um homem com mais de 80 anos que vive sozinho, depois de decepcionar todo sua família com sua dedicação exclusiva ao trabalho. Ele era um produtor de flores de sucesso, até que a internet mudou o negócio de vendas e Earl não acompanhou o processo. Falido e quase perdendo a casa, Earl vê uma oportunidade de trabalho como motorista que pode te ajudar a recuperar tudo, inclusive o contato com a família. Ele passa, então, a ser um transportador de drogas para um cartel mexicano.</p>
<p>A idade é um elemento importante da trama desde o começo. Este é o primeiro trabalho de direção e atuação de Clint desde <em>Gran Torino</em> (2008). Em pouco mais de uma década, Clint agora ocupa muito mais um lugar de idoso do que anteriormente. Então é inteligente a sua decisão de fazer um bom uso deste elemento no roteiro do longa. A velhice é um fator, mas não é limitante para Earl, que leva uma vida normal e sem ajuda. Além de morar sozinho, ele dirige, resolve os próprios problemas e tem a vida sexual ativa.</p>
<p>A medida que a trama evolui, com Earl adentrando cada vez mais no mundo de entregas do cartel, vai ficando claro o quanto ele consegue cativar as pessoas ao seu redor. Logo os traficantes já se tornam seus confidentes, o ajudam a entender melhor um <em>smartphone</em>, enquanto ele conversa e aconselha sobre a família. Ele vai criando uma sensação de pertencimento àquela nova realidade, uma vez que julga ter estragado todas as suas chances com sua família original (esposa, filha e neta).</p>
<p>É esta simpatia, por sinal, que faz a história funcionar. Earl se torna a melhor mula do cartel justamente por não despertar o interesse dos investigadores e por ter um estilo muito tranquilo de entrega da mercadoria. Ele acaba despistando com facilidade o agente Bates (Bradley Cooper), que conversa com ele enquanto segue para prender um suspeito por engano.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9943" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2902111.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Mula" width="610" height="348" /></p>
<p>O drama é pontuado recorrentemente com humor, principalmente o sarcástico. Clint faz piada não apenas de sua idade, como da diferença das realidades atuais e de outrora. Esta &#8220;atualização&#8221; (por assim dizer) confere uma aproximação ainda maior ao espectador, que vai criando sentimentos sinceros pelo protagonista. Earl quer realmente mudar seu comportamento com a família e tentar recuperar qualquer conexão emocional que possa ainda existir.</p>
<p>É este espaço para autocrítica de Eastwood que faz dele um grande diretor. Ele utiliza seu estilo de direção e composição de cenas a favor da trama e dos personagens, enquanto passeia pelo humor ácido e sarcástico de alguns diálogos. O diretor efetivamente tem o respaldo criativo para conduzir a história desta forma e o faz muito bem. Além disso, nos presenteia com uma grande atuação, criando um protagonista cheio de conflitos, medos e certezas.</p>
<p>Mesmo com o foco totalmente no protagonista, temos nomes de peso no elenco, como Laurence Fishburne, Michael Peña, Dianne Wiest e Andy Garcia. Todos compõe a trama e dão embasamento para a condução do principal. A filha de Earl, inclusive, é interpretada por Alison Eastwood, filha de Clint na vida real. Destaque ainda para Bradley Cooper, que não tem lá tanta importância quanto poderia, mas o personagem vai crescendo a partir da metade do longa e ganhando força.</p>
<p><em><strong>A Mula</strong></em> é o tipo de filme que merece a apreciação do público não apenas pela história &#8211; que é bem interessante, sim &#8211; mas pela atuação e direção de Clint Eastwood, que continua forte e preciso. Não é seu melhor trabalho da carreira, mas com certeza vai agradar a todos.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MvD6O31R32g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Sully &#8211; O Herói do Rio Hudson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 15:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>
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		<category><![CDATA[Sully: O Herói do Rio Hudson]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sully: O Herói do Rio Hudson, Clint Eastwood (Menina de Ouro) nos narra o episódio verídico envolvendo o capitão Chesley &#8220;Sully&#8221; Sullenberger que, em janeiro de 2009, após sair do aeroporto de La Guardia em Nova York e ter as turbinas do avião que pilotava danificadas por uma revoada de pássaros, faz um pouso forçado no rio Hudson e salva os 150 passageiros a bordo da aeronave. Instantaneamente, como manda o circo midiático, Sully se transforma em um herói [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Sully: O Herói do Rio Hudson</i>, Clint Eastwood (<i>Menina de Ouro</i>) nos narra o episódio verídico envolvendo o capitão Chesley &#8220;Sully&#8221; Sullenberger que, em janeiro de 2009, após sair do aeroporto de La Guardia em Nova York e ter as turbinas do avião que pilotava danificadas por uma revoada de pássaros, faz um pouso forçado no rio Hudson e salva os 150 passageiros a bordo da aeronave. Instantaneamente, como manda o circo midiático, Sully se transforma em um herói nacional, trazendo para si todos os louros, mas também todo o peso que o título impõe.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como bom exemplar da filmografia do seu realizador, <i>Sully </i>conta com o olhar elegante de Clint Eastwood para os fatos narrados e para o próprio orgulho americano que inescapavelmente transpira por todos os seus poros, caso contrário não seria um filme de Eastwood. O diretor sempre confere um tom patriótico a suas histórias e a jornada dos seus protagonistas, flertando sem grandes receios com a emoção em alta intensidade, mas, como ocorre nos seus melhores longas, evita as afetações dos seus colegas. Assim, Eastwood consegue transformar <i>Sully </i>numa história eminentemente americana, mas sem a histeria, as frases de efeito e a agressividade nacionalista de alguns realizadores que trafegam por uma mesma chave de discurso que a sua.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6998" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/sully.jpg" alt="sully" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Sully </i>fica evidente que Eastwood retoma um tema que lhe foi muito caro em <i>Sniper Americano</i>, seu filme anterior, as consequências de atos que aos olhos públicos são considerados como heróicos. Assim como o Chris Kyle, só que em um outro contexto, Sully vive o fardo da fama que lhe atribuem e muitas vezes entra em conflito a respeito da própria natureza do seu feito. O início de <i>Sully </i>nos apresenta seu protagonista em meio a tais questionamentos e todos eles são retomados na excelente sequência em que o personagem é julgado pela agência de regulação aérea norte-americana ao lado do seu co-piloto Jeff Skiles, interpretado por Aaron Eckhart (de <i>Batman: O Cavaleiro das Trevas</i>). Esse olhar de Eastwood para o seu protagonista beneficia a interpretação de Tom Hanks (<i>Ponte dos Espiões</i>), que vive o Capitão Sully como um homem nobre e honrado, mas evita as afetações típicas das composições do herói americano ausente de imperfeições, ou seja, uma interpretação coerente com os propósitos do filme e do seu realizador.  É uma pena, contudo, que Eastwood desperdice uma atriz do calibre de Laura Linney (<i>O Mestre dos Gênios</i>) na pele da esposa do protagonista que só contracena com o mesmo através da linha do telefone, um tipo de clichê que já deveria ter sido extinto nesse tipo de história há anos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa tem uma estrutura relativamente questionável. <i>Sully </i>intercala momentos em que seu protagonista assimila o seu feito com a própria reconstituição do acidente e do pouso forçado. Esta decisão do roteiro de Todd Komarnicki no lugar de acender um interesse do espectador pelos eventos, serve apenas para causar uma estranheza pelas suas idas e vindas na linha temporal e pela repetição insistente da sequência do avião. Por sorte, temos Eastwood na direção, contornando esses problemas e evitando reiterações de emoções desnecessárias ao espectador.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> De maneira muito discreta, elegante e emocionalmente sincera (e sem sensacionalismo), Eastwood ainda consegue inserir <i>Sully </i>em um momento da aviação norte-americana pós-11 de setembro, tornando o olhar do seu personagem para o seu próprio ato e sua forma de lidar com uma situação potencialmente traumática ainda mais urgente aos olhos do espectador. <i>Sully </i>pode não ser um dos grandes feitos da carreira de Eastwood, mas ao menos reitera com acertos as marcas do realizador.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9n6hcBc4bgE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Sindicatos dos Produtores e dos Diretores de Arte anunciam os indicados aos seus prêmios</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/presenca-de-sniper-americano-e-destaque-entre-os-indicados-ao-premio-do-sindicato-dos-produtores-de-hollywood/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 22:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2015]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Não indicado ao SAG Awards ou ao Globo de Ouro, Sniper Americano pode fazer o jogo virar a seu favor às vésperas do anúncio dos indicados ao Oscar, que ocorrerá no dia 15 de janeiro. O filme que só estreou nos EUA em dezembro, foi um dos indicados do prêmio do Sindicato dos Produtores de Hollywood anunciado nesta segunda-feira(05). Junto com ele, outros filmes que aparentemente corriam por fora surgiram na lista para deixar a disputa na temporada de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2567" aria-describedby="caption-attachment-2567" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/american-sniper-ft.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2567 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/american-sniper-ft-620x310.jpg" alt="american-sniper-ft" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-2567" class="wp-caption-text">Sniper Americano: Bradley Cooper protagoniza e produz novo filme de Clint Eastwood.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não indicado ao SAG Awards ou ao Globo de Ouro, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CJ74sc-NESA" target="_blank"><em>Sniper Americano </em></a>pode fazer o jogo virar a seu favor às vésperas do anúncio dos indicados ao Oscar, que ocorrerá no dia 15 de janeiro. O filme que só estreou nos EUA em dezembro, foi um dos indicados do prêmio do<strong> Sindicato dos Produtores de Hollywood</strong> anunciado nesta segunda-feira(05). Junto com ele, outros filmes que aparentemente corriam por fora surgiram na lista para deixar a disputa na temporada de prêmios um pouco mais acirrada do que o cenário anterior previa com o favoritismo de <em>Boyhood &#8211; Da Infância à Juventude</em>, <em>Birdman </em>e, nas últimas semanas, <em>Selma</em>, que, por sinal, ficou de fora da lista do sindicato. As outras &#8220;surpresas&#8221; em questão foram <em>O Abutre </em>e <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BjyCGE32Xdo" target="_blank">Whiplash</a>, </em>filmes que também vêm ganhando força nos últimos meses.</p>
<p>Assim como acontece com o prêmio do sindicato dos atores, o SAG Awards, a lista de indicados ao prêmio do Sindicato dos Produtores costuma ser um forte balizador para a sua respectiva categoria no Oscar, melhor filme.</p>
<p>Confira abaixo os filmes indicados a melhor filme do ano pelos produtores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sniper Americano</p>
<p>Birdman</p>
<p>Boyhood: Da Infância à Juventude</p>
<p>Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo</p>
<p>Garota Exemplar</p>
<p>O Grande Hotel Budapeste</p>
<p>O Jogo da Imitação</p>
<p>O Abutre</p>
<p>A Teoria de Tudo</p>
<p>Whiplash: Em busca da Perfeição</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveitando o ensejo o<strong> Sindicato dos Diretores de Arte</strong> também divulgaram os seus favoritos, que também podem estar no Oscar na mesma categoria. Porém, nessa premiação há uma divisão entre filmes de época, contemporâneos e fantasias, o que não ocorre no Oscar. Os indicados foram:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Filme de época:</p>
<p>Vício Inerente</p>
<p>O Grande Hotel Budapeste</p>
<p>O Jogo da Imitação</p>
<p>A Teoria de Tudo</p>
<p>Invencível</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fantasia:</p>
<p>Capitão América 2: Soldado Invernal</p>
<p>Planeta dos Macacos: O Confronto</p>
<p>Guardiões da Galáxia</p>
<p>Caminhos da Floresta</p>
<p>Interestelar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contemporâneos:</p>
<p>Sniper Americano</p>
<p>Birdman</p>
<p>Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo</p>
<p>Garota Exemplar</p>
<p>O Abutre</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinco filmes dirigidos por Clint Eastwood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 13:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o lançamento de Jersey Boys &#8211; Em Busca da Música, primeira empreitada de Clint Eastwood em musicais, elaboramos uma lista com cinco filmes dirigidos pelo eterno Dirty Harry que merecem uma revisitada (ou uma visitada, se não assistiram). Lembrado por seu passado como ator em westerns na pele de caras durões, como diretor, Eastwood se especializou em mostrar o seu lado sensível através de histórias que revisitam suas experiências anteriores, como em Os Imperdoáveis e Gran Torino, ou o insere em universos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o lançamento de <em>Jersey Boys &#8211; Em Busca da Música</em>, primeira empreitada de<strong> Clint Eastwood</strong> em musicais, elaboramos uma lista com cinco filmes dirigidos pelo eterno Dirty Harry que merecem uma revisitada (ou uma visitada, se não assistiram). Lembrado por seu passado como ator em <em>westerns </em>na pele de caras durões, como diretor, Eastwood se especializou em mostrar o seu lado sensível através de histórias que revisitam suas experiências anteriores, como em <em>Os Imperdoáveis </em>e <em>Gran Torino</em>, ou o insere em universos e temas desconhecidos, como o recente <em>Além da Vida</em>. Separamos algumas obras marcantes do diretor por ordem de preferência:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/mystic-river-2003.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1290 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/mystic-river-2003-620x374.jpg" alt="mystic-river-2003" width="620" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>#01. Sobre Meninos e Lobos (2003)</strong></p>
<p> Baseado no livro de Dennis Lehane (<em>Medo da Verdade </em>e <em>Ilha do Medo</em>), <em>Sobre Meninos e Lobos </em>é um suspense que, seguindo a tradição dos melhores filmes nessa linha, não se enquadra propriamente na cartilha do gênero. Clint Eastwood faz de seu longa de 2003 aquele que é provavelmente o seu melhor filme ou, no mínimo, o mais instigante em seus desdobramentos. Com inúmeros questionamentos morais e personagens que não representam os arquétipos de mocinho e bandido, o filme conta a história de um homem que tem a filha assassinada de maneira brutal e tem a ajuda de um antigo amigo de infância, hoje policial, para desvendar o crime. As pistas acabam levando os dois a situações vividas por eles na infância que gostariam de esquecer. Indicado a 6 Oscars, <em>Sobre Meninos e Lobos </em>levou o prêmio de melhor ator para Sean Penn (insuperável nessa interpretação, desculpem os fãs de <em>Milk</em>) e de melhor ator coadjuvante para Tim Robbins. Ainda estão no elenco Kevin Bacon, Laurence Fishburne, Laura Linney e Marcia Gay Harden.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/madison.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1294 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/madison-620x347.jpg" alt="madison" width="620" height="347" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong># 02. As Pontes de Madison (1995)</strong></p>
<p> Poucas vezes na sua carreira Clint Eastwood colocou uma mulher como a protagonista absoluta do seu filme. Isso aconteceu com Hilary Swank em <em>Menina de Ouro, </em>Angelina Jolie em <em>A Troca</em> e, talvez, a melhor dentre essas parcerias, Meryl Streep em <em>As Pontes de Madison</em>. Em 1995, Streep encontrava-se em um momento crítico da sua carreira e Eastwood convidou-a para viver Francesca Johnson, uma dona de casa entediada com a sua própria vida no interior de Iowa que se apaixona por um fotógrafo aventureiro da National Geographic, vivido pelo próprio Eastwood. Poucas chances são dadas para romances protagonizados por atores maduros em Hollywood, Eastwood fez isso e fez muito bem. Até hoje, o desfecho de <em>As Pontes de Madison </em>leva as plateias aos prantos. O filme recebeu uma indicação ao Oscar, melhor atriz para Streep. Talvez tenha sido o maior hiato entre nomeações ao prêmio da atriz (a última, na ocasião, foi por <em>Lembranças de Hollywood </em>em 1991).</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/unforgiven-513d027b03c50.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1291 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/unforgiven-513d027b03c50-620x368.jpg" alt="unforgiven-513d027b03c50" width="620" height="368" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>#03. Os Imperdoáveis (1992)</strong></p>
<p style="text-align: left;">Antes da avalanche de <em>westerns </em>de 2007 (<em>Os Indomáveis</em>, <em>O Assassinato de Jesse James </em>e, de certa forma, <em>Onde os fracos não têm vez</em>), Eastwood retomou o gênero em desuso na década de 1990. <em>Os Imperdoáveis </em>foi lançado em 1992 e trazia o ator na frente e atrás das câmeras trabalhando com outros ícones do cinema, Morgan Freeman e Gene Hackman. O filme narrava a história de um pistoleiro aposentado que recebe uma quantia de dinheiro para matar um grupo que cortou o rosto de uma prostituta. Ele conta com a ajuda de dois outros pistoleiros em uma jornada que acaba lhe trazendo como obstáculo um outro homem que deseja a mesma recompensa e o xerife da cidade, papel de Hackman. O filme venceu quatro Oscars, entre eles o de melhor filme, o primeiro para um longa dirigido por Eastwood (o segundo seria <em>Menina de Ouro</em>), que também levou o prêmio de melhor diretor. Gene Hackman levou a estatueta de melhor ator coadjuvante naquele ano pelo seu desempenho nessa produção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/milliondollarbaby04.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1293 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/milliondollarbaby04-620x372.jpg" alt="milliondollarbaby04" width="620" height="372" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>#04. Menina de Ouro (2004)</strong></p>
<p style="text-align: left;"> <em>Menina de Ouro </em>é o exemplar perfeito para entendermos o atual estágio da carreira de Eastwood como diretor. O longa conta a dura batalha de Maggie Fitzgerald, uma pobre garçonete que sonha um dia se tornar uma grande lutadora de boxe. Acreditando na sua capacidade, Maggie convence um cético e amargo treinador a levá-la as melhores posições no esporte. O filme vencedor do Oscar de melhor filme na edição de 2005 da premiação é acusado por muitos de ser um melodrama apelativo que cria estratégias com o objetivo de gerar lágrimas no espectador. Não deixa de causar esse tipo de efeito, mas talvez tenha sido o momento da carreira de Eastwood em que ele soube equilibrar melhor a sua tendência para o melodrama, para a simplicidade e em gerar uma empatia imediata com o espectador. Levou outros Oscars para casa, o de melhor diretor para Eastwood, melhor atriz para Hilary Swank e melhor ator coadjuvante para Morgan Freeman.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/gran_torino_clint_eastwood.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1295 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/gran_torino_clint_eastwood-620x335.jpg" alt="gran_torino_clint_eastwood" width="620" height="335" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong># 05. Gran Torino (2008)</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>Gran Torino </em>é Clint Eastwood não querendo necessariamente prêmios, mas querendo voltar a ativa com um tipo de <em>persona </em>que ele mesmo imortalizou no cinema norte-americano, o <em>motherfucker</em>. No seu filme de 2008, Eastwood vive Walter Kowalski, um veterano da guerra da Coreia que agora só quer paz, sossego e solidão. Sua vida se transforma quando passa a sair desse &#8220;casulo&#8221; a partir das relações que  estabelece com seus novos vizinhos, alguns simpáticos imigrantes do Laos. Um desses vizinhos é um adolescente obrigado por uma gangue local a roubar um Gran Torino de 1972, carro de propriedade do próprio Walt e que não é mais fabricado. O ponto alto da fita é a parceria entre Eastwood e Bee Vang. Como resistir a Eastwood sendo ele mesmo?</p>
<p style="text-align: left;">E para vocês?</p>
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